Creio que não existe nada de mais belo, de mais profundo, de mais simpático, de mais viril e de mais perfeito do que o Cristo; e eu digo a mim mesmo, com um amor cioso, que não existe e não pode existir. Mais do que isto: se alguém me provar que o Cristo está fora da verdade e que esta não se acha n'Ele, prefiro ficar com o Cristo a ficar com a verdade. (Dostoievski)

FAÇA COMO EU: VISITE O BLOG DELES, E SIGA-OS TAMBÉM! :)

Mostrando postagens com marcador link. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador link. Mostrar todas as postagens

27 de fev. de 2014

o PT piorou o Brasil.

A VERDADEIRA distribuição de renda a esquerda não fez. Distribuição de renda é esgoto e água potável nas favelas, não somente no Leblon e nos Jardins. FHC fez mais esgotos do que Lula. Dados do IPEA. Distribuição de renda é hospitais públicos de qualidade, com equipamentos, remédios e médicos bem remunerados. Distribuição de renda é geração de emprego. Distribuição de renda é transporte público eficiente, de qualidade. Distribuição de renda é escola pública bem equipada e professor ganhando bem pelo trabalho árduo que faz. Distribuição de renda é creche em lugar pobre, para as mães poderem trabalhar. Distribuição de renda é cada um ter condições de construir sua casa como bem entende, com o dinheiro do seu trabalho. O que o Governo do PT faz é assistencialismo. 

Em 11 anos de Governo, o PT piorou o Brasil. Viramos o país das "bolsas", que alimentam a miséria sem de fato distribuir a renda. A classe média é escorchada, explorada, esfolada de todas as maneiras. Distribuição de renda é modificar o sistema tributário cruel do Brasil. O PT não fez nenhuma reforma. FHC assentou mais famílias sem terra que Lula. Dados do IPEA. 

PT: onze anos perdidos. Onze anos de marcha-a-ré. Onze anos no lixo. Onze anos de inchaço da máquina pública. Em dez anos, os cargos comissionados no Governo passaram de 17,6 mil para 22,6 mil: http://dinheiropublico.blogfolha.uol.com.br/2014/01/19/em-10-anos-comissionados-no-governo-passam-de-176-mil-para-226-mil/. 

Em relatório divulgado em 2010 pela ONG Transparência Internacional mostra que em oito anos a posição do Brasil no Índice Mundial de Corrupção desceu da 45.ª (2002) para o 69.º lugar (2010): http://brasilliberdadeedemocracia.blogs.sapo.pt/1372463.html. 

Distribuição de renda é um país em que todos os cidadãos tenham segurança para viver. Em 2012, o Brasil teve registrados 50 MIL HOMICÍDIOS. Com os não registrados, chegamos a 60 MIL. http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2013/11/03/pais-teve-50-mil-mortes-em-2012.html. Do total de mortos, 70% são negros, segundo o Ipea: http://negrobelchior.cartacapital.com.br/2013/10/18/negros-sao-70-das-vitimas-de-assassinatos-no-brasil-reafirma-ipea/. Cotas não resolvem o problema de um cadáver no IML.

Não acredito que as eleições serão limpas. Não acredito que o PT vai deixar de manipular pesquisas de opinião, software de urnas eletrônicas, resultados. Dilma vai ganhar. Serão mais quatro anos de PT goela abaixo.

23 de fev. de 2014

uma visão estreita que vai pelo caminho largo

"[...] é preciso fazer a diferença entre o dom de curar e as curas que Deus faz em resposta à oração. Aqueles que tinham o dom de curar - e parece que estava restrito aos apóstolos e seus associados - nunca falhavam. Cada vez que determinavam a cura, ela acontecia. Não há caso registrado de alguém com dom de curar, como Paulo e Pedro, terem comandado a cura que ela não tenha acontecido. E estamos falando da cura de cegos, coxos, aleijados, surdos e mudos, muitos dos quais nem tinham fé. E mesmo da ressurreição de mortos. Obviamente não apareceu depois dos apóstolos ninguém na história da Igreja, até os dias de hoje, com este mesmo poder." (Augustus Nicodemus, pastor presbiteriano cessacionista, mostrando que conhece as obras do Espírito Santo nos dias de hoje tanto quanto eu conheço a Gramática do Mandarim) 

O link: http://tempora-mores.blogspot.com.br/2013/02/entrevista-sobre-cessacionismo-e.html

Meu comentário: Obviamente, sr. Nicodemus, o poder não era "dos apóstolos", mas de Deus, e este mesmo poder, deste mesmo Deus, permanece, continua e age em quem Deus quer que aja, por meio de quem Ele escolhe para manifestar sua glória. Se o sr. não vê, isso não significa que não exista e que muitos outros não o tenham visto agir. E benditos os que não viram e creram. Leia aqui: O Espírito Santo cura HOJE.



14 de fev. de 2014

Tributo ao Salmo 150: dC Talk - Jesus Freak

Louvai ao SENHOR.
Louvai a Deus no seu santuário;
louvai-o no firmamento do seu poder.
Louvai-o pelos seus atos poderosos;
louvai-o conforme a excelência da sua grandeza.
Louvai-o com o som de saxofone;
louvai-o com o baixo e a guitarra.
Louvai-o com a bateria e os backing vocals,
louvai-o com o rock'n roll e o blues.
Louvai-o com os violões acústicos;
louvai-o com guitarras dissonantes.

Tudo quanto tem fôlego louve ao Senhor.
Louvai ao Senhor.


Salmo 150



10 de fev. de 2014

Recortes de São Marcos

amarelokiboncasquinha doismolduracasquinhapedra
belo horizonteeducaçãoferrugemtravellinglonaescola de surf
kibon doisreflorestamentocartier bresson deuxteen poweraquáriocartier bresson
fogareirosansão e as ostrasdunapoubelle

Recortes de São Marcos, um álbum no Flickr.
Fotos tiradas na tarde do dia 8 de fevereiro, domingo, na Praia de São Marcos (ou Praia da Marcela), em São Luis do Maranhão.

5 de fev. de 2014

woody allen: a arte não está acima da vida.

