Creio que não existe nada de mais belo, de mais profundo, de mais simpático, de mais viril e de mais perfeito do que o Cristo; e eu digo a mim mesmo, com um amor cioso, que não existe e não pode existir. Mais do que isto: se alguém me provar que o Cristo está fora da verdade e que esta não se acha n'Ele, prefiro ficar com o Cristo a ficar com a verdade. (Dostoievski)

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27 de mai. de 2010

É neste dia 30/05/2010, domingo, 18h30!

DIA 30/05/2010, DOMINGO, 18h30, A MISSÃO PORTAS ABERTAS ESTARÁ NA IGREJA METODISTA DE ICARAÍ EM VIRTUDE DO DIA DA IGREJA PERSEGUIDA. ROGÉRIO LUIZ DE SOUSA APRESENTARÁ O TRABALHO DA MISSÃO E A LUTA DOS CRISTÃOS PERSEGUIDOS. 
SE VOCÊ VIVE EM NITERÓI OU NO RIO, VENHA TAMBÉM OUVIR E COMPARTILHAR DOS SOFRIMENTOS DE NOSSOS IRMÃOS QUE VIVEMEM PAÍSES SEM LIBERDADE. PREDICAÇÃO E APRESENTAÇÃO DE VÍDEOS. TRAGA SEUS AMIGOS, NÃO PERCA.
MISSÃO PORTAS ABERTAS
SERVINDO CRISTÃOS PERSEGUIDOS
http://www.portasabertas.org.br/
IGREJA METODISTA DE ICARAÍ
RUA MARIZ E BARROS, 163
ICARAÍ - NITERÓI - RJ
21 - 26121143

19 de dez. de 2009

é amanhã! não perca! :)



DIA 20/12/2009, DOMINGO, 9h, A MISSÃO PORTAS ABERTAS ESTARÁ NA IGREJA METODISTA DE ICARAÍ APRESENTANDO SEU TRABALHO E A LUTA DOS CRISTÃOS PERSEGUIDOS COM SEU REPRESENTANTE, O MISSIONÁRIO ROGÉRIO LUIZ. 
SE VOCÊ VIVE EM NITERÓI OU NO RIO, VENHA TAMBÉM OUVIR E COMPARTILHAR DOS SOFRIMENTOS DE NOSSOS IRMÃOS QUE VIVEMEM PAÍSES SEM LIBERDADE. PREDICAÇÃO E APRESENTAÇÃO DE VÍDEOS. TRAGA SEUS AMIGOS, NÃO PERCA.
MISSÃO PORTAS ABERTAS
SERVINDO CRISTÃOS PERSEGUIDOS
http://www.portasabertas.org.br/
IGREJA METODISTA DE ICARAÍ
RUA MARIZ E BARROS, 163
ICARAÍ - NITERÓI - RJ
21 - 26121143

26 de ago. de 2008

Letras e Semiótica em Niterói - RJ


C O N F E R Ê N C I A
.
Novas tendências da semiótica francesa
.
Claude Zilberberg
(Séminaire intersémiotique de Paris)


Tradução consecutiva para o português: Prof. Dr. Ivã Lopes - USP

Data: sexta-feira, 29 de agosto de 2008
Horário: 14h

Local: Sala 218 - bloco C - Instituto de Letras - Campus do Gragoatá - UFF - Niterói (RJ)

Realização: SeDi - UFF
Apoio : Programa de Pós-Graduação / PROPP
Organização e Divulgação: Prof.ª Dr.ª Lucia Teixeira

O Professor Doutor Claude Zilberberg é um dos grandes nomes da Semiótica greimasiana hoje no mundo, e vem à UFF falar dos desenvolvimentos recentes das pesquisas na área.

Visite:

Site de Claude Zilberberg (em francês):

Site do Grupo de Estudos Semióticos da USP, com textos de Claude Zilberberg em português:

2 de ago. de 2008

Letras em Niterói (RJ): evento internacional

SOCIEDADE BRASILEIRA DE FONÉTICA (SBF)
X CONGRESSO NACIONAL DE FONÉTICA E FONOLOGIA
/IV CONGRESSO INTERNACIONAL DE FONÉTICA E FONOLOGIA (XCNFF/IVCIFF)

Primeira Circular

Rio de Janeiro, 13 de junho de 2008

Prezado(a) Colega,

Temos o grande prazer de convidá-lo(a) para participar do X Congresso Nacional / IV Congresso Internacional de Fonética e Fonologia, que se realizará dos dias 24 a 26 de novembro do corrente ano, na Universidade Federal Fluminense, Niterói, RJ.

Este evento, promovido pela Sociedade Brasileira de Fonética (SBF), já recebeu o apoio de foneticistas e fonólogos de várias universidades brasileiras e estrangeiras.

O tema geral do Congresso é Fonética e Fonologia: Teoria e Aplicação.

Estão previstas conferências e comunicações no âmbito dos seguintes sub-temas:

1. Fonética e Fonologia em abordagens teóricas modernas: perspectivas atuais.

2. Fonética e Fonologia no ensino: processo de alfabetização e aprendizagem de línguas estrangeiras.

3. Fonética e Fonologia nas pesquisas lingüísticas: prosódia, descrições de línguas e processos fonéticos e fonológicos diacrônicos.

4. Fonética e Fonologia na interdisciplinaridade: patologia da fala e procedimentos da síntese e do reconhecimento da voz.

5. Fonética Experimental: pesquisas recentes.

Esperamos poder contar não só com sua presença neste Congresso, mas também com sua valiosa colaboração no sentido de uma ampla divulgação desse evento entre seus colegas docentes e alunos pós-graduandos da área de Fonética e Fonologia e de áreas afins.

Maiores informações no Site da Sociedade Brasileira de Fonética: http://sbfonetica.vilabol.uol.com.br ou pelo e-mail: mtmatta@terra.com.br e pelos telefones:
(21) 2522-8881 e (21) 9334-5457.

Atenciosamente,

Profª Drª Mirian da Matta Machado
Presidente da SBF

***
____________________________________________________
.
UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE
ASSESSORIA PARA ASSUNTOS INTERNACIONAIS
INSTITUTO DE LETRAS
SOCIEDADE BRASILEIRA DE FONÉTICA
X CONGRESSO NACIONAL DE FONÉTICA E FONOLOGIA
/IV CONGRESSO INTERNACIONAL DE FONÉTICA E FONOLOGIA

http://sbfonetica.vilabol.uol.com.br


Niterói, 24, 25 e 26 de novembro de 2008

Data-limite para envio dos resumos: 15 de outubro de 2008

A Sociedade Brasileira de Fonética (SBF) realizará de 24 a 26 de novembro de 2008, na Universidade Federal Fluminense (UFF), Niterói, Rio de Janeiro, o X Congresso Nacional de Fonética e Fonologia/IV Congresso Internacional de Fonética e Fonologia (XCNFF/IVCIFF) que constará de Conferências, Mesas-Redondas, Wokshops, Comunicações Coordenadas, Comunicações Individuais e Posters.

CONGRESSISTAS CONVIDADOS

Alain Ghio (Université d´Aix-en-Provence)
François Wiolland (Université de Strasbourg)
Jean Pierre Zerling (Université de Strasbourg)
Philippe Martin (Université de Paris VII)
Rudolph Sock (Université de Strasbourg)


COMISSÃO EXECUTIVA

Prof.ª Dr.ª Mirian da Matta Machado (UFF) - Presidente do Congresso
Prof. Dr. César Reis (UFMG) - Secretário da SBF
Prof. Dr. Dário Fred Pagel (Universite de Paris/Sorbonne) - Vice-Presidente da SBF
Prof. Dr. João Antônio de Moraes (UFRJ)


COMISSÃO CIENTÍFICA

Prof. Dr. César Reis (UFMG)
Prof.ª Dr.ª Cláudia Nívia Roncarati de Souza (UFF)
Prof. Dr. Dário Fred Pagel (Université de Paris/Sorbonne)
Prof. Dr. Domingos Sávio F. Oliveira (UNIRIO-UVA-UFF)
Prof.ª Dr.ª Edila Vianna da Silva (UFF)
Profa. Dra. Eleonora Cavalcante Albano (Unicamp)
Prof. Dr. Didier Demolin (USP)
Prof. Dr. João Antônio de Moraes (UFRJ)
Prof. Dr. José Olímpio de Magalhães (UFMG)
Profa. Dra. Mirian da Matta Machado (UFF)
Prof. Dr. Plínio Almeida Barbosa (Unicamp)
Prof. Dr. Philippe Martin (Université de Paris VII)
Prof. Dr. Rudolph Sock (Université de Strasbourg)
Prof.ª Dr.ª Sandra Madureira (PUC/SP)
Prof. Dr. Seung-Hua Lee (UFMG)
Prof.ª. Dr.ª. Thaïs Cristófaro-Silva (UFMG)
Prof. Dr. Tommaso Raso (UFMG)
Prof. Dr. Walcir Cardoso (Concordia University)


COMISSÃO ORGANIZADORA

Prof.ª Dr.ª Adelaide Hercília Pescatori Silva (UFPR)
Prof.ª Dr.ª Adriana Nascimento Bodolay (UFMG)
Prof. Dr. Carlos André dos Anjos Teixeira (FERP/UFF)
Prof. Dr. César Reis (UFMG)
Prof.ª Dr.ª Cláudia Nívia Roncarati de Souza (UFF)
Prof. Dr. Domingos Sávio F. de Oliveira (UNIRIO/UVA/UFF)
Prof.ª Dr.ª Edila Vianna da Silva (UFF)
Prof.ª Dr.ª Eleonora Cavalcante Albano (Unicamp)
Prof.ª Dr.ª Mirian da Matta Machado (UFF)
Prof. Dr. Plínio Almeida Barbosa (UNICAMP)
Prof.ª Dr.ª Regina Cruz (UFPA)
Prof. Dr. Rui Rothe-Neves (UFMG)
Prof.ª Dr.ª Sandra Madureira (PUC/SP)
Prof. Dr. Seung-Hua Lee (UFMG)
Prof.ª Dr.ª Teresinha de Moraes Brenner (UFSC)
Prof.ª. Dr.ª. Thaïs Cristófaro-Silva (UFMG)
Prof. Dr. Tommaso Raso (UFMG)


