Creio que não existe nada de mais belo, de mais profundo, de mais simpático, de mais viril e de mais perfeito do que o Cristo; e eu digo a mim mesmo, com um amor cioso, que não existe e não pode existir. Mais do que isto: se alguém me provar que o Cristo está fora da verdade e que esta não se acha n'Ele, prefiro ficar com o Cristo a ficar com a verdade. (Dostoievski)

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9 de mar. de 2010

Os dois?




Estávamos todos à mesa na véspera de Natal, ainda no início da noite. Vestidos solenemente, esperávamos o momento de comer o jantar simples que teimávamos em chamar de ceia. Minha mãe estava eufórica com aquela pequena reunião familiar. Meu cunhado observava tudo com poucas palavras. Eu, confesso, tinha fome e queria comer. Minha irmã dava atenção aos filhos.

Ela tentava explicar para meu sobrinho de quatro anos, apesar da pouca atenção que ele dispensava ao arrazoado, o que era, afinal de contas, “o verdadeiro Natal”. Depois de alguns minutos de pouca atenção, Paula começou a falar do ano que já terminava e das inúmeras bênçãos que ele – o Davi – havia recebido. “Você viu, meu filho, como você teve coisas boas este ano? Você teve uma caminha quentinha... Teve a escolinha... Papai, mamãe... Roupa, comida...” Davi, à medida que Paula falava, ficava mais e mais sério. Era muita coisa para que ele processasse, muitas informações – na verdade, a mãe desfiava sua vida inteira ali, à mesa do jantar. Seu pequeno universo infantil, tudo o que ele conhecia e que lhe parecia familiar a mãe fazia passar em revista como presentes recebidos, não como partes de seu mundo que não existiam sem ele. Ele, que nunca havia pensado nisso, muito menos de modo tão grave, parecia mais vítima de uma acusação que recebedor de tantas “coisas boas”.

De repente, estrategicamente, Paula para. Olha bem nos olhos do filho. A voz suave, entretanto, inquiria: “E você sabe, meu filho, quem deu tudo isso pra você? Você sabe?” Silêncio. Pausa. Davi não ousava dizer nada. Talvez sua cabeça se perguntasse: “Papai? Mamãe? Os dois? Vovó?”. A mãe, então, diante do silêncio geral –  todos agora acompanhavam o diálogo, que caminhava para seu apogeu com vitória de mamãe, por dez a zero –, declara: “Jesus!”

Mais silêncio de Davi. “Ora essa, Jesus!”. Talvez ele se perguntasse: “Como eu não pensei nisso antes?” Jesus era o nome que pouco a pouco passava a fazer parte de sua vida. Era invisível, e a mãe dissera que vivia no céu. Uma vez, de férias na casa da avó, em São Luis, pegou os binóculos da bisavó e, surpresa geral (surpresa por quê?), mirou as nuvens para tentar encontrar Jesus. Ele não morava no céu?

Ceia intocada, todos acompanhando a educação cristã que Paula tentava dar ao filho. “Sabe, meu filho, Jesus deu tudo isso para você este ano... A única coisa que Ele quer de você, você sabe o que é?” Mais silêncio. Olhares carinhosos e emocionados de todos. É de pequeno... Ensina a criança no caminho... Ah, a magia do Natal... O aniversário de Jesus... “Então ele quer um presente também...”, deve ter pensado Davi. Mas não ousou dizer nada. Em pé, ao lado da cadeira da mãe, olhava para cima. Balançou a cabeça, não sabia. “A única coisa que Ele quer é o seu coração!”, disse ela, voz triunfante embargada de emoção, olhar fixo no menino.

Davi, voltando a cabeça para o sofá, olhou os dois pirulitos vermelhos "baby coração" que jaziam no estofado – os dois sabor morango, vermelhos, em forma de coração – que eu havia trazido do Rio de Janeiro para ele e, rapidamente, perguntou para a mãe: “Os dois?”

