Creio que não existe nada de mais belo, de mais profundo, de mais simpático, de mais viril e de mais perfeito do que o Cristo; e eu digo a mim mesmo, com um amor cioso, que não existe e não pode existir. Mais do que isto: se alguém me provar que o Cristo está fora da verdade e que esta não se acha n'Ele, prefiro ficar com o Cristo a ficar com a verdade. (Dostoievski)

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15 de ago. de 2012

VetHelp, a pior Clínica Veterinária de Niterói, RJ. Fuja dela.


Este é um alerta aos moradores de Icaraí, em Niterói. Faço isso porque estou sentindo na pele (literalmente) o que é ser vítima de uma clínica veterinária onde a higiene e os cuidados mais básicos com regras sanitárias são desprezados. Ah, é claro: a coisa não seria assim tão feia se o veterinário responsável fosse um profissional ético. Mas, se fosse ético, investiria em higienização adequada de seu estabelecimento, não? Vamos pelo começo.


No mês de maio de 2012, conheci a Clínica VetHelp, em Niterói (Av. Roberto Silveira, 196, ao lado do Campo de São Bento). Passando pela calçada, vi que eles tinham o serviço de banho, e resolvi levar a Naná para tomar um banho lá. Acompanhei o primeiro banho pessoalmente. Depois disso, resolvi vacinar minha gatinha Naná ali (vacinas anuais). Por sugestão do veterinário, paguei uma limpeza completa nos dentes da Naná, o que inclui sedação completa do animal. Depois disso, Naná começou a ter problemas de saúde. Nesse meio tempo, no final de junho, resolvi adotar um gatinho que estava ali, à espera de uma família. Paguei a vacinação dele, é claro. Logo depois disso, Naná, que está comigo há 13 anos, começou a ter problemas respiratórios e cardíacos, e precisei deixar o gatinho adotado na VetHelp por alguns dias. O veterinário que acompanhou todo o tratamento da Naná foi o Gláuber Leal Martins, CRMV-RJ 9658, dono da VetHelp.

Pois bem. Certo dia, depois que Naná melhorou, fui buscar o gatinho que havia adotado – já no final de julho. Trouxe-o de volta para casa. Nos três primeiros dias de sua volta, percebi que ele se coçava muito, mas quando Naná começou também a se coçar, por volta do quarto dia, resolvi verificar o que era: o gato estava infestado de pulgas. Naná estava cheia de pulgas, também. Minha casa estava cheia de pulgas. Imediatamente, cerca de quatro dias após constatar que ele havia voltado da VetHelp cheio de pulgas, levei-o de volta para a Clínica. Fiquei indignada. A VetHelp acolhe animais de rua. E faz isso sem nenhum controle. Os animais ficam lá, entulhados, entre urina e fezes, cheios de pulgas (e sabe Deus mais o quê). Eu me espanto que a Vigilância Sanitária ainda não tenha fechado aquele lugar.

Depois de cerca de duas semanas (precisei me acalmar, tamanha a indignação) após ter devolvido o gato, fui falar com o veterinário, Gláuber  Leal Martins (chamar esse ser antiético de “doutor” é impensável). Levei a ele as notas fiscais do Frontline (remédio caríssimo para pulgas e carrapatos), que eu havia usado na Naná, além da nota do banho que ela havia tomado (em outra clínica, é claro) e do inseticida que eu estava tendo que borrifar em toda a minha casa. O que ele me disse? Preparem-se. O veterinário me disse que ele não ia ajudar a custear nada, e que eu não tinha como “provar” (isso mesmo!) que o gato tinha pego as pulgas ali. Eu disse a ele que se fosse naquele momento examinar  os locais onde estavam os animais, acharia pulgas. Ele disse (pasmem de novo) que provavelmente sim, eu acharia muitas pulgas naquele lugar, mas isso não provava que o gato que eu tinha adotado ali havia sido contaminado com pulgas... exatamente ali! Mais: disse-me que se eu tivesse constatado que o gato tinha pulgas cerca de meia hora depois de sua chegada em minha casa, ele ajudaria a custear tudo o que eu estava gastando, mas três dias depois era muito tempo. Expliquei a ele que o gato tinha saído de sua clínica e ido diretamente para minha casa, sem parar em nenhum lugar. Disse a ele que há 13 anos tinha a Naná, e que ela jamais tinha tido pulgas. Expliquei que ele sabia que as pulgas vinham dali. Que nada! O veterinário, me perguntou, cinicamente, se eu não era grata por eles terem “hospedado” o gato durante o tratamento com a Naná. Obviamente, sua lógica era a das compensações: o gato pegou as pulgas aqui, mas, em compensação... Disse a ele que alertaria seus possíveis cliente por meio de redes sociais e internet, e que denunciaria aquele pulgueiro à Vigilância Sanitária. Ele me disse que eu não poderia provar que o gato tinha sido infestado de pulgas em sua clínica (sabem aquele discurso pronto de quem já está acostumado a lidar com a Justiça por conta de problemas profissionais...? Pois é.): quem sabe, disse ele, uma pulga não tenha pulado para minha calça jeans, da calçada, e, de lá, infestado minha casa interira? Alguém consegue imaginar tamanho cinismo?

Quero, antes de tudo, então, fazer um alerta: não passem nem na calçada da VetHelp, clínica veterinária de Niterói-RJ. O veterinário Gláuber Leal Martins, CRMV-RJ 9658, parece que está se lixando para seus clientes. Sua clínica está infestada de pulgas, e ele nega qualquer responsabilidade nisso. Animais doentes chegam ali e se misturam aos saudáveis sem controle. Cuidado com seu bichinho. A VetHelp investe pouco ou quase nada na higiene e nas regras de saúde. Isso quer dizer que o barato pode sair caro. Até hoje há pulgas na minha casa. Como o piso aqui é de taco de madeira, torna-se mais difícil erradicá-las. Já passei Frontline na Naná duas vezes. Ela já tomou um banho, e semana que vem tomará outro. Eu mesma estou me coçando frequentemente, e de vez em quando consigo identificar pulgas em lugares diferentes da casa.