COMISSÃO DE DIVULGAÇÃO

Prof.ª Dr.ª Adelaide Hercília Pescatori Silva (UFPR)
Prof.ª Dr.ª Adriana Nascimento Bodolay (UFMG)
Prof. Me. Adriano de Souza Dias ( FEUDUC/UFF)
Prof. Dr. Aroldo Magno de Oliveira (UFF)
Prof.ª Dr.ª Cláudia Nívia Roncarati de Souza (UFF)
Prof.ª Dr.ª Edila Vianna da Silva (UFF)
Prof. Dr. Geraldo Cintra (USP)
Prof. Dr. João Antônio de Moraes (UFRJ)
Prof.ª Dr.ª Leandra Batista Antunes (UFOP)
Prof.ª Dr.ª Myrian Azevedo de Freitas (UFRJ)
Prof. Dr. Plínio Almeida Barbosa (Unicamp)
Prof.ª Dr.ª Regina Cruz (UFPA)
Prof.ª Drª. Teresinha de Moraes Brenner (UFSC)
Prof. Dr. Tommaso Raso (UFMG)
Prof. Dr. Walcir Cardoso (Concordia University)


TEMA

Fonética e Fonologia: Teoria e Aplicação

Estão previstos trabalhos no âmbito dos seguintes subtemas:

· Fonética e Fonologia em abordagens teóricas modernas: perspectivas atuais.
· Fonética e Fonologia no ensino: processo de alfabetização e aprendizagem de línguas estrangeiras.
· Fonética e Fonologia nas pesquisas lingüísticas: prosódia, descrições de línguas e processos fonéticos e fonológicos diacrônicos.
· Fonética e Fonologia na interdisciplinaridade: patologia da fala e procedimentos da síntese e do reconhecimento da voz.
· Fonética Experimental: pesquisas recentes.

Público-alvo
· Professores e pesquisadores das áreas da Fonética, da Fonologia e das demais áreas afins, que se dedicam ao estudo dos sons da Fala, em seus variados aspectos, articulatório, acústico e perceptivo, nas Universidades e Instituições Científicas brasileiras e estrangeiras.
· Professores do ensino Fundamental e Médio, Professores de Português para Estrangeiros, Professores e estudantes dos Cursos de Letras e Lingüística do Brasil e do Exterior.
· Professores e estudantes dos cursos de Fonoaudiologia, Canto, Oratória e Teatro.
· Médicos otorrinolaringologistas e Fonoaudiólogos que se dedicam aos estudos da patologia da voz.
· Engenheiros e físicos que estudam a acústica da fala, visando o aprimoramento da síntese e do reconhecimento da voz , assim como a transmissão da linguagem falada em seus vários usos.
· Especialistas em perícias da voz.
· Público em geral.

Proposta de Atividades
1. Conferência: As conferências serão propostas pela Comissão Organizadora do Congresso.

2. Mesa-Redonda: As Mesas-Redondas poderão ser propostas pelos sócios da SBF. A proposta da Mesa-Redonda deve ser apresentada do seguinte modo:

· Título da temática da Mesa-Redonda, centralizado, com somente a letra da primeira palavra em maiúscula.
· Abaixo, à direita, nome e sobrenome (este em maiúscula) do coordenador,
seguido da sigla da Instituição a que pertence, entre parênteses.
· Nas linhas seguintes, nomes e sobrenomes dos demais participantes, com as respectivas siglas das instituições a que pertencem, entre parênteses.
· Título do trabalho de cada participante, centralizado, com somente a letra da primeira palavra, em maiúscula.
· Abaixo de cada título dos trabalhos dos participantes da Mesa-Redonda, o resumo correspondente, de no máximo 300 palavras, seguido na linha abaixo de três a cinco palavras-chaves.

3. Comunicação Coordenada: Segue o mesmo modelo de apresentação da Mesa-Redonda.

4. Comunicação Individual: Os participantes dessa atividade deverão ter como titulação mínima a Especialização. A proposta de Comunicação Individual deve ser apresentada do seguinte modo:
· Título, como na Mesa-Redonda.
· Na linha abaixo, à direita, nome do participante, como na Mesa-Redonda.
· Resumo, como na Mesa-Redonda.

5. Poster: Poderão apresentar trabalhos, em forma de Poster, especialistas, mestres e doutores. A proposta de Poster deve ser apresentada do seguinte modo:
· Título, modelo da Mesa-Redonda.
· Na linha abaixo, à direita, nome do participante, como na Mesa-Redonda.
· Resumo, como para a Mesa-Redonda.

6. Minicurso: Os Minicursos, em número reduzido, serão ministrados por doutores e podem ser propostos pelos sócios da SBF. Sua apresentação deve conter:
· Título, modelo da Mesa-Redonda
· Nome, titulação e instituição do ministrante.
· Ementa e bibliografia, esta de acordo com a ABNT-Nbr 6023.

7. Lançamento de Livros e Revistas/Exposição Bibliográfica: As pessoas ou Instituições que desejarem lançar Livros e Revistas ou participar da Exposição Bibliográfica devem enviar (por Sedex) um exemplar de suas publicações, teses de Doutorado, dissertações de Mestrado ou outros trabalhos, da área da Fonética e Fonologia e das áreas afins, para o endereço da Secretaria da SBF:

Sociedade Brasileira de Fonética
A/C Prof.ª Dr.ª Mirian da Matta Machado
Rua Visconde de Pirajá, 243, Apto. 801
22410-001 Ipanema, Rio de Janeiro, RJ, Brasil

***

INSCRIÇÕES

As inscrições para o X Congresso Nacional /IV Congresso Internacional de Fonética e Fonologia já estão abertas e o prazo final, tanto para a inscrição no Congresso, como para o envio dos resumos é dia 15 de outubro de 2008. Após essa data poderão ser feitas inscrições apenas como ouvinte e nos minicursos.

Somente os Sócios Efetivos e Sócios Estudantes da SBF, com a anuidade de 2008 em dia podem apresentar trabalhos, mas para assistir às atividades do Congresso como ouvinte não é necessário ser membro da SBF. Só poderão freqüentar os Minicursos aqueles que estiverem inscritos no Congresso.

No caso de trabalhos apresentados em conjunto, todos os participantes do grupo precisam associar-se a SBF e inscrever-se no Congresso, individualmente, pagando as taxas.

Assim, para a apresentação de trabalhos é preciso que a inscrição no congresso, a adesão à SBF e o pagamento das taxas de participação no evento já tenham sido feitos. Se você ainda não se associou à SBF, entre no site http://sbfonetica.vilabol.uol.com.br e preencha o Formulário de Adesão à Sociedade, que deverá ser enviado, por e-mail, juntamente com a Ficha de Inscrição no Congresso e o resumo.

A inscrição no Congresso poderá também ser feita pelos correios, por Sedex, com o envio do resumo, do comprovante de pagamento das taxas e desses dois formulários (exemplares abaixo), para a Secretaria da SBF, no endereço:

Sociedade Brasileira de Fonética
A/C Prof.ª Dr.ª Mirian da Matta Machado
Rua Visconde de Pirajá, 243 Apto. 801 Ipanema
22410-001 Rio de Janeiro, RJ Brasil

As cartas de aceitação de trabalhos serão enviadas à medida que forem sendo recebidos os resumos, até o dia 20 de outubro de 2008.

Dadas as dificuldades de financiamentos para eventos científicos, a SBF e a UFF, a priori, não podem assegurar passagem, hospedagem ou pró-labore aos responsáveis por Conferências, Minicursos e outras atividades no Congresso.

***
________________________________________________________

SOCIEDADE BRASILEIRA DE FONÉTICA (SBF)

Formulário de adesão
Nome:___________________________________________________
Nº RG__________________Orgão Expeditor _________Data_______
Nº CPF________________________________________________
Endereço:______________________________________ Nº_______
Aptº: _______ Bairro: _________________ CEP:________________
Cidade:________________________ Estado:_____________
País: __________________________ Telefone:_________________
Fax:__________________ e-mail:______________________
Profissão/ou Curso______________________________________
Local de Trabalho ou Estudo:______________________________
Endereço:______________________________ Nº___________
Bairro: ____________ Caixa Postal: __________ CEP:__________
Cidade:_____________________________ Estado:________________
País:____________________________ Telefone:_________________
Fax:__________________ e-mail:__________________________
Área de Especialização ou Interesse:
___________________________________________
.
Titulação: o Graduado o Especialista o Mestre o Doutor
.
Indicar dois membros da SBF para apresentação:
.
1.__________________________________________
.
2.__________________________________________
.
Lugar e data: ___________________ , ___/___/______

Assinatura_________________________________________

Obs.
1. No caso de envio desse formulário por e-mail, a adesão à SBF só será aceita após a confirmação do pagamento da anuidade.
2. O pagamento da anuidade da SBF nesse ano de 2008 será feito juntamente com o pagamento da inscrição no Congresso.

_________________________________________________________
.
***
_________________________________________________________
.
FICHA DE INSCRIÇÃO NO CONGRESSO
SOCIEDADE BRASILEIRA DE FONÉTICA
X CONGRESSO NACIONAL DE FONÉTICA E FONOLOGIA/
IV CONGRESSO INTERNACIONAL DE FONÉTICA E FONOLOGIA
FICHA DE INSCRIÇÃO

Nome:________________________________________________

Endereço:___________________________ Nº______Apto: _____
Bairro: ____________________ CEP:____________________
Cidade:_______________Estado:_____________País:___________ Telefone/Fax:_________________ e-mail:______________________
Profissão/ou Curso_________________________________________
Local de Trabalho ou Estudo:________________________________
Endereço_________________________________ Nº_____
Bairro: _____________CEP: ___________Cidade_____________
Estado:____________País:____________ Telefone______________
Fax:________________ e-mail:_____________________
Titulação: o Graduado o Especialista o Mestre o Doutor
Participação: : o Conferência o Mesa-redonda o Comunicação Individual
o Comunicação Coordenada o Poster o Minicurso o Ouvinte

Título do Trabalho:
__________________________________________________

Área do conhecimento do trabalho (Área do CNPq):
__________________________________________________

Equipamento necessário: o retroprojetor o data show o Outros
Lugar e Data: ______________ , ____/__________/______.

Assinatura: ____________________________________

______________________________________________________
.
***
.
VALORES DA INSCRIÇÃO NO CONGRESSO
PÚBLICO
VALOR
Profissionais
Com apresentação de trabalho, incluindo anuidade da SBF.