5 de fev. de 2010

humor: "já em campanha eleitoral para 2010..."



Já em campanha eleitoral para 2010, Lula vai visitar um hospício juntamente com a Dilma. Ambos são recepcionados por um grupo de internos, que gritavam, muito animados:

- Lula, Lula, Lula, Lula!!!


E ainda, bem esfuziantes:


- Viva a Dilmaaaa!!!


E ainda repetiam, aos gritos:


- Dilma, Dilma, Dilma!!!


Ao ver um dos componentes da turma caladão e meio com cara de paisagem, um dos assessores do Lula pergunta:


- E você, por que não está gritando "viva a Dilma"?


- Porque eu não sou louco, sou o médico!



***

24 de jan. de 2010

um bom dia de uma sumida!

Amigos, ando sumida... Ja ouvi reclamacoes de uma leitora assidua, a minha irma Paula, de Brasilia. Fiquem tranquilos, pois em breve, estarei postando novamente. E que esses dias tem sido dificieis, e preciso me concentrar em meus estudos. Me desculpem a ausencia! E me desculpem tambem a falta dos acentos agudos e circunflexos, e que ganhei um laptop sensacional, mas que ainda nao foi configurado para ter acentos.


Enquanto eu nao posto nenhum texto meu, deixo com voces um tesouro, antigo, de uma epoca em que o louvor era mais humilde, mais modesto e, em minha opiniao, mais voltado para Ele, e nao para nos. Apreciem! Alias, deixo meus agradecimentos, pela dica, a querida amiga e irma twitteira de BH Andrea Lima, do blog Conta Letras: http://contaletras.blogspot.com/ Foi ela quem me mandou, pelo twitter, o link para esses louvores incriveis.

10 de dez. de 2009

novo dicionário ingrêis-purtuguêis



I - expressão de dor [Ex.: I, que dor!]
morning - que não está nem frio, nem quente [Ex.: Este café está morning!]
can't - o contrário de frio [Ex.: Não, o café está can't.]
him - órgão do corpo humano [Ex.: Ele precisou fazer um transplante de him.]
hair - marcha do carro [Ex. O motorista deu a marcha a hair.]
cream - ato ilegal [Ex.: Roubar o povo é um cream.]
may go - dócil [Ex.: Que cachorrinho may go!]
river - pior que feio [Ex.: Que lugar! Ô river!]
you - expressão de curiosidade [Ex.: You seu irmão?]
paint - objeto de uso pessoal [Ex.: Onde está o meu paint?]
ear - dirigir-se para algum lugar [Ex.: O menino quer ear para casa.]
hand - fazer valer [Ex.: Fora da poupança seu dinheiro não hand.]
as - letra do alfabeto [Ex.: Depois do "q", vem o as...]
she - expressão de temor [Ex.: She... algo deu errado...]

20 de nov. de 2009

no calor


Hoje, debaixo de um calor arrasador, esperando na portaria do prédio onde moro para sair com a família e passear pelo Rio!

29 de set. de 2009

na na ni na na...


Olá!


Amigos, aqui estava a notícia engraçadinha, e aparentemente inocente, pueril, com a foto dos animais, um cachorro pastor alemão e um veado. Sabem que eu comecei a me sentir incomodada com isso? Sério mesmo. Comecei a achar feio, vulgar, de mau gosto, sem graça e mau, até que não aguentei, vim aqui e joguei no lixo a tal piada. Ah, ninguém merece, né? Se eu não estava me sentindo bem, tinha mais é que tirar mesmo a foto e a notícia, cheia de subentendidos e entrelinhas.


Um abraço,


Maya


:)

8 de set. de 2009

petrobras, eletrobras, emobras...

Veja isso! Para ampliar, clique na imagem e descubra o novo investimento do Governo Lula: a EMOBRAS.
COLABORAÇÃO: Maria Amora.

22 de jul. de 2009

leia isso...

Coisas de cérebro . . Da Universidade de Cambridge .

