Creio que não existe nada de mais belo, de mais profundo, de mais simpático, de mais viril e de mais perfeito do que o Cristo; e eu digo a mim mesmo, com um amor cioso, que não existe e não pode existir. Mais do que isto: se alguém me provar que o Cristo está fora da verdade e que esta não se acha n'Ele, prefiro ficar com o Cristo a ficar com a verdade. (Dostoievski)

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7 de nov. de 2010

Perdemos o querido Pastor Julio Soder. Minha homenagem a ele.

"Preciosa é à vista do Senhor a morte dos seus santos" Salmo 116:15

Soube há pouco que faleceu hoje à tarde, em Belo Horizonte (MG), o querido Pastor Julio Soder, da Igreja Batista Peniel. Entre links, postagens e blogs, conheci pessoalmente o Pastor Júlio e a sua esposa, Elenir, quando vieram ao Rio de Janeiro no início deste ano para passar alguns dias e se hospedaram em minha casa (na primeira foto, estávamos em nosso jantar de despedida, em minha casa. Comemos um risoto de frutos do mar. Na segunda foto, Pastor Júlio e Elenir no Copacabana Palace, onde fizemos um lanche). É estranho saber de sua morte, quando em minha mente vem sua imagem alegre, jovial, bem disposta. Tive o privilégio de conviver com ele e Elenir durante alguns dias, ouvir suas histórias, dar-me conta de seu bom humor, de sua confiança em Deus e sua fé, mesmo depois de todas as coisas que já havia vivido. Só posso dizer que estou muito triste, e que sentirei falta de sua lucidez, de suas postagens no Facebook e no Twitter, de sua indignação santa com as coisas vis desta sociedade. Sei que o Pastor Julio está com Deus, mas isso não diminui o vazio que ele deixa por aqui.

O Blo do Pastor Julio: http://prjulio.blogspot.com/

No Twitter, deixará saudades: @prjulio

28 de jul. de 2009

o louvor




primeiro amor

carlinhos félix


Quero voltar ao inicio de tudo
Encontrar-me contigo Senhor
Quero rever meus conceitos e valores

Eu quero reconstruir
Vou regressar ao caminho,
Vou ver as primeiras obras, Senhor
Eu me arrependo, Senhor,

Me arrependo Senhor, me arrependo, Senhor
Eu quero voltar ao primeiro amor,
ao primeiro amor,
Eu quero voltar a Deus.


***

Há muito tempo não ouço isso! Para ver e ouvir, vá primeiro à caixa Maya_musique e clique em "pause". Depois, venha aqui e clique em "play". Deixe passar a primeira vez, na segunda passagem fica muito melhor. Ainda há uma outra... Chama-se Autor da Minha Fé, e é do Grupo Logos. Linda, e eu já chorei muito ouvindo e cantando esta música. Eu me lembro que a Ângela e o Jorge, casal que me ajudava nos meus primeiros passos logo que me converti (Brasília, DF), me deram uma fita cassete, e hoje ainda tenho a fita mas não acho o CD para comprar. Eu nem posso ouvir a fita, não tenho mais "toca-fitas" (um objeto de museu, praticamente)... Bom, ninguém mais canta isso nas igrejas... Está ultrapassado... Jesus e sua retidão, Jesus e sua misericórdia, Jesus e seu amor, Jesus e sua firmeza, Jesus e sua coragem... Sinto que também estão ficando ultrapassados, nas igrejas...


***


autor da minha fé

grupo logos

Composição: Paulo Cezar

Oh Pai, eu queria tanto ver o meu Senhor descer vindo me encontrar;

Eu posso até imaginar a refulgente glória, do senhor Jesus.

Transpondo as brancas nuvens, no mais puro azul,

Onde nem sul, nem norte existirá.

E em meio a lágrimas, sorrisos de alegria e de prazer

Eu que era cego, agora posso ver, contemplar, contemplar enfim...

Por isso eu canto glória.


Glória, glória, ao autor da minha fé

Glória, glória, ao autor da minha fé


Oh, Pai, eu queria tanto, tanto ouvir o som que vai abrir,

O encontro triunfal.

Rever amigos que, um dia, em Cristo foram feitos meus irmãos.

E agora sim, podemos dar as mãos, pois temos todos um,

Somente um, um só Senhor.

E eis o consolo que envolve a minha vida, o meu senhor Jesus

Que foi morto sim, naquela cruz,

Voltará, voltará, enfim...

Por isso eu canto glória,


Glória, glória, ao autor da minha fé

Glória, glória, ao autor da minha fé


Glória ao Senhor (Aleluia)

Glória ao Senhor (Aleluia)

Glória ao Senhor (Aleluia)

Autor da minha fé (Aleluia)

Glória ao Senhor...

