Creio que não existe nada de mais belo, de mais profundo, de mais simpático, de mais viril e de mais perfeito do que o Cristo; e eu digo a mim mesmo, com um amor cioso, que não existe e não pode existir. Mais do que isto: se alguém me provar que o Cristo está fora da verdade e que esta não se acha n'Ele, prefiro ficar com o Cristo a ficar com a verdade. (Dostoievski)

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27 de jan. de 2010

haiti e a jihad apologética, texto de ricardo mamedes




Mais uma vez a tragédia ressuscita as teologias do beneplácito de Deus. Desta vez é o Haiti: um terrível terremoto com o seu núcleo em Porto Príncipe - cidade muito abaixo da linha da pobreza, assim como o resto do país - colocou abaixo milhares de prédios, ceifando a vida de outras milhares de pessoas, soterradas sob os escombros. Corpos esparramados pelas ruas se decompondo, ou sendo enterrados em valas comuns sem qualquer identificação. A revista Veja desta semana reproduz essa cena dantesca, onde adultos e crianças mortos foram retratados em sua terrível desolação. E eis que os teólogos de plantão novamente começam a excluir Deus da tragédia, não ousando imaginar uma divindade irada (Jonathan Edwards pensava o contrário).

O ápice de tudo aconteceu com um artigo do blogueiro Julio Severo, ousando imaginar que a ira de Deus se abatera sobre aquele povo miserável e sofrido. Muitas vozes se levantaram contra o articulista, inclusive algumas extremamente agressivas, reproduzindo xingamentos do tipo canalha - o que não deixa de ser um excesso de quem se coloca contra o extremo supostamente cometido pelo criticado em seu artigo sob 'fogo' (fogo amigo???).

É até possível entender a indignação dos críticos, uma vez que o artigo de fato é bastante cáustico, mas não anti-bíblico, pois a gênese do pensamento condiz exatamente com a Palavra. Estranho é que os apologetas críticos, via de seus festejados blogs, no afã de desconstruírem o artigo, como também o pensamento do seu autor (disputa?), fazem-no dubiamente, uma vez que dão a impressão que Deus não se fazia presente naquela tragédia como autor, mas apenas como mero expectador. Estranho porque alguns desses críticos costumam se posicionar quase sempre de maneira equilibrada, biblicamente falando.

Deus não se ausenta de qualquer acontecimento no universo. A sua criação não se guia aleatoriamente, como um navio sem leme à deriva no oceano. Ele é a própria vontade que existe por trás de tudo, de cada evento, por mais pueril ou catastrófico que seja. Deus estava nos campos de concentração nazistas como vontade originadora do holocausto para fazer cumprir os Seus desígnios, os quais não temos conhecimento. Ele estava por trás do Genocídio em Serra Leoa, quando os hutus trucidaram os tutsis, etnia rival - e milhares de corpos boiavam pelos rios daquele país, tornando a sua água pútrida. Porém, Ele também estava livrando tantos outros que se salvaram. Deus faz viver e faz cessar a vida - usando de qualquer meio que Lhe aprouver, inclusive os cataclismos. Tudo para que se cumpram os Seus desígnios, em detrimento da vontade e dos 'achismos' humanos:

"Vede, agora, que eu sou, eu somente, e mais nenhum deus além de mim; eu mato e eu faço viver; eu firo e eu saro; e não há quem possa livrar alguém da minha mão" (Dt 32:39).

"Eis que o Senhor esvazia a terra e a desola, transtorna a sua superfície e dispersa os seus moradores." (Isa 24:1).

"E todos os moradores da terra são reputados em nada; e segundo a sua vontade ele opera no exército do céu e entre os moradores da terra; não há quem lhe possa deter a mão, nem lhe dizer: Que fazes?" (Dn 4:35)

Se de um lado há o erro de se fazer julgamentos e dar vereditos afirmando ser a tragédia "castigo de Deus" pela incredulidade daquele povo (haitiano), uma vez que não nos cabe emitir tais sentenças, de outro, erram aqueles que criticam esse posicionamento, colocando-se na vertente oposta, à moda "gondiniana", afirmando um deus todo amor, todo misericórdia, todo relacional. Um deus essencialmente 'bonzinho'. Quando ousam desvendar Deus, que o façam pelo menos biblicamente.

Deus escolheu um povo através de Abraão, não por seus méritos, mas pela sua santa vontade. Israel foi formada e amada pelo Criador, e não obstante, por vezes sem conta esse mesmo Deus de bondade castigou a "sua Israel":

"Por isso, como a língua de fogo consome a palha, e o restolho se desfaz pela chama, assim será a sua raiz como podridão, e a sua flor se esvaecerá como pó; porquanto rejeitaram a lei do SENHOR dos Exércitos, e desprezaram a palavra do Santo de Israel". Por isso se acendeu a ira do SENHOR contra o seu povo, e estendeu a sua mão contra ele, e o feriu, de modo que as montanhas tremeram, e os seus cadáveres se fizeram como lixo no meio das ruas; com tudo isto não tornou atrás a sua ira, mas a sua mão ainda está estendida." (Isaías 5:24-25)

Eis que esse mesmo Deus diz em Sua Palavra:

"Eu repreendo e castigo a todos quanto amo: sê pois zeloso e arrepende-te." (Ap 3:19)

Esse Deus bondoso muitas vezes se transmuda em Deus da ira. Aliás, trazemos conosco a sua ira e somente não somos consumidos pela sua misericórdia. Porém, tendo Deus destruído Israel, povo eleito, em razão da sua deslealdade e idolatria, porque não pode igualmente canalizar a sua ira para os Estados Unidos (New Orleans - New York), para o Brasil (enchentes, seca no nordeste), ou para o Haiti? Porventura os deserdados do nordeste brasileiro também não são pobres?

