Creio que não existe nada de mais belo, de mais profundo, de mais simpático, de mais viril e de mais perfeito do que o Cristo; e eu digo a mim mesmo, com um amor cioso, que não existe e não pode existir. Mais do que isto: se alguém me provar que o Cristo está fora da verdade e que esta não se acha n'Ele, prefiro ficar com o Cristo a ficar com a verdade. (Dostoievski)

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20 de dez de 2007

divina inspiração...

TEXTO DE SÉRGIO PAVARINI POSTADO EM 15/12/2007, EM SEU BLOG. O TEXTO SERÁ PUBLICADO NA REVISTA ECLÉSIA...

15.12.07

Saco cheio de rótulos

“Os conservadores não são necessariamente estúpidos,
mas quase todos os estúpidos são conservadores.”
John Stuart Mill

O discurso dos conservadores me dá tédio. Como o próprio termo denuncia, eles dão-se por satisfeitos simplesmente em “conservar” as coisas. Desprezam e combatem os apóstolos auto-ungidos, mas também se auto-arvoram guardiões da ortodoxia.

São uma espécie de versão ambulante do Google. Você digita a palavra-chave de alguma novidade que rola por aí e eles batem o martelo: “No ano de 1254, havia um ignorante que pregava essa mesma idéia estapafúrdia. Viu como não há nada de novo debaixo do sol?”

Nesse ponto, a ala dos passistas conservadores tem razão. Se dependesse da criatividade do grupo, por exemplo a inovação artística seria reduzida a sapateados fora do ritmo. Naturalmente, a performance sempre é provocada pela ira ao ler algo “perigoso” para a igreja que o herege da hora (sem trocadilho) escreveu.

Ao contrário do que apregoa o adágio, o leite derramado lhes proporciona um indisfarçável prazer de entrar em ação. Com o advento da internet, descobriram que não estão sozinhos em seus posicionamentos intransigentes. Falam a centenas de pessoas na rede... e a centenas de cadeiras em determinados eventos e reuniões.

Seria injusto afirmar que desprezam a arte. Na verdade, exercitam sua verve criativa na “releitura” dos hinetos ou corinhos que, num ato de insuspeita generosidade, permitirão à igreja entoar. Cortam frases, trocam palavras e submetem cada linha ao crivo exegético, hermenêutico e doutrinário. Reis da logomaquia, têm maior prazer em dissertar sobre a má qualidade das composições do que em propriamente cantá-las durante as celebrações, ops, durante os cultos solenes.

Vivessem no Paraíso com Adão e Eva, e os animais permaneceriam sem nome até hoje, dado o número de concílios, simpósios, conclaves e outros nomes dados aos soporíferos encontros para discutir assuntos importantes como a quantidade de anjos que cabem na cabeça de um alfinete.

Do ponto de vista do raciocínio cartesiano, esses “alfinetadores” consideram-se “engenheiros”. Se analisarmos o declínio de certos grupos dos quais participam, talvez possam ser chamados de “coveiros”.

Os conservadores protagonizam uma estranhíssima espécie de casamento no qual o marido parece preferir levar para a cama a certidão de casamento, deixando a esposa a ver navios. Ou melhor, garfos, facas e panelas. O desvelo pela ortodoxia parece estranhamente não encontrar similaridade na devoção pelo próprio Jesus.

Do outro lado

“Raspe a tinta de um liberal e você encontrará
um fundamentalista alienado embaixo dela”Renny Scott, citado por Brian McLarenem
Uma ortodoxia generosa.

A situação também não é muito animadora no grupo dos liberais, a despeito do clima descontraído dos convescotes dos caras. Ao contrário do que rola na facção conservadora, na qual as “cartas” parecem estar dispostas à mesa, do outro lado elas permanecem na manga e em outros esconderijos.

Acostumados a analisar tudo pela aparência, muitos incautos quebram a cara (e a fé, em vários casos), quando o objeto em questão é um liberal. A calça moderninha, o vocabulário cheio de gírias e o estilo casual transmitem a sensação de proximidade e de acolhimento. No entanto, na hora de administrar seus grupos alguns liberais arrepiam mais que seus cabelos quando livres do gel. Defendem suas idéias e propostas com a elegância de um pit bull em jejum prolongado.

