Creio que não existe nada de mais belo, de mais profundo, de mais simpático, de mais viril e de mais perfeito do que o Cristo; e eu digo a mim mesmo, com um amor cioso, que não existe e não pode existir. Mais do que isto: se alguém me provar que o Cristo está fora da verdade e que esta não se acha n'Ele, prefiro ficar com o Cristo a ficar com a verdade. (Dostoievski)

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15 de mai. de 2009

até 2011, livros didáticos com temáticas gays: governo lula garante

FOTO: Web

Até 2011, livros didáticos deverão incluir a temática das famílias compostas por lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais. Essa é uma das 50 ações e diretrizes previstas no Plano Nacional da Cidadania dos Direitos Humanos de LGBT, lançado nesta quinta-feira (14) pelo governo federal, que irá garantir o direito do movimento.  

O Plano foi elaborado por representantes de 18 pastas a partir de demandas da sociedade civil, e orientará a elaboração de políticas públicas de curto e médio prazo voltadas à inclusão social e combate às desigualdades. 

“O dia de hoje é o dia de início de uma caminhada. Como tudo em direitos humanos, demanda tempo, é a construção de uma nova cultura, superando uma cultura de séculos de violência, discriminação e preconceito”, afirmou o ministro da Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República, Paulo Vannuchi. 

As ações incluem, ainda, outras importantes reivindicações, como o reconhecimento dos direitos civis de casais homossexuais, a criação de dispositivos legais e jurídicos que garantam o direito do casal homossexual de adotar filhos, o encaminhamento de mulheres transexuais e travestis condenadas a presídios femininos e até mesmo a modificação da legislação do imposto de renda para que parceiros do mesmo sexo possam ser incluídos como dependentes. 

O governo federal também se compromete a apoiar iniciativas legislativas que tramitam no Congresso Nacional e tratam dos direitos da população LGBT e a criar e implementar, por meio de lei, um fundo nacional de combate à discriminação homofóbica. 

Todas as ações têm prazo previsto para execução entre 2009 e 2011, e o monitoramento deverá ser feito por um grupo de trabalho interministerial permanente, que ainda será criado, coordenado pela Secretaria Especial de Direitos Humanos. 

FONTE: http://correio24horas.globo.com/noticias/noticia.asp?codigo=26066&mdl=27,com informações da Agência Brasil. 

14 de mai. de 2009

pedofilia, incesto e homossexualismo: tudo no mesmo filme e financiado com o seu dinheiro



O ator Gabriel Kauffmann, de apenas 7 anos, que ficou conhecido por interpretar Francisco, o filho da personagem Nanda (Fernanda Vasconcellos) na novela global Páginas da Vida, se apaixonará pelo irmão mais novo nas telonas.

Em Do Começo ao Fim, longa de Aluisio Abranches, Kauffmann viverá Thomás, uma criança que se sente fortemente atraída pelo irmão Francisco, de 6 anos, vivido pelo ator Lucas Cotrim. A relação incestuosa dos personagens, no entanto, só se concretiza quando se tornam adultos na trama. No filme, que ainda não tem data de estreia, a atriz Júlia Lemmertz vive Julieta, a mãe dois dois garotos.

De acordo com um trecho divulgado do filme, “um dia, sem mais nem menos, Thomás abre os olhos e olha direto para Francisco, seu irmão de seis anos. Durante a infância, os irmãos são muito próximos, talvez próximos demais. (...) Mais tarde, (...) se tornam amantes e vivem uma extraordinária história de amor”.

A mãe de Gabriel, Denise Kaufmann, disse em entrevista ao site O Fuxico sobre sua tranquilidade em autorizar o ator a interpretar o papel. “Os irmãos se apaixonam, mas o filme não mostra nada de concreto entre os dois enquanto são crianças, nenhum contato físico. Todo o amor que ele sente pelo irmão mais velho é apenas insinuado. Eu não poderia proibi-lo de fazer esse filme, primeiro porque seria um preconceito bobo de minha parte e, segundo, pelo fato de o longa ser muito delicado e belíssimo”.


