Creio que não existe nada de mais belo, de mais profundo, de mais simpático, de mais viril e de mais perfeito do que o Cristo; e eu digo a mim mesmo, com um amor cioso, que não existe e não pode existir. Mais do que isto: se alguém me provar que o Cristo está fora da verdade e que esta não se acha n'Ele, prefiro ficar com o Cristo a ficar com a verdade. (Dostoievski)
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18 de dez. de 2009
o cristianismo dos sem noção
26 de jun. de 2009
eu também

30 de mar. de 2009
a procuradora obtusa e a burrice aguda
25 de mar. de 2009
pode ser a gota d'água
NOSTRADAMUS RECICLADO
Há um movimento propondo que o mundo apague as luzes durante uma hora, em defesa do clima. Nessa escuridão, será preciso se precaver contra os fantasmas. Especialmente o do aquecimento global.
As pessoas estão sempre em busca de uma causa nobre para suas vidas. A popularização dessa palavra de ordem “sustentabilidade” é o sinal claro de que, antes do efeito estufa, a chatice vai acabar com o planeta.
No fenômeno das mudanças climáticas, as causas são 10% ambientais e 90% literárias. O clima está péssimo.
Era mais interessante quando a profecia do apocalipse estava associada à chegada do ano 2000. Falava-se em Nostradamus, juízo final e toda essa estética meio Zé do Caixão. O roteiro do fim do mundo agora é um coquetel intragável de cartilhas politicamente corretas, que tentam te convencer de que você se salvará seguindo manuais de aterro sanitário e manejo de manguezal. Melhor a morte.
Essa “sustentabilidade” é um eufemismo ideológico para bom senso. Não gastar mais do que se tem, não sujar mais do que se pode limpar. Um bom começo seria economizar esses gastos astronômicos com a eco-burocracia e sua indústria do alarmismo.
Relatórios, papéis, consultores, seminários, almoços, ONGs e mais ONGs estão consumindo com voracidade os recursos planetários e a paciência humana.
Os países da Cortina de Ferro destruíram seu meio ambiente com seu socialismo obscurantista. Bastou entrar um pouco de luz, liberdade e bom senso para a situação se reverter. O mundo está procurando (e encontrando) saídas econômicas e tecnológicas para a poluição. Foi assim com a camada de ozônio, com o ar das metrópoles (os índices de melhora nunca fazem barulho), com os agrotóxicos.
Mas isso estraga a onda do romantismo de aluguel. O marketing do fim do mundo fuzila tudo que o desminta.
Fique no escuro, se quiser. Mas cuidado, porque daqui a pouco vão te convencer a almoçar dia sim, dia não, para reduzir os gases na atmosfera.
Texto de Guilherme Fiúza
FONTE: Blog do Guilherme Fiúza
6 de nov. de 2008
what's your name?
Em 2007, no Mato Grosso do Sul, um menino de 13 anos entrou com uma ação na justiça para alterar seu nome.
30 de ago. de 2008
Diogo Mainardi, o imbecil particular.
IMAGEM: Paulo Brabo “Avaliar Paulo Henrique Amorim como ‘um qualquer’, sem demonstrar, ou comprovar suas ilações é horroroso, maquiavélico e criminoso. (...) Ele passou, e muito, da linha normal de aceitação de um jornalismo agressivo”, diz o parecer do Procurador de Justiça Carlos Eduardo de Athayde Buono que foi acolhido pelo TJ-SP.
A pena é de três meses e 15 dias de detenção, que pode ser revertida em multa de três salários mínimos, e pagamento de 11 dias-multa.
De acordo com o advogado que defende Mainardi, Alexandre Fidalgo, a decisão do TJ-SP é “uma violação à liberdade constitucional de opinião”. Ele afirma que o dolo não ficou caracterizado e que o julgamento vai de encontro às provas produzidas.
Diogo Mainardi não quis comentar a condenação, limitando-se a dizer que irá recorrer. Paulo Henrique Amorim também foi procurado e informa que sua opinião sobre o caso está publicada em seu blog.
Na coluna publicada em 06/09/06, Mainardi afirma que os R$ 80 mil gastos pelo iG para manter a página de Amorim seriam oriundos de fundos de pensão de empresas públicas. Diz também que o jornalista está na fase descendente de sua carreira.
Pelo mesma coluna, Mainardi foi condenado em 06/08, junto com a Abril, a pagar indenização de R$ 207.500,00 a Paulo Henrique Amorim. A decisão foi da 5ª Câmara de Direito Privado do TJ-SP.