Hábeis com as palavras e pseudopublicitários, são sempre receptivos às novidades. Contudo, a estratégia de eliminar filtros escancara portas para certas práticas que beiram a heresia. Sem limites nas extravagâncias, não têm problemas com certos meios se ao final forem pessoalmente beneficiados.

A fama de liberal parece desobrigar seus detentores da necessidade de aprimorar os conhecimentos. Para compensar a tibieza nesse item, exibem um ego tão inflado que mandaria qualquer pavão para o veterinário-terapeuta.

Na falta de idéias próprias, vivem despejando citações alheias, de preferência perpetradas por pensadores que fujam do lugar-comum. São capazes de mencionar a Tati Quebra-Barraco em uma prédica, digo, reflexão, só para mostrar o quanto são “antenadinhos”. Na verdade, estão mesmo é “atoladinhos” em suas idéias fixas e convicções tão consistentes quanto gelatina fora da geladeira por várias horas. Às vezes, é preciso conservar...

Julgando-se incompreendidos e flagelados pelos opositores, murmuram sem cessar as cantilenas de sempre, especialmente quando praticam seu esporte favorito, a caça aos conservadores. Liberais pós-modernos sabem que a prática esportiva faz bem muuuito bem para a saúde!

Epílogo

De longe, toda montanha é azul /De perto, toda pessoa é humana (Dom Pedro Casaldáliga)

Se você chegou até aqui na peroração, por certo identificou um sem-número de exageros e extrapolações carentes de fundamentação. Exatamente o que ocorre todas as vezes que recorremos a rótulos para classificar alguém. Sem identidade, fulano passa a ser simplesmente o “fundamentalista”, enquanto sicrano é “liberal”.

O rótulo esconde completamente a pessoa e suas idéias serão analisadas de forma tendenciosa ad infinitum. Em decorrência, as barreiras erguidas são robustas e contribuem para a desintegração cada vez mais crescente de um povo que deveria ser “um só rebanho”. Haja pasto para acomodar tantas vertentes aparentemente imiscíveis...

Valorizamos tanto a homogeneidade dos tons que até o arco-íris deixou de fazer parte da simbologia cristã, bem como a bandeira da “diversidade”. Em ambos os lados do front, prepondera uma posição beligerante e inflexível. Filhos do mesmo Pai tornam-se figadais inimigos e o amor é substituído pelo desprezo e pelo ódio disfarçado.

Como lembra o bispo N. T. Wright, “compreendemos melhor alguma coisa não meramente criticando, dissecando e duvidando dela, mas também confiando, amando e respeitando-a”. E conclui: “Quando crítica e questionamento vêm no contexto do amor, elas produzem ainda mais percepções”.

O mundo não está em busca de idéias e princípios defendidos com ardor extremado. As pessoas aguardam Deus “com gula”, segundo a inspiração de Arthur Rimbaud. A simplicidade das “boas notícias” perdeu-se em meio aos embates. O saco cheio de rótulos deve ser esvaziado para que possamos voltar a sentar à mesma mesa, evidenciando a todos que o amor de Jesus suplanta quaisquer divergências de opinião.

Tenho ciência da puerilidade aparente deste discurso ao observar tantas feridas purulentas decorrentes de inúmeros confrontos. Contudo, sei o quanto Deus se agrada ao descobrir traços de pureza no coração de seus filhos. Da mesma forma que “Abraão, contra toda esperança, em esperança creu”, essa certeza me motiva a exercer meu sacerdócio espicaçante... pero sin perder la ternura jamás. Afinal, de acordo com a licença poética de Frei Betto, “o amor dura enquanto é terno”.

texto meu [do Sérgio Pavarini... : )] que sairá na próxima edição da revista Eclésia.

TEXTO DE RODRIGO DE LIMA FERREIRA PUBLICADO NO SITE DA REVISTA/EDITORA ULTIMATO. POSTADO AQUI NO BLOG EM 01/12/2007.

RÓTULOS

Vivemos em um mundo frenético, em que as mudanças ocorrem em uma velocidade louca. Aquilo que era novidade na semana passada hoje pode estar defasado.

