Creio que não existe nada de mais belo, de mais profundo, de mais simpático, de mais viril e de mais perfeito do que o Cristo; e eu digo a mim mesmo, com um amor cioso, que não existe e não pode existir. Mais do que isto: se alguém me provar que o Cristo está fora da verdade e que esta não se acha n'Ele, prefiro ficar com o Cristo a ficar com a verdade. (Dostoievski)

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25 de jan. de 2014

c'est moi le nouveau parfum




Nouveau Parfum

Boggie


Soit Prada, Hugo Boss, Chan
el, Giorgio Armani, Cartier, Azzaro, Sisley, Escada, Gucci, Naf Naf, Nina Ricci, Lancôme, Kenzo et encore, encore

Soit Bruno Banani, La Bastidane, Estée Lauder, Guerlain, Burberry et Thierry Mugler, Bourjois, Chloé, Jean-Paul Gautier, Valentino et je n'en sais plus

Lequel je choisis ?
Pourquoi je choisis ?
Qui veut que je choisisse ?
Je ne suis pas leur produit

De beauté, d'préciosité
Ils ne peuvent pas me changer
Sans pareille, non pareille,
Le nouveau parfum, c'est moi-même, le nouveau parfum

C'est moi le nouveau parfum

Soit Roberto Cavalli, Bulgari, Givenchy, Dolce & Gabana, Paco Rabanne, soit Lacoste, Tommy Hilfiger, Yves Saint Laurent et je n'en sais plus

Lequel je choisis ?
Pourquoi je choisis ?
Qui veut que je choisisse ?
Je ne suis pas leur produit


De beauté, d'préciosité
Ils ne peuvent pas me changer
Sans pareille, non pareille,

Le nouveau parfum, c'est moi-même, le nouveau parfum
C'est moi le nouveau parfum

16 de dez. de 2009

convite: lançamento de livro :)))


 Convite
               Lançamento do livro  Quand les mots parlent, au Maranhão... on écrit! / Quando as palavras falam, no Maranhão... escreve-se!
               Textos bilingues (francês/português)
               Autores: Charles Simões, Eva Maria Nunes Chatel, Fernanda Costa, Maria Elza Bello, Mayalu Felix, Rossana Ingrid Jansen e Teresinha Rocha Braga.
Data: 21/12/09                       Horário: 17h30
Local: Auditório Ribamar Carvalho - Área de Vivência - UFMA
Preço do exemplar: R$ 20,00

Venez nombreux!

10 de out. de 2009

a vida dos cristãos do paquistão e da somália.

Navegando pelo YouTube, encontrei um vídeo [link: http://www.youtube.com/watch?v=PzrDhgTyG7Y&feature=related] de cerca de 11 minutos sobre a vida dos cristãos no Paquistão. Os quase cinco mil cristãos que lá vivem são obrigados a morar em um bairro sem água encanada, sem esgoto e sem condições de higiene. O governo muçulmano construiu um muro ao redor do bairro. Nos depoimentos, os cristãos contam como são tratados pelos muçulmanos. Eu me lembrei do tratamento recebido pelos judeus nos campos de concentração. Os muçulmanos não gostam que os cristãos que trabalham para eles fazendo serviços domésticos toquem sua comida, por exemplo. Um muçulmano, sem saber que estava sendo filmado, diz ao repórter que o muro existe porque os cristãos são ignorantes. Depois, afirma que "todos eles são drogados" e traficantes. O vídeo afirma que muitos cristãos paquistaneses vieram das castas mais baixas da religião hindu, convertendo-se ao cristianismo para escapar da religião que fazia deles párias intocáveis. O vídeo mostra, entretanto, que pouca coisa mudou para eles. Sem educação, condições de higiene e ainda vitimados pelo uso e tráfico de drogas,  os cristãos do Paquistão sobrevivem cercados de preconceitos por parte da esmagadora maioria muçulmana (95% da população). Apesar de a constituição paquistanesa garantir o respeito às minorias, os cristãos são absurdamente oprimidos. O vídeo conta que, em 1993, um cristão cego, sem saber, jogou um exemplar do Alcorão no lixo e, por ter feito isso, passou 13 anos na prisão. O Estado paquistanês é muçulmano, e as leis do país claramente consideram blasfêmias muitas atitudes que, poderíamos pensar, são inofensivas - como as mulheres não colocarem o véu na hora das orações islâmicas, mesmo as cristãs. Os cristãos paquistaneses são 2% da população, o que perfaz cerca de três milhões de habitantes. Vendo como é a situação dos cristãos em lugares como o Paquistão é que compreendemos como os cristãos no Brasil estão imobilizados pelo inimigo, fazendo nada atrás de nada, em suas igrejas luxuosas, distraídos com coisas absolutamente desnecessárias para o reino de Deus. 


Enquanto alguns pastores cobram 900 reais para a unção e outros cantam músicas de John Lennon no culto, os cristãos do Paquistão vivem da maneira como a reportagem mostrou. Na Somália, são assassinados e as igrejas destruídas: os muçulmanos são incentivados a matar os "infieis", acreditando que, quanto mais cristãos conseguirem matar, mais prêmios receberão de Allah. Veja o vídeo abaixo. Infelizmente, não pude traduzi-lo. Se alguém que lê agora esta mensagem puder fazer isso, peço que faça: é um favor para as igrejas relapsas do Brasil e seus pastores espetaculares.


Mais uma coisa: sem ver nas igrejas e nos evangélicos nem sal nem luz, cresce o número de jovens das periferias brasileiras que se convertem à religião islâmica. Sem ver nos cristãos uma santidade que vá além de hábitos, roupas e assiduidade nas igrejas, muitos decidem buscar no islamismo a profundidade espirutual que não conseguem ver na vida dos cristãos. Veja aqui: http://mayafelix.blogspot.com/2009/02/isla-cresce-na-periferia-das-cidades-do.html



23 de jun. de 2009

sobre o uso da burka na França

Sobre a questão do uso da burka na França, gostaria de salientar aguns fatos que li também no site do Le Figaro, mas que não postei aqui:

1. O uso da burka não é prescrito no Corão e não é unanimidade entre os muçumanos. Uma facção da religião islâmica adota o uso da burka para as mulheres (assim como um grupo de muçulmanos na Eritreia adota a cirurgia de remoção do citóris feminino). Por isso, Sarkozy disse que seu pronunciamento contra o uso das burkas não é um pronunciamento contra a religião islâmica;

2. Na França, há cada vez mais jovens francesas, de etnia caucasiana ("européias", de pele clara) adotando o uso da vestimenta. Isso ocore por várias razões, mas principalmente por conta de casamentos entre francesas de origem tradicional católica não-praticantes e homens muçulmanos. Na religão islâmica, a mulher que se casa com um muçulmano adota intantaneamente a religião do marido. Nem sempre as mulheres que se casam com muçulmanos são obrigadas a usar a burka: muitas delas o fazem espontaneamente e como opção religiosa.