Eu realmente espero que ninguém mais passe pelo pesadelo que estou passando. Além de ter sido prejudicada, tive que enfrentar o cinismo e a indiferença do veterinário que se fez de boa praça até poder mostrar as garras e os dentes afiados. Sabem o que ele ainda teve o descaramento de me cobrar o “abandono” do gatinho doente e infestado de pulgas em sua Clínica? E sabem o que ainda teve a coragem de fazer? Arrumar outro besta para adotar o pobre animal. Glauber Leal Martins, CRMV-RJ 9658, é um dos profissionais mais antiéticos e despreparados que já conheci. E olha que há muito tempo tenho bichinhos de estimação. Errou no diagnóstico da Naná. Pediu-me inúmeros exames caríssimos e inúteis. Chegou a diagnosticar câncer! E hoje Naná está ótima, vendendo saúde. Gastei o que tinha e o que não tinha na VetHelp, e saí no prejuízo. Tive que ouvir algumas das palavras mais desprovidas de ética e bom senso de toda a minha vida. E gente como ele continua levando vantagem no Brasil. Gente como ele continua trabalhando, infestando a vida pública, os consultórios, as clínicas, as empresas e, principalmente, a política brasileira – como as pulgas que vieram de sua Clínica para a minha casa. Ficou como lição. Pareceu-me lindo que um veterinário fosse tão gente boa, não cobrasse a internação da Naná nem a hospedagem do gatinho adotado quando Naná adoeceu. O preço disso tudo? Muito alto. A VetHelp é um lugar contaminado, está cheio de pulgas e sabe Deus se também não há ali carrapatos e tutti quanti. Queria muito que meu alerta chegasse a cada dono de bichinho de Niterói, para que ninguém pagasse o preço que estou pagando.

12 de mai. de 2009

e dá-lhe gripe suína!


Ontem eu vi alguns telejornais, e é sempre a mesma coisa: gripe suína, gripe suína, gripe suína. Até agora os  casos no Brasil não chegam a 10, mas a mídia só fala nisso. É o pânico generalizado. Mas eu percebi outra coisa: ninguém fala de dengue e meningite, só de gripe suína! Ou seja, a mídia encobre os casos de dengue e meningite, que só na Bahia já mataram 60 neste ano! E dá-lhe gripe suína! E dá-lhe filmagem em aeroporto! E as favelas e periferias, onde a dengue ataca e mata? Nada! É claro, a gripe suína foi um ótimo negócio para o Governo Federal, os governos estaduais e as prefeituras, e o ministro da Saúde nunca mais teve que se pronunciar sobre a dengue, agora ele só fala que já foram investidos milhões de reais para prevenir a... gripe suína! E os casos de meningite? Há um surto acontecendo por aí, atacando crianças, e como sempre os hospitais nunca estão preparados, nem para a dengue nem para a meningite, mas há muitos equipamentos, medicamentos e verbas para... a gripe suína! Esta, que se concretiza como hipótese e faz a terra tremer! 

3 de fev. de 2009

médicos com fronteiras

Onde sobra e onde falta médico

No Brasil, há um médico para cada 563 habitantes, quase o dobro da proporção recomendada pela Organização Mundial de Saúde. Para o economista Marcelo Neri, o problema é outro: a má distribuição dos médicos no território nacional. Para se ter uma idéia, 55% dos médicos no Brasil atuam em São Paulo, em Minas Gerais e no Rio de Janeiro. Mais:
  • No Distrito Federal, a proporção de médicos por habitante chega a ser maior do que na Suíça: um para cada 231.
  • O Maranhão [pois é, olha o Maranhão aí de novo, e com que notícia... Aliás, falando nisso, o Sarney foi eleito presidente do Senado/Congresso Nacional... Olha o Maranhão de novo aí, gente...] tem a menor proporção de médicos: um para cada 1.480.
  • A cidade com a maior proporção de médicos é a fluminense Niterói: um para cada 94.
  • A paranaense Colombo tem uma proporção parecida com a do Senegal: um para cada 18.535.

