Creio que não existe nada de mais belo, de mais profundo, de mais simpático, de mais viril e de mais perfeito do que o Cristo; e eu digo a mim mesmo, com um amor cioso, que não existe e não pode existir. Mais do que isto: se alguém me provar que o Cristo está fora da verdade e que esta não se acha n'Ele, prefiro ficar com o Cristo a ficar com a verdade. (Dostoievski)

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10 de jun de 2010

A Água Branca e a Mesa Branca, por Marcos Granconato


A Água Branca e a Mesa Branca


No bairro da Água Branca, em São Paulo, existe uma igreja evangélica cujo pastor é difícil de ser definido em sua teologia. Alguns dizem que ele é liberal; outros que é adepto da teologia do processo; outros ainda dizem que ele é expositor do teísmo aberto. Pessoalmente, suspeito que ele seja tudo isso: uma espécie de ornitorrinco teológico – o tipo de pastor que ensina qualquer coisa que pareça moderna ou pouco ortodoxa, deixando a maioria das pessoas contentes, diante de um pregador que tem a “mente aberta”, muito diferente dos “cabeças duras” que defendem o cristianismo histórico.

Até aí, nada de novo. O meio evangélico está repleto desses novos pastores de perfil intelectualista, considerados representantes da vanguarda do pensamento cristão e vistos pelo povo ignorante como filósofos profundos muito à frente de seu tempo. Poucos crentes estão preparados para perceber que, na verdade, as idéias desses teólogos pós-modernos são carentes não só de profundidade, mas também de alicerce escriturístico sólido, chegando a ser heréticas. De fato, longe de serem inovadores em suas concepções, os tais pastores são apenas proponentes atuais de heresias bem antigas. Sabiam que o ornitorrinco tem veneno?

Mesmo sendo somente mais um entre os tais teólogos sofisticados de hoje, o pastor a que me refiro chama a atenção com colocações cada vez mais ousadas e distantes dos pressupostos básicos do cristianismo. Por exemplo: ele ironiza qualquer noção sobre os juízos de Deus, questiona a ética cristã clássica baseada na Bíblia e apresenta aos seus ouvintes um deus novo, bem diferente do Deus de Abraão, de Moisés e de Paulo.

Recentemente, porém, o pastor do bairro da Água Branca se superou, ao fazer comentários que arrancaram aplausos efusivos dos espíritas! Sim, do famoso pessoal da “Mesa Branca”. De fato, num artigo que escreveu, sua visão se mostrou tão longe da Sã Doutrina que um site kardecista publicou o texto com plena aprovação e chamou seu autor de “pastor com ‘P’ maiúsculo”!

Por que esse elogio veio de pessoas tão distantes do evangelho? Bem, o que ocorreu foi o seguinte: conforme noticiado nos jornais, os jogadores evangélicos do time do Santos se recusaram a entrar numa entidade espírita de apoio a crianças com paralisia cerebral para distribuir ovos de Páscoa. Evidentemente, todos os incrédulos massacraram os jogadores. Nada de surpreendente… O que chocou muitos crentes, porém, foi a manifestação do pastor da Água Branca que, unindo-se aos inimigos da fé, escreveu o artigo acima aludido, condenando a atitude dos jogadores.

Entenda bem o problema: é claro que nenhum crente deve se opor ao belo trabalho de ajuda às pessoas deficientes. Aliás, nenhuma outra religião tem uma história tão rica em ações em prol dos que sofrem como o Cristianismo. Porém, o que os cristãos devem saber é que é errado realizar obras sociais de mãos dadas com os expoentes da mentira (2Jo 9-11). É também errado praticar a solidariedade fazendo isso de forma a promover o nome de uma instituição herética, cujos membros praticam boas obras não para a glória de Deus, nem por terem nascido de novo, mas sim visando a uma reencarnação melhor (2Co 6.14-17). Aliás, é bom lembrar que “práticas do bem” assim motivadas não valem nada, pois, para Deus, só conta a piedade procedente da verdade (Ef 4.24). Por isso, os crentes não devem se associar com os espíritas, nem mesmo para distribuir ovos de Páscoa! O mestre da Água Branca, porém, não levou nada disso em conta e criticou com vigor os atletas crentes, arranhando a imagem deles. O veneno do ornitorrinco está nas unhas!