3. A conversão de homens e mulheres franceses ao islamismo tem crescido. Como opção ao ateísmo vazio e ao catolicismo idólatra e frio, franceses acham na religião legalista do Islã um "sentido para a vida", como declarou uma mulher entrevistada na reportagem do Le Figaro.

Acreditem, já ouvi de um pastor, no púlpito, que muitos tinham chamado missionário para a Europa, que é um lugar rico, e que isso era "muito fácil". Disse o pastor, ainda, que o verdadeiro chamado era para lugares onde havia miséria, como a África e a Ásia (como se os bilhões de europeus iludidos com o materialismo e sem conhecer o amor de Deus, seguros por uma aparente estabilidade, não precisassem de Cristo em sua miséria espiritual).

22 de jun. de 2009

la burqa n'est pas la bienvenue en France


O presidente francês, Nicolas Sarkozy, disse nesta segunda-feira (22) que as burcas, vestimenta que cobre todo o corpo da mulher, dos pés à cabeça, escondendo seu rosto, não têm lugar na França, já que são um símbolo de subjugação da mulher. Durante um discurso solene ao Parlamento sobre uma ampla gama de assuntos, Sarkozy apoiou uma iniciativa lançada na semana passada por parlamentares que expressaram preocupação com o crescente uso de burcas na França.
Mulheres usam diferentes tipos de véus na cabeça: no topo esquerdo, um hidjab, no topo direito, um niqab, na esquerda de baixo, um xador; por último, a burca.

"A questão da burca não é uma questão religiosa, é uma questão de liberdade e de dignidade das mulheres", afirmou Sarkozy durante uma sessão conjunta das duas Casas do Parlamento, realizada no Palácio de Versailles. "A burca não é um símbolo religioso, é um símbolo da subjugação, da subjugação das mulheres. Quero dizer solenemente que não será bem-recebida em nosso território", afirmou, recebendo fortes aplausos. Numa iniciativa multipartidária, 60 parlamentares propuseram a uma comissão parlamentar que examine a disseminação da burca e encontre meios de combater a tendência. Referindo-se a essa proposta, Sarkozy disse que é a maneira correta de proceder. "Tem de haver um debate e todas as posições têm de ser apresentadas. Que melhor lugar para isto do que o Parlamento? Eu digo a vocês: não temos de nos envergonhar de nossos valores, não temos de ter medo de defendê-los", disse ele. O debate sobre a burca é resquício de uma controvérsia sobre o uso de véus por meninas muçulmanas na sala de aula, que inflamou a França por uma década. Por fim, em 2004 foi aprovada uma lei que proíbe estudantes de usarem símbolos claros de sua religião nas escolas do Estado. Críticos dizem que a lei estigmatizou os muçulmanos em um momento em que o país deveria estar combatendo a discriminação nos mercados de trabalhos e imobiliário, que causa uma divisão entre a maioria da sociedade e muitos jovens descendentes de imigrantes.
FONTE: Blog do Pr. Moisés Carneiro
***

No site do jornal Le Figaro:


Le chef de l'État a rappelé devant le Congrès lundi que le voile intégral n'est pas «l'idée que la République française se fait de la dignité de la femme».

«Signe d'asservissement» de la femme, la «burqa n'est pas la bienvenue sur le territoire de la République française», a lancé le président lundi devant le Parlement réuni en Congrès. «Nous ne pouvons pas accepter dans notre pays des femmes prisonnières derrière un grillage, coupées de toute vie sociale, privées de toute identité. Ce n'est pas l'idée que la République française se fait de la dignité de la femme», a souligné Nicolas Sarkozydevant les députés et sénateurs. «Le Parlement va se saisir de cette question pour organiser un débat et permettre à tous les points de vue de s'exprimer», a-t-il expliqué. Pour autant, le chef de l'État n'a pas tranché entre la «commission d'enquête parlementaire», souhaitée par une soixantaine de députés, qui ont soutenu la proposition d'André Gérin (PCF) et la voie, «moins comminatoire», de la mission d'information soutenue par Bernard Accoyer, le président de l'Assemblée.

La commission comme la mission devraient se pencher sur ce phénomène récent, encore restreint, mais en augmentation. La burqa, diffusée en France ces quinze dernières années, a été encouragée par des mouvements radicaux. On compterait ainsi environ 30 000 salafistes en France, dont quelques milliers de femmes qui portent la burqa, auxquelles s'ajoutent celles du Tabligh, autre mouvement fondamentaliste et piétiste. La plupart de ces femmes sont françaises, entrées volontairement sous la burqa comme on adhère à une «secte», rappelle l'anthropologue Dounia Bouzar : «Il s'agit d'ériger une frontière infranchissable entre ceux qui sont “dedans” et ceux qui sont “dehors”.»

Respect de toutes les religions

Comment contenir alors l'expansion de la burqa ? Les partis se divisent entre les partisans d'une loi et ceux qui craignent d'enfermer un peu plus ces femmes chez elles, voire de raviver la querelle qui avait entouré le vote de la loi sur signes religieux ostensibles à l'école en 2004. Car si Nicolas Sarkozy insiste pour sortir la burqa du champ religieux, le Conseil français du culte musulman semble, lui, l'entendre autrement. L'organe représentatif officiel s'oppose à toute remise en cause du voile intégral, regrettant une fois de plus «la stigmatisation de l'islam». Seul le recteur de la Mosquée de Paris, Dalil Boubakeur, a pris ses distances avec le niqab, rappelant qu'il n'est ni prescrit par le Coran ni dans la tradition maghrébine.

Mais, signe religieux ou pas, il semble difficile de fonder en droit l'interdiction de la burqa. La laïcité ne régit pas la tenue des adultes dans l'espace public. Les questions de sécurité, avec la nécessaire identification dans certains établissements sous protection, comme les mairies, les gares ou encore les banques, semblent le vecteur le plus évident. Il est par ailleurs déjà interdit de conduire en burqa (jurisprudence de l'île de la Réunion). Autrement, il semble difficile de réglementer la tenue d'adultes sur la voie publique sans viser spécifiquement les musulmans.

Or, Nicolas Sarkozy entend au contraire faire de la laïcité le respect de toutes les religions. Et relancer plus largement notre «modèle d'intégration, qui ne fonctionne plus» car «au lieu de produire de l'égalité il produit de l'inégalité», «au lieu de produire de la cohésion, il produit du ressentiment», a déclaré le chef de l'État.