Um assunto que causou discussões (e ainda vai causar mais, nos próximos dias) neste domingo, 2 de fevereiro, é a carta na qual Dylan Farrow, filha adotiva de Mia Farrow e Woody Allen, acusa seu pai adotivo de ter abusado sexualmente dela. Por conta disso, Dylan teve inúmeros problemas de ordem psicológica, que afetaram também seu estado de saúde física. O que me chamou a atenção neste episódio foram as reações dos internautas nas redes sociais. Segue, primeiro, um link para uma reportagem sobre o tema:
Agora, o link para a íntegra da carta traduzida:
Antes de mais nada, preciso informar que o cineasta declarou ser inocente e disse que em breve responderá em público às acusações. Mais um capítulo aguardado. O que diz Woody Allen:
Particularmente, creio que Dylan diz a verdade. É claro que ela pode ter inventado tudo isso. Mas penso que há evidências em seu discurso e nas situações que ocorreram simultaneamente ao abuso – e também depois dele – que podem apontar a culpa de Allen.
Aqui e ali vi, no Twitter, no Facebook, em sites de revistas e de jornais, que muita gente está defendendo o cineasta porque ele é talentoso e influente, não porque as evidências indicam que a filha dele provavelmente diz a verdade. O fato de que ele mesmo mantinha um romance com outra filha adotiva ainda estando casado e convivendo com a esposa e os demais filhos é uma evidência. Na época, Allen se separou de Mia Farrow para assumir esse relacionamento. Sua filha adotiva tinha, então 19 anos, e ele, mais de 50. Além disso, o filho dele também o critica duramente. Todos estão errados, então, e Allen diz a verdade? Essas são evidências, indícios de vericondicionalidade no discurso de Dylan Farrow.
Parece-me que W. Allen sempre negará ter abusado sexualmente de sua própria filha quando ela tinha sete anos. E me parece também certo que Dylan não voltará atrás em suas acusações. Se não podemos julgar nem condenar sem provas – sendo a palavra dela contra a dele – também não podemos inocentá-lo. Talvez jamais haja “provas” para o abuso relatado. Mas há pistas, evidências nos discursos, nas situações, nas reações não só da menina – hoje mulher – abusada como dos outros membros da família, e isso deve ser levado em consideração. Repito: creio que Dylan Farrow diz a verdade. O que desenvolvo a seguir baseia-se nessa premissa.
Os libertários e esquerdistas que vi se manifestando na internet preferem relativizar tudo: é impossível assumir uma posição (e aí já há uma “posição”, evidentemente). Afinal, ninguém de fato sabe; com sete anos há muitas ilusões, ideias, imagens decorrentes de autossugestão, de uma mente fértil etc.; Woody Allen é Woody Allen e mais umas tantas asneiras. Dizem isso como se defender o Woody Allen pai fosse necessário para endossar o Woody Allen artista, o que é importante para o pensamento esquerdista, ainda que Woody Allen pai e artista sejam O MESMO SER HUMANO.
Woody Allen é um grande diretor de cinema, era o meu preferido, mas a partir de hoje não vejo mais seus filmes, decidi. E o farei não por desconhecer sua competência como artista, mas por não concordar com o que ele, como ser humano, é. Eu também não compraria um quadro de Adolf Hitler (mesmo se ele tivesse sido um bom pintor). Eu não vi o filme O Pianista, de Roman Polanski, que é um estuprador pedófilo. Eu me recuso. Não vi Melancholia, quando estava morando em Paris, em 2011, no auge da crise que Lars Von Trier provocou no Festival de Cannes ao declarar que “entendia e simpatizava” com Hitler. E decidi também não ver Ninfomaníaca. Não vou ver não porque o filme tem cenas de sexo. Aliás, estava até curiosa para saber se era bom – e muita gente tem dito que é ótimo, pois o que importa no filme não é o sexo, mas o que se fala sobre ele. Mas eu decidi não ver Ninfomaníaca porque sei que a ARTE não é um valor absoluto, mas A VIDA é.
A VIDA ESTÁ ACIMA da arte. Como dizia aquele rapaz latino americano, “qualquer canto é menor do que a vida de qualquer pessoa…”. Para Lars Von Trier, um sujeito que provocou a morte de mais de 50 milhões de pessoas é um cara “simpático”. É em coisas assim que a “esquerda caviar” mostra sua natureza fútil. Aliás, recomendo (illico) a quem me lê agora o livro de Rodrigo Constantino. A esquerda erra e sempre errou: ama a humanidade como ideia abstrata, mas se lixa para o ser humano real. Exalta a arte, a cultura e a ciência como valores absolutos e que se dane o ser de carne e osso. Adora os valores da revolução cubana mas não se preocupa com os cubanos de verdade, que estão sofrendo em decorrência não do “ideal da revolução”, mas da revolução que de fato ocorreu. Eu ainda me lembro de um “artista” latino americano que deixou um pobre cão morrer de fome e de sede em uma “instalação”, há alguns anos. O escritor maranhense Ferreira Gullar escreveu um excelente artigo sobre isso:
Houve quem defendesse o “artista”. AFINAL, a arte justifica tudo. A ARTE justifica Chico Buarque elogiando ditadura cubana assassina, a arte justifica Woody Allen pedófilo, a arte justifica Lars Von Trier elogiando Hitler, a arte justifica Roman Polanski drogando e estuprando uma menina de 13 anos. Tudo e qualquer coisa. Sim, um artista pode errar (e é certo que todos erram, humanos que são). Sim, os erros de muitos artistas não maculam suas obras. Mas aí vejo proporções, vejo escalas, vejo limites. E eu tenho os meus limites. Não é que artista bom seja aquele que não estaciona em vaga especial nem fure a fila do banco. Mas estou dizendo que há um limite, então para mim a pedofilia é um limite. Ponto.
Maya Felix
São Luis, 2 fev 2014



*texto originalmente publicado no portal Gospel Prime.

24 de mar. de 2011

BLOGUEIRO QUE CRITICA SERGIO CABRAL BALEADO NA CABECA


Minha homenagem a um homem de CORAGEM


Veja o Blog do Ricardo Gama: http://ricardo-gama.blogspot.com/

Blogueiro carioca é alvo de atentado e leva dois tiros na cabeça

O blogueiro Ricardo Gama, de 40 anos, foi alvejado por bandidos nesta quarta-feira (23/3), em Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Gama levou dois tiros na cabeça e um no peito, disparados por bandidos que estavam em um veículo de cor prata, informa O Dia.
Ricardo foi socorrido por testemunhas do crime e levado ao Hospital Copa D’Or, que informou que apesar dos ferimentos, a vítima não corre risco de morte.

A polícia investiga o que motivou o crime e acredita em vingaça ou acerto de contas. O blogueiro é conhecido no Rio por criticar o governo. Além de textos, Ricardo produz vídeos exclusivos com críticas à administração pública. (Do site do Comunique-se)


Do Twitter: O blogueiro @ricardo_gama, q divulgou o vídeo que SERGIO CABRAL chamava um menino de OTÁRIO http://pqp.vc/28lu foi baleado hoje com 3 tiros (dois tiros na cabeça).


Veja o texto da Folha sobre o assunto: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/892903-blogueiro-ricardo-gama-e-baleado-no-rio.shtml

13 de fev. de 2011

relativismo cultural é blablablá que só funciona em conversa de mesa de bar



Blablablá



por Luiz Felipe Pondé

O que você faria se estivesse a ponto de assistir a um ritual de antropofagia? Interromperia (sem risco para você)? Ou deixaria acontecer em nome do relativismo cultural (essa ideia que afirma que cada um é cada um, que as culturas devem ser respeitadas em sua individualidade e que não podemos compará-las)?

No primeiro caso, você seria um horroroso descendente dos "jesuítas"; no segundo você seria um relativista chique. Sempre suspeitei que esse papo relativista fosse blablablá. Funciona bem em aula de antropologia, em bares, em parques temáticos e lojas de curiosidades. É evidente que "jesuítas" de todos os tipos fizeram horrores nas Américas. Todo adulto bem educado sabe que é feio condenar cultos à lua ou à chuva. Mas há algo no relativismo cultural que me soa conversa fiada: o relativismo cultural morre na praia quando você é obrigado a conviver com o Outro. E o "Outro" nem sempre é legal.

Se você aceita a antropofagia em nome do respeito à "cultura", aceita implicitamente a ideia de que o valor da vida humana seja subordinado à "cultura". A vida humana não tem valor em si. Todo estudante de antropologia sabe recitar esse credo. Quando confrontado com dilemas como esse, o relativista diz que se trata de uma situação meramente hipotética (hoje não existe mais antropofagia). Mas a verdade é que quando o relativista diz que a antropofagia é hoje quase nula, e, portanto, esse dilema não tem "validade científica", está literalmente correndo do pau porque "alguém" acabou com a antropofagia, não? Por que a antropofagia "acabou"?

