Creio que não existe nada de mais belo, de mais profundo, de mais simpático, de mais viril e de mais perfeito do que o Cristo; e eu digo a mim mesmo, com um amor cioso, que não existe e não pode existir. Mais do que isto: se alguém me provar que o Cristo está fora da verdade e que esta não se acha n'Ele, prefiro ficar com o Cristo a ficar com a verdade. (Dostoievski)

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9 de dez de 2009

crítica a um texto de hermes fernandes






Igreja Gay: uma vergonha para os evangélicos!


texto de Hermes Fernandes


Semana passada, no dia 27 de Novembro, uma das rádios evangélicas de maior popularidade do Brasil exibiu um debate sobre homossexualismo. Entre os participantes estavam o Pr. Silas Malafaia, o Desembargador Fábio Dutra, o Pr. Paulo Afonso, o Pr. Augusto Miranda, o Pr. Paulo César e o Pr. Marcos Gladstone. Este último é líder da Igreja Contemporânea do Rio de Janeiro, conhecida como "igreja gay".

Gladstone é homossexual assumido, e declara ser casado com seu companheiro e também pastor Fábio Inácio.

O debate poderia ter sido muito proveitoso, caso não houvesse alguns momentos desrespeitosos, onde as partes se atacaram mutuamente.

Silas, como sempre, vociferou suas opiniões sem o menor recato, chegando ao cúmulo de referir-se aos seus opositores que assistiam no auditório da rádio como "bonecas". No final, retratou-se, sabendo que isso poderia lhe render uma ação jurídica.

Se todos mantivessem a linha, muitas coisas poderiam ter sido esclarecidas. Oportunidade desperdiçada.

Tive pena do Gladstone. Embora discorde de seus posicionamentos, acho que ele merece respeito, como qualquer ser humano.

Silas disse que não há igreja evangélica gay, nem tampouco "pastor gay". Gladstone, para revidar, afirmou que era pastor reconhecido pela Federação de Teólogos do Brasil (ou algo do gênero).

Um dos momentos mais curiosos foi quando Gladstone afirmou que muitos pastores e filhos de pastores já o procuraram em sua igreja, confessando que eram gays. Não duvido nada! Conheço o caso em que um pastor foi flagrado sentado no colo de um obreiro.

Definitivamente, a igreja evangélica brasileira não está preparada para discutir um assunto tão polêmico como este. Falta maturidade, finesse, e sobretudo, amor.

Por que acho que é uma vergonha para os evangélicos que haja uma igreja gay? Simples. Esta igreja só surgiu para preencher uma lacuna deixada pela igreja evangélica. Se os gays fossem acolhidos em nossas comunidades, a fim de que fossem expostos à Palavra de Deus, eles não teriam qualquer razão para buscar uma igreja dedicada exclusivamente a eles.

Não estou dizendo que as igrejas deveriam legitimar sua conduta. Não! Apenas afirmo que devemos ser mais misericordiosos, compassivos, agindo mais ou menos como nosso Mestre agiria.

Me recuso a acreditar que Jesus os rechaçaria. Também não acredito que Ele estimularia que Seus seguidores se entrincheirassem contra os homossexuais, como tem sido feito.

Tornamo-nos seus inimigos número 1. Como poderemos evangelizá-los? Como poderemos conduzi-los aos pés do Salvador?

Será que somos melhores do que eles? Será que nossa avareza, idolatria, inveja, carnalidade, ocupam um lugar de menor importância dentro da lista de pecados condenados pela Palavra?

Sinceramente, creio que a Igreja deveria se manifestar solidária a todo grupo humano minoritário que buscasse ser respeitado. Sem endossar qualquer que fosse a conduta pecaminosa, deveríamos comprar uma briga pelas prostitutas, homossexuais, seguidores das religiões afro-brasileiras, ciganos, etc.

Te escandalizei?

Pois o Cristo a quem sirvo também escandalizou os religiosos pudicos de Sua época ao colocar-se em defesa da mulher adúltera, desmascarando a pseudosantidade dos religiosos que queriam apedrejá-la.

Tornamo-nos tão diferentes de Jesus. Estamos sempre do lado errado. Do lado dos poderosos, dos mantenedores do Status Quo, dos corruptos, dos salafrários.

Repito: não acho que devemos baratear a mensagem do Evangelho, endossando qualquer conduta que não se coadune com seus valores e princípios.