Não conseguimos nos habituar a isso. Precisamos, para suportar um pouco, de classificações e definições das coisas que mudam, ainda que tais definições e classificações sejam aleatórias e passageiras.

Quer um exemplo? Eu gosto muito de rock, é meu estilo musical favorito. Gosto de praticamente todas as vertentes dentro do rock. Mas é engraçado que aquilo que eu considerava como heavy metal há vinte anos hoje passa a ser classificado como hard rock. Aquilo que trazia desconforto para as igrejas hoje é suportável por se tratar não mais de um ritmo mundano, mas de um ritmo gospel.

Neste aspecto, fico pensando em como temos usado e abusado de rótulos para classificarmos uns aos outros. E o que é pior: aceitamos tais rótulos sem muito questionamento.

Durante o meu tempo de seminário, alguns pastores mais velhos do meu presbitério me alertavam, não sem um pouco de pavor na voz: “Cuidado com o que você vai ler! Cuidado com os liberais!”. Mas, para minha surpresa, li alguns autores ditos “liberais” e vi que eles eram mais consistentes com a doutrina bíblica do que os autodenominados “conservadores”.

Fui alertado, também, sobre outro mal: “Cuidado com o ecumenismo! Leva pro inferno!”. Mas na cidade onde desenvolvo meu ministério atual tenho grande afinidade com o padre, que posso afirmar, sem medo, se tratar de um homem de Deus. Vi que em nossa amizade há grandes possibilidades para a expansão do Reino.

E por aí vai. Podemos ser calvinistas (supralapsarianos e infralapsarianos) ou arminianos; carismáticos, pentecostais ou históricos; amilenistas, pré-milenistas ou pós-milenistas; pré, mid ou pós-tribulacionistas; cessionistas ou não; fundamentalistas ou liberais; ortodoxos ou pós-modernos.

Hoje vejo que tais rótulos são fruto da mentalidade mercantil de nosso protestantismo. São definições humanas que, à luz da Bíblia, têm pouca serventia. O evangelho, afinal de contas, é para o grego, o judeu, o bárbaro, o cita, o circuncidado, o incircunciso, o escravo, o livre (Cl 3.11).

Creio que posso aprender e crescer com o meu irmão que pensa diferente de mim. Afinal, o histórico de vida dele é diferente do meu, e sua percepção de mundo também, o que pode enriquecer a minha cosmovisão.

Assim, posso ser calvinista e entender que o homem não é uma mera marionete nas mãos de Deus; amilenista, entendendo que a minha esperança bendita ainda está para se revelar; ortodoxo, sabendo que devo continuar aprofundando meus estudos na Palavra, pois minha mentalidade afetada pelo pecado não consegue alcançar todas as nuanças das coisas de Deus; conservador, sabendo que não entendo tudo de Deus; não-cessionista, alertando contra os pecados do abuso dos dons espirituais.

A única classificação que devemos aceitar sem reservas é a classificação que Deus colocou sobre nós, que é a de seus filhos amados, independente das nossas questiúnculas pseudo-teológicas. Para Deus, e no fim das contas para nós, é isso o que realmente importa. O resto são rótulos, que ficam bem em produtos de supermercado, mas não em filhos de um Pai amoroso.

***

• Texto escrito por Rodrigo de Lima Ferreira, casado, duas filhas, pastor da Igreja Presbiteriana Independente do Brasil desde 1997. Graduado em teologia e mestre em missões urbanas pela FTSA, hoje pastoreia a IPI de Serranópolis, GO.
NOTA: texto bom de ler...

FONTE: Site da Editora/Revista Ultimato.

TEXTO DE MINHA AUTORIA PUBLICADO AQUI NO BLOG EM 04 DE DEZEMBRO DE 2007


SOLA SCRIPTURA

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Encontrei este texto no Blog
Apologética - Sola Scriptura, filiado à UBE, da qual também faço parte. Ora, o assunto de que irei tratar aqui é mais do que polêmico. Na verdade, conheço poucos que realmente tentam discutir o que se pratica hoje, na igrejas ditas cristãs, e o que está, de fato, na Bíblia. E não me refiro somente à Igreja Católica Romana, que é a mais antiga de todas e a que, em minha opinião, comete mais desvios em relação à Palavra de Deus. Mas como aceitar que Igrejas protestantes nos EUA sejam a favor da pena de morte? Como aceitar que essas igrejas apóiem a imunda Guerra do Iraque? Ora, isso é gravíssimo, e atinge frontalmente o que Jesus disse ser resumo dos mandamentos, amar o próximo como amamos a nós mesmos.