Algumas hipóteses: 1) os antropófagos foram mortos por gripes ou em batalhas; 2) foram convertidos pelos horrorosos "jesuítas" e seus descendentes; 3) descobriram formas mais fáceis de comer e rituais que deixam as pessoas (isto é, os Outros) menos irritadas e com menos nojo. É importante conhecer o "lugar" da antropofagia nas religiões dos canibais, mas isso é apenas um "dado" antropológico. Uma descrição de hábitos (ruins). Mas o relativista tem que correr do pau mesmo, porque seu credo funciona bem apenas nas conversas de salão. A vida é sempre pior do que as festas. Relativistas culturais são, no fundo, puritanos disfarçados, gostam de "aquários humanos".

Os seres humanos são culturalmente promíscuos, e "a cultura" sem promiscuidade (trocas, misturas, confusões) só existe nos livros. Use internet, televisão, celulares, aviões e estradas, faça sexo ou guerra, e o papo do relativismo cultural vira piada. Na realidade, as pessoas lançam mão do argumento relativista somente quando lhes interessa defender a "tribo" com a qual ganha dinheiro e fama. O problema com o debate sobre os índios (ou qualquer outra cultura considerada "coitada") é a mitologia que ela provoca. Se, de um lado, alguns falaram dos índios (erradamente) como inferiores, bárbaros ou inúteis, por outro lado, os que "defendem" os índios normalmente caem no mito oposto: eles são legais e só querem viver "sua cultura", e eles não são "capitalistas" como nós, e blablablá. Índios gostam de poder como todo mundo, vide os índios "conscientes de seus direitos" devorando computadores, celulares e internet no Fórum Social, em Belém -ou ficam na idade da pedra mesmo e precisam que o Estado os defenda do mundo.

As culturas mais bem-sucedidas são predadoras e seduzem as mais fracas (ser mais bem-sucedida não implica ser legal). Por que levar medicina científica (invenção dos "opressores") para as aldeias? Não seria contaminação "cultural"? Vamos ou não brincar de "curandeiros"? Que tal abraçar árvores? Se você é católico e quer ser fiel aos seus princípios, você é um retrógrado; se você quer viver no meio da selva (com direitos adquiridos porque você é de uma cultura "coitada"), você é apenas uma tribo com direito a integridade cultural. O conceito de cultura é quase um fetiche do mercado das ciências humanas. Não que não existam culturas, mas o conceito na sua inércia preguiçosa só funciona no laboratório morto da sala de aula ou do museu. A vida se dá de forma muito mais violenta, se misturando, se devorando.

Nada disso é "contra" os índios, mas sim contra o relativismo como ética festiva. O oposto dele não é o obscurantismo, mas a dinâmica da vida real. O relativismo é um (velho) problema filosófico e um "dado" antropológico. Um drama, e não uma solução.


***

Pesquei do Paulo Lopes Weblog. Sugestão de leitura do Gutierres Fernandes Siqueira.

Leia também: Brasil: infanticídio indígena e relativismo multicultural, no Mídia Sem Máscara.

29 de out. de 2010

o que Julio Severo se recusou a publicar: a pena de morte é ANTICRISTÃ

Amigos do Blog:

Peço a atenção de todos a esse assunto: pena de morte. Pode parecer que a pena de morte nada tenha a ver conosco, no Brasil, mas tem. Tem a ver com os cristãos de qualquer localidade, e muito, porque os argumentos que validam a pena capital, sob o ponto de vista CRISTÃO, são totalmente anticristãos. Repito: OS ARGUMENTOS QUE VALIDAM A PENA DE MORTE SÃO ANTICRISTÃOS. Por que resolvi trazer esse assunto agora, ao meu Blog? Porque há dois dias li um texto defendendo a pena de morte, no Blog do Julio Severo, e decidi argumentar contra. O texto, cujo link posto aqui, defende a pena de morte como uma prática cristã. Absurdo dos absurdos! Além de ser a favor da pena de morte, Julio Severo decide não publicar alguns de meus comentários contrários a ela. Dos quatro comentários que enviei, apenas dois foram postados. Por que ele faz isso? Porque sabe que sua argumentação não encontra respaldo nas palavras de Jesus: encontra respaldo no islamismo do Irã, mas não nas palavras de Jesus! Publico aqui meus comentários, que ele se recusou a publicar em seu blog.

Link para o texto publicado no Blog do Julio Severo: http://juliosevero.blogspot.com/2010/10/pena-capital-e-biblica.html

TEXTO PUBLICADO NO BLOG DE JÚLIO SEVERO, DEFENDENDO A PENA CAPITAL, DE AUTORIA DO PR. MARCELLO OLIVEIRA:

A pena capital é bíblica?
A instrução sobre a pena capital (Gn 9.5,6) é inserida no arcabouço da promessa do Senhor (Gn 8.20-22) e da aliança (Gn 9.8-17), que é ministrada a toda a humanidade para preservar toda a vida humana. Nesse contexto, a legislação para se executar a pena capital pertence a todo o povo (Gn 9.5,6). A pena capital se fundamenta na verdade de que todos os seres humanos portam a imagem de Deus, separando-os do resto das criaturas vivas. “Ninguém pode ser injurioso para com seu irmão sem ferir a Deus mesmo.” A ofensa em si não é contra o homicida, nem sua família, nem a sociedade em geral (obviamente ela os impacta também), mas é contra Deus.
Tão valiosa é a vida humana como a portadora da imagem de Deus que Ele estipula compensação pelo derramamento da vida de seu sangue, não só do homicida, mas inclusive dos animais. O principio de lex talionis (isto é, vida por vida) fica esclarecido nos mandamentos divinos dados ao povo pactual relativos ao homicídio (Nm 35.16-21) e no ensino de Paulo sobre o cristão e o Estado. No caso do homicídio involuntário, os culpados são consignados a cidades de refúgio, não penitenciarias, até a morte do sumo sacerdote (Nm 35.22-28). Não obstante, no caso de homicídio, impõe-se a pena capital.
No Novo Testamento, os cristãos não devem vingar-se por qualquer malfeito recebido, mas devem dar lugar à ira de Deus para vingá-lo (Rm 12.19). Deus, por sua vez, designa o governo civil como seu ministro, um vingador para executar a ira sobre quem pratica o mal (Rm 13.4). O Senhor e Rei supremo arma a autoridade civil com a espada, instrumento de morte, para o castigo dos malfeitores. A legislação, “quem derrama o sangue do homem, pelo homem se derramará seu sangue” fornece a evidência de que a autoridade civil, como ministra de Deus, tem a responsabilidade de executar a pena capital contra toda ofensa capital.
Essa é uma obrigação, não uma opção, que Deus impõe ao Estado. Três vezes Deus diz: “pedirei contas” (Gn 9.5). Ele pedirá contas dos assassinos e do Estado que não usa a espada para castigá-los. Sob o regime da lei no Antigo Testamento, não havia qualquer tipo de força policial como conhecemos. Se era cometido um homicidio, cabia à família da vítima encontrar o culpado e levá-lo à justiça. Os anciãos da cidade protegeriam o acusado até que o caso fosse investigado. Se fosse considerado culpado, a família da vítima poderia realizar a execução. Uma vez que o assassino havia derramado sangue, o sangue dele também deveria ser derramado.
Deus institui o governo, pois o coração humano é perverso (Gn 6.5), e o medo do castigo pode refrear possíveis infratores da lei. A lei é capaz de impor limites, mas não de regenerar; somente a graça de Deus é capaz de transformar o coração humano. O governo humano tem suas fraquezas e limitações, mas é melhor do que a anarquia e do permitir que cada um faça aquilo que considera mais reto aos seus próprios olhos (Jz 17.6; 18.1; 21.25)A lei protege cuidadosamente o inocente. Deve haver pelo menos duas ou três testemunhas para convencer uma pessoa de crime (Dt 19.15). Se uma testemunha cometer perjúrio, então os juízes que julgam o caso farão com o perjuro o que ele pretendia fazer com o acusado, inclusive vida por vida (Dt 19.16-21). Além disso, as testemunhas devem ser envolvidas na execução (Dt 17.2,7).
Todavia, o homicida que realmente se arrepende do crime alcança misericórdia de Deus (Pv 28.13) e sua alma escapa do inferno. Embora Davi tenha cometido um adultério e mandado matar a Urias, ele achou perdão com base nos sublimes atributos da graça de Deus, em seu amor infalível e em sua terna misericórdia (2Sm 12.13,14; Sl 51).
Aqueles que se opõem à pena de morte perguntam: “A pena de morte reprime a criminalidade?” Mas será que qualquer lei, inclusive as leis de trânsito, é capaz de refrear a criminalidade? Talvez não tanto como gostaríamos, mas a punição de criminosos ajuda a sociedade a respeitar a lei e a justiça.