Porém, acredito que devemos usar de misericórdia, tanto quanto dela necessitamos. Afinal, são os misericordiosos que alcançarão misericórdia.

Ao xingar seus oponentes de 'bonecas', ou 'meninas', Silas Malafaia revelou o lado preconceituoso daqueles a quem ele julga representar. Foi um desserviço à causa do Evangelho.

Nunca vi ninguém se converter no calor de uma discussão.

Se queremos ser respeitados, devemos, antes de tudo, respeitar, mesmo o mais vil pecador. Não somos melhores do que eles.

Que tal se olharmos para nós mesmos como fez Paulo, que considerou-se o principal dos pecadores?

Que tal se deixarmos de olhar para o outro de cima pra baixo, e considerar-nos igualmente carentes da graça de Deus?

Que o Projeto de Lei 122 precisa de ajustes, não resta dúvida. Mas não será com xingamentos e ataques que vamos reverter isso.

O que não se pode negar é que o debate serve mesmo é a interesses políticos daqueles que se fiam na ingenuidade do povo evangélico para se elegerem.

Igreja nenhuma deveria sentir-se ameaçada por qualquer que seja a PL. Faz-se um escarcel danado para que os crentes pensem que a tal "ditadura gay" vai obrigar às igrejas a aceitarem e celebrarem o casamento entre pessoas do mesmo sexo. E assim, os propineiros vão se elegendo e agradecendo ao deus Mamom pelas "graças" recebidas.

Bem... Esta é minha humilde opinião. Você tem todo o direito de discordar.



***




***


MINHA CRÍTICA: Bom, o autor me deu o direito de discordar. Ainda bem. Tem gente que tem blog e, quando eu discordo de sua opinião, não publica meu comentário. Paciência. 


Mas, discordando, vou fazer minha crítica. Vamos lá. Hermes Fernandes fala de "amor". Que amor? Ora, o amor senso-comum, o amor vendável, o amor que é só aprovação, jamais correção. Usando um conceito de amor distorcido como escudo, muitos cristãos - sobretudo os que se declaram "modernos" e antirreligiosos - têm deixado de abominar o pecado que Deus abomina.


A prática homossexual é pecado, isso está claro na Bíblia, e não se trata de uma questão de interpretação, como querem alguns: Deus criou Adão e Eva, e não Adão e João, ou Eva e Ana. Isso, por si só, mostra que o princípio do Criador para o estabelecimento da família foi macho e fêmea, e que, tendo estabelecido o casal, deu-lhe a possibilidade de gerar vida, tendo filhos e criando a família. A prática homossexual, o casamento gay, as uniões homoeróticas e tudo o que vá nesse sentido ferem o princípio basilar estabelecido por Deus em toda a natureza, em toda a criação.

Creio que há dois erros na igreja cristã, em relação ao comportamento homossexual: o primeiro é o extremo da agressão e da discriminação. O cristão, por mais que isso lhe custe, deve amar o pecador, qualquer pecador, e deve tratá-lo com respeito - Jesus assim o faria. O segundo erro, decorrente da tentativa de corrigir o primeiro, é o outro extremo: a falta de discernimento, de exortação, de admoestação, de correção por meio da Palavra, de proclamação da Verdade contra toda a mentira que a faz ser diferente do Plano de Deus. O homossexualismo é pecado, o homossexual é um pecador. 

A boa notícia é que Deus ama o pecador, ama o homossexual, e por isso quer seu arrependimento, a mudança de vida, de caminhos, de mentalidade. Se não amasse o pecador, mandaria a humanidade para o inferno, direto. Não fez isso, contudo: enviou seu próprio filho para morrer pelos homens. Por fazer o impossível, e o que muitos julgam improvável e difícil, Deus pode transformar todo impulso homoerótico em vida afetiva e sexual de acordo com sua vontade, mas é preciso primeiro o arrependimento, a confissão do pecado, o desejo de superação. É preciso que o homem ou a mulher que tenham a prática homossexual a considerem errada. Sem isso, não há mudança. E é assim para qualquer pecador, não há exceção.