***

8 de fev. de 2009

do fundo da alma

Vou postar aqui dois textos que me chamaram a atenção: o primeiro, do Vitor Ferolla, econtrei no Blog Confeitaria Cristã e também no Blog do Vitor Ferolla, Amando ao Próximo. É um texto que vai contra a maré de cristãos melancólicos e pensatiiiiiiiiiivos (ui!) que afirmam que a Igreja é o grande mal do protestantismo/evangelicalismo, e que um cristão sem igreja é "verdadeiramente livre". Vejam, não falo dos que questionam a instituição "Igreja", coisa que eu também faço, mas dos que de modo traiçoeiro a atacam sem dó, mesmo tendo, eles mesmos, suas próprias igrejas. Muitos afirmam que a Igreja é um mal em si, e a combatem vigorosamente em seus textos e mansagens.  Os cristãos que amam a Igreja quase pedem desculpas por estar dentro dela, dado o nível de rejeição da instituição, hoje em dia. Esse texto do Vitor Ferolla rema contra a maré.

O segundo texto é de uma jovem chamada Alessandra Almeida, de Jaraguá do Sul, Santa Catarina. Ela tem um Blog cheio de poesias doces e ternas, transbordantes de amor, que refletem o que ela pensa e sente. Esta poesia dela me chamou a atenção por ser cheia de saudade mas, ao mesmo tempo, de esperança e gratidão. Eu gostei muito. E, coincidência ou não, os dois textos falam de "ficar", permanecer, não ir embora, como algo essencialmente ligado ao amor.



Porque amo, fico!

E amo mesmo, de verdade. Quem pode me provar dizendo ser falsidade? Fico, e não só agora, ou por um instante, fico por muito tempo e por muito tempo ainda ficarei. Ficarei várias vezes apreciando e desfrutando de todo momento. Ah, como é prazeroso ficar e não ir embora. Sei lá, acho que nasci pra isto, nasci pra ficar. Tenho plena convicção de que devo continuar nisto. Não só nos sábados ou domingos, mas a servindo e a honrando fico, na minha igreja fico!

Foi nela, com ela e por meio dela que aprendi o Caminho, conheci a Salvação e recebi de graça todas as coisas. É claro Deus não habita em templos de mãos humanas, mas Ele habita no meio dos louvores de seu povo, e como é bom ver o seu Espírito agir em nossos espíritos, sentimentos e corpos. Mas é óbvio que Ele não se limita a espaço, templo, tempo, música, domingo, porém é na congregação que vejo ao meu lado um irmão, um ser tão humano quanto eu, e tão cheio d’Ele e do infinito amor d’Ele quanto eu.

Emocionei-me a lembrar de irmãos que me inspiram como a Maurina (passadeira daqui de casa) muito mais cheia de fé que eu, que através de uma simples oração que eu fiz por ela foi curada por Deus de uma alergia e coceira que havia anos irritava seus olhos (em nome de Jesus, é claro). Ou o semi-analfabeto Zé Divino (o Bigode de Fogo), que convenceu meu pai (um pastor) a levar seus discípulos para uma vigília num monte que nem altura tinha. E estávamos lá, orando no meio do mato quando as folhas acenderam. E eu pegava aquelas folhas florescentes na mão e olhava não querendo crer naquilo. Cheguei a brincar com um discípulo do meu pai que é Engenheiro Químico: “E aí, como você explica isso?” Ele respondeu: “É... isso é Deus, eu não explico!”

Podia escrever dezenas ou centenas de páginas só desses relatos que acontecem porque cremos em família, em igreja (também instituição), porque cremos em comunhão, porque pregamos o Reino de Deus sem medo de sermos felizes. Basta saber que o semi-analfabeto bate de dez em dezenas ou centenas de seminaristas que andam por aí com muita instrução, mas nenhuma experiência com o poder de Deus. Caramba! O Bigode de Fogo é um pedreiro que lê a Bíblia umas 5 vezes por ano e ama as vidas. Basta lembrar quantos pastores me ajudaram, de quantos líderes e amigos me socorreram, de como dois desses evitaram até mesmo 
um suicídio.

Gosto de ser mais um na multidão e ao mesmo tempo muito importante para a comunhão. Gosto de cantar músicas mesmo parecendo um mantra de tanto repetitivas e tendo melodias simples são fracas, mas é o que eu com minha voz rouca consigo alcançar e é o que todos conseguem e podem acompanhar. Preciso viver no meio disso, preciso ser cercado de pessoas comuns, mais pobres e mais simples (qual é o plural de simples?), como é gostoso viver cercado de irmãos. Sem isso sou cego ao amor, de outra forma não conheceria a graça, por outro caminho só pensaria em mim mesmo, não saberia respeitar as diferenças e desprezaria o oprimido.