4 de mai. de 2008
1 de mai. de 2008
22 de fev. de 2008
o poliglota - homenagem ao doutor.

She is full of nine o'clock. = Ela é cheia de nove horas.
Tea with me that I book your face = Chá comigo que eu livro sua cara.
Do you want a good-good? = Você quer um bom-bom?
Between, my well. = Entre, meu bem!
Ooh! I burned my movie! = Oh! Queimei meu filme!
I will wash the mare. = Vou lavar a égua.
CHINÊS
Cabelo sujo: chin-champu
Descalço: chin chinel
Top-less: chin-chu-tian
Náufrago: chin-chu-lancha
Nudista: chin-kau-chao
Pobre: chen luz, chen agua e chen gaz
Hemorróida: ku-xai-chiang
JAPONÊS
Adivinhador: komosabe
Bicicleta: kasimoto
Fim: saka-bo
Fraco: yono komo
Meia-volta: kasigiro
Se foi: non-ta
Ainda tenho sede: kiro maisagwa
18 de dez. de 2007
So this is Christmas!
Data: 02 de dezembro
Assunto: Festa de Natal
Data: 03 de dezembro
Assunto: Festa de Natal
Assunto: Festa de Natal DO CA*$#@
Data: 10 de dezembro
Assunto: Patrícia Gomes e Festa de Final de Ano
27 de out. de 2007
FRASES FAMOSAS
"Bem aventurados os que pagam mico, pois serão engraçados."
Jesus Cristo, em O Evangelho segundo Betoniel.
"Todo mico pago é inversamente proporcional ao desprazer usufruído pelo que o paga, ou, como demonstra de forma simples a fórmula: E = mc2 [ Entropia = mico duas vezes]."
Albert Einstein, mico alemão.
"O branco paga mico, sempre pagou. Mas o preto que mora na favela não paga só mico, paga o zoológico inteiro. Isso tem que mudar."
MV Bill, rapper carioca, ativista social e lindo.
Hino do Flamengo
(Lamartine Babo)
"Uma vez Flamengo, sempre Flamengo
Flamengo eu sempre hei de ser
É o meu maior prazer, vê-lo brilhar
Seja na terra, seja no mar
Vencer, vencer, vencer
Uma vez Flamengo,
Flamengo até morrer
(...)"
Hino do Fiasco
(Lamartine Bobo)
Vamos todos cantar de coração
A Cruz de Mico é o meu pendão
Tu tens o nome de um estóico micoguês
Mico da Gama, a tua fama assim se fez
Tua imensa torcida é infeliz...
(...)
"Ah, meu amor,
Quantos micos paguei por ti,
Quantas lágrimas vertidas
Por ver-te simplesmente
Por amar-te tão micamente..."
A revolta é justa com todas essas coisas que acontecem em nosso País.
Impostos altíssimos, corrupção desenfreada, impunidade, violência aliada a insegurança, políticos que se preocupam consigo mesmo e (quase) nunca com a Nação e por aí vai. Mas me preocupa a virulência e a constância com que você destila essa revolta.
Isto, junto outros problemas particulares que vida traz - relacionamento familiar, no trabalho e social, cuidar da casa, do marido e do filho, finanças, trânsito, perdas etc - traz um estresse enorme.
Se juntar com TPM [TENSÃO PRÉ-MICORAL] então, aí danou-se!
Você está esquecendo das coisas boas da sua vida: você tem emprego e um bom salário, tem uma família, tem um filho maravilhoso, um bom marido, carro, casa própria, conforto, Deus. Não é o bastante? AINDA QUER TER DIREITO A PAGAR MICO? NÃO SE CONTENTA COM SUA VIDA? TOMA VERGONHA, MENINA!"
5 de out. de 2007
Micos, ou: Guarde o seu coração... (versão ilustrada)
O culto era todo em inglês, o que, devo confessar, não era tão fácil - não só pelo sotaque forte, que para mim fazia o inglês ficar bem difícil, como também pelo fato de que vivia imersa em um mundo francês e precisava mudar o registro sempre que chegava à igreja. Mas o que quero ressaltar, aqui, é que no final de todos os cultos o pastor - ou bispo, ou apóstolo, ou diácono - (nessa igreja tinha cargo para todos) gritava bem alto: "Hey, man!"
Ficava me perguntando o porquê de ele dizer sempre isso. Mas, sinceramente, tinha vergonha de perguntar o que me parecia óbvio. Todo mundo entendia, e repetia junto, depois dele: "Hey, man!" Logo achei que essa devia ser uma saudação típica das Filipinas. E que o pastor a repetia para encorajar os fiéis. Fazia sentido: "Ei, você que está na ilegalidade, que tem uma vida difícil em Paris, levante-se! Hey, man!"