La lutte contre la discrimination sera la priorité du gouvernement et «il faudra savoir donner plus à ceux qui ont moins sans user de critères ethniques, contraires à nos principes fondamentaux, mais bien sur des critères sociaux».


***

Bien joué, M. Sarkozy! :)

28 de mar. de 2009

um ano em paris...


Merde!  Um ano em Paris

Comprei esse livro ontem! Estava passeando numa livraria (um programa bom pra sexta à noite) e o vi. Comecei a folheá-lo e, ao ler as primeiras páginas, o riso saiu fácil. A narrativa de Stephen Clarke é fluida, engraçada, soando como um diário. Se você entende alguma coisinha de inglês e francês vai achar o primeiro capítulo muito engraçado. Se conhece Paris e os franceses... bom, aí vai dar umas boas gargalhadas, como eu. O autor consegue captar muito bem l'état d'esprit dos iredutíveis gauleses modernos... O livro foi publicado no Brasil pela editora Record, tem 335 páginas, custa R$ 41,00 e foi traduzido do inglês (A Year in the Merde) por Alexandre Raposo. Já estou na página 128...

15 de fev. de 2009

la fonderie


Descobri um site muito legal! Trata-se do La fonderie, um espaço virtual cristão e voltado para a arte e os artistas cristãos. No endereço, em Paris, há cultos, noites de oração e louvor e exposições, espetáculos de música e mostras de cinema.


La fonderie

...UN ESPACE pour valoriser, encourager, inspirer et donner de l'audace aux chrétiens qui travaillent dans les Arts ou exercent une profession créative 

...UNE COMMUNAUTE qui explore les liens entre l'art, la culture et la foi, des artistes qui cherchent à se (re)connecter avec Dieu, à découvrir une vie passionnante!

...UNE INVITATION aux artistes à se rencontrer lors de séries de soirées et d'événements divers, à participer au développement de notre espace culturel et artistique  


Visite também Mosaic, em inglês: http://mosaic.org/

9 de fev. de 2009

cristãos de Gaza perseguidos por muçulmanos

CRUAUTE ET SILENCE A GAZA
La présence chrétienne a été éradiquée

Par Jonathan Spyer, chercheur au Global Research in International Affaires Center IDC- Herzliya

Jerusalem Post International - semaine du 19/25 décembre 2008

Traduction par Albert Soued, pour www.nuitdorient.com 

Personne n'en parle dans les médias occidentaux, une campagne de persécution systématique a pris place dans la bande de Gaza et dans une moindre mesure en Cisjordanie. Le silence général autour de cette campagne contribue à son intensification. Les victimes sont les Chrétiens palestiniens, en particulier la petite communauté de Gaza.

Les persécuteurs sont les divers groupes islamistes dont les actions ne sont que les manifestations d'un militantisme et d'une bigoterie qui ne cessent de croître dans la région. La population chrétienne est peu nombreuse, entre 2 et 3000 âmes, et du fait de l'évolution ambiante, elle tend à devenir invisible sur le plan civique.

Depuis le coup d'état du Hamas en juillet 2007, la situation des Chrétiens est devenue intenable. Enhardies par l'indifférence des autorités, les organisations islamistes ont commencé à viser les institutions chrétiennes et les personnes par l'intimidation, le harcèlement et les menaces d'enlèvement, en permanence, et sans aucune impunité.

A Gaza City, l'Association biblique "Teachers Bookshop" a subi de nombreuses attaques, notamment à la bombe en avril 2007. Son propriétaire, Rami Khader Ayyad, a été enlevé en plein jour et trouvé mort le 7/10/07. L'année suivante, les institutions chrétiennes ont subi de nombreuses attaques à la bombe, notamment les écoles. En mai 2008, l'école américaine de Beit Lahya a été atteinte et en été 2008, l'école des sœurs Zahwa Rosary Sisters et l'école El Manara, la librairie de YMCA et le Commonwealth War Cemetery également. Les attaques ont lieu souvent la nuit, sans autres victimes que les gardes.

On pense que les coupables sont les groupes salafistes comme Jaish al Islam, Jaish al Ouma… Les Comités de Résistance Populaires les plus en vue ont décrété que la présence chrétienne devait être éliminée de Gaza, car elle diffuse une culture pro-occidentale et anti-islamique. Et les autorités du Hamas, que font-elles ? 

Elles se sont contentées de critiquer ces attaques et les arrestations sont rares, et, quand elles ont lieu, les suspects sont libérés rapidement, sans jugement. Ce fut le cas des 2 terroristes de Jaish al Islam qui ont attaqué la YMCA.

Ces persécutions ne sont pas le fait de simples groupuscules, mais il s'agit d'un large processus d'islamisation de la société palestinienne dans lequel le Hamas est partie prenante. Les cadres du mouvement divisé du Fatah n'en sont pas exempts. Les Comités populaires de résistance, par exemple, ont été fondés par d'anciens officiers du Fatah qui cherchaient à assouvir leur zèle religieux.

La situation en Cisjordanie est différente, du fait que la population chrétienne est plus nombreuse et les forces laïques y sont plus puissantes. Néanmoins la tendance anti-chrétienne y rend amère la vie de cette communauté. Al Ayam, un journal local, attire l'attention sur le "rachat obligatoire des terres chrétiennes", à Bethlehem, Ramallah et al Bireh. Les puissants clans et les forces de sécurité palestiniennes ont mis en place des méthodes pour s'emparer des terres chrétiennes, par de faux documents de propriété, par le squat, l'expropriation ou l'intimidation. Le journaliste Abd alNasser al Najjar se plaint que les autorités ou les ONG ne protègent pas les Chrétiens…

Officiellement on clame l'unité nationale entre Musulmans et Chrétiens et les représentants de la Communauté Chrétienne confirment cette annonce. Mais sur le terrain, les Chrétiens de l'Autorité Palestinienne ont peur, la population de Bethlehem, par exemple, étant passé de 60% en 1990 à 20% aujourd'hui. Et on peut craindre que la minuscule communauté de Gaza ne disparaisse dans peu de temps.

Mais ces événements ne sont que le reflet d'un processus général qui est en cours dans tout le Moyen Orient et dont les médias occidentaux et les ONG ne parlent pas, préférant ignorer cette dure réalité du terrain. Et le résultat est l'agonie d'une très vieille communauté du Moyen Orient. (1)

Note de la traduction

(1) Cette tendance à la disparition des très anciennes communautés chrétiennes du Moyen Orient est très visible au Liban, en Irak, en Egypte particulièrement. Pourtant elles charrient des cultures ancestrales (copte, maronite, chaldéenne, grecque-orthodoxe…) qui risquent de s'évaporer du patrimoine mondial.