Mais:


Escrito e dirigido por Abranches, o longa conta a história da médica Julieta, vivida por Júlia Lemmertz (Meu Nome Não É Johnny), que tem dois filhos: Francisco, interpretado na infância por Lucas Cotrim e mais tarde por João Gabriel Vasconcelos, e Thomás, papel dividido pelos atores Gabriel Kaufman e Rafael Cardoso. O primeiro é do ex-marido, o empresário Pedro, interpretado por Jean-Pierre Noher (Estômago), enquanto o segundo é fruto do casamento com o arquiteto Alexandre, o atual marido, vivido por Fábio Assunção (Primo Basílio). Os dois garotos acabam desenvolvendo uma relação mais íntima que o normal.
Segundo o diretor, seu objetivo sempre foi contar uma história de amor, acima do incesto ou do homossexualismo. Outro fator importante era "que não tivesse um julgamento nem levantasse bandeiras".
"É uma família amorosa, libertária, os pais se dão bem. Os irmãos não vivem num lugar ermo, em que não tivessem oportunidade de conhecer outras pessoas. Quis falar do assunto de forma feliz, que não fosse um bode. Por que toda vez que se fala de incesto é de forma trágica?", disse Abranches à fonte.
Apesar de tudo ser contado de maneira bem suave e carinhosa no drama, o diretor revela que teve muita dificuldade em encontrar patrocinadores. Alguns chegaram a sugerir que os protagonistas fossem trocados por duas irmãs, ou dois primos. Acabou conseguindo o patrocínio de dois empresários, que impuseram uma condição: ficar no anonimato. [PODEM ATÉ TER FICADO NO ANONIMATO, MAS COM CERTEZA SOLICITARAM, NO ANONIMATO, OS "INCENTIVOS FISCAIS" QUE A LEI ROUANET POSSIBILITA AOS EMPRESÁRIOS QUE "PATROCINAM A ARTE"... OU SEJA: É O SEU DINHEIRO, CARO LEITOR, QUE FINANCIOU "NO ANONIMATO" ESTA PORCARIA.]


Meu comentário: Bom, pelo que percebi, de "modo muito delicado e belíssimo" o filme faz apologia da pedofilia. Se faz apologia do crime, então não é errado? Eu vou mandar e-mails e vou telefonar para o presidente da CPI da Pedofilia, senador Magno Malta, e pedir que alguém neste país, alguém que tenha alguma coisa na cabeça, faça algo em relação a esse lixo que chamam de filme. Vou mandar e-mails para o presidente do Supremo Tribunal Federal, também, e para o presidente do Congresso Nacional. Bom, quanto ao presidente Lula... não adianta pedir que a raposa vigie o galinheiro, né? Veja a notícia abaixo:

Governo Lula quer “modernizar” conceito de censura classificando como impróprios para crianças e adolescentes programas de TV com conteúdo contrário ao homossexualismo

Julio Severo
Já viu o Pr. Silas Malafaia pregando pela televisão que homossexualismo é pecado? Ou então já teve oportunidade de ver R. R. Soares ou outro pregador explicando que a Bíblia condena o homossexualismo?
Aproveite para gravar esses programas e quando tiver chance, grave também o Papa Bento 16 em seus pronunciamentos condenando explicitamente os atos homossexuais, porque no que depender do governo Lula, programas de TV e rádio que transmitem posições contrárias à homossexualidade serão obrigados a levar a classificação de “impróprios para menores de 18 anos”.
Não, o que você está lendo não é delírio, nem deste autor, nem dos leitores. É puro delírio ideológico estatal se transformando em pesadelo político.
Hoje, 14 de maio, conforme informação do Blog Reinaldo Azevedo e do jornal ultra-esquerdista Folha de S. Paulo, a Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência do Brasil estará lançando um plano de promoção da cidadania de LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais). É dentro desse plano que consta medida do governo Lula de “classificar como impróprios para crianças e adolescentes programas de TV com conteúdo homofóbico”.
Programa do Silas Malafaia? Classificação do governo Lula: “Programa com conteúdo homofóbico. Impróprio para crianças e adolescentes”.
Programa do R. R. Soares? Classificação do governo Lula: “Programa com conteúdo homofóbico. Impróprio para crianças e adolescentes”.
Pronunciamento televisivo do papa? Classificação do governo Lula: “Programa com conteúdo homofóbico. Impróprio para crianças e adolescentes”.
E se os cristãos não se acovardarem, não se submetendo a essa tirania fascista, muitos outros programas evangélicos e católicos serão classificados como “homofóbicos” e “impróprios para crianças e adolescentes”.
O que não será classificado como “impróprio para crianças e adolescentes” são os livros, cartilhas e aulas a favor do homossexualismo nas escolas públicas. Aliás, esses livros, cartilhas e aulas serão classificados como obrigatórios para crianças de todas as idades. 
continua... Veja mais aqui.
Meu comentário: Gente, aonde vamos chegar? E em 2010 esses criminosos ainda querem eleger um sucessor. Não com o meu voto. Você está atônito? Chocado? Ficou indignado? Ligue para os números abaixo, mande e-mails. Só indignação não muda nada. 
Senador Magno Malta, presidente da CPI da Pedofilia:
Tel.:(61) 3303-4161/5867
Fax: (61) 3303-1656
Correio:
magnomalta@senador.gov.br