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FONTE: Revista Veja

25 de jan. de 2009

cumprindo o juramento de Hipócrates

Portugal: Médicos alegam objeção de consciência contra o aborto
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Mario de Queiroz, Lisboa, 17/07/2007, (IPS) - Sob a alegação de “objeção de consciência”, boa parte dos médicos de Portugal impedem as mulheres de usufruírem da lei que autoriza o aborto induzido até 10 semanas de gestação e que entrou em vigor no último domingo [a lei foi aprovada em julho de 2007]. Depois da décima semana de gravidez, a interrupção voluntária é legal até a décima-sexta semana em casos de violação e quando for constatada má-formação congênita ou doença incurável do feto, até a vigésima-quarta semana.
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Ao completar um dia da vigência semana, a lei aprovada no referendo de 11 de fevereiro não consegue que muitas mulheres façam uso do seu direito de interromper a gravidez, apesar de o Sim à despenalização ["despenalização' é o eufemismo barato para "legalização"] ter conseguido 59,3% dos votos, contra 40,8% para o Não. A razão não é técnica nem política. Muitos hospitais públicos não conseguem atender os pedidos porque a maioria de seus médicos se negam a praticar o aborto. O Ministério da Saúde reconheceu ontem que a objeção de consciência alegada por esses profissionais deixa o Estado de mãos atadas, e não terá outra alternativa a não ser cumprir a lei contratando médicos fora das unidades hospitalares.
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Vasco Freire, dirigente do Médicos pela Opção, um dos movimentos cívicos que mais se empenharam pelo Sim, reconheceu à IPS que há colegas alegando preceitos morais para não realizar abortos, “mas, em muitos casos, a objeção de consciência é aplicada apenas em hospitais do Estado e não na medicina privada”. Essa opinião é compartilhada pelo ginecologista Miguel de Oliveira e Silva, autor de vários livros sobre o aborto, para quem o problema central reside na mentalidade dos médicos portugueses.
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Está “no código muito conservador dos médicos portugueses”, mas, também existem muitos casos em que “pela manhã, no Serviço Nacional de Saúde, alegam questão de consciência, mas, à tarde, quando praticam a medicina privada, já não o são”, afirmou Oliveira e Silva. “Nem o referendo e nem a legislação mudaram a cabeça dos médicos, e é por isso que recentemente o Ministério da Saúde realizou negociações para a privatização do aborto”, disse o ginecologista.
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Os casos mais evidentes são os dos hospitais de Santo Antonio do Porto, Viana do Castelo e Matosinhos, São Francisco Xavier de Lisboa, Torres Vedras e Caldas da Rainha, na região central do país; o de Évora, no sul, e de todos os dos arquipélagos de Madeira e Açores, menos o da ilha de faial. Mas, além disso, nos hospitais de todo o país os médicos que alegam problema de consciência que atrasarão as intervenções, pois há listas de mulheres que aguardam uma consulta prévia, especialmente nos serviços de ecografias, imprescindíveis por lei para provar o período de gestação e formalizar a intervenção, que pode durar cerca de 15 dias. Em Madeira, a região mais religiosa e conservadora do país, a polêmica adquiriu um contorno dramático.
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O secretário regional de Assuntos Sociais da Madeira, Francisco Jardim Ramos, disse no domingo que Lisboa “não pode impor colonialmente a esta região autônoma uma lei que 64% da população do arquipélago rejeitou no referendo”. Em sua imediata resposta, o ministro da Saúde, Antonio Correia de Campos, admitiu a possibilidade de as mulheres da Madeira viajarem ao continente para praticar o aborto, sempre que a comunidade autônoma financiar a viagem, ao que Ramos replicou dizendo que o governo central deveria assumir essas despesas.
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No domingo, vários movimentos cívicos contrários ao aborto fizeram manifestações diante de hospitais em todo o país, “ações que simbolizam o que defendemos: apresentar alternativas a uma lei que é obviamente má”, disse Catarina Almeida, ativista contra o aborto. Para aplicar a lei, o Serviço Nacional de Saúde calcula que deverão ser gastos US$ 8 milhões por ano, para uma estimativa de 17 mil a 18 mil abortos anuais, com custo unitário entre US$ 467 e US$ 608, de acordo com o método, farmacêutico ou cirúrgico. Em casos de hospitalização, os custos podem chegar a até US$ 1.470.
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Com esta lei, Portugal deixa o grupo dos países mais conservadores da União Européia nessa área, formado por Irlanda, Malta e Polônia, que contam com as leis mais rígidas dos 27 membros do bloco, pois só autorizam a intervenção em caso de risco de vida da mãe. Até fevereiro, Portugal era o único da UE onde as mulheres que decidiam abortar eram condenadas a penas de até três anos de prisão, com a conseqüente humilhação pública quando a sentença era lida nos tribunais, com câmeras de televisão colocadas nas portas dessas cortes.
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Os países europeus mais liberais são Alemanha, Áustria, Bélgica, Bulgária, Chipre, Dinamarca, Eslováquia, Eslovênia, Estônia, França, Grã-Bretanha, Grécia, Holanda, Hungria, Itália, Letônia, Lituânia, República Checa, Romênia e Suécia, que permitem o aborto a pedido da interessada no caso de “gravidez precoce", que varia segundo a legislação entre 12 e 24 semanas de gestação. Na Finlândia e em Luxemburgo é necessário invocar razões de violação ou obstáculos sócio-econômicos ou sócios-médicos. A Espanha é um caso único, pois a lei permite uma “fuga” à qual recorrem muitas mulheres: a interrupção da gravidez em caso de “um grave risco mental ou físico para a saúde, até a vigésima-segunda semana” de gestação. (IPS/Envolverde) (FIN/2007)
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17 de jan. de 2009

confraternização




Esta foto é do pessoal da Academia, onde eu faço spinning, local e GAP, na confraternização de fim de ano, que foi bem legal. Pois é, três vezes por semana lá vou eu suar a camisa, literalmente. Malhar é tudo de bom, eu recomendo! Sem contar as pessoas pra lá de legais que a gente conhece.
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11 de jan. de 2009

o francês e o cigarro


Les Français restent d'irréductibles fumeurs

Un an après sa mise en oeuvre, l'interdiction de fumer dans les lieux publics et de convivialité est entrée dans les moeurs. Les serveurs et les barmen respirent mieux mais les Français restent des irréductibles... fumeurs. Malgré le durcissement de la loi, le tabagisme actif s'élève toujours à 30 % de la population (un chiffre inchangé depuis quatre ans), quand la moyenne européenne s'établit à 28 %.

"On a arrêté de se focaliser sur les fumeurs, pour se concentrer sur le tabagisme passif. Or ces campagnes n'ont eu aucun impact sur les fumeurs", estime le professeur Bertrand Dautzenberg, président de l'Office français de prévention du tabagisme (OFT). L'évolution du nombre de fumeurs a atteint un palier, reconnaît le directeur général de la santé, Didier Houssin : "On doit maintenant trouver de nouveaux moyens pour s'attaquer au cas des gros fumeurs, qui ont beaucoup de mal à arrêter."

HAUSSE DES PRIX
En termes de santé publique, l'impact de l'interdiction de fumer reste encore à préciser. Un premier "coup de thermomètre", non renouvelé depuis, avait été réalisé en février 2008 et notait une baisse de 15 % des admissions aux urgences pour infarctus du myocarde et accidents vasculaires cérébraux.