Sim, concordo que o momento não é para teologizar ou emitir julgamentos divinos - mesmo porque não nos cabe fazê-lo. Tampouco se admitem simplismos como os orquestrados pelos blogs "rivais" ao Júlio Severo. É bom lembrarmos que não estamos em uma "jihad" evangélica, ou em uma cruzada santa. Baixem a bola os apologetas de plantão!

Conclamo a todos a que oremos para os sobreviventes da tragédia no Haiti, e que Deus execute os Seus santos desígnios. E irá fazê-lo, queiramos nós ou não.

***


***

No blog citado acima escrevi um comentário ao artigo e ao conflito gerado a partir da publicação do texto de Julio Severo, e reproduzo aqui meu texto: 

Prezado Ricardo,

Obrigada por sua visita e postagem em meu blog. Vejo a mão de Deus em tudo o que acontece. Vejo sua misericórdia nessa catástrofe do Haiti. Vejo seus desígnios altíssimos, de um Deus soberano que, segundo orou Ana, "é o que tira a vida e a dá; faz descer à sepultura e faz tornar a subir dela." (I Sm 2:6). Ana, em sua oração, ainda diz, no verso 8: "do Senhor são os alicerces da terra, e assentou sobre eles o mundo." Como podemos deixar Deus de fora da História, nas catástrofes? Será que ele só aparece na riqueza, no conforto, na saúde? É um Deus pela metade? Estaria Ele de acordo com a Teologia da Prosperidade, pronto a conceder ao homem somente coisas materialmente boas, jamais o castigo e a repreensão que visam a transformação espiritual e a salvação? No fundo, esses teólogos muito abertos pensam exatamente como os da prosperidade: Deus só age para coisas boas, agradáveis, palatáveis... O que acontece de ruim não é responsabilidade dele. Os do teísmo aberto creem que Deus não pode controlar todas as coisas, e os da prosperidade dizem que ele não seria cruel a ponto de enviar castigo sobre a Terra; no fundo, tanto uns quanto outros creem no mesmo Deus limitado e plano, como os personagens do Romantismo, sem muita profundidade e sem planos inescrutáveis aos olhos humanos. Deus não sente raiva, Deus não age, Deus não vê. Fazem Deus à sua imagem e semelhança,incapaz e pusilânime diante do que Ele abomina, bonachão e sem nenhuma ação diante do mal (o único mal que Deus castiga e enxerga, no entendimento do Danilo Fernandes, é a ação dos 'vendilhões do templo').

Voltando a esse senhor: poucas vezes encontrei alguém com o caráter tão corroído. Recebi um e-mail no qual o autor me chamou a atenção para o fato de que Danilo Fernandes critica bastante as igrejas por sua falta de assistência e atenção à tragédia do Haiti mas, ele mesmo, não move uma palha. Eu me dei conta de que é verdade, Danilo Fernandes não se propôs ser voluntário no Haiti. Cadê ele? Ora, ele está sentado em sua cadeirinha, fazendo o que faz de melhor: escarnecendo, criticando, acusando, zombando, distorcendo, tripudiando, caluniando, difamando. Ele só não olha para si mesmo. Não olha para o fato de que ele não está ajudando o Haiti tanto quanto aqueles que ele critica, mas enche o peito e aponta o dedo cheio de 'autoridade' para acusar a 'igreja' de não fazer nada.

O que me dá ânimo é perceber que muitos já começam a enxergar quem de fato ele é, e a máscara já está caindo. É claro que nesse episódio eu prontamente apoiei Julio Severo, como tantos outros cristãos.

O mais engraçado: Danilo critica as Assembleias de Deus, pois o pentecostalismo para ele é aberração e engano, e muitos pastores das AD estão lá, em seus blogs, divulgando o Genizah. Masoquismo, hipocrisia ou simples ignorância?

Um abraço,

Maya

26 de jan. de 2010

o mover de Deus? por david wilkerson

Vale a pena ver este vídeo, são nove minutos e 50 segundos de uma profunda reflexão do pastor David Wilkerson, fundador do Desafio Jovem, em New York, acerca do que se tem feito hoje nas igrejas, em todo o mundo. Veja tudo, pense sobre isso, rejeite o que o diabo tem feito dentro das igrejas.



25 de jan. de 2010

e o litro custa R$ 13.636,00







Amigos, recebi estas informações por e-mail, da Paula Felix Costa. Fiquei pasma. Tinha que postar isso. Leiam.