Sem apresentação de trabalho (ouvinte – sem anuidade)

R$ 340,00 / 240 US$ /
150 euros
R$ 130,00
Estudantes da Pós-Graduação
Com apresentação de trabalho, incluindo anuidade da SBF

Sem apresentação de trabalho (ouvinte - sem anuidade)

R$ 170,00 / 120 US$ /
75 euros
R$ 65,00
Estudantes da Graduação (ouvinte - sem anuidade)
R$ 50,00


Formas de Pagamento

1. Cheque cruzado nominal à Sociedade Brasileira de Fonética, acompanhado da Ficha de Inscrição no Congresso, devidamente preenchida, enviado por carta registrada ou SEDEX para a Secretaria da SBF, no endereço abaixo:

Sociedade Brasileira de Fonética
A/C Prof.ª Dr.ª Mirian da Matta Machado
Rua Visconde de Pirajá, 243 Apto 801 Ipanema
22410-001 Rio de Janeiro, RJ, Brasil
Telefone: (021) 2522-8881 – (021) 9334-5457


2. Depósito bancário no Unibanco, Agência nº 0381, Conta Corrente nº 219381-5. Neste caso o comprovante do depósito deve ser enviado, juntamente com a Ficha de Inscrição no Congresso, para o endereço indicado acima, ou pelo FAX (021) 2522 – 8881.
________________________________________________________
.
***
.
________________________________________________________

NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DOS TRABALHOS
A SEREM PUBLICADOS NO CADERNO DE RESUMOS


O texto deverá ser apresentado de acordo com as seguintes normas:

1. Título do trabalho, centralizado, com apenas a letra da primeira palavra em maiúscula.
2. Na linha abaixo e à direita, dado espaço duplo, o nome do autor (ou autores), seguido da sigla da instituição a que pertence.
3. Resumo até 300 palavras, em formatos DOC/RTF (Word) ou PDF, em Português, Inglês ou Francês.
4. Fonte Times New Roman, tamanho doze, espaço dois, sem recuo de linha.
5. No final do resumo dar as palavras-chave, de três a cinco.

Enviar o resumo para o e-mail mtmatta@terra.com.br, ou em texto, por Sedex, para a Secretaria da SBF.


PUBLICAÇÃO DOS TRABALHOS COMO ARTIGO COMPLETO

Os participantes poderão também submeter seus trabalhos à publicação como artigo completo, nos Anais do Congresso. Para isso deverão enviá-los, impresso em duas vias, para o mesmo endereço dado para o envio dos resumos, juntamente com uma cópia em disquette. Os trabalhos para publicação como artigo completo não serão recebidos por e-mail.

Os trabalhos submetidos para publicação como artigo completo serão avaliados por três pareceristas da Comissão de Editoração. Apenas os trabalhos aprovados por, no mínimo, dois pareceristas serão encaminhados para publicação, desde que as modificações sugeridas, se houver, forem atendidas pelo autor.

Os trabalhos submetidos deverão seguir as instruções abaixo relacionadas:

1. Os trabalhos devem ser digitados em Times New Roman, tamanho doze, espaço 2, em formatos DOC/RTF (Word) ou PDF, em Português, Inglês ou Francês e terem , no caso das conferências, no máximo 10 laudas, incluindo as referências e ilustrações; e no caso das comunicações, até 5 laudas, também incluindo as referências e ilustrações.
2. O título do artigo, as palavras–chave e o resumo deverão constar no final do corpo do trabalho em inglês, para os trabalhos submetidos em português, e em português para os trabalhos submetidos em inglês.
3. As ilustrações (tabelas, fotos, gráficos, etc) deverão ser apresentadas ao final dos textos, em arte final e com as respectivas legendas numeradas, indicando-se, no texto, sua localização. No caso de ilustrações já publicadas, mencionar a fonte.
4. As notas e as referências bibliográficas devem vir após o texto e ser apresentadas de acordo com a ABNT-Nbr 6023.
5. O prazo final para o envio desses artigos é 24 de novembro de 2008 e, para a divulgação de seus aceites, 28 de fevereiro de 2009.
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***
.
INFORMAÇÕES
O site da Sociedade Brasileira de Fonética (SBF): http://sbfonetica.vilabol.uol.com.br
Telefones da Secretaria da SBF: (21) 2522-8881 ou (21) 9334-5457
E-mail: mtmatta@terra.com.br
.
***
.
Prezada Mayalu,

Desejo que tudo esteja bem. Venho convidá-la para o nosso proximo Congresso de Fonética, esperando que venha, e ainda trazendo colegas. Envio-lhe as informações sobre esse evento, pedindo-lhe que as divulgue nas universidades da região, o que muito lhe agradeço.

Atenciosamente,
Professora Mirian da Matta Machado
Presidente do XCNFF/IVCIFF

28 de jun. de 2008

Letras em Fortaleza - CE

Encontro Nacional de Texto e Cultura
.
Primeira Chamada: 29 de outubro a 1º de novembro de 2008
Universidade Federal do Ceará
Programa de Pós-graduação em Lingüística
Grupo Protexto
Secretaria de Cultura do Estado do Ceará

Website do congresso:
http://www.textoecultura.ufc.br/abert.html
E-mail do congresso: textoecultura@gmail.com


1) Eixos temáticos:

O objetivo principal do evento é propiciar o intercâmbio de pesquisas e reflexões sobre temas caros tanto à ciência lingüística quanto a outras áreas das ciências sociais, tais como texto, discurso, cultura, cognição, gramática e literatura. O evento abordará as seguintes temáticas:

  • Lingüística do Texto;
  • Análise do Discurso;
  • Análise Crítica do Discurso;
  • Análise da Conversação;
  • Funcionalismo;
  • Semiótica Discursiva;
  • Literatura;
  • Psicanálise;
  • Sociologia;
  • Filosofia;
  • Antropologia;
  • Comunicação Social;
  • Educação;
  • Outros temas relacionados a texto e cultura.

2) Convidados:

Internacionais:

  • Antónia Coutinho (Portugal);
  • Hardarik Blühdorn (Alemanha);
  • Jean-Michel Adam (França);
  • Robert Vion (Suíça).

Nacionais:

  • Clélia Jubran (Unesp);
  • Ingedore Koch (Unicamp);
  • Izabel Magalhães (UnB);
  • Maria Helena de Moura Neves (Unesp).

3) Informações importantes:

  • Prazo final para a submissão de resumos: 31 de julho de 2008 (primeira chamada);
  • Os formulários de inscrição e as formas de pagamento encontram-se no website do congresso;
  • Informações sobre local, acomodações e programação social serão disponibilizadas no website do congresso.

4) Modalidades de participação:

  • Sessão coordenada: para doutores, mestres, especialistas, graduados e estudantes de pós-graduação;
  • Pôster: para estudantes de graduação;
  • As conferências e mesas-redondas ficarão a cargo dos professores convidados e, no caso das mesas-redondas, outros pesquisadores doutores;
  • Cada participante poderá inscrever apenas um trabalho para apresentar no evento. O limite é válido inclusive para trabalhos em co-autoria;
  • Aqueles que não conseguirem compor uma sessão coordenada devem fazer sua inscrição individualmente, para depois serem alocados em uma sessão pela Comissão Organizadora;
  • As normas para o envio de resumos e para a posterior publicação dos trabalhos encontram-se disponíveis no website do evento.

5) Comissão organizadora:

  • Coordenadora: Profa. Dra. Mônica Magalhães Cavalcante (UFC);
  • Profa. Dra. Eulália Vera Lúcia Fraga Leurquin (UFC);
  • Prof. Dr. Clemilton Lopes Pinheiro (UFAL)
  • Profa. Ms. Mariza Angélica Paiva Brito;
  • Profa. Ms. Karine Alves David (SECULT);
  • Prof. Ms. Valdinar Custódio Filho;
  • Profa. Ms. Thatiane Paiva de Miranda;
  • Profa. Ms. Mirna Gurgel (SEDUC);
  • Profa. Ms. Fátima Medina (FIC);
  • Profa. Ms. Jammara Oliveira Vasconcelos de Sá (SEDUC);
  • Profa. Dra. Maria Elias Soares (Coordenadoria de Assuntos Internacionais-UFC).

6) Período de inscrição e valores:

Participação com apresentação de trabalho:

- Primeira chamada (28 de abril a 31 de julho de 2008):

  • Aluno de graduação – R$ 30,00;
  • Aluno de pós-graduação – R$ 40,00;
  • Profissional – R$ 60,00;
  • Professor Universitário – R$ 80,00

- Segunda chamada (1º a 30 de agosto de 2008):

  • Aluno de graduação – R$ 50,00;
  • Aluno de pós-graduação – R$ 60,00;
  • Profissional – R$ 80,00;
  • Professor Universitário – R$ 100,00;

- Participação sem apresentação de trabalho:

Período: 28 de abril a 31 de julho de 2008:

  • Aluno de graduação – R$ 20,00;
  • Aluno de pós-graduação – R$ 30,00;
  • Profissional – R$ 35,00;
  • Professor Universitário – R$ 40,00;

Período: 1º de agosto a 29 de outubro de 2008:

  • Aluno de graduação – R$ 40,00;
  • Aluno de pós-graduação – R$ 50,00;
  • Profissional – R$ 55,00;
  • Professor Universitário – R$ 60,00.

7) Apoio:

  • Banco do Nordeste do Brasil;
  • Caixa Econômica Federal

A Coordenação do I Encontro Internacional de Texto e Cultura - Grupo Protexto - UFC

23 de jun. de 2008

Letras em Niterói - RJ

Universidade Federal Fluminense
Núcleo de Estudos Galegos
.
Ciclo de Palestras
Norma e Conflito Lingüístico
.
Reflexões sobre as Propostas Normativas do Galego:
Análise Sócio-histórica
Profª Valéria Gil Condé (USP)
.
Dia 25 de junho de 2008, quarta-feira, 18h
Sala 218, bloco C, Instituto de Letras
Campus do Gragoatá
UFF
.
***

15 de jun. de 2008

Letras em Caxias - MA


II Encontro de Pesquisadores em Linguagem e Literatura

Centro de Estudos Superiores de Caxias

Universidade Estadual do Maranhão

Acontece, no período de 25 a 27 deste mês, o II Encontro de Pesquisadores em Linguagem e Literatura, com o tema: A pesquisa em Linguagem e Educação.

