Creio que não existe nada de mais belo, de mais profundo, de mais simpático, de mais viril e de mais perfeito do que o Cristo; e eu digo a mim mesmo, com um amor cioso, que não existe e não pode existir. Mais do que isto: se alguém me provar que o Cristo está fora da verdade e que esta não se acha n'Ele, prefiro ficar com o Cristo a ficar com a verdade. (Dostoievski)

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27 de mai de 2008

fila de banco: faça valer o seu direito!


A Lei existe e está em vigor. Entrem nos links abaixo:

www.mpdft.gov.br/orgaos/cidadao/legislacao/lei2547_df.htm

www.ddcadvogados.com.br/site2008/index.php?option=com_content&task=view&id=30&Itemid=2

Vejam que a notícia relativa ao segundo link é de dezembro de 2007.

GENTE! NÃO É LENDA!!! Uma amiga mais bem informada respondeu:

Oi, da historinha não sei, mas a Lei Distrital (válida para o Distrito Federal) existe. Conheci o deputado Wilson Lima, autor da Lei 2.547/00, lá no [hospital] Sarah.

Lei nº 2.547/2000 – Lei das Filas

A lei obriga as empresas, repartições e hospitais públicos do Distrito Federal, cartórios, agências bancárias, concessionárias do serviço público a atenderem seus clientes em tempo razoável de espera, estipulado em no máximo 30 minutos. Tratando-se de agências bancárias, o tempo estipulado foi de até 20 minutos, em dias normais, e em até 30 minutos, nos dias de pagamento de pessoal, de vencimento de contas de água, luz e telefone e de tributos e em véspera ou após feriados prolongados. Para controle do prazo de atendimento desta lei deverá ser utilizada senha ou qualquer outro instrumento que identifique a data e horário de chegada e do atendimento final do usuário pelo estabelecimento. O não cumprimento da lei sujeita o infrator às penalidades estipuladas pelo Procon.
Alguém aí sabe se é lenda?

DIVULGUE ESSA MENSAGEM, É UM DIREITO QUE TEMOS. PEÇA A SUA SENHA NOS BANCOS, NÃO ENTRE DIRETO NA FILA, VOCÊ PODE GANHAR MUITO TEMPO COM ISSO. FAÇA VALER SEU DIREITO.

LEIA COM ATENÇÃO O DEPOIMENTO ABAIXO!

Vivi hoje uma experiência que confirmou uma suspeita. Há cerca de um mês eu entrei no Banco Itaú para fazer um pagamento e, quando vi o tamanho da fila, pensei: "Vou ficar horas aqui dentro".

Foi quando me lembrei da Lei que entrou em vigor na capital paulista (e em todo o Brasil), que regula o tempo máximo de espera em fila bancária. Salvo engano, são 20 (vinte) minutos em dias normais, e 30 (trinta) em dias de pagamento de pensionistas do INSS. Assim sendo, solicitei a um funcionário a senha com o horário de entrada na fila, pois se o tempo excedesse o limite estipulado em Lei eu encaminharia o papelucho para a prefeitura multar o banco.

Entrei na fila, e notei que de repente aquele apito que sinaliza caixa desocupado começou a tocar com maior freqüência, e a fila foi diminuindo rapidamente. Quando cheguei ao caixa, ele solicitou a senha para autenticar, e eu fiquei intrigada. No meio de tantos clientes, como ele sabia que a senha estava comigo? Examinei então os dois horários, de entrada e de saída, e constatei: Foram 17 minutos de fila. Ótimo!!! Eu esperava ficar mais de uma hora. Percebi que quando eu pedi a senha, o gerente colocou mais caixas e o atendimento fluiu rapidamente. Hoje, fui novamente ao mesmo banco e dei de cara com a mesma fila imensa. Não tive dúvida. Procurei um funcionário e pedi a senha. Ele, fazendo cara de ***, perguntou: "Que senha? Não tem senha. Entre na fila." Eu insisti. Ele disse que não sabia de senha alguma. Procurei os caixas e notei uma plaquetinha discreta, que dizia: "Se necessitar senha, solicite ao caixa". Pedi a senha ao caixa, e ele fez outra cara de *** e disse: "Que senha?" Parece que os funcionários já estão treinados a não fornecer a senha. Então eu exigi: "A senha que diz o horário que eu entrei na fila. É lei." O caixa, meio contra a vontade, forneceu a senha e eu entrei na fila. No início, continuou lenta, quase não andava. De repente, o mesmo fenômeno, começou a apitar que não parava mais, e a fila foi rapidamente diminuindo. Quando cheguei ao caixa, desta vez não foi surpresa, ele pediu a senha para autenticar, e, após a autenticação, ele se virou para uma senhora que circulava por trás dos caixas, com cara de gerentona, e em resposta à pergunta dela de..."E aí? Tudo bem?", o caixa respondeu: "BELEZA".

Matei a charada! "BELEZA" foi a constatação que o caixa fez. Fui atendida em 14 minutos. E a gerentona então deu um sinal que eu entendi que seria para alguns dos caixas voltarem para os locais de onde foram retirados para atender ao público.

MORAL DA HISTÓRIA: Existe, sim, um número de funcionários nos bancos suficiente para atender dignamente o público, porém eles são desviados para outras funções mais lucrativas, tais como vender seguro por telefone, enquanto os idiotas dos clientes ficam na fila. Eu não fico mais... Cada vez que entrar em um banco, seja na capital ou em qualquer outro município [de São Paulo, mas a Lei é válida para todo o Brasil, de acordo com as informações que recebi], eu peço a senha com o horário. Vamos lutar por esse direito obtido. Não sejamos bobos... É só a gente divulgar e insistir para a lei pegar.

AFINAL, ELES NÃO NOS POUPAM DE NENHUM JURINHO, NÉ?

***

COLABORAÇÃO: Paula e Wilson Felix.
FOTOGRAFIA:

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