Sim, eu sou fraco. Eu preciso de calor humano, de contato, de sair depois do culto, de participar de acampamentos, de dar ofertas e dízimos, de louvar junto ao grupo, de ouvir pregações ungidas, de cear, batizar, preciso de proteção, cobertura, abrigo: “Ah, eu amo, e porque amo, fico!”

Vítor Ferolla


Aquela suave brisa mais uma vez fica para trás e tenho que regressar ao meu velho caminho, trazendo as lembranças de tanto carinho que ganhei.
Lembranças de emoções que nunca esperei.
De tantas coisas, tantos gestos, tantas pessoas e palavras que fizeram a verdadeira diferença, de sentimentos que eu mesma nem imaginei.
Como esse meu simples emaranhado de palavras poderia expressar aqueles meus pequenos medos querendo vir à tona,
Como poderia explicar a ansiedade de chegar onde há muito tempo esperei,
Como falar de tantas coisas com que sonhei.
Como decifrar os sentimentos de saudade que eram tão grandes que tornavam tudo ainda mais distante, e enchiam minha cabeça de curiosidade, e tudo isso para rever...
Rever aqueles lugares, aqueles rostos, aquelas pessoas, aqueles que são o grande motivo de minha saudade.
Tudo passou muito rápido, mas ao mesmo tempo tudo passou intensamente, e por isso deixou gravadas boas emoções em minha mente.
E posso dizer que apesar de pequenos desacertos tudo valeu a pena ser feito.
Valeu por todas as vezes que pensei em desistir, e que não iria conseguir.
Tudo agora foi recompensado, por saber que estive no lugar onde há muito tempo tenho esperado estar.
E por sentimentos dentro de mim que ainda não sei como explicar, e por todo o afeto e imenso carinho recebido que não sei como recompensar.

Alessandra Almeida

28 de ago. de 2008

a lista - oswaldo montenegro

Faça uma lista de grandes amigos
Quem você mais via há dez anos atrás
Quantos você ainda vê todo dia
Quantos você já não encontra mais...

Faça uma lista dos sonhos que tinha
Quantos você desistiu de sonhar!
Quantos amores jurados pra sempre
Quantos você conseguiu preservar...

Onde você ainda se reconhece
Na foto passada ou no espelho de agora?
Hoje é do jeito que achou que seria
Quantos amigos você jogou fora?

Quantos mistérios que você sondava
Quantos você conseguiu entender?
Quantos segredos que você guardava
Hoje são bobos ninguém quer saber?

Quantas mentiras você condenava?
Quantas você teve que cometer?
Quantos defeitos sanados com o tempo
Eram o melhor que havia em você?

Quantas canções que você não cantava
Hoje assobia pra sobreviver?
Quantas pessoas que você amava
Hoje acredita que amam você?



***



Para ver e ouvir Oswaldo Montenegro cantando A Lista, clique aqui:
http://www.youtube.com/watch?v=aV99ypbCidw

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7 de jul. de 2008

buenas!

René Magritte

Não é o medo da loucura que nos forçará a largar a bandeira da imaginação.
André Breton
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Cá estou, novamente, ao fim de mais um domingo... Vi de novo O Advogado do Diabo, com interpretação magistral de Al Pacino. Há filmes que eu não me canso de ver. Este é um deles. Não é um comportamento estranho, visto que quando alguém gosta de uma música costuma escutá-la muitas vezes. Sei que é incomum alguém ler um filme e depois repetir a dose. O melhor mesmo é ver sempre coisas novas, inéditas. Mas acho que esse período de re-ler é fundamental, pois nunca se faz a mesma leitura. Re-leio livros, músicas, filmes, HQs, textos científicos... No caso dos filmes, será o elemento visual que extrapola, cansa, exagera e basta em uma leitura? O acúmulo das imagens? Boas lembranças da disciplina de Leitura de Textos Visuais, do curso de Semiótica da Lúcia Teixeira. O melhor é que agora eu penso sempre nesses princípios. Talvez o que ocorra na leitura desses textos sincréticos, como os filmes de cinema, seja a produção de um estado disfórico, no leitor, a cada re-leitura, o que levaria também a uma debreagem. Mas isso é achismo, são ilações.

Mudando de assunto, hoje descobri um Blog muito interessante, do Alexandre Soares Silva; o link é http://www.apostos.com/soaressilva/. O cara escreve bem e é engraçado. Particularmente, ri bem de algumas tiradas sobre sexo e castidade: http://www.apostos.com/soaressilva/2005/02/sexo_e_castidade.html.