O evento será realizado pelo Departamento de Letras do Centro de Estudos Superiores de Caxias da Universidade Estadual do Maranhão (CESC-UEMA).

A coordenação está a cargo da professora doutora Raimunda Celestina Mendes da Silva e dos professores mestres Antônio Luiz Alencar Miranda e José de Ribamar Dias Carneiro.

Durante três dias, será realizada uma vasta programação com palestras, conferências, mesas-redondas e minicursos. Entre os conferencistas estão o professor doutor Luis Miguel Gonçalves (Columbia University, EUA), a professora doutora Tânia Ramos (Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC), a professora doutora Maria do Rosário Gregolin (UNESP) e o professor doutor Adauri Brezolin (Universidade Metodista de São Paulo - UMESP), além de outros.

Algumas palestras que serão realizadas no encontro: Escritas de si: lugares da memória; Desenraizamento cultural e Representação Identitária na Escrita Pós-Colonial da Comunidade Lusófona (CPLP); Letramento e Ensino; Cinema e Literatura; A Africanidade do Português na Articulação da Moçambicanidade e O inglês do dia-a-dia: idiomatismos, coloquialismos e outras expressões.

Para os interessados nas oficinas e minicursos, o evento proporcionou diversidade de temas: Narrativa Brasileira Contemporânea, que será ministrada pela professora doutora Tânia Ramos (UFSC); Estudos Culturais, com o professor doutor Luis Miguel Gonçalves (Columbia University, EUA); Introdução à Lingüística de Corpus: uma grande aliada ao ensino e à tradução de língua estrangeira, com a professora doutora Adauri Brezolin (UMESP); A inserção da Literatura e da Cultura Africana Lusófona nos currículos escolares: alternativas para a aplicação da Lei 10639, ministrada pela professora doutora Claudiany Pereira; Questionando o Cânone literário: a condição étnico-racial e de gênero na literatura brasileira, com a professora mestre Assunção de Maria Sousa e Silva; Análise do Discurso Crítica e Lingüística Aplicada, com o doutorando Waltessar José de Mesquita Carneiro (UEMA-CESB); A Prática Pedagógica de Multimeios Utilizando os Aplicativos do Linux, com a mestre Shirlane Maria Batista da Silva Miranda e a especialista Lidinalva de Almada Coutinho (UEMA-CESC) e Da Leitura à Literatura: Uma Proposta de Ensino, com a mestre Solange Santana Guimarães Morais (UEMA-CESC). As inscrições serão feitas no Departamento de Letras do CESC – UEMA.

Quanto aos comunicadores que queiram inscrever seus trabalhos, poderão enviá-los juntamente com o texto (resumo) e o cheque nominal a Maria de Fátima Gomes Pereira, da maneira mais segura possível, para o endereço:
  • II Encontro de Pesquisadores em Linguagem e Litaratura - Departamento de Letras AC, Centro de Estudos Superiores de Caxias - CESC, Morro do Alecrim, s/nº, Bairro Morro do Alecrim, Caxias-MA, CEP: 65600-000.

A Comissão Executiva do evento reserva-se o direito de recusar o trabalho que não se enquadrar nas especificações acima mencionadas. As comunicações serão individuais, mas podem ser aceitas inscrições de proposta pedagógica em dupla. A inscrição é limitada a apenas um trabalho por comunicador. O texto deve ser apresentado pelo próprio autor.


PROGRAMAÇÃO


Dia 25/06/2008, quarta-feira

9h – Abertura oficial

9h30 – Conferência de abertura - Escritas de si: lugares da memória - profª. drª. Tânia Ramos (UFSC); coordenadora: profª. drª. Raimunda Celestina Mendes da Silva (CESC/UESPI)

11h – Palestra - Desenraizamento cultural e Representação Identitária na Escrita Pós-Colonial da Comunidade Lusófona (CPLP) profª. drª. Claudiany Pereira; coordenadora: profª. drª. Algemira de Macedo Mendes

14h às 18h – Oficinas/Minicurso/Painel

18h30 – Sessão de Comunicação

Dia 26/06/2008, quinta-feira

9h – Mesa-Redonda: Letramento e Ensino, Letramento e Aprendizagem da Escrita: Interfaces os Anos Iniciais do Ensino Fundamental – profª. msc. Bárbara Olímpio (UESPI); Letramento Literário – prof. dr. Diógenes Buenos Aires (UEMA); Linguagem: uma atividade de produção e reconhecimento de formas – profª. drª. Maria Auxiliadora Lima (UFPI). Coordenadora: profª. mestra Deline Maria Fonseca Assunção

10h30 – Palestra: Cinema e Semiótica - prof. me. Antonio Luiz Alencar Miranda (UEMA-CESB) Coordenador: Profª. MSc. Solange Santana Guimarães Morais

11h – Palestra: A Africanidade do Português na Articulação da Moçambicanidade Profº Dr. Luís Miguel Gonçalves – Columbia University Coordenador: profª. drª. Marinalva Aguiar Teixeira

14h às 18h – Oficinas/Minicurso/Painel

18h30 – Sessões de Comunicação

Dia 27/06/2008, sexta-feira

9h – Palestra: O inglês do dia-a-dia: idiomatismos, coloquialismos e outras expressões, com o prof. dr. Adauri Brezolin (UMESP). Coordenadora: profª. me. Noeme Cunha Pereira

10h30 – Mesa-Redonda: Literatura Maranhense: Luto e Melancolia em “Cais da Sagração” de Josué Montelo – profª. me. Maria do Socorro Carvalho; Ficção e História em “A Balaiada” de Viriato Correia – profª. drª. Raimunda Celestina Mendes da Silva (UEMA/UESPI); A Vanguarda em Maria Firmina dos Reis – profª. drª. Algemira de Macedo Mendes. Coordenador: prof. me. Elizeu Arruda de Sousa.

14h às 16h – Curso: Narrativa Brasileira Contemporânea

16h30 – Conferência: Análise do Discurso, Mídia e Identidades, com a profª. drª. Maria do Rosário Gregolin (UNESP). Coordenador: prof. dr. Diógenes Buenos Aires de Carvalho.

18h – Encerramento:

  • Momento Cultural Banda C5;
  • Lançamento de Livros.

Oficinas e Minicursos

  1. Minicurso: Narrativa Brasileira Contemporânea - ministrante: profª. drª. Tânia Ramos (UFSC) - carga horária: 10 h/a - vagas: 40 - horário: 14h às 18h / 14h às 16h - dias: 25, 26 e 27 de junho/2008;
  2. Minicurso: Análise do Discurso Crítica e Lingüística Aplicada - ministrante: prof. me. Walterssar José de Mesquita Carneiro (UEMA-CESB) - carga horária: 8 h/a - vagas: 40 - horário: 14h às 18h - dias: 25 e 26 de junho/2008;
  3. Minicurso: A Prática Pedagógica de Multimeios Utilizando os Aplicativos do Linux - ministrantes: profª. me. Shirlane Maria Batista da Silva Miranda e profª esp. Lidinalva de Almada Coutinho (UEMA-CESC) - carga horária: 12 h/a - vagas: 40 - horário: 14h às 18h - dias: 25, 26 e 27 de junho/2008;
  4. Oficina: Estudos Culturais - ministrante: prof. dr. Luis Miguel Gonçalves (Columbia University, EUA) - carga horária: 8 h/a - vagas: 15 - horário: 14h às 18h - dias: 25 e 26 de junho/ 2008;
  5. Oficina: Introdução à Lingüística de Corpus: uma grande aliada a ensino e à tradução de língua estrangeira - ministrante: prof. dr. Adauri Brezolin (UMESP) - carga horária: 8 h/a - vagas: 40 - horário: 14h às 18h - dias: 25 e 26 de junho/ 2008;
  6. Oficina: A inserção da Literatura e da Cultura Africana Lusófona nos currículos escolares: alternativas para a aplicação da Lei 10639 - ministrante: profª. drª. Claudiany Pereira - carga horária: 8h/a - vagas: 40 - horário: 14h às 18h - dias: 25 e 26 de junho/2008;
  7. Oficina: Questionando o Cânone literário: a condição étnico-racial e de gênero na literatura brasileira - ministrante: profª. me. Assunção de Maria Sousa e Silva (UEMA-CESC) - carga horária: 4 h/a - vagas: 40 - horário: 14h às 18h - dias: 25 de junho/2008;
  8. Oficina: Da Leitura à Literatura: Uma Proposta de ensino - ministrante: profª. me. Solange Santana Guimarães Morais - carga horária: 4 h/a - vagas: 40 - horário: 14h às 18h - dias: 26 de junho/2008;

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NOTA: Só tenho um conselho, sobretudo para os estudantes de Letras que estão no Nordeste, o que facilita o acesso: PAR-TI-CI-PEM!!! Vocês não vão perder essa, hein? Pra quem não sabe, Caxias é a terra do genial Zeca Baleiro...

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8 de jun. de 2008

Letras em Niterói - RJ

SEMINARIOS INTERSEMIÓTICOS
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Coordenação: Prof. Dr. Latuf Isaias Mucci.
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Organização: Fábio Cerdera, Gisele Andrade, Jane Malafaia e Ricardo Portella.
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Datas e horários: 17/06/2008 e 24/06/2008, das 13h30 às 18h.
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Local de realização: UFF - Coordenação de pós-graduação em Letras, R. Prof. Marcos Waldemar de Freitas Reis, s/nº, Campus do Gragoatá, Bloco C, salas 214 e 218, São Domingos, Niterói - RJ.
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Será emitido certificado de participação aos que comparecerem nos dois dias. Para maiores informações, contate portella2@gmail.com
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Programação
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Comunicações:
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1) Dia 17/06/2008, terça-feira (sala 218 - bloco C):
  • Recepções conscientes do Inconsciente - Alda Coimbra;
  • As múltiplas intertextualidades em "Balzac e a costureirinha chinesa" - Alessandra Rorfa;
  • Letras Fluminenses: a quixotesca aventura literária de Luiz Magalhães - Ana Paula Campos de Almeida;
  • Deus ex sensu versus Deus ex machina: dois momentos da fé cristã sob o olhar da Estética da Recepção - Antônio Marcos Pimentel;
  • Caio e Gibran: dialogo em torno da retórica das jóias - Berta Antunes;
  • Cantando e contando histórias/Outras: retórica e ideologia no corrido e o no cordel - Carina Troina;
  • Atualizando Peirce: relações entre a semiótica na leitura de imagens - Cristiane Borowski;
  • Medéia: caminhos de uma deusa humanizada - Daniele Kazan;
  • "O Vestido": uma leitura em duas vias - Eloísa Elena Resende;
  • A relação do autor e do leitor a partir do estudo do código bibliográfico de obras de Machado de Assis - Fabiana da Costa Ferraz;
  • A Retórica e a criação na pintura histórica de Antônio Parreira - Fábio Cerdera;
  • Entre Medieval e a Estética da Recepção: Liturgia e Relação Intersemiótica - Jander Antônio.