La ministre de la santé,
Roselyne Bachelot, a annoncé, mercredi 7 janvier, le lancement d'une étude scientifique sous l'égide de l'Institut de veille sanitaire (InVS). "Les études réalisées dans les pays qui ont mis en place cette mesure avant nous (Italie, Ecosse, Irlande, Etats-Unis) nous incitent à être optimistes, indique Than Le Luong, directrice de l'Institut national de prévention et d'éducation sur la santé (Inpes). Le recul des infarctus du myocarde et des syndromes coronaires aigus s'élève à 11 % en moyenne."

Alors que l'OFT déplore la stagnation du nombre de cigarettes vendues (autour de 54 milliards par an depuis quatre ans), les buralistes soulignent que les ventes réalisées en 2008 (53,3 milliards) représentent une baisse d'un tiers comparées à celles réalisées en 2002 (80,5 milliards). Des chiffres qui ne prennent pas en compte les cigarettes achetées à l'étranger, pas plus que la contrebande et la contrefaçon.

Finalement, seule la hausse des prix du tabac dans les années 2003-2004 a vraiment permis de diminuer la consommation. Les fumeurs semblent s'être habitués au tarif des cigarettes et ne plus faire attention aux messages de prévention inscrits sur les paquets. D'où le souhait de la ministre de la santé, Roselyne Bachelot, d'y apposer des images chocs "pour ne pas dire très dures" d'ici à la fin de l'année.
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Texto de Elsa Marnette, publicado no site do jornal Le Monde

16 de dez. de 2008

aneurisma


Foi a primeira vez que eu fiquei... não tão forte. Dei uma baqueada. Chorei.

Roseana Sarney, senadora (PMDB-MA), sobre a descoberta de um enurisma cerebral há um mês. Aos 55 anos, ela terá de enfrentar sua 21ª cirurgia.

FONTE: Revista Época de 15/12/2008

12 de dez. de 2008

cigarro: charme francês ou problema social?


Les Français fument toujours autant
L'interdiction de fumer dans les cafés et les restaurants n'a pas eu l'impact escompté.
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Un an après son entrée en vigueur, l'interdiction de fumer dans les bars et les restaurants n'a eu «aucun impact» sur le nombre de fumeurs en France. Ce constat amer, formulé jeudi par l'Office français de prévention du tabagisme (OFT), pousse aujourd'hui l'association à réclamer de nouvelles mesures. «Alors que 54 millions de cigarettes avaient été écoulées en 2004 , le volume des ventes sera équivalent en 2008», déplore son président, le professeur Bertrand Dautzenberg, qui s'apprête à enregistrer la «quatrième année consécutive de non-régression du tabagisme actif».

La France compte environ 30 % de fumeurs réguliers ou occasionnels. Très bien respectée, l'interdiction de fumer dans les lieux publics semble également plébiscitée par les Français. Mais la mesure n'a pas eu l'effet escompté sur la consommation de cigarettes. Selon un sondage réalisé en mai pour l'Institut national de prévention et d'éducation à la santé (Inpes), 9 % seulement des fumeurs déclaraient voir dans l'interdiction de fumer une raison d'arrêter. L'OFT observe aujourd'hui deux indicateurs supplémentaires : la stagnation du nombre d'appels passés à la ligne d'aide au sevrage, Tabac Info Service, ainsi que celle des ventes de substituts nicotiniques. «Chez les collégiens parisiens, la consommation de tabac est même repartie à la hausse entre 2004 et 2008», ajoute le Pr Dautzenberg, qui propose aujourd'hui dix mesures concrètes permettant, selon lui, de faire reculer le tabagisme actif. Première d'entre elles, l'augmentation du prix du tabac : «une hausse de 10 % diminuerait de 4 % la consommation», selon l'OFT. L'introduction de paquets génériques, neutres et dénués de toute publicité indirecte, ou encore la vente des cigarettes sous le comptoir sont également recommandées. L'instauration des images chocs sur les paquets est, elle, actuellement à l'étude au ministère de la Santé.

Peu de prévention au collège
«Les collégiens n'ont reçu cette année que peu de messages de prévention pour leur rappeler les vrais dangers du tabac : les dernières campagnes importantes leur ont été en effet présentées lorsqu'ils étaient encore à l'école primaire», regrette par ailleurs l'association, qui réclame des campagnes ciblées à leur intention. Une meilleure prise en charge de l'arrêt du tabac et la formation des professionnels de santé sont enfin préconisées.

En mai, à l'occasion de la Journée mondiale sans tabac, la ministre de la Santé, Roselyne Bachelot, avait annoncé le lancement d'une campagne de presse et télévisée incitant au sevrage. L'interdiction des cigarettes aromatisées, conçues pour séduire les adolescents, a, elle, été glissée dans la loi de santé qui sera examinée à l'Assemblée nationale en janvier. «L'interdiction de fumer dans les lieux publics a considérablement amélioré la qualité de l'air dans les cafés, souligne-t-on dans l'entourage de Roselyne Bachelot. N'oublions pas que l'objectif premier était de protéger les non-fumeurs.»
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Texte de Delphine Chayet, 12/12/2008

25 de nov. de 2008

Patricia Neme denuncia o descaso do governo federal em relação à lepra.

Eu tenho LEPRA!

O médico abriu o envelope da eletroneuromiografia e num misto de alívio e preocupação, disse-me: Hanseníase neural, em estágio avançadíssimo. Ali findavam dois anos e meio de peregrinação a consultórios das mais variadas especialidades, sem que se obtivesse qualquer resultado (e quantas vezes outros profissionais me encaminharam a psicólogos, psiquiatras. Só ele acreditava que havia algo mais sério). Tantos exames ,tantas quedas súbitas, causando uma interminável quebradeira de ossos. Dali, fui ao dermatologista e, em seguida, ao posto de saúde, onde já iniciei a poliquimioterapia (PQT).