“QUEM NÃO TEM OLHOS PARA VER, TEM QUE TÊ-LOS PARA CHORAR”
“Nariz Romano” – Chefe Sioux - 1875



Prezados Amigos,

Outro dia, entrei num supermercado para comprar orégano e adquiri uma embalagem (saquinho) do produto, contendo 3 g, ao preço de R$ 1,99. Normalmente esse tipo de produto é vendido nos supermercados em embalagens que variam de 3 g a 10 g. Cheguei em casa e resolvi fazer os cálculos e constatei que estava pagando R$ 663,33 pelo kg do produto. Será que uma especiaria vale tudo isso ? Agora, com mais este exemplo abaixo de produtos vendidos em pequenas porções, fico com a sensação que as indústrias se utilizam "espertamente" desse procedimento para desorientar o consumidor, que perde totalmente a percepção real do valor que está pagando pelos produtos. Acho que todos os fabricantes e comerciantes, deveriam ser obrigados por lei (mais uma?) a estamparem em locais visíveis, os valores em kg, em metro, em litro e etc. de todas e quaisquer mercadorias com embalagens inferiores aos seus padrões de referências. Entendo que todo consumidor tem o sagrado direito de ter a percepção correta e transparente do valor cobrado pelos fabricantes e comerciantes em seus produtos.  VEJAM O ABSURDO: Você sabe o que custa quase R$ 13.575,00 o litro ? Resposta: TINTA DE IMPRESSORA! VOCÊ JÁ TINHA FEITO O CÁLCULO? Veja o que estão fazendo conosco. Já nos acostumamos aos roubos e furtos, e ninguém reclama mais. Há não muito tempo atrás, as impressoras eram caras e barulhentas. Com as impressoras a jatos de tinta, as impressoras matriciais domésticas foram descartadas, pois todos foram seduzidos pela qualidade, velocidade e facilidade das novas impressoras. Aí, veio a "Grande Sacada" dos fabricantes: oferecer impressoras cada vez mais e mais baratas, e cartuchos cada vez mais e mais caros. Nos casos dos modelos mais baratos, o conjunto de cartuchos pode custar mais do que a própria impressora. Olhe só o cúmulo: pode acontecer de compensar mais trocar a impressora do que fazer a reposição de cartuchos. VEJA ESTE EXEMPLO:

Uma HP DJ3845 é vendida, nas principais lojas, por aproximadamente R$170,00. A reposição dos dois cartuchos (10 ml o preto e 8 ml o colorido), fica em torno de R$ 130,00. Daí, você vende a sua impressora semi-nova, sem os cartuchos, por uns R$ 90,00 (para vender rápido). Junta mais R$ 80,00, e compra uma nova impressora e com cartuchos originais de fábrica. Os fabricantes fingem que nem é com eles; dizem que é caro por ser "tecnologia de ponta". Para piorar, de uns tempos para cá passaram a DIMINUIR a quantidade de tinta (mantendo o preço). Um cartucho HP, com míseros 10 ml de tinta, custa R$ 55,99. Isso dá R$ 5,59 por mililitro. Só para comparação, a Espumante Veuve Clicquot City Travelle custa, por mililitro, R$ 1,29. Só acrescentando: as impressoras HP 1410, HP J3680 e HP3920, que usam os cartuchos HP 21 e 22, estão vindo somente com 5 ml de tinta!

A Lexmark vende um cartucho para a linha de impressoras X, o cartucho 26, com 5,5 ml de tinta colorida, por R$75,00.Fazendo as contas: R$ 75,00 / 5.5ml = R$ 13,63 o ml. > R$ 13,63 x 1000ml = R$ 13.636,00 

Veja só: R$ 13.636,00 , por um litro de tinta colorida. Com este valor, podemos comprar, aproximadamente:
 
 -  300 gr de OURO;
 - 3 TVs de Plasma de 42';
 - 1 UNO Mille 2003;
 - 45 impressoras que utilizam este cartucho;
 - 4 notebooks;
 - 8 Micros Intel com 256 MB. Ou seja, um assalto !
 
Está indignado? Então divulgue estas informações!

24 de jan. de 2010

um bom dia de uma sumida!

Amigos, ando sumida... Ja ouvi reclamacoes de uma leitora assidua, a minha irma Paula, de Brasilia. Fiquem tranquilos, pois em breve, estarei postando novamente. E que esses dias tem sido dificieis, e preciso me concentrar em meus estudos. Me desculpem a ausencia! E me desculpem tambem a falta dos acentos agudos e circunflexos, e que ganhei um laptop sensacional, mas que ainda nao foi configurado para ter acentos.


Enquanto eu nao posto nenhum texto meu, deixo com voces um tesouro, antigo, de uma epoca em que o louvor era mais humilde, mais modesto e, em minha opiniao, mais voltado para Ele, e nao para nos. Apreciem! Alias, deixo meus agradecimentos, pela dica, a querida amiga e irma twitteira de BH Andrea Lima, do blog Conta Letras: http://contaletras.blogspot.com/ Foi ela quem me mandou, pelo twitter, o link para esses louvores incriveis.

23 de dez. de 2009

mais uma pausa para esclarecimento: contra novas mistificações.

Há uma grande confusão, criada propositalmente por dois blogueiros que se dizem cristãos, em torno de meu nome. Querem, propositalmente, me identificar com uma teologia com a qual não concordo. E fazem isso porque não têm como refutar o centro do que não aprovo: a agressão barata e vulgar que eles fazem, dizendo ser um serviço para Cristo, é um absurdo trabalho anticristão.