***

MEU PRIMEIRO COMENTÁRIO, QUE JÚLIO SEVERO PUBLICOU:

Que absurdo, Julio. A pena de morte é totalmente anticristã. Jesus deixou claro: devemos ter misericórdia dos nossos inimigos, sejam eles quais forem. É isso o que agrada a Deus. Deus já fez a Justiça, e ela foi feita em carne pelo sacrifício de Jesus Cristo. Afastar alguém do convívio social, por ele representar ameaça à sociedade? Sim. Fazer "justiça" própria, vingando-se? Jamais! A DEUS pertence a justiça, a vingança e a retribuiçao. Que o Senhor me livre de sujar minhas mãos com sangue - ainda que eu diga que a responsabilidade é do "Estado" - usurpando de Deus o ato de justiça que só pertence a Ele. Nós nos queixamos da onipresença do Estado na educação dos filhos, mas você acha justo a interferência do Estado chegar ao ponto de decidir se uma pessoa morre ou vive, por mais que essa pessoa tenha cometido crimes? Que cristianismo é esse, que é contra o aborto mas a favor da pena de morte? Não é o cristianismo bíblico! O cristão deve ser SEMPRE a favor da VIDA, em QUALQUER situação. Espero que meu comentário seja publicado

RESPOSTA DO JÚLIO SEVERO, TAMBÉM PUBLICADA NOS COMENTÁRIOS:

Maya, o mesmo DEUS que deu ao Estado a obrigação de castigar os assassinos mediante a espada que mata (vide Romanos 13) também não deu ao Estado autorização de matar inocentes mediante aborto ou tirar dos pais seu direito de educar os filhos. A mentalidade contrária a pena de morte prescrita por Deus tem fortes raízes na esquerda, não no Cristianismo. Estude a Bíblia. Estude Lutero. Estude Calvino. E você verá que o Deus deu ao Estado a obrigação de lidar com assassinos na exata medida de seus crimes. Isso é exatamente o contrário do que a esquerda quer. Leia também meus dois artigos nos links do final do texto.

Jesus veio para salvar a alma das pessoas. Ele não veio para destruir o Estado ou a função que Deus deu ao Estado.

MINHA RESPOSTA, SEGUNDO COMENTÁRIO QUE FOI PUBLICADO:

"A mentalidade contrária a pena de morte prescrita por Deus tem fortes raízes" na Bíblia! E nas palavras de Jesus Cristo, Julio, não na "esquerda". Toda vez que vc quer se contrapor a algum argumento adota essa fórmula mágica, de dizer que é "de esquerda". Jesus disse que nos dava novo mandamento. Qual é esse "novo mandamento"? Na minha Bíblia está escrito que é o amor. Não posso dizer que amo uma pessoa, um pecador, mesmo um ladrão (como Jesus amou, estando na cruz) ou um criminoso, e concordar que ela seja morta. Não há exegese bíblica que me diga isso. O que é o amor? É o cumprimento da Lei. Não me diga para estudar a Bíblia. Eu digo a mesma coisa pra você. A Bíblia é clara: "amai vossos inimigos". O que diz a Lei? Pena de morte. Olho por olho, dente por dente. O que diz Jesus? AMAI VOSSOS INIMIGOS. Não preciso estudar "Lutero e Calvino" para compreender que a pena de morte é anticirstã. Deus não deu ao Estado a "obrigação" de matar as pessoas. Deus diz que nós devemos amar as pessoas, porque um justo morreu por todos. A vingança pertence a Deus, não a você, que aos olhos do Senhor é tão devedor quanto qualquer outra pessoa. Que mérito há em você ou em suas obras que dão a você o direito de dizer quando alguém vai morrer, mesmo quando esse "ente" que decide isso chama-se "Estado"? Se o Estado pode decidir sobre a morte de alguém, como não pode decidir sobre a educação dos filhos, as regras acerca do casamento etc.? Jesus veio para cumprir a Lei. O que significa isso? Que Ele morreu para que toda a humanidade tivesse vida, e vida em abundância. Mesmo um assassino pode se arrepender e crer em Jesus, nos últimos momentos de sua vida. Quem é você para limitar a graça e o poder de Deus? Que pecado é grande demais para o Senhor negar seu perdão? E quem é você, à frente de Estado ou de qualquer outra instituição humana, para dizer se alguém deve ou não morrer? Eu me sinto realmente perplexa com a sua argumentação. Você está sendo legalista e me parece que conhece pouco sobre a graça e suas implicações.

RESPOSTA DE JÚLIO SEVERO À MINHA SEGUNDA POSTAGEM:

Maya, quantas vezes você evangelizou assassinos? Eu já evangelizei vários, inclusive do corredor da morte. Um deles, Ramón Montoya, me fez uma pintura de Jesus antes de ser executado por injeção letal no Texas. Ele o fez como agradecimento, pois durante muito tempo ministrei para ele o amor de Deus.

Mas sua opinião tenta opor-se a uma pena civil CLARAMENTE prescrita na Palavra de Deus com base numa suposta anulação feita pelo Evangelho. Na sua opinião, o Evangelho anulou a lei de Deus para o Estado, ou essa lei não espelha o Evangelho.

Entretanto, vamos falar francamente. Qual é a lei que espelha o Evangelho?

Uma lei que condena, multa, prende ou executa assassinos espelha o Evangelho?

Uma lei que condena, multa, prende ou executa pedófilos espelha o Evangelho?

Uma lei que condena, multa, prende ou executa estupradores espelha o Evangelho?

Sejamos realistas: o Evangelho não condena ninguém nem a multas, nem a prisões, nem à morte. O Evangelho não veio para condenar, multar, prender ou executar nenhum criminoso, por pior que seja. O único tipo de condenação que o Evangelho menciona é a condenação eterna, deixando claro que os homens que escolhem viver no pecado serão condenados à morte eterna, sendo destinados ao sofrimento do inferno, eternamente separados de Deus.

O Evangelho veio para salvar os pecadores. Essa é sua ocupação exclusiva. Portanto, se por causa do Evangelho a lei humana não pode condenar o assassino a uma pena justa prescrita por Deus (não pela Maya, não pelo Julio, não pelo Lula), então por causa do mesmo Evangelho ela também não pode condenar estupros e pedofilia.

No que se refere ao Evangelho, amamos os pedófilos, assassinos, estupradores, etc. Nós os amamos porque Jesus os ama e quer salvá-los. Isso, porém, não significa que devamos ser contra as leis que condenam a pedofilia, assassinatos, estupros, etc.

Vinte anos atrás, a Anistia Internacional entrou em contato comigo pedindo meu apoio contra a lei de pena de morte no Texas, porque na década de 1980 eu fazia parte de uma equipe que ministrava, por correspondência, a presos do corredor da morte no Texas. Minha missão era ministrar a presos de fala hispânica. Todos eles haviam cometido assassinatos terríveis.