Assim também a discussão acerca do homossexualismo e políticas públicas adotadas em relação aos gays, lésbicas, transexuais etc. Não é preciso ir muito longe para se dar conta de que a prática homossexual não é agradável a Deus. Sim, é pecado, e ninguém gosta mais de usar essa palavra, hoje. Mas também não é preciso ir muito longe para se compreender que devemos amar as pessoas, não os seus pecados, não as suas fraquezas ou os seus desvios. Isso não significa ser pusilânime nem relativista o suficiente para saber dizer, também, que determinado comportamento não é bom! E isso implica a grande responsabilidade de se ter a consciência e a lucidez necessárias para sabermos que pecados os temos todos, e se não é sob um aspecto, será sob outros. É claro que questiono quando leio que o governo federal financia eventos para apoiar a causa gay. Não somente porque creio não ser a prática digna, tampouco agradável a Deus, mas também porque acho que esse não é um assunto governamental, e que há coisas terríveis no Brasil, graves e urgentes, esperando pelo dinheiro público, que sai também do meu imposto. Também questiono que o governo federal dê dinheiro a igrejas, sejam elas católicas ou protestantes. Isso é politicagem, tanto para agradar um segmento quanto para ganhar votos de outro.


Mas hoje muitos cristãos, em blogs, sites e livros, acham que é desnecessário se falar em voltar às Escrituras. Tanto os "modernos" como os "conservadores". Aliás, só "voltamos às Escrituras" quando o trecho que citamos serve aos nossos interesses, justifica nossas idéias, independentemente das Escrituras em sua totalidade.
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Os "modernos" não falam acerca da permissividade e da promiscuidade que toma conta da sociedade, e da urgente necessidade de pregarmos a santificação, a realidade de ser nosso corpo físico Templo do Espírito, imiscível com qualquer torpeza, imundície, abominação, pecado. E não se questiona mais, em muitos, inúmeros blogs e sites e revistas e livros e programas de TV e rádio ditos cristãos, a pedofilia, as relações sexuais fora do casamento, a iniciação sexual precoce, a gravidez na adolescência, o aborto, a prostituição, o homossexualismo, a obscenidade, as diversas dependências químicas em relação a tantas drogas etc. De fato, alguns cristãos capitulam de modo vergonhoso. Já li, em determinado blog dito cristão, que o melhor seria termos, em festas raves, por exemplo, cuidados médicos a fim de ajudar os jovens que desejam se drogar, dada a inevitabilidade do uso das drogas. Não lutamos mais contra as injustiças, contra o desvio moral do homem, fruto do pecado. Apenas tentamos remediá-los. Triste! Triste! Triste! Vergonhosamente triste!
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Os "conservadores", por outro lado, não estão interesssados em discutir o que quer que seja acerca de justiça social, direitos humanos, respeito à dignidade que cabe a cada cidadão, seja ele branco, negro, índio, pobre, rico, homem, mulher, o que for. Essas discussões me parecem ser, para eles, "assuntos menores". Os protestantes "conservadores" elogiam a Igreja Católica quando ela se manifesta contra o aborto e o homossexualismo, e aí temos o Blog da Norma e do Julio Severo, firmes.
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Já os protestantes "modernos" tecem loas à Igreja Romana quando o assunto é "ecumenismo" (aí é só ir ao site do Paulo Brabo, ou do Sérgio Pavarini, que são muito parecidos), apoio à reforma agrária e outras políticas de promoção de justiça social. Outros, ainda, elogiam a Igreja Católica de Roma quando constatam que há muitos padres, bispos, cardeais etc. gays, o que pode ser uma ótima coisa - o padre declaradamente gay Henry Nouwen, por exemplo, é praticamente colocado em pedestal no Blog do Sérgio Pavarini.