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2) Dia 24/06, terça-feira (sala 214 - bloco C):

  • Entre bruxos e guris: análise da teoria do efeito a partir dos diálogos entre Machados de Assis e Eça de Queiroz, Chico Buarque de Hollanda e Vinicius de Moraes - Felipe Eugênio dos Santos Silva;
  • Muta poesis, eloquens pictura: traduzibilidade intercódigos - Gisele Nery de Andrade;
  • Metalinguagem da tradução - Maria das Gracas Nogueira;
  • Metáfora: resíduo da Retórica - Jane Malafaia;
  • "Ouvindo Rosa": barbarismo dissonante - Leandro Domith;
  • Arte, literatura e mídia: a escrita em blog - Raquel Alves;
  • Computador: a maquina retórica - Ricardo Portella;
  • Uma analise da canção "Tropicália" - Rodrigo Marconi;
  • O texto na música de Wagner - Rubens Oliveira;
  • O enunciado fotográfico entre o discurso e a história - Sérgio T. Machado;
  • A Teoria da Recepção na fotografia de Chema Madoz - Tatiana Xerez

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7 de jun. de 2008

Letras em Caxias - MA

I Encontro de Pesquisadores em Linguagem e Literatura
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A Pesquisa em Linguagem e Educação
De 25 a 27 de junho de 2008
Curso de Letras em Caxias - Maranhão
Universidade Estadual do Maranhão
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Palestrante: Dr. Luís Miguel Gonçalves
Departament Of Spanish & Portuguese
Columbia University
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Conferências
Palestras
Mesas Redondas
Mini-Cursos
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Contatos: prof. Antônio Luiz Alencar Miranda (antonioluiz_am@hotmail.com)

6 de jun. de 2008

Letras em Niterói - RJ

NUCLEO DE ESTUDOS GALEGOS
INSTITUTO DE LETRAS
UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE


Mesa redonda

"A normatização e a normalização do galego"

PROFA. PILAR GARCIA NEGRO (Universidade da Coruña)
PROF. XOSÉ MANUEL SÁNCHEZ REI (Universidade da Coruña)
PROF. XOSÉ RAMÓN FREIXEIRO MATO (Universidade da Coruña)

Quinta-feira, 12 de junho, às 14h.

SALA 218 do BLOCO C
INSTITUTO DE LETRAS - CAMPUS DO GRAGOATÁ
UFF - NITERÓI

4 de jun. de 2008

Letras em João Pessoa - PB: VI Congresso Internacional da ABRALIN & XIX Instituto de Lingüística

E-mail recebido por mim em 04/06/2008
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Prezados Colegas:

Estamos dando início aos preparativos para os dois grandes eventos da ABRALIN que acontecerão em João Pessoa:

O VI Congresso Internacional da ABRALIN - período de 04 a 07 de março de 2009;
O XIX Instituto de Lingüística - período de 09 a 13 de março de 2009.

Para o Instituto, aceitamos sugestões dos colegas com indicação de nomes das diversas áreas da Lingüística, do Brasil e do exterior, que ofereçam cursos (duração 15 horas).

Algumas áreas definidas:

Fonologia, Morfologia, Sintaxe, Semântica, Pragmática, Línguas Indígenas, Processamento, Variação e Mudança, Dialectologia, Funcionalismo, Lingüística Histórica, Texto, Discurso, Gêneros Textuais etc.

Aproveito a oportunidade para informar que já estão abertas as inscrições para o ABRALIN EM CENA MATO GROSSO DO SUL, que acontecerá em setembro no período de 17 a 20. E ainda com essa nossa política, já estamos começando a organizar o ABRALIN EM CENA RORAIMA, que acontecerá no período de 15 a 17 de outubro.

Abraços,

Dermeval da Hora
Presidente da Abralin - Associação Brasileira de Lingüística
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Você faz Letras? ACESSE o site da
Conheça. Associe-se.

2 de jun. de 2008

Letras no Rio de Janeiro


A Cátedra Jorge de Sena divulga a conferência do Prof. Helder Macedo
(King's College) na Academia Brasileira de Letras
no contexto das comemorações machadianas

Conferências da Academia Brasileira de Letras

Teatro R. Magalhães Jr. (segundo andar do prédio novo da Academia)
HORÁRIO: TERÇAS-FEIRAS ÀS 17:30
ENTRADA FRANCA
4º Ciclo de Conferências: "Aspectos da literatura machadiana I"
Coordenação: Ivan Junqueira

24/6 - Helder Macedo: "A cigana e o mulato"

CONTINUAÇÃO DO CICLO MACHADIANO:
01/7 - Luis Paulo Horta e José Miguel Wisnik: "A música em Machado de Assis
08/7 - Alberto da Costa e Silva : "A paisagem em Machado de Assis"
15/7 - Nélida Piñon: "O Rio de Janeiro na ficção machadiana"
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IMAGEM: Web

Letras no Rio de Janeiro

III Simpósio de Literatura Contemporênea‏

PROGRAMAÇÃO GERAL

DIA 10: TERÇA-FEIRA

8:30 G1: Retirada do material/ Inscrições de ouvintes e em Mini-cursos
9:30 G1: Sessão de Abertura
9:45 G1: Conferência de Abertura
"O COMEÇO DO FIM (TEORIA ANTROPOFÁGICA HOJE)", por Silviano Santiago (UFF)
Apresentação: Luiz Edmundo Bouças Coutinho (UFRJ)

11:00: Coffee Break

11:15 G1: Mesa 1: Brasil e Portugal - interseções e rupturas
Mediação: Luci Ruas (UFRJ)

POESIA E ANTROPOFAGIA por Célia Pedrosa (UFF)
JORGE DE SENA E O CONCRETISMO PAULISTA por Gilda Santos (RGPL/UFRJ)
EM ROMA COMO OS ROMANOS? por Sérgio Nazar David (UERJ)

13:00: Almoço

14:00: Sessões simultâneas de Comunicação

DIA 11: QUARTA-FEIRA

8:00 às 11:00: Mini-Cursos

11:15 G1: Mesa 2:Viagens e deslocamentos na literatura contemporânea
Mediação: Teresa Cerdeira (UFRJ)

CARTOGRAFIAS DE UMA ILHA DESCONHECIDA por Mônica Fagundes(UFRJ)
EMIGRANTES, VIAJANTES E EXILADOS: UMA HISTÓRIA DE PARTIDAS por Monica Figueiredo (UFRJ)
Rua do mundo, de Eucanaã Ferraz um modo de viajar pela literatura portuguesa por Rita Abreu Maia (Unesa)

13:00: Almoço

14:00: Sessões simultâneas de Comunicação

DIA 12: QUINTA-FEIRA

8:00 às 11:00: Mini-Cursos

11:15 G1: Conferência de encerramento

POSSIBILIDADES E IMPASSES DA FICÇÃO BRASILEIRA HOJE, por Beatriz Resende (UNIRIO/UFRJ))
Apresentação: Vera Lins (UFRJ)


12:30 G1: Recital

Leitura de poemas por Mariana Vilhena (EBA-UFRJ) e Sebastião Edson Macedo (RGPL/FL-UFRJ)
Apresentação do recital: Nathália Mascarenhas (FL-UFRJ)

13:00: Almoço

14:00: Sessões simultâneas de Comunicação

16:00 G1: Entrega de Certificados


PROGRAMAÇÃO DAS SESSÕES DE COMUNICAÇÃO

DIA 10 DE JUNHO (TERÇA-FEIRA)

Sessão 1: H-201 * 14h

Mariana Rezende Gontijo Campos: "O outro possível: A poesia de Armando Freitas Filho em diálogo com Carlos Drummond de Andrade"
André Vinícius Pessoa (Coordenador da sessão): "Paulo Henriques Britto: o escrever como quem respira"
Sue Helen da Silva Vieira: "Paraísos Artificiais, o universo de contos de Paulo Henriques Britto"
Luiz Coelho: "Da realidade da poesia brasileira contemporânea e seus graus de realismo"

Sessão 2: H-203 * 14h

Marcela Teixeira Barbosa: "Reflexos sobre o espaço em O esplendor de Portugal: a transformação do cenário pela guerra"
Michelle Dull Sampaio Beraldo Matter (Coordenadora da sessão): "Por mares já dantes navegados, ou, o Neo-realismo como metamorfose"
Roberto Nunes Bittencourt: "Conhecimento do inferno: 'a desesperante tarefa de durar'"

Sessão 3: H-205 * 14h

Mesa temática 1: "Reflexões sobre a manifestação do "insólito" nas narrativas curtas do escritor português Mário de Carvalho"
Angélica Maria Santana Batista (Coordenadora da sessão): "Diálogos do mundo insólito: o entrelugar nas narrativas "Chuva a domicílio", de Mário de Carvalho e Chuva pasmada, de Mia Couto"
Aline de Almeida Moura: "O insólito como macro-gênero: o sobrenatural e o extraordinário como marcas distintivas em "Do Deus memória e notícia" de Mário de Carvalho e "A casa azul", de Méndez Ferrín"
Luciana Morais da Silva: "A serpente da letargia: o insólito em "O basilisco", de Mário de Carvalho"
Thalita Martins Nogueira: "O Insólito Banalizado em Mário de Carvalho: uma análise de "O gato gatão" e "A pedra preta"
Michelle de Oliveira: "Aspectos da Contemporaneidade em Mário de Carvalho: "O nó estatístico" sob a perspectiva do Insólito Banalizado"