O Evangelho pode salvar tais criminosos? Claro que sim! Eu fazia o acompanhamento dos presos, falando do amor de Jesus, enviando literatura em espanhol, etc. Mas, quer eles se abrissem para Jesus ou não, minha opinião é que eles deveriam pagar sua dívida social.

SEGUNDA RESPOSTA DE JÚLIO SEVERO À MINHA SEGUNDA POSTAGEM:

A lei humana estava fazendo sua parte justa, condenando um assassino com a pena máxima. Minha parte era apenas levar o assassino a conhecer o amor de Jesus Cristo.

Existe uma separação entre lei e Evangelho. O Estado deve cumprir seu papel de castigar os que violam as leis justas. O papel do Evangelho não é destruir as leis justas nem punir criminosos, mas apenas cumprir outro tipo de papel: alcançar todos os pecadores com a mensagem de salvação.

O Evangelho deve ministrar graça, não castigo.

O Estado não é a igreja. Veja aqui o chamado do Estado:

“Porque ela é ministro de Deus para teu bem. Mas, se fizeres o mal, teme, pois não traz debalde a espada; porque é ministro de Deus, e vingador para castigar o que faz o mal.” (Romanos 13:4 ACF)

O papel que Deus deu ao Estado nada tem a ver com a educação, Maya. Quando o Estado aplica a pena capital para assassinos condenados, ele está apenas obedecendo ao que Deus ordenou a ele. Essa passagem se refere a crimes, não ao direito de os pais educarem seus filhos. O Estado deve ser integralmente respeitado quando obedece a Deus. Mas, quando o Estado extrapola suas obrigações de castigar os criminosos para castigar pais que exercem suas obrigações igualmente dadas por Deus, é dever dos pais continuarem obedecendo a Deus.

Paulo escreveu Romanos 13 muito tempo depois do ministério terreno de Jesus. Ele, que era radicalmente contra o legalismo dentro da igreja e entendia o Evangelho como poucos, entendia também que a função do Estado não é obrigar as pessoas a viver no Evangelho ou na graça. Seria uma maravilha se todos vivessem o Evangelho, não?

Repetindo as palavras de Paulo: “O Estado é ministro de Deus e não carrega em vão a espada”. “O Estado é ministro de Deus para castigar os que fazem o mal”.

Mal posso ouvir você sussurrando de Paulo: outro legalista! Na verdade, Paulo se reconhecia apenas como servo da vontade de Deus. Para ele, a opinião de Deus é mais importante do que a opinião pessoal dele. Eu penso da mesma forma.

MINHA TERCEIRA POSTAGEM, QUE JULIO SEVERO NÃO PUBLICOU (que, por conta do tamanho, foi enviada em duas partes):

Julio, o fato de você ter evangelizado assassinos ainda me deixa mais chocada, porque você fala como se tivesse algum tipo de misericórdia por eles – o que, dada a sua posição a favor da morte dessas pessoas, é impossível. Misericórdia tem Deus, que no lugar de punir essas pessoas com a morte eterna, o que seria, aí sim, justo, oferece-lhes perdão e possibilidade de vida eterna. A pena de morte é prescrita na sociedade do Velho Testamento. Quando Jesus veio, disse: “NOVO mandamento vos dou”. Ele queria dizer que dali em diante não era mais olho por olho, vida por vida. Era o amor, o tempo da graça, do perdão e da outra face oferecida. Mas, desculpe-me, parece-me que você não entendeu essa parte do Evangelho. O Evangelho diz que esse novo mandamento é para os que seguem o Cristo, é para pessoas. O Estado do qual você fala transforma-se em pessoas quando você quer denunciar quem está por trás das leis que fazem o Estado interferir na educação das crianças, por exemplo. Aí você não deixa o Estado abstrato. Porque, de fato, ele não é abstrato. Existem pessoas que o comandam e ele representa, em tese, a sociedade. E a sociedade é cada um de nós. Portanto, o Estado sem rosto não existe. No momento em que você diz que o “Estado” deve aplicar a pena de morte, você está dizendo que VOCÊ é favorável à pena de morte para aquelas pessoas – aquelas que você, inclusive, evangelizou. Se você é favorável à pena de morte para algumas pessoas, evidentemente você não as ama. Se você não as ama e deseja que elas morram, então você não entendeu o que disse Cristo. O Estado deve reeducar e, se isso não é possível, afastar essas pessoas do convívio social. Para que matá-las? É para educá-las? Para puni-las? Para que o “Estado” se vingue? Mas a vingança não pertence a Deus? A retribuição não pertence a Deus? O mesmo Estado que aplica apena de morte, nos EUA, que você diz estar representando Deus, autoriza a prática do aborto. Ele representa Deus em alguns momentos e em outros representa o diabo? É claro que esse Estado, em qualquer situação, não representa Deus. Nem para uma coisa, nem para outra. O Estado de Paulo era teocrático. O de hoje não é. Os sacerdotes judeus eram também as autoridades políticas. Hoje, o presidente não é o Papa nem o Billy Graham.

Todas as pessoas de quem você falou – assassinos, pedófilos e estupradores – são criminosas e devem ser afastadas do convívio social. Mesmo essas pessoas horríveis foram merecedoras da misericórdia de Deus. Mesmo você é merecedor da misericórdia de Deus. Mesmo eu sou merecedora – eu, que não mereço nada de Deus, a não ser a sua justiça, que é a morte como salário pelos meus pecados, recebi dele a misericórdia, porque em meu lugar ele puniu Jesus. Então, mesmo o pior criminoso também tem essa misericórdia, e eu não vou tirá-la dizendo que aquele criminoso deve morrer. Aquele criminoso tem a misericórdia não porque seja bom, mas porque o sacrifício de Jesus foi enorme, foi doloroso, foi o sacrifício do único justo que já houve sobre a Terra e isso paga o pior pecado, cobre o pior dos erros. A César o que é de César. A multa, ou o imposto, não dizem respeito à vida. Tirar a vida é um atributo unicamente de Deus. Sua justificativa pode também ser levada para outras situações. Se o “Estado” julga conveniente, pode praticar a eutanásia. Ou o aborto. Afinal, o Evangelho também nada diz sobre isso, não é? Mas para você o Estado deve legislar apenas sobre a pena de morte, como se o ser humano que morre ali fosse menos digno da misericórdia do que o que morre pela eutanásia praticada. Repito: a pena de morte foi anulada por Jesus. Não vale mais o olho por olho. Agora é “amai vossos inimigos”, porque A LEI FOI CUMPRIDA EM JESUS. ELE CUMPRIU A LEI, E, COMO JUSTO, MORREU PELO PECADOR, PORQUE NENHUM DE NÓS PODE FAZÊ-LO. Essa lei que você defende foi o Cristo quem anulou, e fez isso NA CRUZ. Você a revalida porque isso tem a ver com o que VOCÊ aprova, mas lei cumprida é lei revogada. Deus a revogou em Cristo, mas você a revalida. Você está indo contra Deus, e não percebe. É claro que o Estado pode e deve agir contra estupros e pedofilia. Deve afastar o criminoso do convívio social. Mas sua morte é determinada por Deus, somente. E eu devo dizer: não, Julio, você não ama “os pedófilos, assassinos, estupradores, etc.” Você não os ama, e não quer salvá-los. Você quer que eles morram. Esses criminosos, ao contrário do que você diz, não podem pagar a “divida social” com sua própria vida, porque Jesus somente poderia pagar essa dívida de sangue. É isso que você não consegue ou não quer entender.