No mais, preciso dizer que postar é um prazer, mas eu me dou conta de que não é fácil. Quando faço colagens, nesse processo de bricolage (olha a Semiótica aí, gente!), sempre acho que deveria escrever algo meu; por outro lado, não tenho como escrever algo diariamente.

Ontem mesmo, às 4h da manhã, me veio uma história engraçadíssima com dois personagens que eu criei em uma crônica, a Marisa e o Eduardo. A Marisa é uma mulher moderna, mas está longe de ser uma Rê Bordosa: é tradicional em alguns aspectos, mas muito engraçada, sempre, do tipo que ri da má sorte e da boa sorte. O Eduardo é uma espécie de Alberto Roberto, sempre admirando a si mesmo, sempre pavoneando aqui e ali. A Marisa tenta provar que está muito bem e realizada e o Eduardo quer mostrar -- na verdade, ele quer mostrar isso mais para si mesmo, no fim das contas -- que ela é louca por ele. Enfim. Mas ontem eu achei a definição do Eduardo, num jogo polifônico depois do qual não posso definir o sujeito: "... sexy, naquele pijaminha de flanela azul celeste, ele sabia como sua voz masculina perturbava Marisa. Ela o fitava, os cabelos longos desgrenhados, os olhinhos semi-abertos vermelhos, aquela camiseta da velha Universidade de Monteagudo... Como pudera ignorá-la por tanto tempo? Por trás daquela indiferença havia uma mulher ardente, louca por ele, obsessiva, apaixonada, carente, pronta a queimar em seus braços. Pronta a lhe fazer filhos e filhas."

Escrevi bem mais, mas aí é que está, preciso trabalhar no texto. Isso leva tempo quando não temos tempo. Então também vou colando outras notícias, curiosidades, imagens... Esse texto aí de cima é um pedacinho de mais de quatro páginas manuscritas, certamente ainda vai ser muito alterado antes de eu postar aqui. E enquanto isso não acontece vou colando, colando...

Então, acho que esses textos não-meus acabam por compor um discurso construído em que, no final das contas, a voz é minha, sim: é que é uma voz polifônica. E as músicas também, tenho ouvido coisas muito boas, e o que me parece interessante vou colocando no canal Maya_musique. Sem preconceito de etnia, orientação sexual ou religião. Digo isso porque imagino o que não pensam algumas pessoas que vêm por aqui e ouvem Fernanda Brum, ou Kleber Lucas... Me parece não-chic, não-moderno e não-antenado, mas sobretudo não-intelectual ouvir música gospel brasileira, principalmente se os cantores forem pentecostais -- pentecostalismo, dizem meus amigos crentes de boa linhagem conservadora, é o fino do brega. Mas, como eu disse, por aqui vamos ouvindo de tudo, de Baden Powell a Kleber Lucas, de Cassiane a Elis Regina, de Chico Buarque a Asaph Borba, de Fernando Mendes a Vencedores por Cristo, de Zeca Baleiro a Ana Paula Valadão, de Renato Russo a Sóstenes Mendes.

No mais, acredito que os significados que eu atribuo ou tento construir ficam no "entre", pois não há texto sem leitor, toda leitura é um apanhado das leituras já existentes para aquele que conhece o objeto. Esses significados, passados em revista durante a leitura, se unem num hipertexto e fazem com que o sentido dado pelo leitor exista. Por isso não sei se acredito na imanência; minha tendência é pensar que cada um que lê o que está aqui constrói sua leitura culturalmente mas também subjetivamente, sem que possamos falar de um sentido "real", aplicado diretamente à "realidade exterior" e objetivo.

Tudo isso para dizer que este Blog tem a minha leitura, eu construo o texto imaginando quem o lerá. Mas, como eu não sei quem de fato o lê, e muito menos como processa as informações aqui contidas, este Blog é mesmo de quem o acessa, não é meu.

Pra terminar, vou postar fotos do encrramento da disciplina Leitura de Textos Visuais (Semiótica) da pós-graduação em Letras da UFF (foi na tarde do dia 03/07/2008, quinta-feira passada), com a Professora Lúcia Teixeira e alguns de meus colegas. Também fiz umas fotos numa madrugada fria dessas que eu acordei morrendo de fome, pesquei uns morangos na geladeira e fui comer na cama.
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Meus colegas, a professora Lúcia de blusa vermelha e eu, à direita.
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A professora Lúcia Teixeira, em momento muito natural.
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Colegas de turma e eu. Rodrigo, Daniele, Fábio, Mônica, Patrícia.
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morangos

amorongs

rangosom

songarmo

30 de jun. de 2008

homenagem ao Bolinho - lançamos aqui um apelo!