Sessão 4: H-207 * 14h

Mesa temática 2: "Reflexões sobre a manifestação do "insólito" na obra de Murilo Rubião"
Flavio García (Coordenador da sessão): "Aspectos "insólitos" em "A cidade", de Murilo Rubião"
Rafaela Cardoso Corrêa: "Metamorfose: as diferentes faces das narrativas de Murilo Rubião"
Marina Pozes Pereira Santos: "Emersões de elementos maravilhosos na literatura contemporânea"
Adilson Soares da Silva Junior: "O insólito sob a perspectiva das personagens na narrativa de Murilo Rubião: um processo de banalização"
Jordão Pablo Rodrigues de Pão: "'D. José não era': a construção de uma narrativa emanada dos olhares de outrem"

Sessão 5: H-209 * 14h

Carina Maria Guimarães Moreira: "Metáforas da Memória e da Resistência: uma análise dos pontos cantados na Umbanda"
Carlos Eduardo Louzada Madeira: "Crash e o estilhaçamento do sujeito contemporâneo"
Emanuela Francisca Ferreira Silva: "Brechó: um caso de estudo sobre a cultura visiva na pós-modernidade"
Flávio Pereira Senra (Coordenador da sessão): "A antropofagia heavy metal: a resistência brasileira ao discurso colonial na literatura e na música pesada"

Sessão 6: H-211 * 14h

Janda Montenegro: "Wilde n´O Passado
Fernando Miranda: "É esta a história que quero contar? - Um olha nova produção literária alemã"
Ricardo Alexandre Rodrigues: "Crônicas a pincel e tinta"
Marcela Iochem Valente (Coordenadora da sessão): "A representação do sujeito diaspórico em A Raisin in the Sun de Lorraine Hansberry"

Sessão 7: H-213 * 14h

Djamar Campos: "Um estudo do gênero textual: email na abordagem bakthiniana"
Marcos Pasche: "Literatura e sobriedade: os 90 anos de Antonio Candido"
Marina Pinheiro (Coordenadora da sessão): "Bakhtin e 'A vida dos outros'"
Marcel Álvaro de Amorim: "(Re)escrituras do cânone: adaptação/apropriação de obras literárias canônicas para o cinema como prática cultural da contemporaneidade"

DIA 11 DE JUNHO (QUARTA-FEIRA)

Sessão 8: H-201 * 14h

Cristiane Madanêlo: "Trançando culturas: uma leitura de As tranças de Bintou (2004)"
Berilo LuigiDeiró Nosella (Coordenador da sessão): "Jorge Andrade e o Teatro Moderno no Brasil: uma revisão de alguns acertos e muitos equívocos"
Clarissa Penna: "O verbo alquímico de Raduan Nassar"
Maria Clara Ramos da Silva Carneiro: "As histórias em quadrinhos e o OuBaPo: pequeno panorama sobre o gênero no Brasil e na França"

Sessão 9: H-203 * 14h

Denise Silva dos Santos: "Contextualização e resgate do mito de Ossanha"
Fábio Santana Pessanha: "Virgílio de Lemos: um-e-outros na fala de todas as vozes"
Luciana da Silva Ribeiro: "A personificação da Morte em A Menina que Roubava Livros e As Intermitências da Morte"
Marcella Mendonça (Coordenadora da sessão): "Como as histórias se espalharam pelo mundo: descontruindo a imagem de uma unidade africana"

Sessão 10: H-205 * 14h

Carolina Casarin da Fonseca Hermes: "O corpo sabe: amor e conhecimento na poesia de Helder Macedo"
Alilderson de Jesus Cardoso (Coordenador da sessão): "Luis Miguel Nava da pintura à pele das palavras(os nós da escrita)"
Raquel Menezes: "'As palavras' de Eugénio de Andrade"
Sebastião Edson Macedo: "Rui Pires Cabral, novidade zero"

Sessão 11: H-207 * 14h

Calina Miwa Fujimura (Coordenadora da sessão): "Hilda Hilst: formas de dizer o corpo"
Fernanda Scholinik: "Escrita em transe: a experiência do luto, do secreto e da morte em 'A obscena senhora D'"
Rodrigo da Costa Araújo: "Montagem do texto e o texto como montagem: uma leitura do conto 'As formigas', de Lygia Fagundes Telles"
Wanessa Zanon de Souza: "A dominação masculina na literatura contemporânea de autoria feminina"

Sessão 12: H-209 * 14h

Altino Silveira Silva: "História & Literatura: Um pouco de realidade na ficção"
Giselle Cardoso de Lemos: "Valores de uma Cosmópolis"
Silvia Barros da Silva Freire: "Transformações do vínculo amoroso na pós-modernidade"
Rodrigo de Lima Bento Mesquita (Coordenador da sessão): "O espaço da confusão e da violência"

Sessão 13: H-211 * 14h

Claudio Lourenço de Oliveira: "A presença da oralitura africana em Xangô, o Trovão"
Diego A. Alves Moreira (Coordenador da sessão): "De veias ao Sol: a produção feminina cabo-verdiana na geração mirabílica"
Giselly Pereira de Carvalho Soares Pereira e Lucimar Francisco Ribeiro: "Erotismo e consciência social na poesia e na pintura cabo-verdianas de Dina Salústio e José Maria Barreto"
Vinicius Antunes da Silva: "Sonhos chovem à sombra: diálogo entre dois poemas de Hopffer Almada"

Sessão 14: H-213 * 14h

Marcio Junqueira: "Caio F. e a escrita autobiográfica"
Cecilia Voronoff: "Uma leitura de 'Aqueles dois' de Caio Fernando Abreu"
Marcos Alexandre do A. Ramos. Junior: "Laços fluidos e sujeitos líquidos – A configuração das identidades e a fragilidade dos laços afetivos em narrativas de Caio Fernando Abreu"
Raiff Magno (Coordenador da sessão): "O sentido pós-moderno na ficção de Caio Fernando Abreu"

DIA 12 DE JUNHO (QUINTA-FEIRA)

Sessão 15: H-201 * 14h

Gisele Nery de Andrade: "Ut pictura poesis: traduzibilidades e transcodificações"
Marcelo Santos (Coordenador da sessão): "Esboço para uma crítica paranóica: a literatura como delírio"
Mariana Vilhena Kolomitzeff: "Diálogos interartes em Eucanaã Ferraz e Luis Maffei"
Carina Adriele Duarte de Melo: "Fotografia, memória e cidade: reflexos e reflexões"

Sessão 16: H-203 * 14h

Antonella Flavia Catinari: "Meu pequeno Chaka, essa é uma África..."
Carla Jarlicht: "Espelho, espelho meu...existe povo mais belo do que o meu?"
Luciana Leitão da Silva (Coordenadora da sessão): "O processo de formação identitária em Fair Exchange de Michèle Roberts"
Patrícia Camargo: "Itinerários de Vera Duarte: uma escritora entre Cabo Verde e Pasárgada"

Sessão 17: H-205 * 14h

Bruno Lima Oliveira: "O detetive pós-moderno em Nove noites"
Lia Duarte Mota: "Plínio Marcos – intelectual marginal brasileiro"
Lenise Graziele de Oliveira (Coordenadora da sessão): "Luto e ritual no quarto fechado"
Leandro Braga Di Salvo: "O bode-expiatório no teatro de Dias Gomes (e em nossa sociedade)"

Sessão 18: H-207 * 14h

Agnes Danielle Rissardo: "A Festa: o quebra-cabeça literário de Ivan Angelo"
Amanda Garcia Rendeiro e Isabela da Silva Braz: "As múltiplas faces da Literatura Contemporânea - a crise dos gêneros em Cidade de Deus"
Fábio Frohwein de Salles Moniz: "Logro e parábase em Rubem Fonseca"
Tereza Paula Alves Calzolari (Coordenadora da sessão): "O absurdo da realidade em Bolero, de Victor Giudice"

Sessão 19: H-209 * 14h

Diego Braga: "'quando for o tempo': mundo e terra na poesia de Ferreira Gullar"
Igor Teixeira da Silva Fagundes (Coordenador da sessão): "O Oco da mão: diálogos a partir de um livro de estréia"
Judite Maria de Santana Silva: "Waly Salomão: algaravias do Pós-tudo"
Luiz Guilherme Barbosa: "A escrita caligráfica na obra de Armando Freitas Filho"

Sessão 20: H-211 * 14h

Adriano Pereira Bastos (Coordenador da sessão): "Três Trágicos Olhares sobre Angola- A Violência em Boa Tarde às Coisas Aqui em Baixo de António Lobo"
Gustavo Listo Pereira: "Boa Tarde às coisas aqui em baixo: traços de memórias em texto investigativo"
Juliana da Costa. Teodolino: "O anjo da história chama-se Augusto Abelaira: reflexões sobre a modernidade a partir da perspectiva de Walter Benjamin"
Ivan Takashi Kano : "Jacinto Lucas Pires, Pedro Paixão, Inês Pedrosa: uma cena contemporânea"

Sessão 21: H-213 * 14h

Fabiana Ferreira: "'yo existo porque existe este libro': Montero e a Poesía de la experiencia"
Fabrícia do Valle Arcanjo: "Modos da Margem"
Leonardo Davino de Oliveira (Coordenador da sessão): "A arquitetura da poesia de Arnaldo Antunes"
Laura de Assis Souza: "Caetaneando a linguagem roseana: uma análise estilística da canção 'A terceira margem do rio'"

EMENTA DOS MINI-CURSOS

Mini-curso 1
Dias: 11 e 12 de junho/ Hora: das 8:00 às 11:00/ Local: sala H- 301
Diego Braga (Mestrando em Ciência da Literatura)
Coordenador responsável: Manuel Antônio de Castro
"Arte e verdade no pensamento de Gadamer"

A partir da abertura de caminho para um pensamento que não se situa no eixo da metafísica ocidental realizado por Heidegger, a Hermenêutica hoje, principalmente pelo trabalho de seu discípulo Hans-Georg Gadamer, saiu dos limites disciplinares em que se a considerava e passou a ser um âmbito de questões e um modo de pensamento que atualmente é dos mais fecundos para a tarefa de reflexão sobre o habitar humano. A hermenêutica é hoje um dos pontos centrais da discussão não só em torno da arte e da literatura, como também da história, da sociedade, da religião e da filosofia sobretudo nos campos da ética, da linguagem e da epistemologia. Este curso pretende caminhar, de modo breve – contudo não simplista -, as vias de pensamento da arte que a obra de Gadamer nos envia.