10 de jun. de 2010

A Água Branca e a Mesa Branca, por Marcos Granconato


A Água Branca e a Mesa Branca


No bairro da Água Branca, em São Paulo, existe uma igreja evangélica cujo pastor é difícil de ser definido em sua teologia. Alguns dizem que ele é liberal; outros que é adepto da teologia do processo; outros ainda dizem que ele é expositor do teísmo aberto. Pessoalmente, suspeito que ele seja tudo isso: uma espécie de ornitorrinco teológico – o tipo de pastor que ensina qualquer coisa que pareça moderna ou pouco ortodoxa, deixando a maioria das pessoas contentes, diante de um pregador que tem a “mente aberta”, muito diferente dos “cabeças duras” que defendem o cristianismo histórico.

Até aí, nada de novo. O meio evangélico está repleto desses novos pastores de perfil intelectualista, considerados representantes da vanguarda do pensamento cristão e vistos pelo povo ignorante como filósofos profundos muito à frente de seu tempo. Poucos crentes estão preparados para perceber que, na verdade, as idéias desses teólogos pós-modernos são carentes não só de profundidade, mas também de alicerce escriturístico sólido, chegando a ser heréticas. De fato, longe de serem inovadores em suas concepções, os tais pastores são apenas proponentes atuais de heresias bem antigas. Sabiam que o ornitorrinco tem veneno?

Mesmo sendo somente mais um entre os tais teólogos sofisticados de hoje, o pastor a que me refiro chama a atenção com colocações cada vez mais ousadas e distantes dos pressupostos básicos do cristianismo. Por exemplo: ele ironiza qualquer noção sobre os juízos de Deus, questiona a ética cristã clássica baseada na Bíblia e apresenta aos seus ouvintes um deus novo, bem diferente do Deus de Abraão, de Moisés e de Paulo.

Recentemente, porém, o pastor do bairro da Água Branca se superou, ao fazer comentários que arrancaram aplausos efusivos dos espíritas! Sim, do famoso pessoal da “Mesa Branca”. De fato, num artigo que escreveu, sua visão se mostrou tão longe da Sã Doutrina que um site kardecista publicou o texto com plena aprovação e chamou seu autor de “pastor com ‘P’ maiúsculo”!

Por que esse elogio veio de pessoas tão distantes do evangelho? Bem, o que ocorreu foi o seguinte: conforme noticiado nos jornais, os jogadores evangélicos do time do Santos se recusaram a entrar numa entidade espírita de apoio a crianças com paralisia cerebral para distribuir ovos de Páscoa. Evidentemente, todos os incrédulos massacraram os jogadores. Nada de surpreendente… O que chocou muitos crentes, porém, foi a manifestação do pastor da Água Branca que, unindo-se aos inimigos da fé, escreveu o artigo acima aludido, condenando a atitude dos jogadores.

Entenda bem o problema: é claro que nenhum crente deve se opor ao belo trabalho de ajuda às pessoas deficientes. Aliás, nenhuma outra religião tem uma história tão rica em ações em prol dos que sofrem como o Cristianismo. Porém, o que os cristãos devem saber é que é errado realizar obras sociais de mãos dadas com os expoentes da mentira (2Jo 9-11). É também errado praticar a solidariedade fazendo isso de forma a promover o nome de uma instituição herética, cujos membros praticam boas obras não para a glória de Deus, nem por terem nascido de novo, mas sim visando a uma reencarnação melhor (2Co 6.14-17). Aliás, é bom lembrar que “práticas do bem” assim motivadas não valem nada, pois, para Deus, só conta a piedade procedente da verdade (Ef 4.24). Por isso, os crentes não devem se associar com os espíritas, nem mesmo para distribuir ovos de Páscoa! O mestre da Água Branca, porém, não levou nada disso em conta e criticou com vigor os atletas crentes, arranhando a imagem deles. O veneno do ornitorrinco está nas unhas!

Condenar a atitude dos atletas, contudo, não foi nada perto dos conceitos de espiritualidade que o pastor da Água Branca expôs naquele mesmo artigo. Longe de harmonizar-se com Paulo, para quem a base da espiritualidade é a habitação do Espírito Santo no homem que crê em Cristo (1Co 2.12-16), o mestre da Água Branca enalteceu as crenças em geral, apontando como válida a espiritualidade supostamente presente em todas as religiões, sem nenhuma exceção. Segundo ele “a espiritualidade está fundamentada nos conteúdos universais de todas e cada uma das tradições de fé”, ou seja, para o tal pastor, a legitimidade exclusiva da espiritualidade cristã (cf. At 4.12; Ef 4.4-5) é uma triste falácia!

Como se não bastasse esse chocante desvio, o pastor, na sequência de sua argumentação, condenou a discussão sobre temas como céu e inferno, autoridade exclusiva das Escrituras, homossexualismo, reencarnação, evolucionismo e outros assuntos tão importantes para a formação de uma mentalidade verdadeiramente cristã. Ele sugeriu que discutir esses temas é prática sem qualquer relevância, cujo resultado é somente a criação de divisões entre as pessoas. Portanto, segundo sua concepção, o dever pastoral e cristão de corrigir o erro, admoestar na verdade e condenar a mentira (2Co 10.4-5; 2Tm 4.1-5) não deve ser posto em prática, pois gera barreiras e ataques pessoais, o que é ruim para a sociedade como um todo (será que o pastor esqueceu o que Jesus disse em Lucas 12.51-53?).

Depois, para fechar com chave de ouro, o tal pastor concluiu seu texto defendendo a aproximação de todos os credos. Sim, budistas, muçulmanos, cristãos, hinduístas, enfim, todos os devotos de todas as tradições de fé, no entender do nosso amigo, devem dar as mãos e juntos lutar contra o sofrimento humano “que a todos nós humilha e iguala”.

Foi o máximo! O pessoal da Mesa Branca explodiu de alegria (fez lembrar 1Jo 4.5). Finalmente, os espíritas encontraram um pastor que, como eles, ataca a “visão radical e exclusivista” dos crentes e reconhece a validade do kardecismo. Mais do que isso: acharam alguém que se une a eles na afirmação de que todas as crenças são boas, posto que servem para desenvolver a espiritualidade dos homens!

Para nós, contudo, os crentes de verdade, ficou a tristeza de ver mais uma vez a água branca, cristalina na verdade, da doutrina bíblica, se tornar turva na boca de supostos pastores cristãos, enquanto os proponentes de antigas doutrinas do diabo acrescentam mais uma cadeira ao redor da sua mesa branca, a fim de brindar a chegada de um novo amigo. Ah, o maior predador do ornitorrinco é a serpente!

Pr. Marcos Granconato

Soli Deo gloria

FONTE: http://blogfiel.com.br/2010/06/a-agua-branca-e-a-mesa-branca.html/comment-page-1#comment-956

http://www.igrejaredencao.org.br/ibr/index.php?option=com_content&view=article&id=287:a-agua-branca-e-a-mesa-branca&catid=17:pastoral&Itemid=114

Leia o artigo de Ed René Kivitz, pastor da Igreja Batista Água Branca, em São Paulo, aqui: http://www.novo-tempo.com/capa/ver.php?t=31&id=396

27 de mai. de 2010

Cristãos perseguidos: o que você tem a ver com isso???



Atualmente, há 100 milhões de cristãos perseguidos em todo o mundo. Esse número é superior à quantidade de cristãos que já foram perseguidos em todos os séculos anteriores. Jesus disse: “Se a mim me perseguiram, também vos perseguirão a vós” (João 15:20). Muitos de nossos irmãos não podem declarar publicamente sua fé, nem se reunir para orar ou estudar a Bíblia. Eles são terrivelmente perseguidos, e não podem realizar atividades que, para nós, são normais. Alguns são presos, têm suas casas destruídas e suas famílias vitimadas por todo tipo de violência. Muitos de nossos irmãos são assassinados, por terem Jesus Cristo como Senhor e Salvador de suas vidas. Isso deve nos preocupar, como cristãos, e nos impulsionar a agir em favor dos que sofrem por causa de sua fé.