Acho que tenho de esclarecer parte dessa confusão. Primeiro, eu queria dizer que sou contra a Teologia da Prosperidade. Quem me conhece, e acompanha meu blog, sabe disso, já viu em quantas inúmeras postagens eu rechaço, com base bíblica, essa teologia anticristã. O fato de admirar as Assembleias de Deus não me impediu, por exemplo, de discordar do pr. Silas Malafaia, que recentemente promoveu uma campanha de bênçãos a R$ 900,00, na TV. Não, eu de modo algum posso concordar com isso. Sou contra a pregação de um evangelho falso, que promete riquezas materiais, e admiro pessoas sérias que pregam contra isso, como John Piper.

Mas abomino os que, a pretexto de lutar contra o mal, praticam o mal. Mentem, difamam, enganam, fazendo da luta contra a mistificação seu próprio negócio. Sou contra pessoas que manipulam para lutar contra a manipulação. Sou contra os que não falam com inteireza de propósitos, correção moral, honestidade e valores do Reino. Os males ligados à questão financeira não são os únicos que vemos descritos na Bíblia. Existem outros.

Desde que comecei a criticar as postagens dos blogs Genizah e Púlpito Cristão, tenho sofrido constantemente não críticas, mas insultos e ataques pessoais à minha honra. Pessoas que eu nunca vi, e com quem nunca falei, mas que são amigas e seguidoras do Danilo Fernandes e do Leonardo Gonçalves, me enviam palavras de baixíssimo calão, já raras de se ver na boca do que a Bíblia chama de ímpio, quanto mais na boca de quem se diz cristão. Fora as mensagens que os próprios Danilo e Leonardo me enviam: imundas, mas certamente reveladoras de como é a mente e o coração desses dois.

A última: Danilo publicou um comentário infeliz em seu blog, de um anônimo, dizendo que ele estava gordo. O que ele fez? Respondeu ao comentário se dirigindo a mim, me dizendo que eu tinha escrito aquilo e ainda por cima me dizendo que eu tinha enviado para ele um e-mail, com as mesmas palavras do comentário. Ora, jamais fiz isso. Depois das palavras mentirosas de Danilo, muito chateada pela acusação falsa, postei aqui em meu blog um comentário afirmando estar ele, de fato, muito fora de forma, mas que isso não era da minha conta e que não tinha feito o tal comentário. As inúmeras provocações que tenho sofrido, além de acusações, calúnias, insultos, têm me deixado cansada. De alguém que não aceitava uma crítica, reagindo infantilmente, Danilo tornou-se um verdadeiro caluniador, enlouquecido, disposto a mentir e adulterar informações com o único propósito de me prejudicar e provar que minha crítica é falsa. Depois que postei aqui este mesmo texto, sem este acréscimo que faço agora, ele foi em seu blog postar print screen de um comentário que lá fiz, e em que digo, creio que a respeito de uma crítica (mais uma) que ele faz ao pr. Silas Malafaia: "... todos têm seus defeitos. Também não concordo com muita coisa, mas gosto dele..." Ora, e não é EXATAMENTE ISSO que me canso de dizer? Que gosto das Assembleias de Deus, que gosto do pr. Silas, mas que não concordo com muita coisa que ele faz? E além de tudo ele descontextualiza meu comentário, como era de se esperar de uma pessoa desonesta e sem caráter como Danilo Fernandes, do blog Genizah. Para ele, não é posível criticar alguém sem insultar, agredir, caluniar...

Além disso, ele tenta caracterizar minha indignação com seu comportamento torpe como "inveja". Seria inveja de sua formação ruim? De sua situação financeira desastrosa? De seu "casamento sólido"? De sua "família maravilhosa"? De sua vida "incrível", enfim? Ou de seu blog "edificante", suas postagens "adultas", "maduras", "equilibradas"... Enfim... Além de mim, elegeram o irmão Danilo Miguel, que fez uma crítica respeitosa e correta, como a "invejoso" e "canalha" da vez. Para quem não sabe receber uma crítica, qualquer comentário que não o incense é fruto de más intenções. Obviamente, Danilo Miguel fez uma carta criticando os procedimentos visivelmente nefastos de Danilo Fernandes. Não dá pra engolir uma pessoa que só age desonestamente de repente vir com uma conversinha mansa... A crítica foi feita. E daí? Teria ele a obrigação de concordar com as ações de Danilo Fernandes? Estaria ele obrigado a elogiar o que deprecia?

Uma das atitudes mais nefastas de Danilo Fernandes foi ter feito campanha publicamente para que no Twitter seus seguidores dessem "unfollow" nos que o criticavam. Nossa, que atitude mais infeliz! Papagaiada pura! No meu caso, percebi que depois que ele deu a "ordem" meus seguidores aumentaram.

No mais... Se Danilo Fernandes faz isto comigo e com Danilo Miguel,  que nos sentimos livres para criticá-lo de modo respeitoso, o que não faria com os demais? Essa é a política do "aviso". "Eu aviso, se mais alguém quiser me criticar, olha só o que eu vou fazer!" Isso desencoraja qualquer crítica, qualquer pensamento contrário ao dele. É uma política antiga, praticada por Stálin, Hitler e muitos totalitaristas, que não aceitavam a discussão, o debate, a livre manifestação de ideias.

Segue, abaixo, um trecho de uma pregação de John Piper, que já postei anteriormente em meu blog. Mas vejam, notem, percebam a diferença de uma crítica como a de John Piper, honesta, íntegra, verdadeira e amorosa, para as críticas porcas, rasteiras, rasas e anticristãs de Danilo e Leonardo.