Apesar de há muito não receber uma visita pastoral ou resposta aos meus e-mails e telefonemas, diagnóstico na mão, procurei o pastor da minha igreja, na pretensão de que ele entendesse a razão da minha rara freqüência aos cultos, pois mal conseguia andar, tinha dores intensas nas pernas e braços, muita dor de cabeça.

O que você deseja que façamos por você? Quero sua unção e sua bênção, tudo o mais está resolvido.

Recebi a unção e a bênção. E nunca mais tive notícias dele. Afinal, se a arca da aliança ficou três meses na casa de Obede-Edom e lhe resolveu a vida, eu passara quase 3 anos indo de mal a pior... E agora, uma lepra!

Aderi à igreja virtual e Silas Malafaia tornou-se meu pastor durante o meu caminhar pelo vale do sofrimento; e só Deus sabe o quanto ele me pastoreou. Deus o abençoe!

Lepra... Mudaram o nome para hanseníase, é mais chique. Mas é lepra, mesmo.

Sempre me julguei muito culta e na minha ”elevada sabedoria”, isso pertencia ao Antigo Testamento. A transição daquela época, a 2007, foi difícil, mas comecei a conhecer o mal silencioso que assola o país, responsável por 90% dos casos em todo o continente americano e o segundo no mundo em número absoluto de portadores, só perdendo para a Índia, que tem uma população cinco vezes maior do que a nossa. O que será que realmente fizeram com a CPMF, se até a PQT nos é doada por uma ONG holandesa?

Causada por um bacilo denominado mycobacterium leprae, a hanseníase compromete a pele e os nervos e a transmissão ocorre pelas vias respiratórias. Seus sintomas são manchas ou lesões cutâneas esbranquiçadas ou avermelhadas, com sensação de queimação, ardência, coceira ou perda de sensibilidade; também, placas, caroços vermelhos dolorosos e inchaços no rosto, dor nas articulações , febre, inchaço nas pernas, queda de pelos, além de dor no trajeto dos nervos que passam pelos cotovelos, punhos, atrás dos joelhos e tornozelos, causando a diminuição da força e dormência das mãos e pés. Quanto mais cedo diagnosticada, maiores as chances de o paciente não ficar sequelado.

Porém, para o diagnóstico precoce e a cura, é necessária uma experiência que poucos dermatologistas adquirem, pois a parte cosmética de sua especialização lhes permite maiores lucros; também urgem algumas condutas de suma importância, ou jamais conseguiremos erradicar a hanseníase, em cujas estatísticas não se pode crer, em razão do pouco conhecimento da maioria dos médicos, o que os leva a diagnósticos em direções outras, e do medo da discriminação, que impede muitos portadores de se apresentarem aos postos de saúde, onde as estatísticas são elaboradas.

Assim, é preciso:

- que o Ministério da Saúde faça campanhas elucidativas, para que o próprio paciente tenha a chance de reconhecer seus sintomas e busque um médico, ao percebê-los; e nossas igrejas, que realizem palestras sobre o tema;
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- que as faculdades de medicina dediquem um espaço maior no currículo para as doenças negligenciadas (hansen, malária, tuberculose, p. ex.), num ensino mais voltado à identificação dos sintomas e não apenas ao procedimento de cura da doença, principalmente porque a hanseníase pode ser confundida com várias outras enfermidades;
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- que os Conselhos Regionais de Medicina promovam constantemente cursos sobre o tema, já que a situação no país é crítica e ainda existem médicos crendo que a lepra está erradicada no Brasil;
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- que se termine com esse infeliz slogan de “Hanseníase tem cura”, que banaliza a doença, colocando-a quase que no mesmo patamar de um resfriado, xiliques e congêneres. Porque muitos casos são diagnosticados tardiamente, existe muita gente severamente sequelada (eu, entre elas), num processo irreversível que nos desmorona física e psicologicamente. Cura parcial... Não é cura. Ou quem insiste em tal slogan aufere de algum benefício ao compactuar com o descaso governamental?

E outros dois aspectos não podem deixar de ser mencionados, dada à importância que exercem na vida dos pacientes:

- o descaso dos peritos do INSS, que desconsideram totalmente relatórios médicos dos profissionais que nos acompanham, sempre alterando diagnósticos segundo sua inspiração momentânea (um perito “mudou” meu laudo para osteoartrose e outro, para depressão... No caso da lepra neural, a boa aparência do paciente é traduzida em saúde total e desconhecem que a clofazimina, que faz parte da PQT, realmente nos deixa com ótimo aspecto; bronzeados – porém, sempre vale lembrar que o corticóide, que elimina as neurites, por si só já nos metamorfoseia, pois retém líquido e gordura, o que nos engorda, muitas vezes, até à deformidade);

- a ignorância de muitas igrejas (principalmente evangélicas), que rejeitam tratamentos porque Jesus cura e ousam afirmar que a lepra é um castigo de Deus a quem muito peca (ouvi isso de um pastor. De outro, que eu deveria parar com o tratamento, pois tomar a PQT demonstrava a minha pouca fé). Já somos alertados em Oséias 4,6; que padecemos por falta de conhecimento. Até quando seguiremos com essa insanidade? Infelizmente, as igrejas, que deveriam esclarecer e combater o preconceito, são as que mais o incentivam – e não só contra o leproso, mas contra outras crenças ou posturas de foro íntimo... Quantas guerras são travadas por essa prepotência de exercer o julgamento que só cabe a Ele?

Deus cura? Cura. No tempo d’Ele e através de diferentes formas; ou não existiria a medicina. Ou, não cura (alguém se lembra do apóstolo Paulo?); por motivos que Ele conhece. E, se Ele conhece, isto basta!