Condenar a atitude dos atletas, contudo, não foi nada perto dos conceitos de espiritualidade que o pastor da Água Branca expôs naquele mesmo artigo. Longe de harmonizar-se com Paulo, para quem a base da espiritualidade é a habitação do Espírito Santo no homem que crê em Cristo (1Co 2.12-16), o mestre da Água Branca enalteceu as crenças em geral, apontando como válida a espiritualidade supostamente presente em todas as religiões, sem nenhuma exceção. Segundo ele “a espiritualidade está fundamentada nos conteúdos universais de todas e cada uma das tradições de fé”, ou seja, para o tal pastor, a legitimidade exclusiva da espiritualidade cristã (cf. At 4.12; Ef 4.4-5) é uma triste falácia!

Como se não bastasse esse chocante desvio, o pastor, na sequência de sua argumentação, condenou a discussão sobre temas como céu e inferno, autoridade exclusiva das Escrituras, homossexualismo, reencarnação, evolucionismo e outros assuntos tão importantes para a formação de uma mentalidade verdadeiramente cristã. Ele sugeriu que discutir esses temas é prática sem qualquer relevância, cujo resultado é somente a criação de divisões entre as pessoas. Portanto, segundo sua concepção, o dever pastoral e cristão de corrigir o erro, admoestar na verdade e condenar a mentira (2Co 10.4-5; 2Tm 4.1-5) não deve ser posto em prática, pois gera barreiras e ataques pessoais, o que é ruim para a sociedade como um todo (será que o pastor esqueceu o que Jesus disse em Lucas 12.51-53?).

Depois, para fechar com chave de ouro, o tal pastor concluiu seu texto defendendo a aproximação de todos os credos. Sim, budistas, muçulmanos, cristãos, hinduístas, enfim, todos os devotos de todas as tradições de fé, no entender do nosso amigo, devem dar as mãos e juntos lutar contra o sofrimento humano “que a todos nós humilha e iguala”.

Foi o máximo! O pessoal da Mesa Branca explodiu de alegria (fez lembrar 1Jo 4.5). Finalmente, os espíritas encontraram um pastor que, como eles, ataca a “visão radical e exclusivista” dos crentes e reconhece a validade do kardecismo. Mais do que isso: acharam alguém que se une a eles na afirmação de que todas as crenças são boas, posto que servem para desenvolver a espiritualidade dos homens!

Para nós, contudo, os crentes de verdade, ficou a tristeza de ver mais uma vez a água branca, cristalina na verdade, da doutrina bíblica, se tornar turva na boca de supostos pastores cristãos, enquanto os proponentes de antigas doutrinas do diabo acrescentam mais uma cadeira ao redor da sua mesa branca, a fim de brindar a chegada de um novo amigo. Ah, o maior predador do ornitorrinco é a serpente!

Pr. Marcos Granconato

Soli Deo gloria

FONTE: http://blogfiel.com.br/2010/06/a-agua-branca-e-a-mesa-branca.html/comment-page-1#comment-956

http://www.igrejaredencao.org.br/ibr/index.php?option=com_content&view=article&id=287:a-agua-branca-e-a-mesa-branca&catid=17:pastoral&Itemid=114

Leia o artigo de Ed René Kivitz, pastor da Igreja Batista Água Branca, em São Paulo, aqui: http://www.novo-tempo.com/capa/ver.php?t=31&id=396

16 comentários:

prjulio disse...

Se num caso tão inexpressivo e até poderia se dizer "ingênuo" dos jogsdores dos Santos, Ed Renê escreveu de forma sua crítica de forma tão mordaz, o que ele escreveria de atitudes como a expulsão do espírito de adivinhação de uma moça espírita que desagradou todo aquele segmento religioso herético, ou do ato de decretar a cegueira do conselheiro do rei; ou da atitude de Pedro decretando a morte de Ananias e Safira?

charlesgomes disse...

Interessante que ele diz que "O problema é que toda vez que você discute religião você afasta as pessoas umas das outras, promove o sectarismo e a intolerância.", Dr. Craig diz que intolerância só faz sentido quando você possui uma verdade, do contrário você não toleraria, você concordaria.. (

Jesus deixou claríssimo que viria separar pai de filho etc.. como podemos pregar outra coisa?

É engraçado as pessoas se acharem acima da religião (eu chamo esse gênero de cristão de transreligioso), é como um peixe se achando acima da água... é bizarro..

Vale a pena ler artigos de católicos e até ateus defendendo os evangélicos nessa:
- http://cefascrist.blogspot.com/2010/04/quem-e-intolerante-mesmo.html
- http://www.interney.net/blogs/lll/2010/04/04/voce_doaria_brinquedos_aos_nazistas/

"LABAREDAS DE FOGO" disse...