O que se vê hoje? Grupos que defendem acima de tudo o direito à homossexualidade querem que não mais vejamos a prática como pecado, erro, mal, aceitando-a naturalmente, como à heterossexualidade. Ora, todos têm o direito de pensar e viver como bem lhes parecer. Mas não podem obrigar ninguém a concordar. Muitos homossexuais foram discriminados nas igrejas, é verdade, mas isso não torna o homossexualismo menos pecado e não atenua o mal diante de Deus: se não é possível se congregar em uma igreja, será em outra. Outros não estão na igreja porque não querem, optaram por mudar a verdade de Deus em mentira e viver de acordo com suas concupiscências, segundo a obra da carne, como diz a Bíblia. E pressionam as igrejas e os cristãos, que consideram o homossexualismo o que ele é, pecado, a mudar os conceitos bíblicos e divinos.

Por isso, e diante da situação pouco amigável que se estabeleceu entre esses grupos e líderes religiosos, e da vitimização do homossexual, muitos cristãos batem no peito e dizem "somos todos culpados". Mas, novamente discordando, devo dizer que de modo algum, não, não somos culpados. Eu, pelo menos, sei que eu não sou culpada pela fundação de nenhuma igreja gay, ou pela rejeição de homossexuais nas igrejas. 



Essa saída fácil de "somos todos culpados" é muito usada também quando se fala em violência aqui no Rio, num discurso reducionista, maniqueísta e fácil. Obviamente, a questão não é tão rala, que vitimize os assassinos e traficantes e culpe inteiramente a sociedade. Assim como a questão dos homossexuais na igreja cristã-evangélica não é tão pueril a esse ponto, de "somos todos culpados": cada um é culpado dos pecados que cometeu, e, mesmo quem sofreu danos por ações de terceiros continuará a ser responsável por seus próprios pecados e atos - assim como quem perpetrou os prejuízos será responsável pelo que fez. 

Muito bem, chegamos ao ponto que eu gostaria de ressaltar: quando o pastor Hermes diz: "Esta igreja só surgiu para preencher uma lacuna deixada pela igreja evangélica. Se os gays fossem acolhidos em nossas comunidades, a fim de que fossem expostos à Palavra de Deus, eles não teriam qualquer razão para buscar uma igreja dedicada exclusivamente a eles.", está incorrendo num erro grosseiro, pois obviamente a igreja gay não surgiu exclusivamente (só) para preencher lacunas deixadas pela igreja cristã-evangélica, mas para criar espaços não existentes nessa igreja, que legitimam um comportamento que a igreja cristã-evangélica não aprova. Pela lógica do texto, a igreja cristã-evangélica deveria celebrar casamentos entre pessoas do mesmo sexo, por exemplo. Depreendendo o raciocínio da argumentação, a igreja cristã-evangélica deve estar errada em não fazer o que as igrejas gays fazem, ou seja, celebrar casamentos gays, aceitar relacionamentos entre dois homens ou duas mulheres, "adaptar" a Palavra aos relacionamentos gays e concluir que Davi e Jônatas eram amantes (por exemplo) etc. 

Obviamente, pelo fato de as igrejas não aceitarem o homossexualismo como algo "natural" é que as igrejas gays surgiram, pois ela nada faz além de proclamar que o homossexualismo é correto, e que Deus os fez assim, e ponto final. Trata-se de rebelião, em grande parte, o motivo da criação das igrejas gays, e não de falta de acolhida nas igrejas cristãs-evangélicas. Pois não importa a acolhida que uma pessoa com comportamento homossexual tenha na igreja, ela terá que ouvir que seu comportamento é pecaminoso, e saberá que o pastor e os demais membros, acolhendo-a, não poderão ser coniventes com seu pecado, assim como não poderão ser favoráveis a nenhum outro comportamento pecaminoso recorrente. Infelizmente, é exatamente isso que a maioria dos homossexuais não querem ouvir, considerando tal julgamento "homofóbico". 

Nesse sentido, obviamente, as palavras de Hermes Fernandes, nas entrelinhas e num plano que chamamos, nos estudos sobre o Discurso, de "subentendido", são favoráveis ao comportamento homossexual.



Hoje, infelizmente, temos muitos pastores - como Caio Fábio e Hermes Fernandes - acreditando que a prática homossexual é boa, e que casais gays, vivendo em fidelidade e compromisso, pecam menos que os que são promíscuos. 