22 de dez. de 2009

teologia ácida, texto de leandro hüttl dias



Fico pensativo acerca de muitos teólogos que temos por ai. Suas teologias, seus estudos, sua dedicação são para crítica. Criticam pastores, criticam a formulação teológica de outras pessoas, mas nem sempre os vejo edificando. Sou grato a Deus pela minha formação teológica que Ele me proporcionou, mas não estudei (e estudo) teologia para isso! Embora a crítica faça parte da construção de pensamento e até da formação de uma sociedade, e é necessária para depurar o que se crê e pratica, sobretudo nas igrejas, fico preocupado com os que só criticam. A impressão que se tem é que essas pessoas não teriam o que fazer se alguns pastores (os alvos favoritos deles) deixassem de errar. Ficam numa eterna ideologia de que são os caçadores dos "vendilhões da fé".


Sim, temos tais vendilhões e suas práticas devem ser denunciadas, mas estou falando da dedicação exclusiva para isso e da busca do estudo teológico para ficar atrás de um poste e ao primeiro erro dos outros dar uma paulada nas suas cabeças e idéias (eu estou repetindo para deixar claro para tais críticos, pois os mesmos costumam olhar por cima os textos e criticar através de seus padrões próprios - que são retroalimentados pelos do seu meio). Querem medir as pessoas (pelas suas medidas) e ao primeiro sinalzinho de um milímetro fora dos seus padrões criticam, ficam ácidos. E acham interessante (...). Preocupo-me com tais pessoas. Poderiam usar sua formação para todos os fins do Reino, não apenas a crítica.

Hoje a tarde fui à livraria de um pastor amigo meu comprar o último livro planejado para o ano, fechando o que chamo de minha biblioteca a priori, pois com esta obra conclui os livros que queria este ano, coincidindo com a formação em Teologia (integralização de estudos). Sou grato a Deus pois Ele me deu estes e ainda outros que eu não esperava, superabundando sempre (para os mais críticos: o comentário não é Evangelho da prosperidade, ok). Enquanto o aguardava (gosto de comprar com ele, pois sempre conversarmos um pouco sobre a vida, acerca do Reino de Deus e afins) folheava uma coletânea dos escritos de Lutero e achei mais uma vez fascinante como este reformador e doutor fazia Teologia. Ele debatia idéias, lidava com os que eram contra ele com inteligência e espiritualidade (marca típica de Lutero) e puxava o Cânon como sua fonte de argumentação (isso é fazer teologia!!). Li uma frase dele hoje que me marcou: "será que essas pessoas ainda não perceberam o Espírito como Mestre dos meus textos?" (desculpem-me os críticos, não poderei citar a fonte pois não anotei na hora, isto aqui é um blog, não um tratado; eu nem havia pensado em citar, me veio à mente agora, é uma coletânea de 10 tomos dos escritos originais de Lutero). Fantástico! Fazer teologia tendo o Espírito como Senhor. Ter uma relação pessoal com o Pai, pelo Espírito, graças ao sacrifício salvífico de Cristo e pela PALAVRA, usando a Teologia como ferramental (e que ferramental).

Ademais, é importante também entenderem que Teologia, de maneira sistemática e na metodologia científica, se faz na academia (e olha que Metodologia Científica era uma das minhas matérias favoritas para espanto de alguns colegas). Alguns também fazem Teologia assim nos gabinetes, pois muitos gostam deles. Mas na Igreja e na vida prática, na sociedade, ela (a Teologia) se expressa sim, com verdade - óbvio - mas naturalmente sua apresentação é conforme o contexto e palatável a ele. Interessante que até o Evangelho, segundo o Cânon, deve adaptar-se ao contexto para ser inteligível e recebido (1 Co 9.19-24), mas para alguns teólogos não, as pessoas TÊM que partir dos seus pressuportos e enxergar sob seus óculos, e tudo tem que ser como eles querem e aprenderam. Pouco acadêmico isso (ou nada). Guardo com boas lembranças o que diziam meus professores de grego, hebraico, eclesiologia e homilética, algo mais ou menos assim (idéias lembradas e organizadas): "você não precisa citar o texto no idioma bíblico original numa pregação, as pessoas normalmente não irão entender. Explique o que a palavra usada no original SIGNIFICA e discorra acerca dela para "ensinar, repreender, corrigir e para instruir na justiça, para que o homem de Deus seja apto e plenamente preparado para toda boa obra" (cfme. 2 Tm 3.16)". Alguns acorrentam sua espiritualidade com a escrita, quando deveriam usá-la fartamente como Deus a usou, para edificar vidas, como Ele fez com a Bíblia. Outro exemplo, este secular: já fui a alguns médicos até catedráticos, mas que atendiam os leigos com um linguajar simples, porém resolviam as questões que se apresentaram a eles!

Estou apenas começando, desejando com temor de Deus que Ele possa usar este falho vaso escolhido conforme Seu propósito, que não é baseado em nossas obras. Peço ao Pai que eu aprenda com todas as pessoas, mas que veja muitos andando conforme Jesus andou, ou seja: criticando, quando necessário, mas também ensinando, amando, compreendendo, e obedecendo a Deus, dando testemunho da verdade e vivendo de maneira santa e piedosa para não dar ocasião aos que são contra o Evangelho da Verdade, mesmo porque algumas dessas críticas saem com cada colocação, abordagem e falta de educação (já vi até palavrão!) que espanta, pois são feitas por pessoas que parecem estar advogando em Nome de Deus. Será que é para Ele, ou para suas conclusões e seus ideais cravados no ego, e sobretudo para este? Pense nisso.
 