A lepra é um processo muito, muito sofrido, que aumenta com o desconhecimento dos médicos sobre a doença, o que não lhes permite que nos orientem de melhor forma em relação às reações colaterais do tratamento (quase morri em função da dapsona, já que sou alérgica à sulfa); ninguém explica sobre a necessidade de acompanhamento por um gastro e outros especialistas, pois a PQT pode causar hepatite, como causa anemia, catarata e problemas renais, um roteiro que percorri todo. E agiganta-se, quando tememos a dor da discriminação, do absurdo julgamento daqueles que deveriam nos acompanhar espiritualmente.

Pela misericórdia, e pela facilidade de acesso a meios de informação, tive a felicidade de encontrar o Portal da Hanseníase, um trabalho abnegado e altamente profissional, voltado a ministrar cursos online a profissionais da área da saúde e a esclarecer dúvidas de portadores:
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http://www.hanseniase.passosuemg.br/, onde obtive um imenso apoio e carinho. Neles há, verdadeiramente, o mover de Deus.

Mas e quem não dispõe desse recurso? E as pessoas mais simples, perdidas no labirinto da impaciência do sistema público de saúde?

É por elas que estou aqui.

Porque quero lhe convidar a que se informe sobre esse mal; que não nos contemple com reservas ou se assuste com nossas seqüelas, que são apenas físicas; pior seria se fossem morais. Que nos ajude a buscar informações e se ponha ao nosso lado nessa luta por uma cidadania verdadeira, já que somos considerados produto da miséria e da imundície; mas esses conceitos podem abranger amplos sentidos, tão alheios ao real querer e viver dos portadores...

Eu tenho lepra, você tem diabetes, há quem tenha câncer.

Somos todos merecedores de respeito, tratamento digno e fraterno.

Se assim for, só nos contagiaremos de amor. Daquele que eleva e constrói. E cura!

Pense nisso. E que o Senhor nos abençoe e guarde.
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Patrícia Neme
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Texto de Patricia Neme, corajosa, publicado na edição de set/out da revista Ultimato.
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É preciso denunciar que o dinheiro do povo não é usado para cuidar do povo, no Governo do Lula e do PT. É preciso denunciar que informações importantes sobre doenças infecto-contagiosas não são divulgadas, no Governo do PT, para não abalar a boa imagem que o Governo construiu por meio de seu intenso controle da mídia.
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Para ler uma narrativa sobre a lepra, doença também muito comum na Índia, clique aqui: http://indiagestao.blogspot.com/2007/12/lepra.html

9 de nov. de 2008

aborto é aprovado no uruguai


Senado uruguaio aprova descriminalização do aborto

O Senado uruguaio aprovou nesta terça-feira à tarde, por 18 votos a favor e 13 contra, um projeto de lei de Saúde Sexual e Reprodutiva que inclui a descriminalização do aborto, embora ainda falte a aprovação na Câmara dos Deputados.

O projeto foi aprovado no geral e, depois, os legisladores discutiram os artigos um a um.

Em 17 de outubro passado, o Senado aprovou uma versão do projeto de lei que não incluía a descriminalização do aborto, já que não se conseguiu a maioria simples necessária.

Na ocasião, faltaram dois senadores da oposição favoráveis à legalização do aborto - o ex-presidente Julio Sanguinetti e Julio Lara - que estavam fora do país e, nesta terça-feira, completaram o quórum da Casa.

Além disso, o senador oficialista Alberto Cid, que havia votado contra esse capítulo na sessão anterior, votou a favor da iniciativa nesta terça-feira.

Após a votação do projeto no Senado, o texto segue para consideração dos deputados, onde parece haver maioria suficiente para sua aprovação.

O presidente uruguaio, Tabaré Vázquez, oncologista de profissão e firme opositor ao aborto, já anunciou diversas vezes que vetará qualquer norma que descrimine essa prática.

No Uruguai, são registrados anualmente cerca de 33 mil abortos, de acordo com dados do Parlamento e da Associação Uruguaia de Planejamento Familiar. Fontes judiciais acreditam, porém que o número real seja mais do que o dobro disso.

da France Presse, em Montevidéu

FONTE: Folha Online

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Vida humana com 12 semanas de gestação
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Por 18 votos contra 13, o Senado do Uruguai aprovou um projeto de Saúde Sexual e Reprodutiva que inclui a descriminalização do aborto nesta terça-feira (6). O texto do projeto referente a saúde materna, educação sexual e contracepção já havia sido aprovado por unanimidade em outubro, porém, a votação do capítulo que trata da interrupção voluntária da gravidez havia sido adiada.

O projeto admite aborto até a 12° semana de gravidez em casos de dificuldades econômicas, familiares, idade, riscos à saúde e malformação fetal. Nos casos de grave risco para a saúde da gestante ou de malformação fetal congênita, o aborto poderá ser feito fora do período permitido.

O projeto de lei seguirá agora para a Câmara dos Deputados e as chances de aprovação são grandes. Mas o presidente uruguaio Tabaré Vasquez declarou que vetaria a proposta caso a lei viesse a ser aprovada. O veto presidencial pode ser suspenso pelo Parlamento - senadores e deputados - com 3/5 de votos favoráveis.

Uma pesquisa de opinião recente apontou que 61% da população uruguaia concorda com a descriminalização do aborto. Na América Latina, o aborto só é permitido em Cuba, na Guiana e na Cidade do México.

De São Paulo, Vinicius Mansur.
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Eu sou contra o aborto, em qualquer situação.
Leia também:

11 de ago. de 2008

vai um cafezinho aí?


Coffee as a Health Drink? Studies Find Some Benefits

Coffee is not usually thought of as health food, but a number of recent studies suggest that it can be a highly beneficial drink. Researchers have found strong evidence that coffee reduces the risk of several serious ailments, including diabetes, heart disease and cirrhosis of the liver.
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Among them is a systematic
review of studies published last year in The Journal of the American Medical Association, which concluded that habitual coffee consumption was consistently associated with a lower risk of Type 2 diabetes. Exactly why is not known, but the authors offered several explanations.