Só pssaoes epsertas cnsoeugem ler itso.

Eu não cnogseui acreidatr que relmanet pidoa etndeer o que etvsaa lndeno. O pdoer fnemoeanl da mntee huamna, de aorcdo com uma psqueisa da Unvireisadde de Cmabrigde, não ipmrota a odrem em que as lteras em uma plavara etsão, a úcina cisoa ipmotratne é que a piremira e a útimla ltreas etseajm no lguar ctreo. O rseto pdoe etasr uma ttaol bnauguça e vcoê adnia pdoreá ler sem perolbmea. Itso pruqoe a mtene haunma não lê cdaa lreta idnvidailuemtne, mas a pvrlaaa cmoo um tdoo. Ipessrinaonte hien? É e eu smrepe pnenesi que slortaerr era ipmorantte! Se vcoê pdoe ler itso pssae aidntae !!


***

COÇRBALAÃO: Assis Groove

26 de jun. de 2009

eu também


Não achei que choraria por um cantor pop. Mas hoje, ouvindo Beat It e Billie Jean, e ensaiando os passos de uma dancinha estilizada, parei e comecei a chorar. Coloquei as mãos no rosto e chorei sem vergonha da dor, sentindo a perda definitiva de algo que, no entanto, já havia acabado. Era eu também, nos anos 80, dançando e decorando as letras das músicas do álbum Thriller. Lá se foi Michael Jackson, figura triste que não lembrava o jovem encantador de 1983, quebrando todas as expectativas de venda de long plays neste planetinha.
É possível que a maioria dos meus leitores tenha passado sua adolescência na Igreja, nos grupos de jovens das escolas dominicais, nos retiros e acampamentos tão comuns entre jovens evangélicos. Eu me converti aos 21 anos, então comigo foi diferente. Vivi os famosos anos 80, o início do rock nacional e, fatalmente, o furacão Michael Jackson. Tinha eu meus 12 pra 13 anos, em 1983 e 1984, quando Thriller estourou no Brasil. Não fiquei imune à dança, à voz, ao visual muito cheio de cores, bottons e brilhos do Michael Jackson. Morava na 403 Norte, em Brasília, e em toda festinha, em toda reunião de escola, todo aniversário e confraternização tinha que rolar Michael Jackson. Quando tocava, a gente dava uns gritinhos de alegria e excitação e corria pra pista de dança. Era o ponto alto das festas, e meus colegas e eu tentávamos fazer o moonwalker e descobrir o segredo daquele deslizamento in-crí-vel. Tinha uma amiga, que morava em um prédio perto do meu, também na 403 Norte, em Brasília, que havia descoberto nas coisas antigas da mãe um par de luvas brancas e brilhantes, recordação de um casamento que já havia até acabado. Então, mediante súplicas e dezenas de “por favor, por favooooor!!!”, cada uma ficou com uma luva, e era o máximo sair ostentando uma luva apenas, como o Michael Jackson, eu na mão esquerda e a minha amiga na mão direita. Infelizmente (ou felizmente) não tenho nenhuma foto devidamente caracterizada.
Eu e minha irmã tínhamos uma coleção de pôsteres, revistas, bottons, reportagens, fotos e qualquer lançamento que trazia o Michael Jackson. Diariamente, fazíamos nossa peregrinação à banca de revistas, para saber se havia alguma coisa dele. Resolvemos pregar os pôsteres na parede do nosso quarto, e ficávamos por longos minutos admirando a beleza daquele homem negro que começava a adquirir traços caucasianos. “Ele é lindo, né?” era a pergunta que nos fazíamos sempre, assentindo com a cabeça e os olhos embevecidos. Michael Jackson foi o primeiro astro pop com quem eu realmente queria me casar. Sua imagem viril e ágil, dançando no clip de Beat It, parecia-me de uma verdade humana incontestável, uma força do bem que sobrepujava todos os outros. Eu fazia a sétima série, e às vezes, quando não tinha aula, passava a tarde ouvindo o LP e dançando sozinha no meio da sala, no piso de tacos de madeira, sem me cansar de nenhuma de suas músicas. Ah, sim, só pra constar: o segundo astro pop com quem eu quis me casar foi o Renato Russo, mas isso antes do show de Brasília, em 1988, para o qual havia reservado grandes expectativas, todas frustradas. Como deve ser fácil de perceber, não tive muita sorte com os dois astros pop realmente belos, viris e carismáticos que marcaram a minha adolescência. Depois do Renato Russo, não tive mais nenhum. Hoje, olho desconfiada para todos os que se apresentam, tentando macaquear alguma coisa parecida com o Michael Jackson ou com o Renato Russo, e desdenho dos calouros. Astro pop, pra mim, hoje em dia, só o Padre Fábio de Melo, e eu sei que ele jamais vai se casar comigo.