Supremo Tribunal Federal - Central do Cidadãohttp://www.stf.jus.br/portal/centralCidadao/mensagem.asp
Ministério Público Federal: http://www.pgr.mpf.gov.br/ (Não consegui acessar a página, vou tentar amanhã).
Senador José Sarney, presidente do Congresso Nacional:
Tel.:(61) 3303-3429/3430
Fax: (61) 3303-1776
Correio:
sarney@senador.gov.br

Leia o texto de Reinaldo Azevedo sobre a censura petista à "homofobia":

MAS O QUE QUEREM OS GAYS?
No clipping desta madrugada, vocês encontram trecho de uma reportagem da Folha que informa que a União quer classificar programas de TV com “conteúdo homofóbico”. Não é preciso ser um gênio para perceber que já se começa a trilhar o terreno da censura. Eu me oponho a qualquer forma de ação do estado que limite a liberdade de expressão — inclusive a dos idiotas. E que cada um arque na Justiça com o peso do que disser. É tudo muito simples.

Sou freqüentemente acusado de sionista por conta das minhas opiniões sobre os conflitos israelo-palestinos, por exemplo. Os mais tresloucados estão convencidos de que sou um agente do Mossad. Pois é. Mas acho bobagem que se proíba, por exemplo, a publicação de livros que neguem o Holocausto. A proibição faz com que celerados como Ahmadinejad mobilizem a cabeça oca conspiratória dos imbecis: “Se é proibido negar, então é porque eles têm medo da verdade”. Entenderam? Os tolos têm de ser combatidos à luz do dia. “Ah, então ações concretas contra grupos raciais ou minorias devem ser permitidas?” O quê? Intimidação? Não! Devem ser contidas com o uso da polícia mesmo. Cana nos vagabundos! Ademais, cumpre não confundir o revisionismo, por mais estúpido que seja, com incitação ao ódio. Adiante.

Há programas humorísticos de TV que fazem troça de homossexuais? Há. Mas também fazem pilhéria dos gordos, dos magros, dos feios, dos bonitos, dos doentes, dos saudáveis... ALIÁS, NENHUMA CATEGORIA, SE ASSIM POSSO CHAMAR, É MAIS HUMILHADA E DISCRIMINADA, HOJE EM DIA, NOS PRODUTOS DA INDÚSTRIA CULTURAL, DO QUE O QUE EU CHAMARIA DE HOMEM MÉDIO! Pobre do coitado que for um desses trabalhadores que fazem tudo certinho, que pagam os impostos, que seguem as leis, que cuidam da sua família, que têm uma existência, digamos, banal. É logo tratado como um medíocre, um bobalhão, que é até ruim de cama.

Há um filme na praça que não vi e não vou ver, um desses caça-níqueis com atores de TV, chamado 
Divã. Falo do que dá para perceber no trailer. Pela pegada se percebe o tamanho do gigante. Uma mulher de meia-idade — casada com um desses maridos chatos que gostam de assistir a jogo de futebol na TV, apenas regulamentar na cama, sem grandes arroubos — decide cair na farra. E descobre o mundo. É a versão para as massas do “bovarismo”. Emma Bovary, como sabem os que leram, quebrou a cara. As Emmas da cultura de massa são bem-sucedidas: encontram a felicidade na era da psicanálise de revista entre feminina e feminista. Basta pôr chifre no marido, que um horizonte se abre... Preconceito? É. Um preconceito da correção política.