Este 30 de maio é o Domingo da Igreja Perseguida. Eu creio, firmemente, segundo está escrito na Palavra de Deus, que “se um membro padece, todos os membros padecem com ele” (I Co 12:26). Se nossos irmãos sofrem, estejamos juntos para apoiá-los.

A Igreja Metodista de Icaraí, em Niterói, Rio de Janeiro, receberá neste Domingo, dia 30 de maio, no Culto de Celebração, às 18h30, o representante da Missão Portas Abertas no Estado do Rio de Janeiro, Rogério Luiz de Sousa, para falar da realidade dos cristãos perseguidos e do que podemos fazer para ajudar nossos irmãos.


Igreja Metodista de Icaraí: Rua Mariz e Barros, n. 163, Icaraí, Niterói, Rio de Janeiro.

Se você está no Rio de Janeiro, venha, traga amigos, divulgue, participe. “Isto vos mando: que vos ameis uns aos outros” (Jo 17:17) 

Visite: www.portasabertas.org.br
Site do DIP: www.domingodaigrejaperseguida.org.br

O vídeo abaixo tem cenas fortes. As imagens não são ficção. Esta é a realidade dos cristãos perseguidos.



Não fique indiferente à realidade dos nossos irmãos que sofrem.

8 de mai. de 2010

Evangelicofobia, por Marcos Bontempo

“Evangelicofobia”: um preconceito científico


Querem nos jogar aos leões. Manifestações, digamos, religiosas, seja no boteco da esquina, nas universidades ou nos campos de futebol, quando não achincalhadas, são reprimidas e até punidas pelos “donos da bola”. Símbolos cristãos são abolidos e qualquer virtude que pareça religiosa é escondida. A mídia, como é de praxe, acende uma vela para cada santo — ou demônio, não importa. Num dia descobre o crescimento dos evangélicos; no outro, anuncia o enterro da religião.


Evangelicofobia é o “novo” nome na praça. Parafraseando Luis Felipe Pondé, eu diria que o único preconceito considerado "científico" entre os inteligentes e descolados é o preconceito contra a religião. Nos últimos dias, em nome da causa — combate à homofobia —, tudo é permitido: discriminação, preconceito e até perseguição.




Marcos Bontempo
***
 
FONTE: Boletim Ultimato online, que recebi por e-mail.
 
***
 
Leia também:

11 de abr. de 2010

Acompanhe a discussão...

Caros leitores,

Vocês conheciam o blog "O cristão revoltado", do Isaías Medeiros? Influenciado por alguns cristãos de "blogs apologéticos", Isaías resolveu fechar o blog, também abdicando de seu antigo perfil, para criar outro, no qual se declara homossexual.

Entre um blog e outro, há muitas coisas a serem ditas. O antigo perfil de Isaías, no blog "O cristão revoltado", que ele deletou da web, era esse: "[C. R.] O Cristão Revoltado! Um cristão fundamentalista, um conservador de direita e, necessariamente, um anti-comunista. Inimigo da Teologia da Libertação, da Prosperidade e dos teólogos liberais e hereges (uma redundância). Portanto, aqui você verá abordagens da religião, da política e da sociedade do ponto de vista de um cristão fundamentalista, de direita e politicamente incorreto". Veja aqui: http://ocristaorevoltad.dihitt.com.br/noticia/perita-norte-americana-revela-homossexualidade-nao-e-normal-nem-benigna

No seu novo blog, "Um pouco além do óbvio", Isaías assina "Isa Medeiros", decalara-se homossexual, milita a favor da causa gay, chama o travesti de "mulher ideal", conta como se deu sua "conversão" à causa e à prática homossexual e chama de hipócritas (como seu mestre, Danilo Fernandes) os cristãos "religiosos", afirmando que Jesus jamais condenou os gays e que, ao contrário do que se pensa, teria tido um caso homossexual com João, "o apóstolo que Jesus amava". Logo que Isaías deixou de ser contra os liberais, Danilo Fernandes saudou-o com uma carta aberta, cheia de elogios à sua nova postura... O início da carta: "Irmão Isaias Medeiros, Minha admiração por você é grande, pela grandeza de seu caráter que fica evidente no exercício de humildade, um dos maiores frutos do Espirito e, prova inconteste, de uma vida separada ao serviço do Senhor. Como lhe disse antes, já era seu admirador em Cristo e, agora, já o..." O final da carta? Não sei, pois Danilo logo tratou de apagá-la de seu blog, assim que concluiu ser a onda liberalizante de Isaías liberal demais para sua teologia liberal: http://www.dihitt.com.br/noticia/carta-aberta-ao-isaias-aquele-que-um-dia-foi-o-cristao-revoltado-da-blogosfera-1 Enfim, Danilo renunciou à carta laudatória, e em seu lugar postou trechos da carta de Paulo aos Romanos e aos Gálatas http://www.genizahvirtual.com/2009/12/carta-aberta-ao-isaias-aquele-que-um.html

Há pouco tempo, li uma das postagens de Isaías e iniciei um debate acerca do tema proposto, mediante comentários que enviei ao seu blog. O debate está aberto, hoje mesmo foi postado mais um comentário meu acerca do texto de Isaías.

Se você quer ler, acompanhar o debate e entrar na discussão, clique aqui: http://tiny.cc/kp9wg

Em Cristo,

Maya

26 de jan. de 2010

o mover de Deus? por david wilkerson

Vale a pena ver este vídeo, são nove minutos e 50 segundos de uma profunda reflexão do pastor David Wilkerson, fundador do Desafio Jovem, em New York, acerca do que se tem feito hoje nas igrejas, em todo o mundo. Veja tudo, pense sobre isso, rejeite o que o diabo tem feito dentro das igrejas.



24 de jan. de 2010

um bom dia de uma sumida!

Amigos, ando sumida... Ja ouvi reclamacoes de uma leitora assidua, a minha irma Paula, de Brasilia. Fiquem tranquilos, pois em breve, estarei postando novamente. E que esses dias tem sido dificieis, e preciso me concentrar em meus estudos. Me desculpem a ausencia! E me desculpem tambem a falta dos acentos agudos e circunflexos, e que ganhei um laptop sensacional, mas que ainda nao foi configurado para ter acentos.


Enquanto eu nao posto nenhum texto meu, deixo com voces um tesouro, antigo, de uma epoca em que o louvor era mais humilde, mais modesto e, em minha opiniao, mais voltado para Ele, e nao para nos. Apreciem! Alias, deixo meus agradecimentos, pela dica, a querida amiga e irma twitteira de BH Andrea Lima, do blog Conta Letras: http://contaletras.blogspot.com/ Foi ela quem me mandou, pelo twitter, o link para esses louvores incriveis.

22 de dez. de 2009

teologia ácida, texto de leandro hüttl dias



Fico pensativo acerca de muitos teólogos que temos por ai. Suas teologias, seus estudos, sua dedicação são para crítica. Criticam pastores, criticam a formulação teológica de outras pessoas, mas nem sempre os vejo edificando. Sou grato a Deus pela minha formação teológica que Ele me proporcionou, mas não estudei (e estudo) teologia para isso! Embora a crítica faça parte da construção de pensamento e até da formação de uma sociedade, e é necessária para depurar o que se crê e pratica, sobretudo nas igrejas, fico preocupado com os que só criticam. A impressão que se tem é que essas pessoas não teriam o que fazer se alguns pastores (os alvos favoritos deles) deixassem de errar. Ficam numa eterna ideologia de que são os caçadores dos "vendilhões da fé".