Davi e Bolinho
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Pode parecer besteira, mas não é. O Bolinho era o bichinho do Davi (era da Paula, mas por laços familiares era do Davi também), que é filho único. O Bolinho morreu há uns dez dias, mais ou menos isso, e o Davi está muito triste. Em consideração ao meu sobrinho, que faz aniversário agora no comecinho de julho, posto a foto dele e do Bolinho, uma recordação muito querida. O Bolinho foi adotado pela Paula, minha irmã, quando ela ainda era noiva do Marcelo, que hoje é o marido dela. Bolinho morreu por conta de problemas renais, tinha dez anos. O Davi fazia o que queria com o Bolinho, puxava o rabo, pulava em cima, e o bichinho não fazia nada. Era um doce de criatura. Tinha enorme paciência com o Davi, que nasceu quando ele já tinha sete anos. O Bolinho não era só um animal irracional, era parte da família, era irmão do Davi e primo da Naná!
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O Davi tem chorado e sentido muito a falta do Bolinho. Estamos em campanha para convencer os outros moradores da casa a aceitar um novo bichinho em seu lar, gato ou cachorro, ou até mesmo peixinho. Aqui no Blog, lanço um apelo: Marcelo, deixe o Davi ter um bichinho! Democracia e liberdade! O povo, unido, jamais será vencido! Estudante na rua, a luta continua! Diretas já! Um mundo com bichinho é mais engraçadinho! Viva a sociedade alternativa! Pela libertação dos anões de jardim! Por um Brasil sem cachorrofobia!
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Ass. Uma tia solidária e muito penalizada com a situação
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Marcelo, Davi e Paula

20 de jun. de 2008

tchau, Visconde de Sabugosa!

Corpo do ator André Valli é velado no Rio de Janeiro
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O velório acontece no Teatro Villa-Lobos, em Copacabana.

Muita emoção marcou o velório do ator André Valli, na tarde desta sexta-feira (20), no Teatro Villa-Lobos, em Copacabana, Zona Sul do Rio. Atores como Ney Latorraca e Diogo Vilela compareceram para dar o último adeus ao eterno Visconde de Sabugosa.

André morreu por volta das 5h desta sexta-feira (20), aos 62 anos. Há um mês, o ator descobriu que tinha câncer, chegou a fazer alguns tratamentos paliativos, mas não resistiu e morreu em casa, também em Copacabana. O enterro acontece no sábado (21), em Recife no cemitério Santo Amaro. O horário ainda não foi divulgado.

Diogo Vilela e Ney Latorraca se despedem
"O André é um exemplo de talento e perseverança. É daqueles colegas supercarinhosos que a gente encontra. Foi uma grande perda para todos nós", afirmou Diogo Vilela. "Ele fez trabalhos geniais, era o nosso Dom Quixote, eu o chamava assim pela semelhança física. André era um grande amante do teatro, fez uma geração com o Visconde de Sabugosa, de um público super exigente, que são as crianças", completou o ator Ney Latorraca.

"Ele é o melhor de todos", diz Letícia Sabatella
Valli foi o Visconde de Sabugosa Também no velório, a atriz Letícia Sabatella lembra de como acompanhava o trabalho de André desde criança. "André é para mim o melhor ator de todos. Desde a minha infância acompanhei todos os trabalhos dele. Ele era original, livre, engraçado. Aprendi muito com ele, todos os mínimos detalhes", contou Letícia, que contracenou com o ator em "Hoje é dia de Maria".Para a colega de trabalho Ivone Hoffmann, André vai ficar na lembrança de todos os brasileiros. "Há dois meses, fizemos uma leitura dramática da peca "Dom Quixote", mas não pudemos encenar porque ele já estava doente", lembra ela.
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LEIA TAMBÉM:
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Reportagem de Lívia Torres, do Rio de Janeiro, publicada no Portal G1 de Notícias em 20/06/2008.; fotografia: TV Globo.

7 de abr. de 2008

uma dor

Essa é uma dor que sentimos sozinhos. Nada houve antes que se comparasse, e nada haverá, jamais, que a ela se assemelhe. Essa é uma dor que se sente apesar da vida, não há esquecimento nem trégua, apenas um passamento de horas e dias e anos e quando se vê já é a nossa hora também. Essa é uma dor que jamais foi vista, e antes não li na historiografia dos sentimentos nada catalogado a respeito. Mas seguimos de dor em dor e isso nos enobrece e empobrece, e pobres de sonhos morremos nós. Essa é, sim, uma dor. E nos calamos.
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Mayalu Felix
Niterói
07/03/2008
31 anos

9 de mar. de 2008

tha clash, the best.