O que há fazer nessa guerra de valores? Ora, que cada um brigue pela sua verdade. Mas podemos perfeitamente bem deixar o estado fora disso. Afinal, o que querem os gays? Um aparato repressivo que proíba as piadas consideradas indesejadas? O mesmo devem fazer as outras chamadas “minorias”? Viveremos numa sociedade em que todos patrulham todos, transformando o humor em manifesto político? Pergunto: um homossexual poderá ser acusado de homofobia se chamar um outro homossexual de “veado” (ou “viado”, na versão popular)? Nas novelas e filmes, os gays deverão ser apresentados sempre como exemplos de caráter virtuoso? O mau-caratismo passará a ser uma prerrogativa apenas dos heterossexuais? Ou ainda: os heterossexuais têm o direito de reclamar das caricaturas que se fazem do “machão”, sempre meio bronco e de raciocínio curto?

O politicamente correto é a mais detestável das formas de censura porque exercida por pessoas que se querem dotadas de valores humanistas superiores. Acreditam, como os inquisidores, que estão perseguindo pessoas para o bem da humanidade e até dos próprios perseguidos. Rezavam enquanto o corpo do pecador ardia. Estavam crentes de que tinham acabado de vencer mais uma luta contra o demônio ao libertar aquele corpo.

nunca, antes, na história deste país... (e eu espero que nunca mais!)

Carlos Minc na Marcha da Maconha


Lula, antes (ou depois) de dizer que quem não concorda com o homossexualismo é doente mental

O ministro e a maconha: nunca antes na história desse país

O Brasil é terra de ninguém mesmo. Por aqui acontecem coisas que até Deus duvida. Exemplo claro:

 Ministro do primeiro escalão do governo federal (Carlo Minc) participando de marcha pública pela descriminalização do uso da maconha. É de estarrecer. Como disse Reinaldo: “Irresponsável. É isso o que Minc é. Ele é ministro de Estado. Se vai a uma marcha da maconha, leva a voz do governo. A música que embalou a passeata, como se noticiou, era a tal “Vou apertar, mas não vou acender agora”, toda ela feita de referências um tanto desairosas à Polícia — e, pois, ao estado —, em oposição à suposta esperteza da nata da malandragem”.

O refrão da música também é pura balela. Quem diz que só “vai apertar” é porque já “acendeu” há muito tempo e, pior ainda, incentiva jovens e adolescentes a acenderem também. Além da conduta do ministro do meio ambiente ser moralmente repugnante é, também, logicamente paradoxal. Enquanto o governo tenta reprimir o uso de entorpecentes, um dos seus maiores representantes age no sentido contrário. Ora, como disse o próprio Jesus: Reino, cidade ou casa dividida contra si mesma não subsistirá (Mt. 12.25).  

Porém, infelizmente, parece que ideologicamente a casa não está tão dividida assim, afinal a grande maioria dos ministros do primeiro escalão do governo Lula são notórios defensores de políticas e idéias que afrontam diretamente os valores morais e, sobretudo, cristãos, tanto é assim que após a marcha, o ministro da maconha, digo, do meio ambiente, chegou a afirmar que a descriminalização da maconha tem também 

o apoio de José Gomes Temporão (Ministro da Saúde), Tarso Genro (Ministro da Justiça) e Nimário Miranda (Direitos Humanos).

A depender da cosmovisão dessa turma que aí está no poder, ocupando cargos chaves, responsáveis pelo direcionamento das principais ações governamentais e também do país, o caminho para o esfacelamento moral da cultura brasileira já está bem aberto, cujas conseqüências, vale anotar, acabam afetando toda a sociedade. E não estou falando somente de uma ou de outra forma de pensar isolada, não, mas de um conjunto sistemático de idéias que rompe os padrões de retidão e de moralidade e valores familiares como nunca se viu na história desse país

Realmente, esse é o refrão ideal.

Nunca antes na história desse pais, havíamos visto um presidente tão conivente com a causa homossexual a ponto de chamar todos aqueles que lhes são contrários de portadores de problemas mentais.

Nunca antes na história desse país, tivemos um ministro de saúde que levantou com tanta empolgação a bandeira da liberação do aborto, dizendo tratar-se de direito da mulher e questão de saúde pública.

Nunca antes na história desse país,  o Sistema Único de Saúde patrocinou cirurgias de mudança de sexo, enquanto outras pessoas vão morrendo em hospitais públicos por causa da falta de médicos, equipamentos, remédios e estrutura.

Nunca antes na história desse país, o governo federal comprou tanto lubrificante íntimo Ky Gel, cuja finalidade certamente não é amaciar pés rachados.