Depois fiquei pensando que esse tal "homem" deveria ser Jesus. Fazia mais sentido ainda: "Hey, man, eu estou aqui!" Então eu também gritava: "Hey, man!"
Mas um dia, mais do que curiosa e não satisfeita com minhas hipóteses (afinal, quem era, de verdade, este homem?), perguntei a Adela quem era o cara. E ela me disse, então, que não havia "man" nenhum, mas sim "Amen!". OK, fiquei com vergonha, mas depois, em casa, ri até ficar com dor de barriga. Semana inteiras e eu pensando neste tal "man". Quem seria? Por que essa saudação a ele? Seria Jesus? Seria cada ser humano ali, em estado de reflexão, com suas melhores roupas para um culto de domingo? Assim como este há muitos micos. Uma vez disse a uma professora da universidade, numa confraternização, que seus netos eram uma gracinha. Queria ser simpática, mas ela me disse que não eram seus netos, mas filhos. Acho que vou inaugurar um marcador novo: Micos.
No final das contas, o que quero dizer é: Não se leve tão a sério. Do dia pra noite você passa desta para outra, e (não) vê que passou a vida se preocupando com o que os outros iriam pensar, em vez de ser feliz agora, hoje. Guarde o seu coração. Guarde na alegria, porque já existem motivos de sobra para a tristeza. E só com alegria podemos tentar mudar o mundo. Sou uma pessoa de pavio curto, às vezes. Sou dramática, pareço personagem de ópera (Lá eu me imagino cantando numa ópera... Ô mente fértil!) Nada melhor pra rir de mim mesma que me lembrar disso. É fácil descomplicar? Eu complico. Só rindo, mesmo. Aí, descomplica. Não é esta uma filosofia de "Polyanna"... Mas devo admitir que eu amei os dois livros, que li quando tinha uns nove anos pra dez. Coisas simples, que eu desaprendi nos anos que se passaram. Há pessoas que se preocupam muito em "ter". Acumular, guardar... E não aproveitam uma coisa besta como tomar água de côco a dois reais na beira da praia, no final da tarde... Estão muito preocupadas guardando dinheiro. Quando se dão conta, o tempo passou - mas a conta no banco está cheia! Há outros que se preocupam em "saber". O saber deve ser motivo de alegria, também. Saber para se conhecer, para viver melhor. Ou se torna motivo de arrogância, de angústia, de raiva e amargura permanentes. Passei muito tempo assim, admito, quando comecei a ler sobre o capitalismo, sobre o que esse sistema significa. Luto contra ele, mas devo entender que vivo nele. E não posso morrer por ele, porque ele já mata demais. Se você acha que sabe muito, brinque com o seu próprio saber. Conhecer, ler, aprender e saber para se tornar uma pessoa incapaz de rir de coisas trivias, de apreciar a simplicidade e de reconhecer que todos têm um "saber" (que não necessariamente é igual ao seu para ser válido) é um suicídio intelectual. Aliás, é um suicídio afetivo.
Viva o que está agora em suas mãos. Não espere melhorar de vida; não espere a pessoa ideal; não espere terminar a pós-graduação; não espere... Porque nada disso pode acontecer, e você perdeu a oportunidade de viver coisas ótimas, no final das contas. Coisas que estavam na sua frente, e você não viu porque ficou esperando chegar ao estado ideal da sua existência. Viva o que há agora, ainda que o presente também seja como água escorrendo entre seus dedos, fluido... Quando você se dá conta, já virou passado. Já é futuro. Lembre-se de que o passado é feito de sombras e o futuro, de fato, não existe. Faça o melhor neste momento. Ainda que o melhor seja deitar numa rede e ver o céu... Seja não fazer nada... Fazer o melhor não é ganhar prêmio por produtividade. Helô-ou!!! É estar em paz e viver alegremente. É guardar o seu coração. Hoje começo a entender uma coisa que o pastor Ricardo Barbosa sempre me dizia, em Brasília, quando eu conversava com ele e estava (geralmente) sofrendo, e sofrendo muito: "Tenha um coração grato". Ele sempre me dizia isso. Para cultivar a gratidão.
Acho que começo a entender com meu espírito. Porque é incoerente, diante de tantas catástrofes, fome, crimes, guerras, injustiças, desgraças, torpezas, mentiras... Mas ter o coração grato é algo que só é possível quando o guardamos. Sacou? Não? Então também não perca seu tempo com isso.
Beijos,
Maya
: )
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