Depois de Thriller, Michael Jackson passou anos sem gravar novo álbum. Quando gravou, eu já tinha uns 18 anos e não gostei nada das músicas novas: pareciam um pastiche da legítima black dance music de antes. A aparência dele também me desagradava muito, pois se tornava cada vez mais artificial, perdendo o que havia de verdade e de virilidade em seu sorriso e suas expressões. Michael Jackson deixava de ser um cara cheio de swing, energia e ritmo para se tornar um esquisitão cujo comportamento tornou-se realmente bizarro, e meu amor por ele não resistiu às cirurgias plásticas que deformaram seus belos traços e às coisas ruins que passaram a ser associadas ao seu nome. Dos 12 aos 16 anos fui realmente fã de Michael Jackson. Quando foi gravado o clip da música We Are The World, cheguei a chorar por ver que bom coração ele realmente possuía: haveria alguém mais perfeito do que ele, em todo o mundo? Por isso, eu colecionava tudo, tinha discos (na verdade, só um, o álbum Thriller), via os clipes, suspirava por ele. Cheguei a discutir seriamente com minha amiga das luvas brancas sobre quem iria se casar com ele. Quem era ela para achar que seu amor por ele era maior que o meu? E eu estava certa: a infiel foi arrastada logo depois pela febre dos Menudos, esquecendo-se do Michael, mas eu não gostava daqueles caras que me pareciam ridículos com aquelas dancinhas babacas e permanecia fiel ao meu primeiro amor pop.
Quando soube da fatalidade de sua morte, ontem, fiquei curiosa. Confesso que a ideia não me surpreendeu muito, já que há alguns meses a mídia noticia seu precário estado de saúde. Mas hoje, quando resolvi ouvir suas músicas, não resisti e comecei a dançar. Já não sabia os passos, já não era como antes. Vi então que houve um tempo de juventude, nos anos 80, que não volta mais. Era um tempo em que Michael Jackson era uma unanimidade, e eu o amava porque ele me parecia o mais belo, o mais ágil, melhor e mais atraente que qualquer outro. Ao ouvir Billie Jean, eu me lembrei de que eu também era tão diferente, em algumas coisas melhor do que hoje, em outras, pior. Mas, assim como não se pode mais resgatar aquele Michael Jackson, também não se pode mais resgatar aquela Mayalu. Minha dancinha improvisada, hoje, era exatamente a repetição, por farsa, de uma história tão boa que acabou faz tempo. Por isso, ao me lembrar de que Michael Jackson morreu, eu me lembrei de que uma menina de 13 anos, usando uma ridícula luva branca para ir à padaria comprar pão e leite, também morreu com ele. Os anos 80 definitivamente acabaram, e eu faço seu luto talvez tarde demais, mas só agora realmente consciente de que tudo aquilo acabou, e não tem volta. Ah, sim, mais uma coisa: eu ainda tenho a coleção de pôsteres, reportagens e bottons, guardada numa pasta de papelão vermelha. Nunca tive a coragem de jogá-la fora. Quanto ao LP Thriller, famoso bolachão de vinil, acabei aceitando a sugestão do pastor da igreja onde me converti e o queimei, junto com muitos outros, numa “fogueira santa”, lá pelos idos de 1992. Disso, acreditem, eu me arrependo.
***

19 de jun. de 2009

Lula, o idiota


"Eu penso que o Sarney tem história no Brasil suficiente para que não seja tratado como se fosse uma pessoa comum”

Lula, o grande líder, direto do Cazaquistão.