Essa é a saga de pastores resultantes do pragmatismo de Rick Warem e seus cúmplices ,que ensinam que é necessário uma nova estrutura para nossa teologia; uma nova espiritualidade que é antagônica ao velho Evangelho que não se conforma com os novos estilos de vida da sociedade atual.

Veja o que diz Berit Kjos (Kjos Ministries) sobre esse pragmatismo:

“Essa ‘conversa’ com o mundo rapidamente desgastará as antigas verdades que bloqueiam a interdependência universal. Esse processo dialético envolve (1) diálogo ‘com mente aberta’ para as novas idéias com pessoas diferentes, (2) identificação com todas as visões contrárias, (3) uma busca comum por ‘terreno comum’, e (4) disposição de negociar as convicções pessoais em troca do consenso do grupo. Em outras palavras, a pessoa ‘pertence’ principalmente ao grupo ou à comunidade, não a Deus.”

E continua:

“Agora, na aurora do novo milênio, as igrejas ‘conservadoras’ e ‘evangélicas’ estão seguindo o exemplo. Redes ‘cristãs’ mundiais fornecem consultores treinados em liderança e em administração para ‘guiar o povo de Deus nessa superestrada que leva a uma nova ordem mundial. Esqueça o antigo caminho estreito que leva à vida. Os ‘agentes da mudança’ de hoje esperam popularizar o cristianismo com tanta eficiência que nações inteiras entrem e sigam suas cruzadas.”

Gilvan Albuquerque disse...

Olá Maya! Tomei a liberdade de comentar este texto.


Sou cristão, assembleiano, e considero Ricardo Gondim, Ariovaldo Ramos e o Ed René (execrado no artigo acima) os maiores expoentes contemporâneos da fé cristã. Sei que apesar da erudição de tais homens, assim como todos nós, eles também estão sujeitos ao erro. No entanto, cabe ao ouvinte discernir, não é mesmo? Bom, não quero aqui defender o Ed René ou qualquer outro pastor alvo de criticas.Sejam elas fundamentadas ou não.Mas gostaria de fazer algumas perguntas:
1) Qual era a religião de Jesus?
2) Será que a salvação será dada somente aos cristãos?
3) Jesus exigia a conversão para que alguém o seguisse?
4) Os fariseus faziam parte da tradição. Não foram estes os mais execrados por Cristo?

Pelo que vejo, há no Brasil um grande medo da mudança. Façamos, pois, como fizeram os irmãos de Bereia e analisemos aquilo que é dito (Atos 17:10-13).


Numa das trilhas de Antioquia

Gilvan Albuquerque

Jabesmar disse...

Respondendo as perguntas do Gilvan

1) Qual era a religião de Jesus?
Jesus era judeu e veio cumprir a Lei de Deus (cf. Mateus 5:17), coisa que nenhum homem conseguiu. Sei que não podemos dizer que Jesus era cristão, mas posso afirma que Ele foi quem fundou Sua Igreja da qual faz parte somente aqueles que o receberam como único Salvador.
Quem planejou o Cristianismo foi Deus ao enviar seu filho Jesus Cristo. Quem adora e segue a Jesus Cristo é cristão (não me refiro ao cristianismo institucionalizado). Se a pergunta vai neste sentido, Deus não é cristão pois não segue e nem adora a Jesus Cristo, mas com certeza ele aprova quem assim o faz e sua palavra afirma que não há outro caminho para quem quer ser salvo do Lago de Fogo.
Ou seja, fora de Jesus Cristo não há salvação.

2) Será que a salvação será dada somente aos cristãos?
Não, a salvação não pertence somente aos que se dizem cristãos. Mas sem a apropriação do sacrifício de Jesus Cristo não há possibilidade de Salvação! Ou seja, segundo a Bíblia só é salvo aquele que O recebe como O Salvador.

3) Jesus exigia a conversão para que alguém o seguisse?
Para os seguidores casuais e interesseiros Jesus disse: “Contudo, há descrentes entre vós. Pois Jesus sabia, desde o princípio, quais eram os que não criam e quem o havia de trair. À vista disso, muitos dos seus discípulos o abandonaram e já não andavam com ele” (João 6:64, 66).
Pedro diz a quem quer seguir a Jesus e ser salvo: “Respondeu-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo” (Atos 3:19). “Arrependei-vos, pois, e convertei-vos para serem cancelados os vossos pecados”(Atos 3:19)

4) Os fariseus faziam parte da tradição. Não foram estes os mais execrados por Cristo?
Eles foram execrados por terem desvirtuado os mandamentos de Deus ao distorcerem as escrituras. A eles Jesus disse: “ Mas ai de vós, fariseus! Porque dais o dízimo da hortelã, da arruda e de todas as hortaliças e desprezais a justiça e o amor de Deus; devíeis, porém, fazer estas coisas, sem omitir aquelas” ( Lucas 11:42). “Ai de vós também, intérpretes da Lei! Porque sobrecarregais os homens com fardos superiores às suas forças, mas vós mesmos nem com um dedo os tocais” (Lucas 11:46)

Jabesmar disse...