Coffee contains antioxidants that help control the cell damage that can contribute to the development of the disease. It is also a source of chlorogenic acid, which has been shown in animal experiments to reduce glucose concentrations.

Caffeine, perhaps coffee’s most famous component, seems to have little to do with it; studies that looked at decaffeinated coffee alone found the same degree of risk reduction.

Larger quantities of coffee seem to be especially helpful in diabetes prevention. In a report that combined statistical data from many studies, researchers found that people who drank four to six cups of coffee a day had a 28 percent reduced risk compared with people who drank two or fewer. Those who drank more than six had a 35 percent risk reduction.

Some studies show that cardiovascular risk also decreases with coffee consumption. Using data on more than 27,000 women ages 55 to 69 in the Iowa Women’s Health Study who were followed for 15 years, Norwegian researchers found that women who drank one to three cups a day reduced their risk of cardiovascular disease by 24 percent compared with those drinking no coffee at all.

But as the quantity increased, the benefit decreased. At more than six cups a day, the risk was not significantly reduced. Still, after controlling for age, smoking and alcohol consumption, women who drank one to five cups a day — caffeinated or decaffeinated — reduced their risk of death from all causes during the study by 15 to 19 percent compared with those who drank none.

The findings, which appeared in May in The American Journal of Clinical Nutrition, suggest that antioxidants in coffee may dampen inflammation, reducing the risk of disorders related to it, like cardiovascular disease. Several compounds in coffee may contribute to its antioxidant capacity, including phenols, volatile aroma compounds and oxazoles that are efficiently absorbed.

In another analysis, published in July in the same journal, researchers found that a typical serving of coffee contains more antioxidants than typical servings of grape juice, blueberries, raspberries and oranges.

“We were surprised to learn that coffee quantitatively is the major contributor of antioxidants in the diet both in Norway and in the U.S.A.,” said Rune Blomhoff, the senior author of both studies and a professor of nutrition at the University of Oslo.

These same anti-inflammatory properties may explain why coffee appears to decrease the risk of alcohol-related cirrhosis and liver cancer. This effect was first observed in 1992. Recent studies,published in June in The Archives of Internal Medicine, confirmed the finding.

Still, some experts believe that coffee drinking, and particularly caffeine consumption, can have negative health consequences. A study published in January in The Journal of the American College of Cardiology, for example, suggests that the amount of caffeine in two cups of coffee significantly decreases blood flow to the heart, particularly during exercise at high altitude.

Rob van Dam, a Harvard scientist and the lead author of The Journal of the American Medical Association review, acknowledged that caffeine could increase blood pressure and slightly increase levels of the amino acid homocysteine, possibly raising the risk for heart disease.

“I wouldn’t advise people to increase their consumption of coffee in order to lower their risk of disease,” Dr. van Dam said, “but the evidence is that for most people without specific conditions, coffee is not detrimental to health. If people enjoy drinking it, it’s comforting to know that they don’t have to be afraid of negative health effects.”
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Reportagem de Nicholas Bakalar, publicada no site do New York Times.
Os grifos em negrito no corpo da reportagem são meus.
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Mais:
Coffee, Cirrhosis, and Transaminase Enzymes (Archives of Internal Medicine)
Caffeine Decreases Exercise-Induced Myocardial Flow Reserve (Journal of the American College of Cardiology)

10 de ago. de 2008

Como o álcool e as drogas transformaram Amy Jade Winehouse num lixo humano











Pouco a pouco ela se transformou nisso...









Dá pra notar a diferença?



Diante disso, eu me pergunto onde estão os cristãos. Na Igreja? É lá que vamos conversar com pessoas como Amy Winehouse e falar do amor de Cristo por ela? É nos gabinetes que vamos dizer a ela o quanto sua vida é importante? Há muitos projetos maravilhosos que ajudam a recuperar pessoas viciadas em drogas, álcool incluso. Mas a porcentagem dos cristãos que se envolve com as feridas das pessoas, com seus problemas reais, de fato, é mínima.



O caso de Amy Winehouse nos choca porque ela é uma artista conhecida, e suas fotos circulam largamente pela mídia. Mas imagine quantas "Amys" estão por aí, em todas as cidades do mundo, e quantas morrem diariamente em decorência do uso de drogas.



Olhando as primeiras fotos e estas, é difícil pensar como ela mudou de modo tão brusco.


Amy virou carniça para uma mídia cheia de urubus, que glamouriza seu sofrimento, sua destruição, sua decadência, para vender mais revistas.



Já li um texto que dizia ser essencial, para ela, se destruir, para que sua arte fosse tão sublime... Muita gente pensa assim. Existem os que acham até mesmo "engraçada" ou "poética" a desgraça vivida por Amy Winehouse.


Adivinhe que pó branco é esse que está no nariz dela...

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COLABORAÇÃO: Olavo de Carvalho

6 de jun. de 2008

Brasil, um país de tolos

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, durante evento em Brasília

(Foto: Marcello Casal/Agência Brasil)

Temporão anuncia que mudança de sexo terá cirurgia gratuita no SUS
Portaria está em fase final de ajustes e será publicada em breve. Anúncio foi feito durante 1ª Conferência GLBT do Brasil, em Brasília.

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, anunciou nesta quinta-feira (5) que até o fim do mês o ministério vai baixar uma portaria estabelecendo que cirurgias para mudança de sexo possam ser feitas gratuitamente em hospitais do Sistema Único de Saúde (SUS).

Segundo ele, o governo está fazendo os últimos ajustes na portaria, que entrará em vigor assim que for publicada no Diário Oficial da União (DOU) - o que ainda não tem data certa para acontecer.