O grande líder conseguiu praticar dois atos fenomenais em uma só fala.

Primeiro, rasgou a Constituição Federal, no caput do Artigo 5º, que diz: "Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza".

Segundo, esqueceu-se de que grande parte da "história" do Sarney foi apoiar a ditadura, depauperar o Brasil com seus planos econômicos, destruir o Maranhão, fomentar o autoritarismo, a corrupção e o nepotismo dentro das instituições brasileiras.

Ou seja: que grande idiota temos nós, chefiando a Nação!



:)

12 de mai. de 2009

teste seus conhecimentos e vamos aprender

Achei este "teste" - ou "(dis)Simulado" - no Blog Doxa Brasil. Acrescentei as questões 14 e 15 e corrigi umas falhas de ortografia e pontuação, mas o resto foi Ctrl+C e Ctrl+V... Só mais uma coisa: o Silas Malafaia não é pastor de nenhuma igreja no Rio de Janeiro...


ENEM

(Exame Nacional Evangélico Neófito de Ensino Medíocre)

1 – Grupo surgido nos anos de 1970 com acampamentos para jovens:
a) Jovens da Verdade;
b) Jovens da Convicção;
c) Jovens de perna-curta;
d) Jovens de verdade.

2 – Grupo de música gospel surgido em Belo Horizonte:
a) Atrás do Trono;
b) Diante do Trono;
c) Do Lado do Trono;
d) Eu Que Não Me Sento no Trono De um Apartamento Com a Boca Escancarada Cheia de Dentes.

3 – Comunidade evangélica neopentecostal fundada em Brasília:
a) Sara Nossa Terra;
b) Trata Nossa Água;
c) Cura Nosso Fogo;
d) Purifica Nosso Ar.

4 – Mega Igreja Evangélica de Belo Horizonte:
a) Igreja Batista da Lagoinha;
b) Igreja Batista do Riozinho;
c) Igreja Batista do Encapelado Mar;
d) Igreja Batista da Areia Movediça.

5 – Grupo musical do início da década de 1970:
a) Grupo Argola;
b) Grupo Elo;
c) Grupo Algemas;
d) Grupo Prisão Domiciliar.

6 – Músico Evangélico:
a) Guilherme Kerr;
b) Guilherme Desejaa;
c) Guilherme Solicitaa;
d) Guilherme Kerr-Mass-Quee-Deuss-Façaa-aa-Suaa-Vontadee.

7 – Pastor de uma grande igreja pentecostal no Rio de Janeiro:
a) Silas Malafaia;
b) Muller Malafaia;
c) Silas Mala-sem-alça-faia;
d) Silas Pochete-não-faia.

8 – Igreja de São Paulo que não sai da TV não importa a hora que você ligue:
a) Igreja Internacional da Graça de Deus;
b) Igreja Gremista da Graça de Deus;
c) Igreja Grenal da Graça de Deus;
d) Igreja Time-e-religião-não-se-discute da Graça de Deus.

9 – Igreja pentecostal baseada em quatro fundamentos:
a) Igreja do Evangelho Quadrangular;
b) Igreja do Evãgélico Quadrado;
c) Igreja do Evangelho Trapezoidal;
d) Igreja do Evangelho cuja soma dos quadrados dos catetos é igual ao quadrado da hipotenusa.

10 – Igreja dos surfistas:
a) Bola de Neve;
b) Bola de Gude;
c) Bolinhas de Neve no Céu com Diamantes;
d) Pé Grande.