The Clash é... the best! Música feita em homenagem à luta travada por anarquistas e socialistas na Guerra Civil Espanhola, contra Franco e seu fascismo infame. Para ver o vídeo e ouvir Spanish Bombs, com The Clash, vá primeiro à janela "Maya_musique", à esquerda, e clique no ícone "pause". Depois venha aqui e clique no ícone "play". Dependendo da memória do seu computador, a primeira exibição pode ser cheia de pausas. Experimente ouvir e ver pela segunda vez... MUITO BOM!!! VALE A PENA!!!



Leia mais sobre a Guerra Civil Espanhola: clique AQUI.

7 de fev. de 2008

Até breve, Larissa.

Minha aluna Larissa. Deixa saudades.


http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=8100309949832065872



Perfil no Orkut:

relacionamento: solteiro(a)
aniversário: 30 junho
idade: 22
interesses no orkut: amigos
quem sou eu: E toda vez q eu chorar ou quizer desanimar o teu Espirito me consolará..Se é na fraqueza do meu ser q manifestas Teu poder, EIS-ME AQUI ! Dependo de Ti, Preciso de Ti!!Sem amor a vida fica CURTA...... sem VALOR.................................. Eu quero pra sempre a chave da porta da frente!Se vc olha pra mim... Se me dá atençao... Eu me derreto suave, neve no vulcao!!!QUANDO A SOLIDAO DOEU EM MIM, QUANDO MEU PASSADO NAO PASSOU POR MIM. QUANDO EU NAO SOUBE COMPREENDER A VIDA, TU VIESTE COMPREENDER POR MIM..QUANDO OS MEUS OLHOS NAO PODIA VER, TUA MAO SEGURA ME AJUDOU A ANDAR. QUANDO EU NAO TINHA MAIS AMOR NO PEITO, TEU AMOR ME AJUDOU A AMAR..QUANDO O MEU SONHO VI DESMORONAR, ME TROUXESTE OUTROS PRA RECOMEÇAR. QUANDO ME ESQUECI QUE ERA ALGUEM NA VIDA, TEU AMOR VEIO ME RELEMBRAR..QUE DEUS ME AMA!!QUE NAO ESTOU SOU!!!QUE DEUS CUIDA DE MIMQUANDO FALA PELA TUA VOZ QUE ME DIZ: CORAGEM!!!!Q DEUS ABENÇOE TODOS!!! =***
filhos: não
religião: Cristão/católico
humor: extrovertido/extravagante, simpático
orientação sexual: heterossexual
estilo: alternativo
fumo: não
bebo:não
cidade natal:
pedreiras -MA
paixões:
CRISTO, vida, familia,amigos,meu thof
esportes:
adoro esportes!!futebol/futsalprincipalmente, mas gosto da maioria,pena q um tempo nao pratico
livros:
o caçador de pipas
e-mail: larirosil@yahoo.com.br
cidade:
são luis
estado: maranhao
país: Brasil
ensino: Superior Incompleto
faculdade / universidade:
UEMA
curso:
PEDAGOGIA
Amar,saber amar, somente amar!
par perfeito: é aquele enviado por Deus!
cinco coisas sem as quais não consigo viver: DEUS,familia,amigos,amor, esperança
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FOTO DO CARRO ONDE ESTAVA LARISSA
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Para muitos foliões, o carnaval bom é no interior do estado. No entanto, o número de acidentes nas rodovias federais que cortam o Maranhão foi marcante. 52 acidentes que resultaram em 10 mortos e 40 feridos. Este é saldo do levantamento da Polícia Rodoviária Federal durante os quatro dias de carnaval. O número de acidentes dobrou em relação ao registrado no ano passado no período carnavalesco.
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A BR-135 foi considerada a mais perigosa: 27 dos 52 acidentes aconteceram nela. Destes, aconteceu o mais grave. No quilômetro 149, perto do município de Matões, depois de colidir lateralmente com uma van o celta acabou batendo numa árvore, pegou fogo e matou os três passageiros. O acidente aconteceu por volta das 8h da manhã de ontem. Os corpos carbonizados das vítimas só foram retirados do local por volta das 15h30. O veículo era conduzido por Antônio Mendes, 23, morador do Apeadouro. Ele e duas primas, Larissa Rocha Silva, 23 e Luciana Nahara Pinheiro Barros, 16, estavam voltando do carnaval em Pedreiras. O veículo era alugado e pertencia à locadora Automil.
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EXCESSOS
De acordo com a Assessoria de Comunicação da Polícia Rodoviária Federal, muitos dos acidentes podem ter sido causados por excesso de velocidade. Somente neste carnaval durante a operação de monitoração das rodovias que começou na sexta-feira, 1º e terminou às 24 horas de ontem foram registradas 2.473 multas por excesso de velocidade nas rodovias que cortam o estado.
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As multas são emitidas depois de ser percebido através do radar que o veículo está acima da velocidade permitida para aquele trecho. O radar que é móvel, é utilizado por um patrulheiro de moto que percorre as rodovias federais e se posiciona à beira das rodovias para poder auferir a velocidade dos veículos.Durante todo este carnaval, apenas um acidente foi causado pela presença de animais nas rodovias. Realizada simultaneamente com a monitoração das rodovias, a operação “Porteira Fechada” recolheu 120 animais nestes quatro dias.
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ACIDENTES
52 acidentes
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Por dia
Sexta-feira........................15
Sábado .........................14
Domingo...........................10
Segunda-feira....................7
Terça-feira..........................5
Quarta-feira........................1
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Por BR
BR-010........................5
BR-135......................27
BR-222........................6
BR-226........................1
BR-230........................4
BR- 316......................9
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Eles não pularão outro carnaval
Duas vítimas fatais de acidentes não foram identificadas.
Um na BR- 316 e outro na BR- 222.
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BR- 135
Larissa Rocha Silva, 23;
Luciana Nahara Pinheiro Barros, 16;
Antônio Mendes, 23;
Telma Maria Leitão Serra, 42.
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BR- 316
Alan Diego Farias Rodrigues, 18;
Isabel Lira Gomes, 4.
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BR- 230
Vilson Ramos, 56;
Ramises Fernando da Silva, 31.
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Presto aqui minha homenagem a Larissa. Solidarizo-me com sua família, seus amigos, colegas e professoras da Uema. Estamos de luto.