***

Amigos, este texto é interessantíssimo, e denuncia a perseguição que os cristãos sofrem em Gaza e em países muçulmanos. Comunidades cristãs tradicionais, como os católicos ortodoxos copta, desaparecem pouco a pouco em razão de perseguições e agressões. E, nessas horas, onde estão os defensores da democracia? Os arautos do respeito e da ética? Os gestores da liberdade? Os pastores enojados com Israel (ui!)? Nessas horas não aparece ninguém, é claro, pois fica muito feio denunciar os muçulmanos como autoritários, anti-democráticos e agressivos, ainda que a imensa maioria deles o seja. Para os que defendem regimes como o do Irã, eu só tenho uma recomendação a fazer: mude-se para lá imediatamente! Ou vá viver em Cuba! Passe suas férias na Coréia do Norte! Lua-de-mel na China! Happy hour com os amigos do Hamas! Nã-nã-nã, nada de Europa nem de Estados Unidos: defensores da liberdade nunca devem pisar na ditatorial New York, muito menos na opressora Paris.

Este texto, que já é uma tradução do original - que deve estar em inglês ou hebraico - eu garimpei numa comunidade de um site de relacionamentos chamada Chrétiens Amis d'Israel. Minha intenção era traduzi-lo para só então postá-lo aqui, mas infelizmente não tive tempo e, no momento, isso me é impossível. Se alguma boa alma quiser traduzi-lo, não hesite. Peço apenas que me envie a tradução, para que eu a poste aqui.  

5 de fev. de 2009

dicas de tradução


  • Le lion est le roi des animaux.  = O leão ia urrar e desanimou.
  • Elle est très petite. = Ele quer três petiscos.
  • Il est trois heures. = A ilha é traiçoeira.
  • Il pleut. = Ele chove.
  • Asseyez-vous = Asseie o avô.
  • Nous sommes heureux. = Os nus são miseráveis.
  • Quel merveille! = Que mulher velha!
  • Le crayon est rouge. = A lacraia ruge.
  • Je suis un élève. = O giz eu levo.
  • Rimbaud c'est mon idole. = Rambo é meu ídolo.
***

Do livro Luta nas classes: 1001 maneiras de detonar seu professor, de Bernardo Jablonski e Ronald Fucs.

26 de jan. de 2009

semiótica tensiva



Este (curto) vídeo traz o Prof. Luiz Tatit (professor e compositor de mão cheia), da USP, falando sobre a Semiótica Tensiva e a relação Semiótica-Linguística. Ele faz uma crítica leve aos greimasianos empedernidos e aponta a Semiótica Tensiva de Eric Landowski e Claude Zilberberg (entre muitos outros) como um caminho que volta a Saussure. E toca num ponto deveras dolorido para linguistas e semioticistas: muitos semioticistas não são linguistas, o que talvez faça Saussure se revirar no túmulo.

Para ver e ouvir os vídeos, vá primeiro à caixa Maya_musique e clique em "pause". Depois venha aqui e clique em "play". A primeira passagem nunca é boa, experimente ver a segunda.




Este segundo vídeo traz uma entrevista com o Prof. Claude Zilberberg. A entrevista continua em mais seis vídeos postados no Youtube, cujos links seguem abaixo. Neste primeiro vídeo o Prof. Zilberberg, que esteve no Brasil no ano passado, para conferências em São Paulo e no Rio de Janeiro, fala de uma de suas grandes paixões, a obra do escritor francês Paul Valéry. O entrevistado fala da lógica explicativa de Valéry, entremeando-a com termos da teoria semiótica, da escrita perfeita de Valéry e coteja prosa e poesia, afirmando que na língua francesa a primeira lhe parece superior. Claude Zilberberg também fala da proximidade do pensamento de Paul Valéry com a Semiótica, especialmente com as categorias da Semiótica Tensiva. Vale a pena assistir.

Continuação:

parte 2: http://br.youtube.com/watch?v=k09xie3j9Lw&feature=related

parte 3: http://br.youtube.com/watch?v=rURdJ263IvQ&feature=related

parte 4: http://br.youtube.com/watch?v=LRot2RXvoYo&feature=related

parte 5: http://br.youtube.com/watch?v=DZg5rAF5EyY&feature=related

parte 6: http://br.youtube.com/watch?v=Idmr5aLDSCk&feature=related

O professor Zilberberg também tem um site dedicado à Semiótica Tensiva: http://www.claudezilberberg.net/

Informe-se!

:)

14 de jan. de 2009

concurso público para professor de literatura francesa e literatura brasileira na UnB

A FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA/FUB, nos termos da Portaria do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão n. 286, de 2/9/2008, publicada no DOU de 3/9/2008, e na Portaria do Ministério da Educação n. 1.110, de 4/9/2008, publicada no DOU de 5/9/2008 e em conformidade com a Lei n. 8.112, de 11/12/1990, com o Decreto n. 94.664, de 23/7/1987, com o Decreto n. 4.175, de 27/3/2002; torna pública a abertura de inscrições e estabelece normas relativas à realização de Concurso Público de provas e prova de títulos, visando atender à meta física de cargos efetivos conforme termo de acordo de metas do Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades (REUNI), e destinado a selecionar candidatos para o cargo de Professor Adjunto da Fundação Universidade de Brasília/FUB.

1. DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES DO CONCURSO 1.1. O presente concurso será regido por este Edital e será executado pela Fundação Universidade de Brasília. 1.2. As provas serão realizadas pelo Departamento de Teoria Literária e Literaturas - TEL, localizado no Instituto de Central de Ciências – ICC, Ala Centro, Campus Universitário Darcy Ribeiro, Asa Norte, Brasília-DF, CEP 70910-900. 1.3. A lotação do candidato que vier a ser nomeado em razão de aprovação neste concurso público se dará no Departamento de Teoria Literária e Literaturas - TEL. 1.4. O Concurso Público visa ao provimento de 02 (duas) vagas no cargo de Professor Adjunto, para a área indicada a seguir: a) Área do Concurso: Literatura Francesa; 1.5 A seleção para o cargo de Professor Adjunto constará das seguintes etapas: a) Prova Didática de caráter eliminatório e classificatório, com peso 1; b) Prova de Títulos de caráter classificatório, com peso 1; c) Prova oral para defesa de conhecimentos de caráter eliminatório e classificatório, com peso 2.