11 – Movimento evangélico que perturba o trânsito em Sampa:
a) Marcha pra Jesus;
b) Câmbio pra Jesus;
c) Ré pra Jesus;
d) Ponto Morto pra Jesus.

12 – Autor de Confissões de um Pastor:
a) Caio Fábio;
b) Caiu Fábio;
c) Tropeçou Fabio;
d) Tudo-Bem-A-Graça-Taí-Pra-Isso Fábio.

13 – Apóstola e pregadora da teologia da prosperidade:
a) Valnice Milhomens;
b) Valnice Trilhomens;
c) Valnice Homens-a-dar-com-pau;
d) Valnice Palmitomens.

14 - Pastor emo deprê muito famoso por seus textos de forte apelo retórico contra tudo e contra todos:
a) Ricardo Gondim;
b) Ricardo Tristim;
c) Ricardo, não fica assim!;
d) Ricardo Revoltadim.

15 - Igreja famosa por salientar a grande e indispensável importância dos dízimos e das ofertas na vida espiritual:
a) Igreja Universal do Reino de Deus;
b) Igreja é Universal, os dízimos são meus!;
c) TV Record;
d) Fala, que eu te escuto! (mas cobro!).

(Teste elaborado pela Verticontes Exames para a FTU - Faculdades Toniolianas Unidas)

5 de mai. de 2009

e ninguém cala...

Hoje eu vi flamenguista em todos os lugares. O ascensorista do prédio comercial onde tive que ir, a cada leva de passageiros, ligava alguma coisa que fazia tocar o hino do Flamengo, com aquele barulhinho típico de celular. Senhores usavam chapéus do Flamengo, crianças usavam a camisa, adolescentes caprichavam na customização. Bonés, tops, bermudas...

Os jornais traziam pôsteres com o time todo, posando pra foto oficial.

O vendedor de uma loja de materiais de construção usava a camisa do Flamengo. O dono da banca de jornais também. 

Tinha até bandeiras estendidas na calçada de uma rua movimentada perto daqui de casa.

Não posso deixar de registrar: ninguém cala a alegria da vitória incontestável do Flamengo e a euforia da maior torcida do mundo!

Mas os botafoguenses também não se calam! 

Clique "pause" na janela Maya_musique e clique aqui para ouvir:

E ninguém calaaa… Esse chororôôô… Chora o presidente, chora o time todo, chora o torcedooor… E ninguém calaaa… Esse chororôôô… Chora o presidente, chora o time todo, chora o torcedooor… E ninguém calaaa… Esse chororôôô… Chora o presidente, chora o time todo, chora o torcedooor…



Ô pessoal, não fica triste, não! Olha o Vasco...

19 de abr. de 2009

sou grata

O blog Amenidades da Cristandade, comemorando um ano de existência em 16/04 (Parabéns!), lançou o selo/prêmio "Melhores Blogs da Cristandade" (acima), em reconhecimento "aos blogueiros amigos que fazem de nossa blogsfera um ligar cada dia melhor". Os primeiros premiados foram os blogs Bereanos, Doa a quem doer, Escrevendo de tudo, Nani e a Teologia, Notícias Cristãs, Púlpito Cristão e Tomei a Pílula Vermelha (para ter acesso aos links de todos, acesse o blog Amenidades da Cristandade).

O blog Notícias Cristãs, seguindo as instruções de recebimento, indicou o Blog da Maya para receber o selo, e também os blogs Amando ao Próximo, Descanso da Alma, Eliseu Antonio Gomes, Letras Santas, Ministério Casados em Cristo e Pastor Arthur Eduardo (para ter acesso aos links de todos, acesse o blog Notícias Cristãs).

O blog do Pastor Arthur Eduardo, por sua vez, indicou o Blog da Maya, também, para receber o selo. Ou seja: o Blog da Maya foi duplamente indicado.