Mini-curso 2
Dias: 11 e 12 de junho/ Hora: das 8:00 às 11:00/Local: sala H- 213
Daniela Birmam (Pesquisadora do CNPq vinculada ao projeto Cultura e violência)
Coordenador responsável: João Camillo Penna
"Jornalismo e literatura: A crítica publicada nos periódicos e o jornalismo dos livros"

O curso fará uma apresentação e análise da crítica e do jornalismo praticados nos principais suplementos literários do país hoje. Descreveremos os bastidores destes cadernos, expondo suas etapas de produção, a diferença de perfil existente entre eles, os distintos tipos de textos com os quais eles trabalham e determinados problemas que se colocam a seus editores. Ao fazermos esse exame, forneceremos aos alunos orientações básicas a respeito de como escrever uma boa resenha literária. Objetivamos, desse modo, permitir uma leitura destes suplementos em maior sintonia com seu modo de funcionamento e perfil e auxiliar os estudantes na produção de textos para estes cadernos, visto que eles são seus potenciais colaboradores. Esboçaremos ainda uma breve história da crítica literária praticada em nossos jornais, sempre acompanhada da leitura e análise de textos, de modo que os alunos compreendam algumas das particularidades destes e diferenças em relação às resenhas publicadas hoje.

Mini-curso 3
Dias: 11 e 12 de junho/ Hora: das 8:00 às 11:00/ Local: sala H- 221
Rosa Gens (UFRJ) e Ana Crelia Dias (CAP-UFRJ)
Coordenadora responsável: Rosa Gens
"Contos na literatura brasileira recente"

Formas breves na atualidade. Panorama da ficção brasileira recente. Comentários de contos de Beatriz Bracher, Marcelino Freire, Helena Parente Cunha, entre outros autores. Silviano Santiago e as tramas do narrar. Ficção e simulacro. Dinâmicas da subjetividade. Análise de texto do autor.
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Incrições pelo e-mail gcanacesar@gmail.com