Sim, temos tais vendilhões e suas práticas devem ser denunciadas, mas estou falando da dedicação exclusiva para isso e da busca do estudo teológico para ficar atrás de um poste e ao primeiro erro dos outros dar uma paulada nas suas cabeças e idéias (eu estou repetindo para deixar claro para tais críticos, pois os mesmos costumam olhar por cima os textos e criticar através de seus padrões próprios - que são retroalimentados pelos do seu meio). Querem medir as pessoas (pelas suas medidas) e ao primeiro sinalzinho de um milímetro fora dos seus padrões criticam, ficam ácidos. E acham interessante (...). Preocupo-me com tais pessoas. Poderiam usar sua formação para todos os fins do Reino, não apenas a crítica.

Hoje a tarde fui à livraria de um pastor amigo meu comprar o último livro planejado para o ano, fechando o que chamo de minha biblioteca a priori, pois com esta obra conclui os livros que queria este ano, coincidindo com a formação em Teologia (integralização de estudos). Sou grato a Deus pois Ele me deu estes e ainda outros que eu não esperava, superabundando sempre (para os mais críticos: o comentário não é Evangelho da prosperidade, ok). Enquanto o aguardava (gosto de comprar com ele, pois sempre conversarmos um pouco sobre a vida, acerca do Reino de Deus e afins) folheava uma coletânea dos escritos de Lutero e achei mais uma vez fascinante como este reformador e doutor fazia Teologia. Ele debatia idéias, lidava com os que eram contra ele com inteligência e espiritualidade (marca típica de Lutero) e puxava o Cânon como sua fonte de argumentação (isso é fazer teologia!!). Li uma frase dele hoje que me marcou: "será que essas pessoas ainda não perceberam o Espírito como Mestre dos meus textos?" (desculpem-me os críticos, não poderei citar a fonte pois não anotei na hora, isto aqui é um blog, não um tratado; eu nem havia pensado em citar, me veio à mente agora, é uma coletânea de 10 tomos dos escritos originais de Lutero). Fantástico! Fazer teologia tendo o Espírito como Senhor. Ter uma relação pessoal com o Pai, pelo Espírito, graças ao sacrifício salvífico de Cristo e pela PALAVRA, usando a Teologia como ferramental (e que ferramental).

Ademais, é importante também entenderem que Teologia, de maneira sistemática e na metodologia científica, se faz na academia (e olha que Metodologia Científica era uma das minhas matérias favoritas para espanto de alguns colegas). Alguns também fazem Teologia assim nos gabinetes, pois muitos gostam deles. Mas na Igreja e na vida prática, na sociedade, ela (a Teologia) se expressa sim, com verdade - óbvio - mas naturalmente sua apresentação é conforme o contexto e palatável a ele. Interessante que até o Evangelho, segundo o Cânon, deve adaptar-se ao contexto para ser inteligível e recebido (1 Co 9.19-24), mas para alguns teólogos não, as pessoas TÊM que partir dos seus pressuportos e enxergar sob seus óculos, e tudo tem que ser como eles querem e aprenderam. Pouco acadêmico isso (ou nada). Guardo com boas lembranças o que diziam meus professores de grego, hebraico, eclesiologia e homilética, algo mais ou menos assim (idéias lembradas e organizadas): "você não precisa citar o texto no idioma bíblico original numa pregação, as pessoas normalmente não irão entender. Explique o que a palavra usada no original SIGNIFICA e discorra acerca dela para "ensinar, repreender, corrigir e para instruir na justiça, para que o homem de Deus seja apto e plenamente preparado para toda boa obra" (cfme. 2 Tm 3.16)". Alguns acorrentam sua espiritualidade com a escrita, quando deveriam usá-la fartamente como Deus a usou, para edificar vidas, como Ele fez com a Bíblia. Outro exemplo, este secular: já fui a alguns médicos até catedráticos, mas que atendiam os leigos com um linguajar simples, porém resolviam as questões que se apresentaram a eles!

Estou apenas começando, desejando com temor de Deus que Ele possa usar este falho vaso escolhido conforme Seu propósito, que não é baseado em nossas obras. Peço ao Pai que eu aprenda com todas as pessoas, mas que veja muitos andando conforme Jesus andou, ou seja: criticando, quando necessário, mas também ensinando, amando, compreendendo, e obedecendo a Deus, dando testemunho da verdade e vivendo de maneira santa e piedosa para não dar ocasião aos que são contra o Evangelho da Verdade, mesmo porque algumas dessas críticas saem com cada colocação, abordagem e falta de educação (já vi até palavrão!) que espanta, pois são feitas por pessoas que parecem estar advogando em Nome de Deus. Será que é para Ele, ou para suas conclusões e seus ideais cravados no ego, e sobretudo para este? Pense nisso.
 
***

 

Marcadores

Comportamento (719) Mídia (678) Web (660) Imagem (642) Brasil (610) Política (501) Reflexão (465) Fotografia (414) Definições (366) Ninguém Merece (362) Polêmica (346) Humor (343) link (324) Literatura (289) Cristianismo (283) Maya (283) Sublime (281) Internacional (276) Blog (253) Religião (214) Estupidez (213) Português (213) Sociedade (197) Arte (196) La vérité est ailleurs (191) Mundo Gospel (181) Pseudodemocracia (177) Língua (176) Imbecilidade (175) Artigo (172) Cotidiano (165) Educação (159) Universidade (157) Opinião (154) Poesia (146) Vídeo (144) Crime (136) Maranhão (124) Livro (123) Vida (121) Ideologia (117) Serviço (117) Ex-piritual (114) Cultura (108) Confessionário (104) Capitalismo (103) (in)Utilidade pública (101) Frases (100) Música (96) História (93) Crianças (88) Amor (84) Lingüística (82) Nojento (82) Justiça (80) Mulher (77) Blábláblá (73) Contentamento (73) Ciência (72) Memória (71) Francês (68) Terça parte (68) Izquerda (66) Eventos (63) Inglês (61) Reportagem (55) Prosa (54) Calendário (51) Geléia Geral (51) Idéias (51) Letras (51) Palavra (50) Leitura (49) Lugares (46) Orkut (46) BsB (44) Pessoas (43) Filosofia (42) Amizade (37) Aula (37) Homens (36) Ecologia (35) Espanhol (35) Cinema (33) Quarta internacional (32) Mudernidade (31) Gospel (30) Semiótica e Semiologia (30) Uema (30) Censura (29) Dies Dominicus (27) Miséria (27) Metalinguagem (26) TV (26) Quadrinhos (25) Sexo (25) Silêncio (24) Tradução (24) Cesta Santa (23) Gente (22) Saúde (22) Viagens (22) Nossa Linda Juventude (21) Saudade (21) Psicologia (18) Superação (18) Palestra (17) Crônica (16) Gracinha (15) Bizarro (14) Casamento (14) Psicanálise (13) Santa Casa de Misericórdia Franciscana (13) Carta (12) Italiano (12) Micos (12) Socialismo (11) Comunismo (10) Maternidade (10) Lêndias da Internet (9) Mimesis (9) Receita (9) Q.I. (8) Retrô (8) Teatro (7) Dããã... (6) Flamengo (6) Internacional Memória (6) Alemão (5) Latim (5) Líbano (5) Tecnologia (5) Caninos (4) Chocolate (4) Eqüinos (3) Reaça (3) Solidão (3) TPM (2) Pregui (1)