Para receber o selo, se faz necessário seguir as seguintes regras:
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1)Colocar o link do blog que ofereceu o prêmio ao seu blog;
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2)Escolher outros sete blogs de conteúdo cristão (não importando a corrente ou denominação) para receber a premiação e colocar seus links no post que consta a premiação;
.
3)Comunicar os blogs premiados;
.
4)Colocar as regras e a imagem do selo (conforme o código abaixo, direcionando para este post original do prêmio) no post de premiação.
.
Para colocar o selo em seu blog, copie o código aqui.
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O Blog da Maya, já tendo indicado os links dos blogs que nos premiaram, indica para receber o selo os seguintes blogs:

1. Reflexões sobre quase tudo, do Daladier Lima;
2. Encontro com a Bíblia, do Matias Borba;
5. Geração que Lamba, do Victor Leonardo Barbosa, do Renan Diniz, do Nilton Rodolfo e do Carlos Eduardo;
6. E agora, como viveremos?, do Valmir Nascimento Milomem.


Amigos,

Sou grata por mais esse reconhecimento. Este blog foi criado como uma tentativa de responder a algumas discussões ruidosas e indigestas, iniciadas na blogosfera cristã. No início, além de algumas respostas atravessadas a certos blogueiros da blogosfera cristã, postava de tudo, e as músicas não eram só de temática cristã. Depois, com o tempo e como reflexo de mudanças pelas quais eu também passei, o blog foi mudando. As notícias passaram a ter, quase sempre, ligação com o mundo cristão. As músicas também foram alvo de substituição, e pouco a pouco eu passei a postar músicas de caráter exclusivamente cristão. Também já estive em vias de desistir do blog, em horas de muito cansaço. Já me perguntei se o que posto aqui edifica alguém, realmente. Já me perguntei quem são as pessoas que acessam do Japão, da Turquia, da Venezuela e dos outros 74 países que estão listados na coluna da esquerda, mais abaixo. À medida que as postagens avançavam, senti necessidade de ter muito cuidado com o que eu postava. Passei a me perguntar mais se os textos e as imagens fariam bem a quem lesse, despertariam reflexões, questionamentos, vontade de louvar a Deus, urgência de estudar a Bíblia e de pregar a Palavra. Às vezes vou nas postagens iniciais e vejo coisas que foram postadas desde o início, em julho de 2007. Então, faço a poda, retiro o matinho, remexo a terra, rego... Isso quer dizer que acabo apagando postagens antigas, corrigindo outras, refazendo ainda algumas, retirando links, excluindo sites. E não me venham dizer que isso é proibido... Se há uma coisa boa no blog é que ele é um espaço meu, que só eu administro. Como diz o Reinaldo Azevedo, cujo blog passou a ser visita obrigatória diária para mim, o blog é meu e sou eu quem mando aqui (no meu caso, peço orientação a Deus também...).

Também lembro agora que na blogosfera cristã tenho feito bons amigos e descoberto irmãos de fé. Isso é muito bom. Algumas amizades já foram para o Orkut, o Facebook, o Skype. Quem sabe um dia saiamos do mundo virtual e eu não encontre alguém por aí, na igreja, em casa, em um café. Gostaria muito de tomar um café com o Márcio Melânia, o Daladier, o Matias. Queria ouvir os pastores Arthur Eduardo, Altair Germano, Juber Donizete, Julio Soder e Geremias do Couto pregarem. Tinha vontade de me sentar com o Victor Leonardo e, tomando uma tigela de jussara bem espessa (que lá em Belém eles chamam de açaí), ouvir suas ideias. Queria abraçar cada irmão cujos blogs têm me edificado pelas suas postagens, abordagens, links e tanto mais. Pra não dizer que nunca encontrei alguém da blogosfera, tive a oportunidade de conhecer a Norma Braga e tomar um café com ela. Que boa surpresa! Norma é gentil - sua mão de ferro se aplica aos seus princípios, coisa que eu admiro e ainda preciso aprender.