***

 

uma pausa para esclarecimento: contra mistificações.

Há uma grande confusão, criada propositalmente por dois blogueiros que se dizem cristãos, em torno de meu nome. Querem, propositalmente, me identificar com uma teologia com a qual não concordo. E fazem isso porque não têm como refutar o centro do que não aprovo: a agressão barata e vulgar que eles fazem, dizendo ser um serviço para Cristo, é um absurdo trabalho anticristão.

Acho que tenho de esclarecer parte dessa confusão. Primeiro, eu queria dizer que sou contra a Teologia da Prosperidade. Quem me conhece, e acompanha meu blog, sabe disso, já viu em quantas inúmeras postagens eu rechaço, com base bíblica, essa teologia anticristã. O fato de admirar as Assembleias de Deus não me impediu, por exemplo, de discordar do pr. Silas Malafaia, que recentemente promoveu uma campanha de bênçãos a R$ 900,00, na TV. Não, eu de modo algum posso concordar com isso. Sou contra a pregação de um evangelho falso, que promete riquezas materiais, e admiro pessoas sérias que pregam contra isso, como John Piper.

Mas abomino os que, a pretexto de lutar contra o mal, praticam o mal. Mentem, difamam, enganam, fazendo da luta contra a mistificação seu próprio negócio. Sou contra pessoas que manipulam para lutar contra a manipulação.

Sou contra os que não falam com inteireza de propósitos, correção moral, honestidade e valores do Reino. Os males ligados à questão financeira não são os únicos que vemos descritos na Bíblia. Existem outros.

Desde que comecei a criticar as postagens dos blogs Genizah e Púlpito Cristão, tenho sofrido constantemente não críticas, mas insultos e ataques pessoais à minha honra. Pessoas que eu nunca vi, e com quem nunca falei, mas que são amigas e seguidoras do Danilo Fernandes e do Leonardo Gonçalves, me enviam palavras de baixíssimo calão, já raras de se ver na boca do que a Bíblia chama de ímpio, quanto mais na boca de quem se diz cristão. Fora as mensagens que os próprios Danilo e Leonardo me enviam: imundas, mas certamente reveladoras de como é a mente e o coração desses dois.

Segue, abaixo, um trecho de uma pregação de John Piper, que já postei anteriormente em meu blog. Mas vejam, notem, percebam a diferença de uma crítica como a de John Piper, honesta, íntegra, verdadeira e amorosa, para as críticas porcas, rasteiras, rasas e anticristãs de Danilo e Leonardo.

21 de dez. de 2009

adore o dono da bênção, texto de broder james

Adore o dono da benção

Meus irmãos, esse é mais um daqueles posts adaptados de comentário em blogs cristãos. Acho interessante dar essa contextualizada, para não parecer que estou atirando para todos os lados, rsrs.

Como eu disse no final do post anterior “não sou de nenhuma dessas igrejas que vocês falam mal, nem tampouco posso sondar os corações para saber quem é verdadeiramente cristão. Para não pecar contra Deus, nem correr o risco de cortar trigo no lugar de joio, prefiro esperar a hora da colheita… E sempre na Palavra!”

Resolvi tirar do final, e colocar aqui no ínicio, a fala de Paulo em 1 Coríntios 1:10-13:

“Quero dizer com isto, que cada um de vós diz: Eu sou de Paulo; ou, eu de Apolo; ou eu sou de Cefas; ou, eu sou de Cristo. Será que Cristo está dividido? Foi Paulo crucificado por amor de vós? Ou fostes vós batizados em nome de Paulo?”

Mesmo sendo membro ativo de uma congregação abençoada, minha visão é de Reino, e não de placa.

Percebo que muitos que aqui postam e/ou comentam são muito parciais, como se levantassem uma bandeira, e a defendesse com unhas e dentes, mesmo sem respaldo bíblico. Queridos, a única bandeira que vale a pena mesmo levantar é a de Jesus Cristo Jeovah Nissi!

Vou externar um pouco minha opinião e comportamento sobre a questão do dinheiro, para que fique claro que não defendo ninguém, a não ser a Palavra; tento entender, dentro da Palavra, as críticas que vocês fazem.

Nas minhas orações, é muito raro pedir a Deus alguma benção financeira ou material: antes de tudo, peço misericórdia e perdão, além de forças para continuar em pé. Peço pela minha família, pelo meu casamento, pela minha igreja, pelos amigos e colegas de trabalho, pelo país, pelo Corpo de Cristo (O corpo verdadeiro e Único que vai ser arrebatado) etc.

Eventualmente, peço alguma benção material, pois Deus é meu Pai; mesmo que Ele saiba de tudo o que precisamos, vez por outra damos uma relembrada de nossas necessidades físicas. Entrego meu dízimo e faço ofertas, não só em meu ministério, como em outros, bem como na vida de outras pessoas.

Meu maior bem, o que de mais valor poderia angariar nessa vida, já consegui, que é a Pérola preciosa de que Jesus falou em Mateus 13:45. É o próprio Jesus!

Não precisa ser muito bom observador para notar que tem sido dada uma ênfase excessiva à busca pelas bençãos materiais em muitas denominações evangélicas. Como diz o jargão: “Buscam as bençãos, mas se esquecem do abençoador.”