Nunca antes na história desse país, um ministro do meio ambiente fez propaganda pública que, indiretamente, fomenta o uso de entorpecentes.

Enfim, nunca antes na história desse país a moral foi tão vilipendiada publicamente!


***


Texto de Valmir Nascimento Milomem, publicado no Blog Como Viveremos?   


PT, nunca mais.


12 de mai. de 2009

vilarejo, mas pode chamar de canãa


Você já prestou atenção a esta música cantada pela Marisa Monte? Ouça...

Eu vejo este "Vilarejo", cuja letra é envolvente e a música mais que linda, como Canãa, a Nova Jerusalém, a Terra Prometida, o fim do deserto, o lugar de encontro com Deus, Peniel, nosso descanso, a alegria dos que esperam em Deus uma vida de paz, completa e transbordante. 

vilarejo

marisa monte

Composição: Marisa Monte, Pedro Baby, Carlinhos Brown e Arnaldo Antunes

Há um vilarejo ali 

Onde areja um vento bom

Na varanda, quem

descansa 

Vê o horizonte deitar no chão 

Pra acalmar o coração 

Lá o mundo tem razão

Terra de heróis, lares de mãe 

Paraiso se mudou para lá

Por cima das casas, cal

Frutas em qualquer quintal

Peitos fartos, filhos fortes

Sonho semeando o mundo real 

Toda gente cabe lá

Palestina, Shangri-lá 

Vem andar e voa 

Vem andar e voa 

Vem andar e voa 

Lá o tempo espera 

Lá é primavera 

Portas e janelas ficam sempre abertas 

Pra sorte entrar 

Em todas as mesas, pão

Flores enfeitando 

Os caminhos, os vestidos, os destinos 

E essa canção 

Tem um verdadeiro amor

Para quando você for

e dá-lhe gripe suína!


Ontem eu vi alguns telejornais, e é sempre a mesma coisa: gripe suína, gripe suína, gripe suína. Até agora os  casos no Brasil não chegam a 10, mas a mídia só fala nisso. É o pânico generalizado. Mas eu percebi outra coisa: ninguém fala de dengue e meningite, só de gripe suína! Ou seja, a mídia encobre os casos de dengue e meningite, que só na Bahia já mataram 60 neste ano! E dá-lhe gripe suína! E dá-lhe filmagem em aeroporto! E as favelas e periferias, onde a dengue ataca e mata? Nada! É claro, a gripe suína foi um ótimo negócio para o Governo Federal, os governos estaduais e as prefeituras, e o ministro da Saúde nunca mais teve que se pronunciar sobre a dengue, agora ele só fala que já foram investidos milhões de reais para prevenir a... gripe suína! E os casos de meningite? Há um surto acontecendo por aí, atacando crianças, e como sempre os hospitais nunca estão preparados, nem para a dengue nem para a meningite, mas há muitos equipamentos, medicamentos e verbas para... a gripe suína! Esta, que se concretiza como hipótese e faz a terra tremer! 

teste seus conhecimentos e vamos aprender

Achei este "teste" - ou "(dis)Simulado" - no Blog Doxa Brasil. Acrescentei as questões 14 e 15 e corrigi umas falhas de ortografia e pontuação, mas o resto foi Ctrl+C e Ctrl+V... Só mais uma coisa: o Silas Malafaia não é pastor de nenhuma igreja no Rio de Janeiro...


ENEM

(Exame Nacional Evangélico Neófito de Ensino Medíocre)

1 – Grupo surgido nos anos de 1970 com acampamentos para jovens:
a) Jovens da Verdade;
b) Jovens da Convicção;
c) Jovens de perna-curta;
d) Jovens de verdade.

2 – Grupo de música gospel surgido em Belo Horizonte:
a) Atrás do Trono;
b) Diante do Trono;
c) Do Lado do Trono;
d) Eu Que Não Me Sento no Trono De um Apartamento Com a Boca Escancarada Cheia de Dentes.

3 – Comunidade evangélica neopentecostal fundada em Brasília:
a) Sara Nossa Terra;
b) Trata Nossa Água;
c) Cura Nosso Fogo;
d) Purifica Nosso Ar.