É isso. Construir um blog é uma espécie de terapia ocupacional, mas vai além disso. Tudo o que é mais relevante para mim, em termos de cristianismo, é postado. As músicas que me inspiram são colocadas no podcast, as notícias que me surpreendem e me deixam indignada acabam aqui. Não sei se um dia vou parar, mas penso que haverá um momento de licença sabática: pode ser na reta final do doutorado, pode ser por conta de algum acontecimento de caráter mais pessoal e familiar, pode ser por conta de problemas técnicos. Não sei. Se Deus quiser, e se eu continuar viva, seguimos.


30 de mar. de 2009

preservando a amazônia com os espanhóis...


Espanhóis querem comprar 100 mil hectares da Amazônia

Uma ONG que reúne cientistas espanhóis planeja comprar mais de 100 mil hectares na Amazônia para criar uma reserva natural administrada pelas comunidades indígenas.

"A história da Amazônia passou por séculos de esquecimento, e quando alguém se lembrou da região os resultados foram catastróficos, porque os brancos nunca conversaram com os indígenas", disse à Agência Efe o pesquisador Javier Lobón, do Conselho Superior de Pesquisas Científicas (CSIC) e membro da ONG Manguaré.

Segundo os responsáveis pelo projeto, a reserva natural ficaria entre a cidade colombiana de Leticia e o Parque Nacional de Amacayacu, situado na fronteira com o Brasil e o Peru, e às margens do rio Amazonas.

A região onde está prevista a criação da reserva possui 110 espécies de mamíferos e 500 de aves.

"Muitos indígenas estão extremamente preocupados", disse Lobón, pois as políticas de integração fizeram com que algumas etnias perdessem sua identidade.

"A prova disso é o fato de que, quando entram em contato com a civilização, a primeira coisa que os indígenas fazem é instalar antenas de televisão e, com elas, a cosmologia ocidental", indicou o especialista.

O projeto piloto, iniciado há alguns meses, acontece em um sítio de
80 hectares.

Os promotores da iniciativa esperam conseguir uma parte "suficientemente grande para conservar a cultura indígena e os ecossistemas", através da compra de terras de madeireiras e a cessão de outras por parte dos Governos de Brasil, Colômbia e Peru.

"Não é fácil conseguir escrituras que certifiquem a propriedade do território, mas conhecemos seus moradores e colaboramos com associações locais", especificou Lobón.

Com um orçamento inicial de US$ 240.730, os membros da ONG esperam conseguir financiamento com algumas entidades e organismos oficiais.


***

Por que não vendemos os animais de Brasília pra esse pessoal?


***


FONTE: UOL

 

28 de mar. de 2009

um ano em paris...


Merde!  Um ano em Paris

Comprei esse livro ontem! Estava passeando numa livraria (um programa bom pra sexta à noite) e o vi. Comecei a folheá-lo e, ao ler as primeiras páginas, o riso saiu fácil. A narrativa de Stephen Clarke é fluida, engraçada, soando como um diário. Se você entende alguma coisinha de inglês e francês vai achar o primeiro capítulo muito engraçado. Se conhece Paris e os franceses... bom, aí vai dar umas boas gargalhadas, como eu. O autor consegue captar muito bem l'état d'esprit dos iredutíveis gauleses modernos... O livro foi publicado no Brasil pela editora Record, tem 335 páginas, custa R$ 41,00 e foi traduzido do inglês (A Year in the Merde) por Alexandre Raposo. Já estou na página 128...

3 de mar. de 2009

longe de casa...

Amigos, estou longe, muito longe de casa, numa cidade acolhedora, bela e quente do Nordeste. Viajo a trabalho: apresento comunicação, fruto de pesquisa e muito estudo, assisto a cursos, palestras, mesas-redondas, conferências e afins em importante congresso científico de minha área. Talvez não consiga postar como de hábito, mas peço que continuem a visitar este humilde - porém decente - Blog e a postar seus valiosos comentários. Um abraço nordestino de João Pessoa, na Paraíba.
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Maya
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