2. DA DIVULGAÇÃO DO CONCURSO PÚBLICO 2.1. Todo edital relativo a este concurso público será publicado no Diário Oficial da União e divulgado nos endereços eletrônicos indicados no subitem 2.3. 2.2. O candidato poderá obter informações referentes a este concurso por meio do endereço eletrônico concursodocente@unb.br. 2.3. O candidato deverá observar, atentamente, as etapas do concurso que serão publicadas em editais e divulgadas no endereço eletrônico: http://srh.unb.br/concursos e http://www.cespe.unb.br/concursos/docentesunb.

3. DO CARGO 3.1. Cargo: PROFESSOR ADJUNTO – NÍVEL 1 3.2. Descrição das atividades: docência de nível superior na área do concurso e participação nas atividades de pesquisa, extensão e administração da Universidade de Brasília. 3.3. Regime de trabalho: Dedicação Exclusiva. 3.4. Remuneração: R$ 6.497,15 (seis mil e quatrocentos e noventa e sete reais e quinze centavos), composta por Vencimento Básico, Vantagem Pecuniária Individual, Gratificação de Atividade Executiva, Gratificação Temporária da Carreira do Magistério Superior, estabelecida pelo Governo Federal. 3.5. Requisito Básico: ser portador do título de Doutor na área de Literatura Francesa ou Literatura Comparada ou Teoria Literária. b) O tema da tese de doutorado deverá estar, obrigatoriamente, vinculado à Literatura Francesa, objeto da área do concurso.
.
(...)

5. DA INSCRIÇÃO NO CONCURSO PÚBLICO 5.1. O candidato deverá solicitar sua inscrição no concurso para o cargo/área a que deseja concorrer exclusivamente via internet, no endereço eletrônico http://www.cespe.unb.br/concursos/docentesunb, no período compreendido entre 10 horas do dia 05 de janeiro de 2009 e 22 horas do dia 01 de fevereiro de 2009, observado o horário oficial de Brasília, DF. 5.2. Taxa de inscrição: R$ 162,42 (cento e sessenta e dois reais e quarenta e dois centavos). 5.3. O candidato poderá efetuar o pagamento da taxa de inscrição por meio da Guia de Recolhimento da União (GRU COBRANÇA). 5.4. A Guia de Recolhimento da União (GRU COBRANÇA) estará disponível no endereço eletrônico http://www.cespe.unb.br/concursos/docentesunb e deverá ser impressa para o pagamento da taxa de inscrição após a conclusão do preenchimento do formulário de solicitação de inscrição on-line. 5.5. A GRU COBRANÇA pode ser paga em qualquer banco, bem como nas lotéricas e Correios, obedecendo aos critérios estabelecidos nesses correspondentes bancários. 5.6. O pagamento da taxa de inscrição deverá ser efetuado até o dia 02 de fevereiro de 2009. 5.7. Não será aceito agendamento de pagamento como comprovante de pagamento. 5.8. Não haverá isenção total ou parcial do valor da taxa de inscrição. 5.9. O valor referente ao pagamento da taxa de inscrição não será devolvido, salvo no caso de cancelamento do certame por conveniência da Administração da FUB. 5.10. No período de 05 de janeiro a 03 de fevereiro de 2009 (exceto sábado, domingo e feriado), das 8h e 30min às 11h e das 14h e 30min às 17h o candidato deverá entregar, na Secretaria do Departamento de Teoria Literária e Literaturas, localizado no endereço indicado no subitem 1.2 deste Edital o Formulário de Solicitação de Inscrição, completamente preenchido e assinado, acompanhado de: a) original do comprovante de pagamento da inscrição; b) três vias do Currículo no formato Lattes, contendo experiência e produção didática, acadêmica, científica, profissional, cultural e/ou artística. O Currículo Lattes não será utilizado, pela Banca Examinadora, para avaliação da Prova de Títulos. c) Ao assinar a Solicitação de Inscrição o candidato estará declarando que possui: a) prova de quitação com o Serviço Militar, quando couber; b) prova de quitação com a Justiça Eleitoral, quando couber; e c) prova de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas/CPF da Secretaria da Receita Federal. d) Estará declarando ainda que os documentos necessários para investidura no cargo serão apresentados por ocasião da posse. 5.11. Será aceita a entrega dos documentos por procuração, desde que autorizada pelo candidato. a) O procurador deverá apresentar procuração simples, sem a necessidade de reconhecimento de firma, devendo estar acompanhada de cópia de documento de identificação do candidato e do procurador. 5.12. O candidato deverá observar as exigências para a Prova de Títulos, contidas no item 12 deste Edital.
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(...)
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9. DO CRONOGRAMA DAS PROVAS 9.1. O cronograma de realização das provas será publicado no Diário Oficial da União e divulgado nos endereços eletrônicos indicados no subitem 2.3 com, pelo menos, cinco dias úteis de antecedência indicando o local de realização das provas. 9.2. O Cronograma das provas conterá informações relativas ao sorteio da ordem de apresentação dos candidatos nas provas.
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(...)
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A FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA/FUB, nos termos da Portaria Normativa Interministerial n. 22, de 30/4/2007, publicada no DOU de 2/5/2007, e na Portaria Interministerial n. 224, de 23/7/2007, publicada no DOU de 24/7/2007, dos Ministérios de Estado da Educação e do Planejamento, Orçamento e Gestão, e na Nota Técnica n. 1/2007/DEDES/SESu/MEC, do Ministério de Estado da Educação e em conformidade com a Lei n. 8.112, de 11/12/1990, com o Decreto n. 94.664, de 23/7/1987, com o Decreto n. 4.175, de 27/3/2002; nos termos da Portaria do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão n. 450, de 6/11/2002, que estabelece os procedimentos gerais para a abertura de edital de concurso público, torna pública a abertura de inscrições e estabelece normas relativas à realização de Concurso Público de provas e prova de títulos, destinado a selecionar candidatos para o cargo de Professor Adjunto da Fundação Universidade de Brasília/FUB.

1. DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES DO CONCURSO 1.1. O presente concurso será regido por este Edital e será executado pela Fundação Universidade de Brasília. 1.2. As provas serão realizadas pelo Departamento de Teoria Literária e Literaturas - TEL, localizado no Instituto Central de Ciências – ICC, Centro – Sala B1 316, Campus Universitário Darcy Ribeiro, Asa Norte, Brasília-DF, CEP 70910-900. 1.3. A lotação do candidato que vier a ser nomeado em razão de aprovação neste concurso público se dará no Departamento de Teoria Literária e Literaturas -TEL. 1.4. O Concurso Público visa ao provimento de 01 (uma) vaga no cargo de Professor Adjunto, para a área indicada a seguir: a) Área do Concurso: Literatura Brasileira; 1.5 A seleção para o cargo de Professor Adjunto constará das seguintes etapas: a) Prova Didática de caráter eliminatório e classificatório, com peso 1; b) Prova de Títulos de caráter classificatório, com peso 1; c) Prova Escrita de conhecimentos de caráter eliminatório e classificatório, com peso 2; d) Prova oral para defesa de conhecimentos de caráter eliminatório e classificatório, com peso 2.