4 – Mega Igreja Evangélica de Belo Horizonte:
a) Igreja Batista da Lagoinha;
b) Igreja Batista do Riozinho;
c) Igreja Batista do Encapelado Mar;
d) Igreja Batista da Areia Movediça.

5 – Grupo musical do início da década de 1970:
a) Grupo Argola;
b) Grupo Elo;
c) Grupo Algemas;
d) Grupo Prisão Domiciliar.

6 – Músico Evangélico:
a) Guilherme Kerr;
b) Guilherme Desejaa;
c) Guilherme Solicitaa;
d) Guilherme Kerr-Mass-Quee-Deuss-Façaa-aa-Suaa-Vontadee.

7 – Pastor de uma grande igreja pentecostal no Rio de Janeiro:
a) Silas Malafaia;
b) Muller Malafaia;
c) Silas Mala-sem-alça-faia;
d) Silas Pochete-não-faia.

8 – Igreja de São Paulo que não sai da TV não importa a hora que você ligue:
a) Igreja Internacional da Graça de Deus;
b) Igreja Gremista da Graça de Deus;
c) Igreja Grenal da Graça de Deus;
d) Igreja Time-e-religião-não-se-discute da Graça de Deus.

9 – Igreja pentecostal baseada em quatro fundamentos:
a) Igreja do Evangelho Quadrangular;
b) Igreja do Evãgélico Quadrado;
c) Igreja do Evangelho Trapezoidal;
d) Igreja do Evangelho cuja soma dos quadrados dos catetos é igual ao quadrado da hipotenusa.

10 – Igreja dos surfistas:
a) Bola de Neve;
b) Bola de Gude;
c) Bolinhas de Neve no Céu com Diamantes;
d) Pé Grande.

11 – Movimento evangélico que perturba o trânsito em Sampa:
a) Marcha pra Jesus;
b) Câmbio pra Jesus;
c) Ré pra Jesus;
d) Ponto Morto pra Jesus.

12 – Autor de Confissões de um Pastor:
a) Caio Fábio;
b) Caiu Fábio;
c) Tropeçou Fabio;
d) Tudo-Bem-A-Graça-Taí-Pra-Isso Fábio.

13 – Apóstola e pregadora da teologia da prosperidade:
a) Valnice Milhomens;
b) Valnice Trilhomens;
c) Valnice Homens-a-dar-com-pau;
d) Valnice Palmitomens.

14 - Pastor emo deprê muito famoso por seus textos de forte apelo retórico contra tudo e contra todos:
a) Ricardo Gondim;
b) Ricardo Tristim;
c) Ricardo, não fica assim!;
d) Ricardo Revoltadim.

15 - Igreja famosa por salientar a grande e indispensável importância dos dízimos e das ofertas na vida espiritual:
a) Igreja Universal do Reino de Deus;
b) Igreja é Universal, os dízimos são meus!;
c) TV Record;
d) Fala, que eu te escuto! (mas cobro!).

(Teste elaborado pela Verticontes Exames para a FTU - Faculdades Toniolianas Unidas)

11 de mai. de 2009

concurso para letras no rio de janeiro: português e espanhol

Foram reabertas as inscrições para o Concurso para professor adjunto de didática especial e Prática de Ensino de Português-Espanhol da FE/UFRJ, 40 hs/DE. Segue a minuta do edital. Mais informações no site www.educacao.ufrj.br.
 

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO

O Reitor da Universidade Federal do Rio de Janeiro, no uso de suas atribuições conferidas pelo Decreto Presidencial de 24 de junho de 2003, publicado no Diário Oficial da União nº 120, de 25 de junho de 2003, torna público que o período de inscrição para o Concurso Público de Provas e Títulos para provimento da vaga de Professor Adjunto para o Setor de Didática e Prática de Ensino de Português-Espanhol, do Departamento de Didática da Faculdade de Educação, fica reaberto por mais 40 (quarenta) dias contados da data de publicação deste comunicado no Diário Oficial da União. O Edital referente é o de nº 3, de 14 de janeiro de 2009, publicado no DOU nº 15 – Seção 3, de 22 de janeiro de 2009, e retificado no DOU nº 20 – Seção 3, de 29 de janeiro de 2009.