Ouvintes: R$ 5,00
Mini-Curso: R$ 5,00

4 de jan. de 2008

o livro, jorge luis borges



O livro
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Dos diversos instrumentos utilizados pelo homem, o mais espetacular é, sem dúvida, o livro. Os demais são extensões de seu corpo. O microscópio, o telescópio são extensões de sua visão; o telefone é a extensão de sua voz; em seguida, temos o arado e a espada, extensões de seu braço. O livro, porém, é outra coisa: o livro é uma extensão da sua memória e da imaginação.
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Em César e Cleópatra, de Shaw, quando se fala da Biblioteca de Alexandria, diz-se que ela é a memória da humanidade. Isso é o livro. E é algo mais, também: a imaginação. Que é o nosso passado, se não uma série de sonhos? Que diferença pode haver entre recordar sonhos e recordar o passado? Essa é a função exercida pelo livro.
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Pensei, certa vez, em escrever uma história do livro. Não do ponto de vista físico. Os livros não me interessam fisicamente -- sobretudo os livros dos bibliófilos, que costumam ser volumosos --, mas, sim, as diversas valorações que deles se têm feito. Fui antecipado por Spengler, que em seu Decadência do Ocidente escreveu páginas preciosas a respeito do livro. Complementando com algumas observações de caráter pessoal, vou restringir-me ao que disse Spengler.
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Os antigos não professavam nosso culto ao livro -- algo que me surpreende --, pois nele viam apenas um substituto da palavra oral. Aquela frase sempre citada -- scripta manent, verba volant -- não significa que a palavra oral seja efêmera, mas, sim, que a palavra escrita é algo duradouro e morto. Por outro lado, a palavra oral tem alguma coisa de fugaz, de inconstante. Fugaz e sagrado, como disse Platão. Todos os grandes mestres da humanidade foram, curiosamente, grandes mestres da oratória.
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Analisemos o primeiro caso: Pitágoras. Sabemos que, deliberadamente, Pitágoras nada escreveu. Não escreveu porque não quis tornar-se prisioneiro da palavra escrita. Sentiu, sem dúvida, que a letra mata e o espírito vivifica -- o que, mais tarde, viria a ser citado na Bíblia. Ele deve ter sentido isso e não quis ficar preso à palavra escrita. Daí porque Aristóteles jamais fala de Pitágoras, mas dos pitagóricos. Diz-nos, por exemplo, que os pitagóricos professavam a crença, o dogma do eterno retorno, que muito mais tarde seria descoberto por Nietzsche. É a idéia do tempo cíclico, refutada por Santo Agostinho na Cidade de Deus. Santo Agostinho diz, em bela metáfora, que a cruz de Cristo nos salva do labirinto circular dos estóicos. Da idéia de um tempo cíclico aproximaram-se também Hume, Blanqui... e tantos outros.
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Pitágoras não escreveu porque não quis. Queria que seu pensamento permanecesse vivo, após sua morte corporal, na mente de seus discípulos. Aqui se aplica aquela citação -- não sei grego, portanto falarei em latim: Magister dixit. Isso não significa que eles estivessem contidos pela palavra do mestre; pelo contrário, afirma a liberdade de continuarem pensando o pensamento inicial do mestre.
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Não sabemos se com ele surgiu a doutrina do tempo cíclico, mas sabemos que seus discípulos a professavam. Pitágoras morre fisicamente, e eles, por uma espécie de transmigração -- disso Pitágoras teria gostado --, continuam pensando e repensando seu pensamento e, quando são repreendidos por dizerem algo novo, eles se refugiam naquela fórmula: "O mestre o disse" (Magister dixit).
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Há, contudo, outros exemplos. Como aquele, muito importante, de Platão, que diz que os livros são como efígies -- deve ter pensado em esculturas ou em quadros -- que alguém pensa estarem vivas, mas, ao serem indagadas sobre alguma coisa, nada respondem. Então, para corrigir essa mudez dos livros, ele inventa o diálogo platônico. Quer dizer, Platão multiplica-se em muitos personagens: Sócrates, Górgias e os demais. Pode-se também supor que Platão desejava consolar-se pela morte de Sócrates, imaginando que este continuava vivo. Diante de qualquer problema, ele dizia a si mesmo: "Que teria dito Sócrates sobre isso?" de algum modo, portanto, tratava-se da imortalidade de Sócrates, que nada deixou escrito, mas foi um mestre da oratória.
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De Cristo sabemos que escreveu uma única vez algumas palavras que a areia se encarregou de apagar. Ao que sabemos, nada mais escreveu. Buda foi igualmente um mestre da palavra oral -- suas prédicas permanecem. Logo deparamos com uma frase de Santo Anselmo: "Colocar um livro nas mãos de um ignorante é tão perigoso quanto colocar uma espada nas mãos de uma criança". Era assim que se pensava a respeito dos livros. Em todo o Oriente há, ainda, o conceito de que um livro não deve revelar as coisas; um livro deve, simplesmente, ajudar-nos a descobri-las.
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Apesar de minha ignorância do hebreu, estudei alguma coisa da cabala e li as versões inglesa e alemã do Zohar (O Livro do Esplendor) e do El Séfer Yezira (O Livro das Relações). Sei que tais livros não foram escritos para serem entendidos, mas, sim, para serem interpretados. São estímulos para que o leitor possa acompanhar o pensamento ali exposto.
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A Antigüidade clássica não demonstrou o nosso respeito pelo livro, embora saibamos que Alexandre da Macedônia tinha, sob seu travesseiro, a Ilíada e a espada -- as duas armas. Havia grande respeito por Homero, que, entretanto, não era considerado um escritor sagrado, no sentido que hoje emprestamos à palavra. A Ilíada e a Odisséia não eram então consideradas textos sagrados. Eram livros respeitados, mas também podiam ser atacados. Quanto a Platão, pôde desterrar os poetas de sua República sem se tornar suspeito de cometer heresia.
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A esses testemunhos dos antigos contra o livro podemos acrescentar um outro, muito curioso, de Sêneca. Em suas admiráveis cartas a Lucílio, há uma dirigida contra um indivíduo muito vaidoso, que, segundo ele, possuía uma biblioteca de cem volumes. "E quem" -- indaga Sêneca -- "pode ter tempo para ler cem volumes?" Agora, ao contrário, as bibliotecas numerosas são motivo de admiração.
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Na Antigüidade, há algo que nos custa a entender e não se parece com o nosso culto ao livro. Vê-se sempre no livro um sucedâneo da palavra oral, mas logo surge, do Oriente, um conceito novo, de todo estranho à Antigüidade clássica: o do livro sagrado. Consideremos dois exemplos, começando pelo mais tardio, o dos muçulmanos. Estes pensam que o Corão é anterior à criação, anterior à língua árabe. É um dos atributos de Deus, não uma obra de Deus. É como Sua misericórdia ou Sua justiça. No Corão fala-se, de maneira bastante misteriosa, da matriz do livro. A matriz do livro é um exemplar do Corão escrito no céu. Seria, digamos, o arquétipo platônico do Corão. E este mesmo livro -- é o Corão que o diz -- está escrito no céu, que é atributo de Deus e anterior à criação. Isso é proclamado pelos suleimans ou doutores muçulmanos. Há ainda, outros exemplos mais próximos de nós: a Bíblia, ou, mais concretamente, a Torá ou o Pentateuco. Crê-se que tais livros foram ditados pelo Espírito Santo. Trata-se de fato curioso o atribuir livros de diversos autores e épocas a um só espírito. Na própria Bíblia, porém, está dito que o Espírito sopra de onde quer. Os hebreus tiveram a idéia de juntar diversas obras literárias de diversas épocas e com elas formar um único livro, cujo título é Tora (Bíblia, em grego). Todos esses livros são atribuídos a um único autor: o Espírito.
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Certa vez perguntaram a Bernard Shaw se ele acreditava que o Espírito Santo havia escrito a Bíblia. Ele respondeu: "Todo livro que vale a pena ser lido foi escrito pelo Espírito". Quer dizer, um livro tem de extrapolar a intenção de seu autor. A intenção do autor é uma pobre coisa humana, falível, mas no livro tem de haver mais. Dom Quixote, por exemplo, é mais que uma sátira dos livros de cavalaria. É um texto absoluto, no qual o acaso não intervém de modo algum.
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Pensemos nas conseqüências dessa idéia. Por exemplo, se eu digo:
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Corrientes aguas, puras, cristalinas
árboles que os estáis mirando en ellas,
verde prado, de fresca sombra lleno...,
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é evidente que os três versos constam de onze sílabas. Isto foi desejado pelo autor, é algo voluntário.
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Mas que é isso comparado com uma obra escrita pelo Espírito? Que é isso comparado com o conceito da Divindade que condescende com a literatura e dita um livro? Nesse livro nada pode ser casual, tudo tem de estar justificado, as letras têm de estar justificadas. Compreende-se, por exemplo, que a frase inicial da Bíblia -- Bereshit baraelohim -- começa com um "B" porque isso corresponde a "bendizer". Trata-se de um livro no qual nada é casual, absolutamente nada. Isso nos leva à cabala, leva-nos ao estudo das letras, a um livro sagrado ditado pela Divindade, que vem a ser o contrário daquilo que os antigos pensavam. Estes pensavam na musa de modo bastante vago. "Canta, musa, a cólera de Aquiles", diz Homero no princípio da Ilíada. No caso, a musa corresponde à inspiração. Ao contrário, se se pensa no Espírito, imagina-se algo mais concreto e mais forte: Deus, que condescende com a literatura; Deus, que escreve um livro. Nesse livro nada é casual, nem o número de letras, nem a quantidade de sílabas de cada versículo, bem como o fato de podermos considerar o valor numérico das letras. Tudo já terá sido considerado.
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O segundo grande conceito de livro -- repito -- é o de que ele possa ser uma obra divina. Talvez esse conceito esteja mais próximo do que sentimos agora do que da idéia de livro que tinham os antigos. Isto é, a de um mero sucedâneo da palavra oral. A crença em um livro sagrado logo se extingue e é substituída por outras crenças. Por exemplo, a de que cada país é representado por um livro. Recordemo-nos de que os muçulmanos chamam os israelitas de "o povo do livro". Lembremo-nos, igualmemente, de uma frase de Heinrich Heine sobre aquela nação cuja pátria era representada por um livro -- a Bíblia: os judeus. Temos aí, então, um novo conceito, o de que cada país tem de ser representado por um livro, enfim, por alguém que pode ser autor de muitos livros.
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É curioso -- não creio que isso tenha sido observado até agora -- que os países tenham escolhido pessoas que não se parecem muito com eles. Alguém pode supor, por exemplo, que a Inglaterra escolheria o Dr. Johnson como seu representante. Mas não! A Inglaterra escolheu Shakespeare, e Shakespeare é, digamos assim, o menos inglês dos escritores ingleses. O típico da Inglaterra é o understatement, é o dizer um pouco menos das coisas. Por outro lado, Shakespeare tendia à hipérbole na metáfora, e não nos surpreenderia de modo algum que ele tivesse sido italiano ou judeu, por exemplo.
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Outro caso é o da Alemanha. País admirável, tão facilmente fanático, escolhe precisamente um homem tolerante, que não é fanático, e a quem pouco importa o conceito de pátria -- Göethe. A Alemanha é representada por Göethe.
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Na França não se escolheu um autor, mas tende-se para Victor Hugo. Tenho uma grande admiração por Victor Hugo. Mas ele não é tipicamente francês. Victor Hugo é estrangeiro em França; com seu estilo rebuscado, com grandes metáforas, ele não é realmente representativo da França.
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Outro caso ainda mais curioso é o da Espanha. A Espanha poderia ter sido representada por Lope, por Calderón, por Quevedo. Mas não! A Espanha é representada por Miguel de Cervantes. Cervantes é contemporâneo da Inquisição, mas é tolerante, não possuindo nem as virtudes nem os vícios espanhóis.
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É como se cada país pensasse que tivesse que ser representado por alguém diferente, por alguém que pudesse ser, de certa forma, uma espécie de contraveneno, de teriaga, de antídoto para seus defeitos. Quanto a nós, poderíamos ter escolhido o Facundo, de Sarmiento, que é um livro nosso. Mas não! Com nossa história militar, nossa história de capa e espada, escolhemos como livro a crônica de um desertor, pois escolhemos o Martin Fierro, que embora mereça a escolha, nos induz a pensar por que nossa história é representada por um desertor da conquista do deserto. Contudo, é o que acontece. É como se cada país sentisse essa necessidade.
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Vários escritores escreveram de modo brilhante acerca do livro. Quero referir-me a alguns poucos. Primeiramente, mencionarei Montaigne, que dedica um de seus ensaios ao livro. Nesse ensaio, há uma frase memorável: "Nada faço sem alegria". Montaigne afirma que o conceito de leitura obrigatória é um conceito falso. Diz que ao encontrar algum trecho difícil em um livro ele imediatamente o deixa de lado, porque vê na leitura uma forma de felicidade. Eu me recordo de que há muitos anos se realizou uma pesquisa sobre o significado da pintura. Fizeram tal pergunta à minha irmã Norah, e ela respondeu que a pintura é a arte de dar alegria mediante formas e cores. Eu diria que a literatura é, igualmente, uma forma de alegria. Se lemos algo com dificuldade, o autor fracassou. Por isso, acho que um escritor como Joyce fracassou, em sua essência, já que sua obra requer esforço para ser lida.
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Um livro não deve exigir esforço; a felicidade não deve exigir esforço. Penso que Montaigne tem razão. E ele enumera os autores de que gosta. Cita Virgílio. Diz preferir as Geórgicas à Eneida. Quanto a mim, prefiro a Eneida -- mas isso não tem nada a ver. Montaigne fala dos livros com paixão, mas diz que, embora os livros sejam uma felicidade, são, no entanto, um prazer lânguido. Emerson o contradiz -- é outro grande trabalho acerca dos livros. Em uma conferência, Emerson diz que uma biblioteca é uma espécie de gabinete mágico. Nele se encontram, encantados, os melhores espíritos da humanidade, mas que esperam nossa palavra para sair de sua mudez. Temos de abrir o livro; aí, eles despertam. Diz Montaigne que podemos contar com a companhia dos melhores homens que a humanidade produziu, mas não os buscamos. Preferimos ler comentários, críticas, e não chegamos ao que dizem. Fui professor de literatura inglesa durante 25 anos, na Faculdade de Filosofia e Letras da Universidade de Buenos Aires. Sempre dizia a meus alunos que procurassem ler pouca bibliografia, que não lessem críticas, que lessem diretamente os livros. Entenderiam pouco, talvez, mas sempre usufruiriam algo e estariam ouvindo a voz de alguém. Eu diria que o mais importante de um autor é a sua entonação; o mais importante de um livro é a voz do autor, a voz que chega até nós.
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Dediquei boa parte de minha vida às letras, e creio que uma forma de felicidade é a leitura. Outra forma de felicidade -- menor -- é a criação poética, ou o que chamamos de criação, mistura de esquecimento e lembrança do que lemos.
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Emerson coincide com Montaigne quanto ao fato de que devemos ler unicamente o que nos agrada, que um livro tem de ser uma forma de felicidade. Devemos tanto às letras. Sempre reli mais do que li. Creio que reler é mais importante do que ler, embora para se reler seja necessário já se haver lido. Tenho esse culto pelo livro. É possível que eu o diga de um modo que provavelmente pareça patético. E não quero que seja patético; quero que seja uma confidência que faço a cada um de vocês; não a todos, mas a cada um, porque "todos" é uma abstração, enquanto "cada um" é algo verdadeiro.
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Continuo imaginando não ser cego; continuo comprando livros; continuo enchendo minha casa de livros. Há poucos dias fui presenteado com uma edição de 1966 da Enciclopédia Brokhaus. Senti sua presença em minha casa -- eu a senti como uma espécie de felicidade. Ali estavam os vinte e tantos volumes com uma letra gótica que não posso ler, com mapas e gravuras que não posso ver. E, no entanto, o livro estava ali. Eu sentia como que uma gravitação amistosa partindo do livro. Penso que o livro é uma das possibilidades de felicidade de que dispomos, nós, os homens.
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Fala-se do desaparecimento, ou da extinção do livro. Creio que isso é impossível. Dir-se-á: que diferença pode haver entre um livro e um jornal ou um disco? A diferença é que um jornal é lido para ser esquecido; um disco é ouvido, igualmente, para ser esquecido -- é algo mecânico e, portanto, frívolo. O livro é lido para eternizar a memória.O conceito do livro sagrado, do Corão ou da Bíblia, ou dos Vedas -- onde também está dito que os Vedas criam o mundo -- pode ter passado, mas o livro ainda possui certa santidade, que devemos fazer que não se perca. Pegar um livro e abri-lo contém a possibilidade do fato estético. Que são as palavras impressas em um livro? Que significam esses símbolos mortos? Nada, absolutamente. Que é um livro, se não o abrimos? É, simplesmente, um cubo de papel e couro, com folhas. Mas, se o lemos, acontece uma coisa rara: creio que ele muda a cada instante.Heráclito disse -- e já repeti isto em demasia -- que ninguém desce duas vezes o mesmo rio. Ningém desce duas vezes o mesmo rio porque suas águas mudam. Mas o terrível é que nós não somos menos fluidos do que o rio. Cada vez que lemos um livro, o livro mudou, a conotação das palavras é outra. Ademais, os livros estão impregnados de passado.
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Falei contra a crítica, e vou desdizer-me -- mas o que importa o desdizer-me? Hamlet não é exatamente o Hamlet que Shakespeare imaginou em princípios do século XVII. Hamlet é o Hamlet de Coleridge, de Göethe e de Bradley. Hamlet renasceu. O mesmo ocorre com o Dom Quixote. Da mesma forma, com Lugones e Martinez Estrada, já que Martin Fierro não é mais o mesmo. Os leitores foram enriquecendo o livro.
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Se lemos um livro antigo é como se lêssemos durante todo o tempo que transcorreu entre o dia em que foi escrito e nós. Por isso convém manter o culto ao livro. O livro pode conter muitos erros, podemos não concordar com as opiniões expendidas pelo autor, mas, ainda assim, ele conserva algo sagrado, algo divino, não com um tipo de respeito supersticioso, mas com o desejo de encontrar felicidade, de encontrar sabedoria.
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Era isso o que desejava dizer-lhes hoje.
24 de maio de 1978.

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Jorge Luis Borges, Cinco visões pessoais. Brasília: Editora da Universidade de Brasília, 2002, pp. 13-20.
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NOTA: O livro é uma coletânea de aulas do autor na Universidade de Belgrano, em Buenos Aires, Argentina. Esta foi uma das melhores postagens de 2007!

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