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Penso que, de fato, não há equilíbrio nas diversas posições ideológicas e teológicas assumidas por diferentes "alas" da religião cristã. Assim, de certa forma, fugimos todos da vontade de Deus, expressa em sua Palavra. Se por um lado o Senhor nos chama à santificação, porque nossa natureza é pecadora, imunda, humana, por outro Ele nos chama também à luta pela Justiça, contra a opressão do mais forte sobre o mais fraco - vejamos Amós, Isaías, Jeremias e o próprio Jesus, nos Evangelhos.
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Mas, o que vejo? Falamos contra os gays ou os adeptos de outras teologias de modo agressivo. E podemos ser firmes contra determinado comportamento sem sermos agressivos. Porque somos todos pecadores, mas também todos criados à imagem e semelhança de Deus, e amados por Ele a tal ponto que seu único filho foi entregue à morte humana para a salvação de todo aquele que crê. Portanto, creia-me, mesmo que você não ame o homossexual, saiba que Deus o ama, e deseja seu resgate, seu novo nascimento e sua restauração.
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E, ainda, existe a outra via, tão perniciosa e contrária à Palavra como a anterior: falar de "liberdade" confundindo liberdade no Espírito com permissividade. E aí vale tudo, e não se critica nada nem ninguém, apenas o "maldito conservadorismo hipócrita e farisaico da direita". E é só, o discurso é tão raso quanto circular e tautológico.
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E a exortação, com amor, que Deus diz que devemos praticar? Quando há "exortação", ocorre uma "paulada na moleira", como se costuma dizer aqui no Nordeste. Foi assim a palavra que recebi do Paulo Brabo, há algum tempo. Na verdade, seu discurso não foi bem "exortação", mas "execração"... Sem amor, sem cuidado, simplesmente uma humilhação pública, uma ida ao pelourinho para eu deixar de ser "atrevida" (e o pior é que nem atrevida fui, apanhei sem saber o qual era o mal cometido, e isso é o que mais dói - ainda). E, com a "execração", o silêncio amistoso, cúmplice e omisso de seus amigos-adoradores. Assim, há outros que foram "execrados", mas não exortados, como o Ricardo Gondim, cuja orientação teológica me parece confusa e que recebeu, talvez por conta disso, pedradas nada cristãs vindas de pessoas ditas cristãs. Ou como o Caio Fábio, que foi crucificado e hoje crucifica, ele mesmo, outros. Todos, todos, ditos cristãos.
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Bom, citei alguns exemplos, mas há outros, relacionados a mim e a outras pessoas. Cada um deve desconfiar em quê se excedeu, não?
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Bom, segue o texto acerca da Igreja Católica. Volto a dizer que inúmeras são as igrejas protestantes/evangélicas que se desviam do Caminho, da Palavra. Há vertentes para todos os gostos: de ultraconservadores a superliberais, passando pelos neopentecostais, pelos pentecostais... E ainda me aparece um cara aí pra dizer que só os católicos sabem o que é Graça!
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De fato, ninguém sabe o que é Graça. Se soubéssemos, procuraríamos ser como Jesus, porque a Graça é infinitamente imerecida, e nossa dívida para com Deus é tão grande que nosso único desejo seria o de buscar se parecer com Jesus, que, enquanto esteve nesta terra, foi firme, doce, amigo, cheio de amor, justo, sábio, cumpridor da Lei até o fim.
***

2 comentários:

Práxis Cristã disse...

Oi Maya
Gostei do seu blog e principalmente do seu apelo à centralidade das escrituras. Quanto a citação sobre Henry Nowen pelo que sei sua homossexualidade só foi descoberta após sua morte. Mesmo tendo desejos homossexuais me parece que ele lutou até o fim contra essa tendência. Ele não foi um militante da causa homossexual.
Não creio que ser aberto ao diálogo é um sinal de ecumenismo. Reconhecer contribuições de pessoas de outras visões religiosas e políticas sem abrir mão de suas convicções é um sinal de maturidade cristã e não de fraqueza.
Valeu pelo texto.
Um abração.

Maya disse...

Oi,

Obrigada por seu comentário. O que me deixa triste no caso do que se fala acerca do Henry Nouwen é que os textos e comentários que leio tratam de ressaltar exatamente seu homossexualismo, dando a esse fato uma conotação heróica.

Obrigada por seu comentário, volte sempre.

Feliz Natal...

Maya

: )

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