Considero triste que não haja, de fato, opiniões equilibradas sobre o assunto, salvo exceções, como Julio Severo. Silas Malafaia pensa de acordo com a Bíblia, mas é preciso ter, além de bom ânimo e firmeza, serenidade para tratar desse assunto - e de qualquer outro relativo à Palavra de Deus e ao pecado.

Só quero concluir lembrando que ao defender o direito da mulher adúltera ao respeito, Jesus não atenuou seu pecado: apenas mostrou que todos somos pecadores e disse a ela que não pecasse mais. É assim que os pastores devem agir.



28 comentários:

REV. PAULO SERGIO DA SILVA disse...

Oi minha irmã, graça e paz!
A parceria continua sim, claro... Só mudei o link porque o outro não tinha nada a ver com o nome do blog, mas continua tudo igual. Obrigado!!!
Deus te abençoe na paz de Cristo.

REV. PAULO SERGIO DA SILVA disse...

Maya eu às vezes fico pensando se esses sujeitos que defendem a causa gay, uns meio disfarçados, subentendidos, outros descarados, sem vergonha alguma... Será que eles não entendem a que ponto esse erro bíblico grosseiro os levou? Como negociar com algo tão claro nas Escrituras como a questão do pecado? Ainda mais o homossexualismo tão vastamente condenado por Deus! O argumento desses Hermes e Caios é uma grande falácia... Eles sempre partem para a comparação, será que querem se auto-justificar? "...nossa avareza, idolatria, inveja, carnalidade, ocupam um lugar de menor importância dentro da lista de pecados condenados pela Palavra?" Blá, blá, blá, manipuladores, pensam que os outros são burros... Não gostaria nem um pouco de estar na pele deles no Dia do Juízo.

Anônimo disse...

muito bom seu comentário sobre esse assunto. conheço dois casos em igrejas evangélicas onde o líder dos adolescentes era gay e ninguem sabia, só foi descoberto quando um dos meninos não aceitou fazer sexo com ele e o denunciou.

Renilson

SOLUS CHRISTUS disse...

Graça e paz querida Maya Felix!

Muito oportuno as suas considerações nesta postagem,parebéns.Todo o conteúdo do seu blog é maravilhoso.

Deus a Abençoe.

Rev. Ronaldo P. Mendes

Laudicéia Mendes disse...

Olá Maya!Em função de minhas ocupações estava ausente da blogosfera, mas estou de volta e passei por aqui p/ ler teus artigos sempre pertinentes e relevantes.
Parabéns pelo equilíbrio e pela coerência biblica diante de um tema tão distorcido por tantos que sob o disfarce do "amor" negam a verdade.
Que Deus lhe conserve a lucidez num mundo cada vez mais confuso e enganoso.
bjs,
Laudiceia Mendes.

Adoniram disse...

Parabéns minha irmã Maya. Fico feliz e orgulhoso em saber que em nosso meio evangélico ainda existem pessoas como você, que analisando um ponto de vista faccioso consegue tirar do mesmo lições do Senhor para a igreja hodierna deixando claro que a Palavra é eterna, não é pisca-pisca, que muda conforme a conveniência humana. Que Deus a proteja e guarde.

Leonardo Gonçalves disse...

Maya, ou você é doente, ou tem uma acentuada "dificuldade" de interpretação.

"Hoje, infelizmente, temos muitos pastores - como Caio Fábio e Hermes Fernandes - acreditando que a prática homossexual é boa" (sic).


Hermes Fernandes, co-editor do Genizah e pastor da Reina é um homem sério, e em nenhum momento legitimou o homossexualismo. O que ele defende é o amor ao homossexual. Toda denuncia, se não é movida de amor, ofende mais do que beneficia. Uma apologia contrária ao homossexualismo que não é motivada pelo amor ao homossexual, fere muito mais do que sara.

Cresce, Maya... Para de botar palavra na boca dos outros e de achar chifre em cabeça de coelho. Vai ser melhor pra você.

Reflexão do boto disse...

A paz,não aceito nehum ato de homosexualismo,vejo de maneira diferente a questão,discordo que devemos ser mais misericordiosos, compassivos, agindo mais ou menos como nosso Mestre agiria.Primeiro meu Mestre não age mais ou menos,Ele é sim,sim,não,não,o que eu creio:Deus os entregou as suas propias paixões...,e no mais Paz!

Maya Felix disse...

Caro pastor Paulo Sérgio,

Obrigada por seus comentários, e por sua visita.