2. DA DIVULGAÇÃO DO CONCURSO PÚBLICO 2.1. Todo edital relativo a este concurso público será publicado no Diário Oficial da União e divulgado nos endereços eletrônicos indicados no subitem 2.3. 2.2. O candidato poderá obter informações referentes a este concurso por meio do endereço eletrônico concursodocente@unb.br. 2.3. O candidato deverá observar, atentamente, as etapas do concurso que serão publicadas em editais e divulgadas no endereço eletrônico: http://srh.unb.br/concursos e http://www.cespe.unb.br/concursos/docentesunb.

3. DO CARGO 3.1. Cargo: PROFESSOR ADJUNTO – NÍVEL 1 3.2. Descrição das atividades: docência de nível superior na área do concurso e participação nas atividades de pesquisa, extensão e administração da Universidade de Brasília. 3.3. Regime de trabalho: Dedicação Exclusiva. 3.4. Remuneração: R$ 6.497,15 (seis mil e quatrocentos e noventa e sete reais e quinze centavos), composta por Vencimento Básico, Vantagem Pecuniária Individual, Gratificação de Atividade Executiva, Gratificação Temporária da Carreira do Magistério Superior, estabelecida pelo Governo Federal. 3.5. Requisito Básico: a) ser portador do título de Doutor na área de Literatura Brasileira ou Teoria Literária ou Literatura Comparada. b) O tema da tese de doutorado deverá estar, obrigatoriamente, vinculado à Literatura Brasileira, objeto da área do concurso.
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5. DA INSCRIÇÃO NO CONCURSO PÚBLICO 5.1. O candidato deverá solicitar sua inscrição no concurso para o cargo/área a que deseja concorrer exclusivamente via internet, no endereço eletrônico http://www.cespe.unb.br/concursos/docentesunb, no período compreendido entre 10 horas do dia 29 de dezembro de 2008 e 22 horas do dia 25 de janeiro de 2009, observado o horário oficial de Brasília, DF. 5.2. Taxa de inscrição: R$ 162,42 (cento e sessenta e dois reais e quarenta e dois centavos). 5.3. O candidato poderá efetuar o pagamento da taxa de inscrição por meio da Guia de Recolhimento da União (GRU COBRANÇA). 5.4. A Guia de Recolhimento da União (GRU COBRANÇA) estará disponível no endereço eletrônico http://www.cespe.unb.br/concursos/docentesunb e deverá ser impressa para o pagamento da taxa de inscrição após a conclusão do preenchimento do formulário de solicitação de inscrição on-line. 5.5. A GRU COBRANÇA pode ser paga em qualquer banco, bem como nas lotéricas e Correios, obedecendo aos critérios estabelecidos nesses correspondentes bancários. 5.6. O pagamento da taxa de inscrição deverá ser efetuado até o dia 26 de janeiro de 2009. 5.7. Não será aceito agendamento de pagamento como comprovante de pagamento. 5.8. Não haverá isenção total ou parcial do valor da taxa de inscrição. 5.9. O valor referente ao pagamento da taxa de inscrição não será devolvido, salvo no caso de cancelamento do certame por conveniência da Administração da FUB. 5.10. No período de 29 de dezembro de 2008 a 27 de janeiro de 2009 (exceto sábado, domingo e feriado), das 8h e 30min às 11h e das 14h e 30min às 17h o candidato deverá entregar, na Secretaria do Departamento de Teoria Literária e Literaturas - TEL, localizado no endereço indicado no subitem 1.2 deste Edital o Formulário de Solicitação de Inscrição, completamente preenchido e assinado, acompanhado de: a) original do comprovante de pagamento da inscrição; b) três vias do Currículo no formato Lattes, contendo experiência e produção didática, acadêmica, científica, profissional, cultural e/ou artística. O Currículo Lattes não será utilizado, pela Banca Examinadora, para avaliação da Prova de Títulos. c) Ao assinar a Solicitação de Inscrição o candidato estará declarando que possui: a) prova de quitação com o Serviço Militar, quando couber; b) prova de quitação com a Justiça Eleitoral, quando couber; e c) prova de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas/CPF da Secretaria da Receita Federal. d) Estará declarando ainda que os documentos necessários para investidura no cargo serão apresentados por ocasião da posse. 5.11. Será aceita a entrega dos documentos por procuração, desde que autorizada pelo candidato. a) O procurador deverá apresentar procuração simples, sem a necessidade de reconhecimento de firma, devendo estar acompanhada de cópia de documento de identificação do candidato e do procurador. 5.12. O candidato deverá observar as exigências para a Prova de Títulos, contidas no item 13 deste Edital.
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9. DO CRONOGRAMA DAS PROVAS 9.1. O cronograma de realização das provas será publicado no Diário Oficial da União e divulgado nos endereços eletrônicos indicados no subitem 2.3 com, pelo menos, cinco dias úteis de antecedência indicando o local de realização das provas. 9.2. O Cronograma das provas conterá informações relativas ao sorteio da ordem de apresentação dos candidatos nas provas.
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11 de jan. de 2009

o francês e o cigarro


Les Français restent d'irréductibles fumeurs

Un an après sa mise en oeuvre, l'interdiction de fumer dans les lieux publics et de convivialité est entrée dans les moeurs. Les serveurs et les barmen respirent mieux mais les Français restent des irréductibles... fumeurs. Malgré le durcissement de la loi, le tabagisme actif s'élève toujours à 30 % de la population (un chiffre inchangé depuis quatre ans), quand la moyenne européenne s'établit à 28 %.

"On a arrêté de se focaliser sur les fumeurs, pour se concentrer sur le tabagisme passif. Or ces campagnes n'ont eu aucun impact sur les fumeurs", estime le professeur Bertrand Dautzenberg, président de l'Office français de prévention du tabagisme (OFT). L'évolution du nombre de fumeurs a atteint un palier, reconnaît le directeur général de la santé, Didier Houssin : "On doit maintenant trouver de nouveaux moyens pour s'attaquer au cas des gros fumeurs, qui ont beaucoup de mal à arrêter."

HAUSSE DES PRIX
En termes de santé publique, l'impact de l'interdiction de fumer reste encore à préciser. Un premier "coup de thermomètre", non renouvelé depuis, avait été réalisé en février 2008 et notait une baisse de 15 % des admissions aux urgences pour infarctus du myocarde et accidents vasculaires cérébraux.