 

ALOISIO TEIXEIRA

Reitor

Deus quer o homem no leme

Deus quer o homem no leme

 

A escritora carioca que foi ícone da juventude nos anos 90 volta a polemizar com “Confissões de mãe”

QUEM É

Maria Mariana Plonczynski de Oliveira, 36 anos, escritora, autora, diretora e atriz. Filha do cineasta Domingos de Oliveira. Mãe de quatro filhos, casada, mora em Macaé, no Estado do Rio de Janeiro 


O QUE FEZ
Ficou famosa ao escrever Confissões de adolescente, que virou peça de teatro e seriado da TV Cultura na década de 90

O QUE PUBLICOU
Confissões de adolescente (Ed. Relume Dumará),Confissões de mãe (Ed. Agir)

Aos 19 anos, a carioca Maria Mariana tornou-se um ícone da década de 90. Seu livro Confissões de adolescente, lançado em 1992, vendeu 200 mil cópias, virou peça de teatro e tornou-se um memorável seriado de televisão. Aos 36 anos, distante da fama e mãe de quatro filhos, a escritora, atriz e filha do cineasta Domingos de Oliveira lança Confissões de mãe (Editora Agir), um livro nada rebelde, recheado de ideias que vão irritar as feministas. Nesta entrevista, realizada em Macaé, no Estado do Rio de Janeiro, onde mora hoje, ela defende as mães que deixam de trabalhar para cuidar de seus filhos. “Amamento há nove anos seguidos”, afirma. Com a mesma expressão serena que as pessoas se acostumaram a ver na série de televisão, a escritora diz ser contra o aborto e afirma que as mulheres deprimidas depois do parto são as que passaram a gravidez comprando roupinhas para o bebê.

ÉPOCA – O que a adolescente dos anos 90 e a mãe de quatro filhos têm em comum? 

Maria Mariana – Mudei muito, mas algumas coisas ficaram. Acredito que uma delas seja a criatividade no dia a dia. Eu sei fazer de um limão uma limonada. Tenho sempre um coelho na cartola, um assunto engraçado numa hora chata, uma forma de tornar aconchegante um ambiente ou uma situação difícil. Isso vem também do fato de eu adorar ser mãe. Mas a maternidade está em baixa.

ÉPOCA – Por que você diz isso? 

Maria – O valor de ser mãe não está sendo levado em conta. Sinto isso há quase dez anos, desde que eu decidi parar todas as minhas atividades para ter filhos e cuidar deles. A pressão foi inimaginável e veio de todos os lados. Da família, dos amigos, de quem mal me conhecia. Muita gente me perguntou se eu estava deprimida ou tinha síndrome de pânico. Meu pai também custou a entender. Eu era bem-sucedida, e largar a fama é um absurdo para as pessoas. Se alguém saiu da mídia por vontade própria, é porque tem algum problema grave. A verdade é que eu só descobri o que é trabalhar depois de ser mãe! Ser mãe é um trabalho social, o maior deles. É um esforço para garantir a criação de indivíduos de valor, mentalmente sadios, que contribuam para o bem geral. Pessoas equilibradas, educadas, que consigam se manter. Quando pequeno, o filho precisa de atenção especial e exclusiva. É nesse período que se formam a base do que ele será, o caráter, os valores. Depois, é difícil consertar.

ÉPOCA – Como foi sair de uma vida badalada no Rio para uma cidade pequena? 

Maria – Eu trabalhava como roteirista, sempre amparada pela sombra do sucesso de Confissões de adolescente, mas alguma coisa não estava fechando. Tive um primeiro casamento, dos 20 aos 23 anos, que não deu certo. Depois fui morar sozinha e tinha a impressão de que a vida se movia em círculos. Ao mesmo tempo, sempre tive a obsessão de ter filhos. Quando meus pais se separaram, eu estava com 7 anos e passei a viver com meu pai. Era filha única, muito madura, lia Dostoiévski e estava sempre cercada por amigos intelectuais dele. Mas eu sonhava com uma enorme mesa de família com aquela macarronada no domingo. Eu queria mudar de degrau, mudar de história. No meio disso tudo, conheci o André, meu marido. Um mês depois, estava grávida. Todos os meus filhos foram planejados. A primeira, Clara, foi de cesariana, o que foi uma decepção para mim. Os outros foram de parto normal.

ÉPOCA – No livro, você diz que mulheres que não conseguem o parto normal estão “envolvidas com pequenas questões de ego”. Explique. 