Sabe qual é o problema? Muitas pessoas estão acostumadas a fazer essa crítica rasteira, acusando as igrejas, chamado todos para um mea culpa coletivo, vitimizando setores que atacam a igreja muitas vezes somente por causa do que diz a Bíblia. No momento em que trazemos à luz essa argumentação, e que nos inclinamos sobre ela de modo mais detalhado, desfazendo falácias e argumentos subliminares, essas pessoas não gostam.

Ou seja: criticam a todos, mas não querem ser criticados. São dois pesos e duas medidas.

Fico feliz que o sr., que é um homem inteligente, tenha percebido a circularidade dos argumentos apresentados, que não se sustentam diante de uma boa leitura.

Um abraço,

Maya

Maya Felix disse...

Prezado Renilson,

Obrigada por sua postagem e por sua visita. Também conheço casos de jovens que começaram seus relacionamentos homossexuais dentro da igreja, em acampamentos, encontros etc.

Um abraço,

Maya

Maya Felix disse...

Prezado Rev. Ronaldo,

Graça e Paz! Obrigada por sua visita e por sua postagem. O sr. é sempre bem-vindo aqui, fique à vontade para voltar!

Maya

:)

Maya Felix disse...

Querida Laudicéia,

Olá! Estou feliz por tê-la aqui de volta! Você faz falta, com seus comentários sempre tão gentis e inteligentes! :)

É verdade que o "amor" virou um escudo que permite tudo, e não questionma mais nada. Infelizmente!

Um abraço,

Maya

Maya Felix disse...

Querido Adoniram,

Obrigada por seu comentário! É verdade, a Palavra não é pisca-pisca. Ela é eterna e imutável, o que Deus estabeleceu o homem não pode descaracterizar.

Um abraço,

Maya

Maya Felix disse...

Leonardo,

"Doente" é você, que vem ao meu blog a começa a argumentar me insultando. Publiquei seu comentário porque me acho democrática e bem mais esclarecida que você e seus amigos, pois em seus blogs muitos de meus comentários são barrados.

O texto do pastor Hermes foi publicado na íntegra, e a crítica que eu fiz é a minha leitura dele, você tem o direito de concordar ou não com ela. Além do mais, entenda isso, o blog é meu e eu publico o que eu quero.

Só esclareço que não estou falando mal do pastor Hermes, que pessoalmente eu nem conheço. Estou criticando um texto que ele escreveu, e isso vcs não entendem: existe uma diferença entre criticar a ideia, com outra ideia, apontando a solução para o impasse, e criticar a pessoa, sua honra, sua família, seu nome. Mas, pra falar a verdade, eu nem espero que vc entenda isso, porque acho que vc e seus amigos só entendem o que querem, são realmente tapados.

Em seu blog vc fala mal de muitos pastores, e eu nunca fui lá para dizer que vc era "doente".

A diferença entre mim e vc é que eu critico o texto, as palavras que a pessoa proferiu, não a pessoa em si, e vc critica as pessoas, e as atinge em sua honra.

Deixe de ser infantil e aceite que as pessoas podem ler um texto e interpretá-lo de modo diferente de vc, podem pensar de modo diferente de vc, podem ter outra opinião e podem criticar uma ideia sem jogar lama na pessoa que teve essa ideia.

No mais, eu acho que vc é um tremendo mal educado, que infelizmente só aparece e comenta algo em meu blog no momento em que eu critico um texto do pr. Hermes.

Maya

Maya Felix disse...

Reflexão do Boto...

Obrigada por seu comentário! :) Volte sempre!

Maya

Eliseu Antonio Gomes disse...

Maya

Amar os homossexuais não significa ter que concordar com a prática do homossexualismo. Este é o resumo do que você disse, rebatendo o texto do blogueiro Hermes. E se ele não está defendendo os homossexuais, falhou feio, pois parece justamente que está.

Na escola, chamam este "pecado" de ambiguidade.

E.A.G.
http://belverede.blogspot.com

Maya Felix disse...

Prezado Eliseu,

Obrigada por sua visita e por seu comentário. Você compreendeu muito bem o que eu disse: amar não significa ser pusilânime, fraco, em relação à desaprovação do pecado. E o texto do pr. Hermes falha exatamente nisso, pois não deixa claro que o comportamento homossexual é um pecado, segundo a Bíblia, muito pelo contrário, é um texto dúbio.