19 de jan. de 2008

Malásia



Eu, minha amiga Julia Sarr, Djavan e um cara cujo nome eu não me lembro : P
Essa foto foi no camarim do New Morning, em Paris (acho que fica no 13ème arr. - ?), depois do show.
Foi um tempo bom!

28 de nov. de 2007

I.M.A.G.E.N.S

Os amigos do my friend Sebron Snyder, em Dallas, Texas, Estados Unidos da América... Colored people!


Parc des Buttes Chaumonts, Paris... lugar idílico, tranqüilo...

Vista da fachada do Hôtel Le Sénéchal, em Ars-en-Ré, Île-de-Ré, sudoeste francês. Pense num lugar de sonho...

Uma cave no museu do Louvre...


My friend Sebron Snyder, a photographer! Ele nasceu no Mississipi, onde até a década de 70, nos cinemas, crianças negras se sentavam de um lado do cinema e crianças brancas do outro... Isso acontecia mesmo após Martin Luther King, Jr., Malcom X e os Panteras Negras. Como se vê, black wasn't so beautiful... O melhor do Sebron é ouvi-lo imitar seu avô falando com aquele sotaque muuuito típico da comunidade negra do Sul dos EUA... Ele também sabe imitar os brancos do Sul (é completamente diferente!), mas não se sente bem quando imita. O filme Tempo de Matar, com Samuel L. Jackson, se passa na cidade onde Sebron nasceu e cresceu, Canton (Mississipi).

Uma foto do carro do Sebron; os americanos têm uma fixação com carro, putz!

A mãe do Sebron, Barbara, seu "pai-drasto" (que é a cara do Morgan Freeman) e uma de suas irmãs.

Sebron trabalhando... esse chapéu... putz! Só morando no Texas, né?!

Euzinha aqui no Museu do Louvre de novo. Muito bom, ir por lá. Eu recomendo.

Avenida principal de Saint-Tropez, cidade do sul da França eternizada por Brigitte Bardot. Lugar lindo... e caro.
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FONTE: Arquivo pessoal!

15 de nov. de 2007

Groove Is In The Heart... Deee-Lite!

EU SIMPLESMENTE A-MO ESSA MÚSICA! DANCEI MUITO OUVINDO DEEE-LITE, NO TOP 21, LAGO SUL... EM BRASÍLIA! TINHA UNS 19, 20... TUDO VALE A PENA...




14 de nov. de 2007

Jésahel et José, República Dominicana

Cidade de Santo Domingo, capital da República Dominicana, julho de 2007. Aqui, meus amigos-irmãos Jésahel e José. Jésa está com sete meses de gravidez, indo para o oitavo. Amélie nasceu em agosto. Esta foto foi tirada por mim no estacionamento da Igreja, na entrada.