Não sei se há alguma estatística que comprove, mas penso que muitos, hoje em dia, chegam às Igrejas em épocas de escassez ou necessidade: desemprego, doenças graves etc.

Infelizmente, poucos fazem como o Rei Asa, que edificou cidades fortes enquanto a terra estava quieta e não havia guerra, porque o Senhor havia dado repouso (2Cr. 14:6). Muitos buscam a Deus só no calor da guerra, quando o sangue esquenta, e o desespero, muitas vezes, bate à porta. Será possível começar a se preparar para uma batalha sabendo que o inimigo está logo à porta?

Com o exemplo de Asa aprendemos que devemos buscar o Senhor HOJE, pelo que Ele É, e não esperar o dia da adversidade chegar para buscá-Lo pelo que Ele pode FAZER.

O pior é que muitos buscam a benção, e, quando a encontram, dão as costas e não voltam para agradecer e adorar a Jesus. Não foi assim que aconteceu com os 10 leprosos curados por Jesus? Somente um voltou para agradecer…

Devemos ensinar – a todo tempo – as pessoas a buscarem e adorarem a Deus. Se alguém começa a ir na igreja buscando bençãos, o que ela irá buscar depois que alcançá-las? Ela consegue o carro, a casa, a cura, o casamento, o emprego, o que mais ela vai precisar buscar lá? Nada!

Agora, se buscamos ao Senhor, o adoramos em espírito e em verdade, podemos comprar casa, carro, ter bom salário, estar bem de saúde, que continuaremos tendo um motivo maravilhoso para continuar na igreja: o próprio Deus!

Entendo a indignação de vocês quando pregam contra esse Evangelho demasiadamente “materializado”, mas declarar que tal pessoa ou denominação não é evangélica ou cristã porque fala insistentemente em ofertas e dízimos não tem respaldo bíblico. Uma coisa é apontar um erro, outra é declarar que alguém não é cristão.

Não podemos esquecer que a prática de pedir dízimos e ofertas é comum na maioria das igrejas evangélicas.

E o pior, saiba você pastor ou cristão que para a maioria das pessoas que estão de fora da igreja todo mundo que pede dízimo e oferta é farinha do mesmo saco, quer peça de forma mais sutil, ou mais agressiva, estipulando valor de oferta. Para muitos, basta pedir dinheiro na igreja para ser considerado ladrão… Por isso acho tão triste quando vejo essas coisas entre irmãos.

O que fazem é semelhante a dizer que uma denominação não é evangélica porque não envia missionários, ou então porque não auxilia materialmente os pobres. Uma coisa é ensinar, outra é decidir quem é cristão.

Penso também que muitos aqui parecem ter uma visão distorcida do dinheiro e das riquezas. Gostaria de saber um versículo ao menos que diga que ser rico é pecado.

O que a Bíblia manda dizer aos ricos deste mundo é “que não sejam altivos, nem ponham a sua esperença na incerteza das riquezas, mas em Deus que nos concede abundantamente todas as coisas para dela gozarmos.” 1Tim 6:17

Quem desagrada a Deus é aquele que “para si ajunta tesouros, e não é rico para com Deus.” Lc. 12:21

Se no tempo da Lei Deus disse “Vede que hoje eu ponho diante de vós a benção e a maldição; a benção se obedecerdes aos mandamentos do Senhor vosso Deus” (Dt. 11:26), quanto mais não declarará a nosso respeito agora, no tempo da Graça?

Onde na Bíblia diz que o cristão tem que ser pobre? Ao contrário, em Romanos 8:32, Paulo questiona: “aquele que nem mesmo a seu próprio Filho poupou, antes o entregou por todos nós, como não nos dará também com ele todas as coisas?“

É óbvio que o nosso foco deve ser Jesus, buscando primeiro o seu reino e a sua justiça, e todas as outras coisas serão acrescentadas. (Mt.6:33)

O dinheiro não é a raiz de todos os males, como alguns errôneamente apregoam; o amor ao dinheiro o é (1 Tim. 6:10).

Não há dúvidas que muitos se corrompem - e se esquecem do caminho -na busca desenfreada por dinheiro. Mas quem julgará o coração do homem, senão Deus? Como vocês podem saber se um rico tem ou não o coração em Deus?

Para finalizar, gostaria de fazer um pequeno comentário sobre as zombarias aqui feitas em relação a “possíveis” manifestações do Espírito Santo. Sim, digo “possíveis”, porque sei que existem as verdadeiras manifestações do Espírito Santo, as manifestações enganosas de demônios, além das manifestações da emoção/carne/vontade humana.

Como podem afirmar com tanta certeza – através de um simples vídeo – que alguém não está falando em línguas ou profetizando pelo Espírito Santo? Pelo tom jocoso que usam, fico a imaginar se é isso mesmo o que a Bíblia chama de dom de discernimento.

Fica a pergunta: e SE for verdadeiramente uma manifestação do Espírito Santo?

Queridos, a Bíblia nos adverte quanto aos falsos profetas, falsos sinais e prodígios, e nos aconselha a provar os espíritos. Mas também diz para não apagar o Espírito, nem desprezar as profecias. Parece que muitos - com medo do espiritual ser maligno - colocaram as manifestações do Espírito Santo para escanteio…

Sugiro que vocês coloquem ou indiquem também o outro lado da moeda, vídeos de genuínas manifestações do Espírito Santo, vídeos de pessoas cheias da unção verdadeira, vídeos de sinceros cultos de adoração a Deus. Desse modo, poderemos saber o que é e o que não é de Deus.