"É uma demanda social que está na nossa agenda há mais de 20 anos. Vai ser mais um passo na consolidação desse caminho em que o Brasil é liderança mundial.

O ministro conversou com a imprensa ao chegar à 1ª Conferência Nacional de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (GLBT), em Brasília.

Segundo Temporão, a intenção do governo é que, inicialmente, hospitais universitários do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais possam realizar o procedimento. O ministro explicou que, a partir da portaria, outros hospitais da rede pública poderão se credenciar para que o Ministério da Saúde possa verificar se eles estão aptos a fazer a cirurgia.

Sargento preso
O ministro da Saúde comentou, ainda, o caso do sargento do Exército Laci Marinho de Araújo, preso por deserção na madrugada da última quarta-feira (4), em São Paulo, após dar uma entrevista a uma rede de televisão. Para ele, "é inadmissível" se tiver havido qualquer postura homofóbica por parte do Exército.

"As informações são contraditórias. Há relatos de que poderia ser um caso relacionado á disciplina militar, mas, evidentemente, que, se há qualquer tipo de postura homofóbica, é inadmissível", ponderou Temporão.

A conferência é um marco na história do país. O evento ocorrerá até o dia 8 de junho, e contará com palestras sobre direitos humanos e políticas públicas, orientação sexual e identidade de gênero.

Ao final do encontro, políticas públicas discutidas serão consolidadas no Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais.

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Reportagem de Mirella D'Elia e Gustavo Tourinho, do G1, em Brasília


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Os grifos em negrito são nossos.

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.O Governo esquizofrênico do Lula


O Brasil é um país de terceiro mundo. Não é pobre, mas a riqueza é mal distribuída. A concentração de renda é uma das mais elevadas do planeta. Os índices de corrupção são igualmente altos. Apesar da terrível carga de impostos - a maior do mundo - os serviços públicos são muito ruins. Escolas e universidades não recebem investimentos e professores ganham mal. Para se ter uma idéia, um juiz em início de carreira ganha em média R$ 15 mil reais. Um professor universitário da rede federal, no topo da carreira, costuma ganhar cerca de seis mil reais. Educação não é e nunca foi valorizada, a não ser em promessas de campanha.

Do mesmo modo, a saúde pública é uma das piores do mundo. Outro dia li que o Brasil tem uma arrecadação de impostos nos moldes europeus mas oferece serviços públicos comparáveis aos de países africanos. No Rio de Janeiro, este ano, morreram dezenas de pessoas - principalmente crianças - em decorrência da dengue. Outras doenças, facilmente tratáveis, também ocorrem em virtude de saneamento básico e urbanização deploráveis: cólera, verminoses, esquistossomose etc. Males decorrentes da desnutrição, como o escorbuto, também são comuns. Alcoolismo e outras dependências químicas têm níveis altíssimos de incidência, no Brasil.

Mas, paradoxalmente, nessas áreas não há investimento. Muito pelo contrário. A epidemia de dengue que assistimos no Rio de Janeiro, e que é responsabilidade do Lula, do Sérgio Cabral e do César Maia, sim, é vergonhosa para o povo trabalhador deste país. Não há postos de saúde nem hospitais suficientes; não há médicos, e os que há são mal pagos e trabalham em condições medievais; não há equipamentos nem remédios. Quem não tem "plano de saúde", no Brasil, morre na fila do hospital.

Apesar de ter arrecadações recordes e crescimento do PIB, o Governo Lula quer recriar a CPMF, imposto compulsório instituído por FHC para, justamente, melhorar a saúde no Brasil. Isso porque boa parte do nosso dinheiro, dos nossos impostos, da nossa produção, é reservada para o "superávit primário", eufemismo que significa o pagamento dos juros abusivos da dívida externa. Lula mente quando diz que não paga mais a dívida externa.

É um mentiroso, desonesto, porque paga, sim, com o dinheiro do povo, e para isso despreza educação, saúde, moradia, urbanização etc. Despreza o povo pobre, esse que o elegeu. E privilegia o FMI, os banqueiros bilionários, as instituições financeiras.

Pois bem: o Governo quer reeditar a CPMF porque diz que não há dinheiro para a saúde. As crianças que morrem de dengue, as mulheres que morrem por falta de atendimento no parto, os idosos que sucumbem à gripe - todos eles e muitos outros - não têm atendimento público decente porque não há dinheiro.

Mas o Governo do PT é esquizofrênico, porque não há dinheiro para investimentos e manutenção dos serviços de saúde pública mas há para que o SUS financie cirurgia para mudança de sexo. Isso é de um cinismo poucas vezes encontrado na história. Daqui a uns dias o SUS vai financiar colocação de próteses de silicone e aplicação de botox para a D. Marisa e a Marta Suplicy. E que morram as crianças que contraem dengue - elas não votam.

Poucas vezes em minha vida tomei conhecimento de um Governo tão espúrio, tão cínico e tão pouco decente no trato do que é público.


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Mayalu Felix
Niterói, 06/06/2008


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Brasil, um país de tolos!

"(...) A novidade foi anunciada durante a abertura da Conferência Nacional de Gays Lésbicas, Bissexuais Travestis e Transexuais, a primeira, no mundo, organizada por um Governo Federal. O evento foi aberto na última quinta-feira (5 de junho) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. (...)"
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Se você, como eu, é contra o financiamento de cirurgias de mudança de sexo e conferências gays com o dinheiro público, no Brasil, envie uma mensagem para o ministro da Saúde, sr. José Gomes Temporão, e para o presidente da República, sr. Luiz Inácio Lula da Silva.


Ouvidoria do Ministério da Saúde: http://portal.saude.gov.br/portal/saude/area.cfm?id_area=1003
Telefone do Ministério da Saúde - ligação gratuita: 0800 61 1997

Site da Presidência da República: http://www.presidencia.gov.br/ Clique em "Fale Conosco", no cabeçalho.

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