José é pianista, e dos bons. É também uma pessoa rara, amiga, humilde, alegre. Pra se casar com a Jésa, tinha que ser especial, mesmo.

Minha amiga Jésa, que eu conheci no mestrado em Paris (fizemos juntas, DEA em Sciences du Langage), é cristã de coração, alma, espírito e... piano! Jésa é pianista de primeiríssima linha. Ela e o José coordenam toda a área de louvor da Igreja da qual são membros (depois vou falar disso, é uma coisa linda demais).

Como os meus amigos são ambos pianistas (e tocam algumas coisas além do piano, como o violão, por exemplo), eles resolveram abrir uma escola de música! Aqui estamos nós três na Escola de Música Château Music! Aliás, nós quatro: a Amélie também está na foto. Adivinhe onde!
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Amigos do Blog,
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Acabo de falar ao telefone com minha irmã querida, amiga, Jésahel, que mora na República Dominicana. Amélie nasceu em agosto, vai fazer três meses, é linda e eu estou morrendo de vontade de ir por lá pra pegá-la em meus braços. Não falei com o José, mas ele está bem, eles continuam na mesma casa, os pais de Jésahel, meus queridos Michel e Christiana, vieram de Paris pra conhecer a neta mas já voltaram, e semana que vem (eu estou esperando!) Jésa deve me mandar uma foto de Amélie Gautier Castillo. Saudades! Que Deus os abençoe, os guarde, proveja todas as coisas, que haja alegria e muito amor ali, e sempre. Eu amo os meus amigos! Que grande presente, que bálsamo, que alívio, que abrigo, que alegria são todos eles!
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Bjos,
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Maya
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13 de nov. de 2007

1408

Este não é o John Cusack

Acabei de vir do cinema, assisti o 1408, com o John Cusack. Samuel L. Jackson também está no horror 1408, baseado em uma história do escritor americano Stephen King (O Iluminado; A Coisa; Carrie, a Estranha). Eu gostei do filme, e só fui ver porque tinha o Stephen King no meio da história. Li alguma coisa do Stephen King, do Lovecraft, de outros cujos nomes não me vêm agora. Que coisa mais besta, eu tinha medo depois de ler as histórias! E nessa época eu já tinha mais de 18 anos. Quando eu era pequena acreditava que embaixo da cama tinha alguma "coisa", às vezes ficava entre a cruz e a espada: "Vou ou não vou ao banheiro?" Antes de dormir, com muita coragem, às vezes olhava se havia alguma "coisa", realmente, naquele espaço sinistro. Constatada a ausência de qualquer criatura maléfica, eu dormia.

No final do filme eu chorei, que sensação de que me arrancaram algo e eu não o alcanço mais! A busca do personagem principal, todo o tempo, é por uma resposta. Ele quer saber se pode rever, entrar em contato, falar com sua filha, já morta. É esse o leitmotiv da trama. Após uma aparente resposta, ocorre a volta ao equilíbrio (chamamos de equilíbrio inicial, que é rompido logo que há o conflito, para que as peripécias possam ocorrer e fazer do herói... o herói), antecessor do conflito na ordem canônica das narrações. Poderia falar mais e mais sobre o filme, a trama, as marcas claramente "psicanalíticas" do que "via" o personagem principal... O sentido do "nonsense"... Mas que cada um veja...

Termino aqui, afirmando, para que Deus me ouça: Eu entraria no 1408 pra rever meu irmão. Se isso fosse possível, eu entraria. Se eu pudesse falar com ele por cinco minutos, se eu pudesse revê-lo, se eu pudesse dizer alguma coisa, as últimas palavras, uma recomendação, uma justificativa, um porquê, um pedido de perdão, um abraço final, que não houve. Deus, por favor, me deixe entrar no 1408.

Quem muito busca a morte tem sede de tanta vida que a vida só não dá jeito.

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São Luis, 12 de novembro de 2007, 14:08
Maya Felix

1 de out. de 2007

Confissões de uma ex-adolescente: eu amei o Renato Russo

Se houve uma pessoa que eu amei, do mundo das "celebridades", essa pessoa foi o Renato Russo. E ele contribuiu muito pra tudo que eu sou hoje, também. Minha adolescência se passou dançando "Geração Coca-Cola", em Brasília... Parte da minha vida adulta fiquei ouvindo o Renato Russo cantar em italiano, e então comecei a me interessar pela língua italiana, a querer traduzir, entender, a ver as semelhanças com o latim, o português, o espanhol... Soube que ele morreu em Paris [ele morreu no Brasil, quem estava em Paris era eu, OK?], meu pai me mandou uma revista Veja cuja reportagem de capa falava de sua morte. Que triste foi esse dia!

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