Maria – Respeito a história da maternidade de cada mulher. Mas, depois que tive o parto normal, vi que é uma vivência fundamental. Se a mulher parir naturalmente, será uma mãe melhor. Todos falam do nascimento do bebê, mas esquecem que a mãe também nasce naquela hora. A mulher também tem de estar focada na amamentação.

ÉPOCA – A maioria das mulheres não está preocupada em amamentar? 

Maria – Muitas não estão. Amamentar não é um detalhe, é para a mãe que merece. É importante e simplifica a vida. Vejo muitas mulheres com preocupações estéticas, se o peito vai cair, se vai ficar alguma cicatriz se o peito rachar. Aí o leite não vem. Amamento há nove anos seguidos. Só desmamo um quando engravido do outro. Minha caçula, de 2 anos, ainda mama. Existe a realidade de cada um, mas é preciso elevar a consciência sobre o que fazemos. Há mulheres que passam nove meses no shopping, comprando roupinhas, aí depois marcam a cesárea e pronto. Acabou o processo. Aí sabe o que acontece? Elas têm depressão pós-parto.

ÉPOCA – Você não teme ser repreendida pelas feministas? 

Maria – Não acredito na igualdade entre homens e mulheres. Todos merecem respeito, espaço. Mas o homem tem uma função no mundo e a mulher tem outra. São habilidades diferentes. Penso nesta imagem: homem e mulher estão no mesmo barco, no mesmo mar. Há ondas, tempestades, maremotos. Alguém precisa estar com o leme na mão. Os dois, não dá. Deus preparou o homem para estar com o leme na mão. Porque ele é mais forte, tem raciocínio mais frio. A mulher tem mais capacidade de olhar em volta, ver o todo e desenvolver a sensibilidade para aconselhar. A mulher pode dirigir tudo, mas o lugar dela não é com o leme.

ÉPOCA – Mas você não valoriza a emancipação da mulher? 

Maria – Valorizo. Teve seu momento, foi fundamental para abrir espaços, possibilidades. Mas as necessidades hoje são outras. Precisamos unir a geração de nossas avós com a de nossas mães para chegar a um equilíbrio feminino. Eu não sou dona da verdade. Não à toa, fiz meu livro como um diálogo entre mim e minha filha. Quero dizer às jovens do mundo de hoje que existe uma pressão para que elas sejam autossuficientes profissionalmente, sejam mulher e homem ao mesmo tempo, como se fosse a única forma de realização. Para isso, elas têm de desenvolver agressividade, frieza – sentimentos que não têm a ver com o que é ser mãe. O valor básico da maternidade é cuidar do outro, doar, servir. Nada a ver com o mundo competitivo. Maternidade é tirar seu ego do centro.

ÉPOCA – O que pensa sobre o casamento? 

Maria – Casamento é um degrau que a pessoa tem para caminhar para a frente. Quem opta por ficar sozinho não desenvolve aprendizados que o casamento dá. Apanhar cueca suja que o marido deixa no chão é um aprendizado de paciência e dedicação. As pessoas pensam em união apenas como o espaço da alegria, do conforto. Casamento é embate, negociação e paciência. É preciso insistir e vencer. Saber que não se muda o outro. É preciso mudar a nós mesmos.


A revista abriu um fórum para discussão, no próprio site, e as declarações de Maria Mariana sobre maternidade, casamento e função do homem e da mulher estão causando reações apaixonadas e até agressivas. É claro, feministas e esquerdistas não param de tecer comentários depreciativos, insultando a autora por suas opiniões, que eles chamam de "retrocesso" (e de outros nomes que não quero publicar aqui...). Quer entrar nesse debate? Clique aqui.

Sobre Maria Mariana, leia também: 

10 de mai. de 2009

não sereis idólatras, levítico 26:1

Não fareis para vós ídolos, nem vos levantereis imagens de escultura nem estátua, nem poreis figura de pedra na vossa terra, para inclinar-vos a ela; porque eu sou o Senhor vosso Deus.

Levítico 26:1

porque Ele veio para os doentes, e os sãos não precisam...

Para ver o vídeo, vá primeiro à janela cinza Maya_musique à esquerda e clique em "pause". Depois, venha aqui e clique em "play". Pode ser que na primeira passagem o vídeo saia com algumas interrupções. Experimente ver na segunda. Testemunho do ex-guitarrista da banda Korn, um ex-doidão completamente maluco. Vale a pena ver até o fim.





FONTE: Blog Soli Deo Gloria

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