Também sugiro a criação de um tutorial ensinado como reconhecer se uma pessoa fala em línguas ou exerce qualquer outro dom através do inimigo ou da carne.

Bom irmãos, espero que eu possa ser compreendido. Não digo que a igreja evangélica está perfeita – longe disso! Digo é que devemos aparar as arestas, ajudar uns aos outros, e não brigar entre irmãos.

Vamos nos ater ao que é essencial na nossa fé; a forma de pedir, de orar, de cantar, de se vestir, etc, variam, mas não é motivo para decretar a “excomunhão” de ninguém.

Grande abraço, na fé, e esperando encontrá-los na Jerusalém espiritual,

Broder James

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o pessoal do "liberô geral", texto de sacha

Ontem, vimos como a Supremacia de Cristo coloca nossas regras e padrões de conduta na perspectiva correta. Vimos que qualquer tentativa de construir regras humanas para crescer na santificação é aparência de sabedoria, mas falsa humildade e sem valor algum. Vimos que a própria Supremacia de Cristo nos dá o foco necessário para viver a vida terrestre com os olhos nos céus. Porém, existe o outro lado que precisamos nos guardar também, a ideologia do “liberô geral”!


As idéias pré-Gnósticas também levaram alguns ao desprezo por qualquer responsabilidade ética ou moral. Foram essas idéias que incentivaram a libertinagem ética, onde tudo é permitido e válido. E, assim como hoje, isso tomou várias formas na época dos apóstolos. Tinha gente que enfatizava o “conhecimento” sobre todas as coisas, mas desassociava o “conhecimento” da pessoa de Cristo. Era um misticismo recheado de termos cristãos que levou centenas de pessoas a viverem como “inimigos da cruz de Cristo.” Sobre esse tipo de “teólogos”, Paulo afirmou que “o destino deles é a perdição, o seu deus é o estômago e eles têm orgulho do que é vergonhoso; só pensam nas coisas terrenas.” (Filipenses 3.19) Ou seja, era gente que vivia guiado tão somente por amor ao mundo e o que nele há.

O apóstolo Pedro também lidou com alguns do time do “liberô geral”. Em sua segunda epístola, Pedro exorta seus leitores com base em dois tipos de lembretes, teológico e ético. O ensino errado das idéias pré-Gnósticas tinha influência ética. Era mais um exemplo da importância de um ensino sólido para um comportamento coerente com o Evangelho. Por exemplo, os pré-Gnósticos ensinavam que não haveria uma Segunda Vinda de Cristo e zombavam do ensino dos profetas com relação a esse assunto. Então, Pedro lembrou seus leitores que a Palavra de Deus é verdadeira e digna de confiança (2 Pedro 1.19-21; 3.1, 2) e que a Segunda Vinda de Cristo é uma realidade (2 Pedro 3.8-10). Viver uma vida de libertinagem ética é desprezar a realidade da Segunda Vinda de Cristo e que Sua Palavra não tem crédito. Mas muita gente viveu assim e muita gente ainda vive assim: “17. Esses homens são fontes sem águas e névoas impelidas pela tempestade. A escuridão das trevas lhes está reservada, 18. Pois eles, com palavras de vaidosa arrogância e provocando os desejos libertinos da carne, seduzem os que estão quase conseguindo fugir daqueles que vivem no erro. 19. Prometendo-lhes liberdade, eles mesmos são escravos da corrupção, pois o homem é escravo daquilo que o domina.” (2 Pedro 2.17-19)

Note bem essa descrição acima. São pessoas que abraçam a “intelectualidade” desassociada da pessoa de Cristo. O resultado é uma confusão moral e uma religião subjetiva, sem certos ou errados. Gente que promete a liberdade, mas vive em escravidão do pecado. São pessoas que acreditam que pensam com o cérebro, mas vivem de acordo com o estômago. “Puxa, pega leve!” Mas não sou eu! Veja o que Pedro fala sobre eles... “ignorantes e instáveis torcem [os ensinos do apóstolo Paulo, vide versículos anteriores], como também fazem com as demais Escrituras, para a própria destruição deles.” (2 Pedro 2.16) O assunto é sério e precisamos desse alerta. Longe de nós vivermos padrões humanos para alcançar a santidade (como alguns em Colossos)... e longe de nós desprezar a moral do Cristianismo.

Sim, a Palavra de Deus nos ensina uma conduta agradável a Deus sobre nossa língua (Efésios 5.25 e 29); nossa sexualidade (1 Coríntios 7.1-8; 1 Tessalonicenses 4.1-8); nossa modéstia (1 Timóteo 2.9; 1 Pedro 3.1-5); nossos deveres conjugais (Efésios 5.22-33 ; 1 Pedro 3.1-7); etc. A Palavra de Deus não se cala com relação a nossa responsabilidade ética e somos chamados a viver uma vida santa. Quem tem um discurso diferente ainda não entendeu o Evangelho.

“17. Portanto, amados, sabendo disso, guardem-se para que não sejam levados pelo erro dos que não têm princípios morais, nem percam a sua firmeza e caiam. 18. Cresçam, porém, na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. A ele seja a glória, agora e para sempre! Amém.” (2 Pedro 3.17, 18)

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