Dito isso, completo acrescentando que ninguém é obrigado a agir segundo a Bíblia. Veja o blog Genizah, o Púlpito Cristão e outros: só atacam o pecado da ganância - ligado à Teologia da prosperidade, no meio evangélico, e se esquecem de todos os outros - e não atacam os outros pois não querem comprar briga com seus amigos, pastores que defendem o homossexualismo na igreja ou atenuam o comportamento como "mal menor".

Obrigada por sua participação, sinto-me honrada com sua visita.

Maya

:)

Sacha disse...

De fato, vivemos um quiprocó teológico. Todo mundo pensando e ensinando o que quer. Quando é que iremos voltar para a Bíblia para pensar como Deus pensa? Até quando a Igreja Evangélica Brasileira (e Gloval) irá pensar que pensa?

Falta Bíblia... Falta Bíblia...

Maya, obrigado por pensar.

Maya Felix disse...

Querido Sacha,

Obrigada por sua visita! É, vc tem razão: o óbvio que está diante de nós, de todos nós, mas só é visto por alguns, infelizmente.

Falta Bíblia... oração, jejum e coragem de obedecer.

Um abraço,

Maya

:)

Thiago disse...

Ha sim.Foi criada a igreja gay,apenas por que não usamos de misericórdia com eles..Sim sim...Como será que a Igreja deve dizer a um gay que Deus condena tal comportamento hein??Pq,a maioria não aceita isso,seja de que forma for falado.Me alivia saber sempre haverá pessoas que não aceitarão essa "negociata" com o pecado que querem nos empurrar goela abaixo.

Maya Felix disse...

Prezado Thiago,

Obrigada por sua visita e por sua postagem! Concordo com vc, existe uma "negociata" com o pecado, seja por conta do dinheiro seja por conta da "modernidade civilizatória" de que alguns não abrem mão. Resta saber, nisso tudo, onde fica a Palavra de Deus.

Um abraço, venha sempre por aqui,

Maya

Paulo de Tarso disse...

Graça e Paz!

Não há muita diferença na abordagem dos dois mencionados quanto ao tema homossexualismo, o pano de fundo seria o amor ao próximo, tolerância; as variantes são de estilo e cunho filosófico.

Mas o insofismável sim, sim, não não, como está na Palavra e mencionado alhures está invisível.

Laus Deo

PS: sugiro a leitura "Deus odeia o pecado, mas ama ao pecador! É isso mesmo? de Solano Portela

Sacha disse...

Maya, obrigado por sua visita no meu blog também. Estou seguindo seu blog agora...
Saudações,
Sacha

Maya Felix disse...

Prezado Paulo de Tarso,

Obrigada por sua postagem! Bom, eu vejo grande diferença entre meu pensamento e o do Pr. Hermes. Li o artigo do Blog Ó Tempora, Ó Mores, mas não concordei com o viés teológico. Se Deus odeia o pecador, por que lhe deu a oportunidade de recomeçar?

Obrigada por seu comentário, fique com Deus,

Maya

:)

Maya Felix disse...

Sacha,

Obrigada! :)

Maya

Paulo de Tarso disse...

Graça e Paz!

Prezada Maya Felix:

Certamente o teu texto é oposto ao do HF.

Os dois que mencionei são o CF e o HF.

Laus Deo

Maya Felix disse...

Caro Paulo de Tarso,

Obrigada pelo esclarecimento!

Um abraço,

Maya

:)

Anônimo disse...

Gostaria de chamar a atenção para um comentário que Hermes Fernandes faz em seu texto: "Faz-se um escarcel danado para que os crentes pensem que a tal "ditadura gay" vai obrigar às igrejas a aceitarem e celebrarem o casamento entre pessoas do mesmo sexo." Isso nada mais parece, que uma tentativa por parte do mesmo de fazer com que todos acreditem que essa lei não implicará em duras penas contra a verdaeira igreja de Jesus. Sim, verdadeira, pois nem todos que dizem Senhor Senhor, entrarão no reino de Deus. Isso mais parece uma tentativa de condicionar a todos para que aceitem sem protestar, uma lei que claramente fere os pricipios santos e imutáveis da palvar de Deus...Verdadeiramente lamentável, mas o tempo da Ira de Deus está chegando... Fábio

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