La ministre de la santé,
Roselyne Bachelot, a annoncé, mercredi 7 janvier, le lancement d'une étude scientifique sous l'égide de l'Institut de veille sanitaire (InVS). "Les études réalisées dans les pays qui ont mis en place cette mesure avant nous (Italie, Ecosse, Irlande, Etats-Unis) nous incitent à être optimistes, indique Than Le Luong, directrice de l'Institut national de prévention et d'éducation sur la santé (Inpes). Le recul des infarctus du myocarde et des syndromes coronaires aigus s'élève à 11 % en moyenne."

Alors que l'OFT déplore la stagnation du nombre de cigarettes vendues (autour de 54 milliards par an depuis quatre ans), les buralistes soulignent que les ventes réalisées en 2008 (53,3 milliards) représentent une baisse d'un tiers comparées à celles réalisées en 2002 (80,5 milliards). Des chiffres qui ne prennent pas en compte les cigarettes achetées à l'étranger, pas plus que la contrebande et la contrefaçon.

Finalement, seule la hausse des prix du tabac dans les années 2003-2004 a vraiment permis de diminuer la consommation. Les fumeurs semblent s'être habitués au tarif des cigarettes et ne plus faire attention aux messages de prévention inscrits sur les paquets. D'où le souhait de la ministre de la santé, Roselyne Bachelot, d'y apposer des images chocs "pour ne pas dire très dures" d'ici à la fin de l'année.
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Texto de Elsa Marnette, publicado no site do jornal Le Monde

29 de dez. de 2008

2009 chegando...


Le vieil homme et l’Église

Termino 2008 relendo Georges Hourdin, em seu Le vieil homme et l’Église. Georges Hourdin é um dos mais conhecidos pensadores católicos da França. Fundador de um dos grandes grupos de imprensa francesa de inspiração cristã, publicou muitos livros, entre os quais Simone Weil e Dietrich Bonhoeffer. Ele faleceu enquanto eu ainda morava em Paris, e os ecos de sua morte me chegaram por meio de uma vizinha, que no final das contas me presenteou com seu livro.

Entre críticas e críticos, Georges Hourdin fez à igreja da qual fazia parte críticas essenciais. A uma igreja que perde fiéis e é criticada em toda a França e demais países da Europa, Hourdin fez críticas fraternais. Mais do que a inteligência e o desejo desmesurado de demonstrá-la, Hourdin fez uso da sensibilidade do entendimento. Nenhuma crítica alcança a totalidade, eis porque é preciso que a boa crítica seja também humilde. E não alcança porque conhecemos de modo parcial. A arrogância do que pretensamente sabe, sua verborragia e sua certeza são o indício de que ele não sabe. Usamos as palavras para delimitar, mas o conhecimento se estende no silêncio. Usamos as palavras para demarcar, mas a sabedoria está no silêncio -- silêncio que traz em si todas as significações, fluidas e plenas.

Volto a Georges Hourdin, católico laico francês que empreendeu a crítica mais propositiva já feita a alguns dogmas e práticas históricas anti-bíblicas da Igreja Católica. Ler Georges Hourdin é entrar num mundo que pode ser crítico, mas é, também, propositivo e sábio. É esse o mundo da verdadeira discussão, pois fora dele demarcamos posições e nos entrincheiramos, cientes de nossa razão.

A crítica arrogante, de fato, é estúpida -- jamais propositiva. Em geral, é autocentrada. Busca mais o reconhecimento para quem escreve e a agressão pure et dure que a construção de uma síntese. Entretanto, mais que agudeza de espírito e agressividade calculada, precisamos de vozes dispostas a aparar arestas.
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Trago a questão para o nosso mundo protestante-evangélico, no qual os fiéis se empenham em lutar contra si mesmos. Quantos blogs que vivem não para falar de Cristo, mas para criticar barbaramente, acidamente, agressivamente, os que não são de sua denominação, ou movimento, ou categoria. Entretanto, mais do que textos que decretam a sordidez da Igreja e a estupidez dos líderes ou dos fiéis, precisamos de pessoas que acolham, e agreguem – como fazia Georges Hourdin com sua Igreja Católica. Não se trata, de modo algum, de compactuar com erros e acalentar desvios, mas façamos uma crítica mais honesta e menos cínica, é tudo.
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Diz a sabedoria popular que Deus não precisa de advogados, mas de testemunhas, mas a natureza humana é ávida pelo papel de advogado, sobretudo do que acusa. Não faltam, para escrever críticas pretensamente lúcidas à Igreja de Cristo e aos fiéis, as Vestais da Pureza da Fé Cristã (falarei das Vestais em outro texto...). Então, à aspereza da crítica ignorante – pois não sabem, não conhecem realmente o que criticam – posto que incapaz de se questionar e de lançar suas bases com a humildade dos que sabem muito, mas não sabem tudo, oponho a crítica propositiva. Aos que decretam ser o ápice da inteligência em si, oponho a ponderação do Espírito em nós. À facilidade do discurso odiento e egocêntrico, oponho o discurso calmo do sábio.

Saber não é acumular informação. Citar autores para conferir argumento de autoridade a um texto medíocre é um risco que deve ser levado em conta, pois pode maravilhar uns e gerar desagradável surpresa em outros. Tenho lido críticas à Igreja e aos cristãos que me parecem generalistas e obtusas, porém mascaradas por frases e vocabulário pretensamente sábios. Em geral, são textos azedos, sustentados por intelectualismos frágeis, salpicados aqui e ali de citações deslocadas de seu contexto. Tenho lido críticas que são mais uma radiografia do estado emocional e psicológico de quem escreve do que um discurso referencial. São textos que eu chamo de “índices”, visto que, como setas, apontam não para o problema enfocado na crítica (quase sempre rasa e pouco respaldada em uma realidade comum), mas para o autor da crítica e sua realidade particular.

O autor do texto é o sujeito do discurso e se trai ao produzi-lo, ainda que não escreva nenhum verbo flexionado na primeira pessoa do singular. Imagino como é o produtor desse discurso: irônico, arrogante, cheio de sentimentos superiores a respeito de sua concepção de mundo e de si mesmo, de sua atuação como crítico, que revela o quanto odeia a Igreja e o quanto deseja mudar o que lhe incomoda – sem querer saber, no entanto, o que pensam e sentem os demais, inclusive os participantes da estrutura à qual se dedica a criticar. Na interação, o crítico furioso escreve para si mesmo e seus amigos, que concordam com ele e o elogiam, dando sustentação e apropriando-se de seu discurso. Mas ele sabe que suas palavras não ecoarão, não sairão da zona de conforto que ele criou para preservar sua face como locutor. O crítico raivoso de que falo deseja mudar costumes e conceitos diferentes do que ele concebe como “o certo”. No fundo, o que ele não suporta é a diferença. Deseja que todos pensem como ele, pois quem transgride seu "pequeno manual do deus verdadeiro e certo" está errado.

Discordar é a base de qualquer crítica, mas além da discordância alguns críticos nos legam um sentimento de injustiça e, em virtude disso, pouca reflexão. Porque são irônicos, mas não são inteligentes. São ásperos, mas não são justos. São intelectuais, mas não são sábios. São raivosos, mas não são honestos. São polifônicos, mas não são equilibrados. São espirituais, mas não são amorosos. São lógicos, mas não são ponderados. São arrogantes, mas não são superiores. À crítica que infantilmente desagrega, oponho a crítica adulta e propositiva.

Esta é minha observação sobre 2009, um ano em que tivemos, no mundo evangélico e na blogosfera cristã, muitos advogados de acusação e poucos conciliadores, muitos escritores tiranos e poucos cristãos pacientes.

Agradeço aos leitores pelas visitas, mas também – e, sobretudo – a Deus, sem o qual nada é. A Ele, por Ele e para Ele desejo a todos um ano abençoado. Que 2009 seja o ano em que O vejamos, de fato, em nós.

Segue um trecho do primeiro capítulo do livro Le viel homme et l’Église, de Georges Hourdin, no original em francês e, depois, uma tradução minha para o texto.
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Feliz 2009...
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:)

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“L’Église catholique de France risque de disparaître. C’est tout au moins ce que nous dit l’analyse des faits, si l’on veut bien regarder plus loin et ne pas se contenter de récupérer le succès de tel ou tel rassamblement.

Elle agonise sous sa forme actuelle, et je pleure devant cette perte irréparable toutes les larmes de mon amour. Que s’est-il donc passé?

Peut-on agir? Est-il encore temps d’intervenir? Je le crois. Je proposerai donc des reformes que les croyants attendent, qu’ils exigent même..., qu’il est impossible de leur refuser.

Et comme le Christ m’est viscéralement cher, que je ne peux oublier son message, je dirai les raisons que nous avons d’espérer, puisqu’à travers des homes et des communautés, l’Évangile de Marc, de Matthieu, de Luc, de Jean, est toujours vivant.”

HOURDIN, Georges. Le viel homme et l’Église. Paris, Desclée de Brouwer, 1998, p. 9,10.

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"A Igreja Católica da França corre o risco de desaparecer. Pelo menos é o que nos diz a análise dos fatos, se desejamos ver mais longe e não nos contentar em recuperar o sucesso deste ou daquele encontro.

Ela agoniza em seu modelo atual, e eu choro diante desta perda irreparável todas as lágrimas do meu amor. O que está acontecendo?

Podemos agir? Ainda é tempo de intervir? Eu acredito nisso. Vou propor, então, reformas que os fiéis esperam, que exigem... que é impossível recusar-lhes.

E como o Cristo me é visceralmente caro, e eu não posso esquecer sua mensagem, direi as razões que temos para esperar, visto que por meio dos homens e das comunidades, o Evangelho de Marcos, de Mateus, de Lucas e de João está sempre vivo."

HOURDIN, Georges. Le viel homme et l’Église. Paris, Desclée de Brouwer, 1998, p. 9,10. Tradução nossa.

12 de dez. de 2008

cigarro: charme francês ou problema social?


Les Français fument toujours autant
L'interdiction de fumer dans les cafés et les restaurants n'a pas eu l'impact escompté.
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Un an après son entrée en vigueur, l'interdiction de fumer dans les bars et les restaurants n'a eu «aucun impact» sur le nombre de fumeurs en France. Ce constat amer, formulé jeudi par l'Office français de prévention du tabagisme (OFT), pousse aujourd'hui l'association à réclamer de nouvelles mesures. «Alors que 54 millions de cigarettes avaient été écoulées en 2004 , le volume des ventes sera équivalent en 2008», déplore son président, le professeur Bertrand Dautzenberg, qui s'apprête à enregistrer la «quatrième année consécutive de non-régression du tabagisme actif».

La France compte environ 30 % de fumeurs réguliers ou occasionnels. Très bien respectée, l'interdiction de fumer dans les lieux publics semble également plébiscitée par les Français. Mais la mesure n'a pas eu l'effet escompté sur la consommation de cigarettes. Selon un sondage réalisé en mai pour l'Institut national de prévention et d'éducation à la santé (Inpes), 9 % seulement des fumeurs déclaraient voir dans l'interdiction de fumer une raison d'arrêter. L'OFT observe aujourd'hui deux indicateurs supplémentaires : la stagnation du nombre d'appels passés à la ligne d'aide au sevrage, Tabac Info Service, ainsi que celle des ventes de substituts nicotiniques. «Chez les collégiens parisiens, la consommation de tabac est même repartie à la hausse entre 2004 et 2008», ajoute le Pr Dautzenberg, qui propose aujourd'hui dix mesures concrètes permettant, selon lui, de faire reculer le tabagisme actif. Première d'entre elles, l'augmentation du prix du tabac : «une hausse de 10 % diminuerait de 4 % la consommation», selon l'OFT. L'introduction de paquets génériques, neutres et dénués de toute publicité indirecte, ou encore la vente des cigarettes sous le comptoir sont également recommandées. L'instauration des images chocs sur les paquets est, elle, actuellement à l'étude au ministère de la Santé.

Peu de prévention au collège
«Les collégiens n'ont reçu cette année que peu de messages de prévention pour leur rappeler les vrais dangers du tabac : les dernières campagnes importantes leur ont été en effet présentées lorsqu'ils étaient encore à l'école primaire», regrette par ailleurs l'association, qui réclame des campagnes ciblées à leur intention. Une meilleure prise en charge de l'arrêt du tabac et la formation des professionnels de santé sont enfin préconisées.

En mai, à l'occasion de la Journée mondiale sans tabac, la ministre de la Santé, Roselyne Bachelot, avait annoncé le lancement d'une campagne de presse et télévisée incitant au sevrage. L'interdiction des cigarettes aromatisées, conçues pour séduire les adolescents, a, elle, été glissée dans la loi de santé qui sera examinée à l'Assemblée nationale en janvier. «L'interdiction de fumer dans les lieux publics a considérablement amélioré la qualité de l'air dans les cafés, souligne-t-on dans l'entourage de Roselyne Bachelot. N'oublions pas que l'objectif premier était de protéger les non-fumeurs.»
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Texte de Delphine Chayet, 12/12/2008

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