Respondendo as perguntas do Gilvan

1) Qual era a religião de Jesus?
Jesus era judeu e veio cumprir a Lei de Deus (cf. Mateus 5:17), coisa que nenhum homem conseguiu. Sei que não podemos dizer que Jesus era cristão, mas posso afirma que Ele foi quem fundou Sua Igreja da qual faz parte somente aqueles que o receberam como único Salvador.
Quem planejou o Cristianismo foi Deus ao enviar seu filho Jesus Cristo. Quem adora e segue a Jesus Cristo é cristão (não me refiro ao cristianismo institucionalizado). Se a pergunta vai neste sentido, Deus não é cristão pois não segue e nem adora a Jesus Cristo, mas com certeza ele aprova quem assim o faz e sua palavra afirma que não há outro caminho para quem quer ser salvo do Lago de Fogo.
Ou seja, fora de Jesus Cristo não há salvação.

2) Será que a salvação será dada somente aos cristãos?
Não, a salvação não pertence somente aos que se dizem cristãos. Mas sem a apropriação do sacrifício de Jesus Cristo não há possibilidade de Salvação! Ou seja, segundo a Bíblia só é salvo aquele que O recebe como O Salvador.
Veja o que a Palavra de Deus diz claramente: "Este Jesus é pedra rejeitada por vós, os construtores, a qual se tornou a pedra angular. E NÃO HÁ SALVAÇÃO EM NENHUM OUTRO; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos" (At 4:11, 12). "Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim" (Jo 14:6).
3) Jesus exigia a conversão para que alguém o seguisse?
Para os seguidores casuais e interesseiros Jesus disse: “Contudo, há descrentes entre vós. Pois Jesus sabia, desde o princípio, quais eram os que não criam e quem o havia de trair. À vista disso, muitos dos seus discípulos o abandonaram e já não andavam com ele” (João 6:64, 66).
Pedro diz a quem quer seguir a Jesus e ser salvo: “Respondeu-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo” (Atos 3:19). “Arrependei-vos, pois, e convertei-vos para serem cancelados os vossos pecados”(Atos 3:19)

4) Os fariseus faziam parte da tradição. Não foram estes os mais execrados por Cristo?
Eles foram execrados por terem desvirtuado os mandamentos de Deus ao distorcerem as escrituras. A eles Jesus disse: “ Mas ai de vós, fariseus! Porque dais o dízimo da hortelã, da arruda e de todas as hortaliças e desprezais a justiça e o amor de Deus; devíeis, porém, fazer estas coisas, sem omitir aquelas” ( Lucas 11:42). “Ai de vós também, intérpretes da Lei! Porque sobrecarregais os homens com fardos superiores às suas forças, mas vós mesmos nem com um dedo os tocais” (Lucas 11:46)

Maya Felix disse...

Pstor Julio,

Ed. René é um grande fariseu que se acha moderno. Todos devem se enquadrar em sua visão de fé. Se não, são ignorantes e interpretam a Bíblia erroneamente. Ele, Gondim, e outros, menores, são os fariseus de nossa época, os "guardiães da Bíblia".

Um abraço,

Maya

Maya Felix disse...

Prezado Charles,

Concordo com você. Dizem que devemos ser tolerantes, mas com o quê? Com o que é errado e vai de encontro à nossa fé? Não, eu não concordo com isso.

Um abraço,

Maya

Maya Felix disse...

Labaredas de Fogo,

Obrigada por sua postagem. Como você percebe, continuamos a concordar em muita coisa.

Maya

Maya Felix disse...

Gilvan,

Agradeço por sua visita e postagem. As questões que você coloca são relevantes. Não concordo que Gondim, René e outros que você cita sejam expoentes do cristianismo. Penso que eles advogam em favor de uma causa que não é o cristianismo, mas uma versão do cristianismo que visa enquadrá-lo na modernidade fazendo com que perca suas características centrais, tornando-o palatável e manipulável de acordo com uma visão ideológica precisa.

Um abraço,

Maya

Maya Felix disse...

Jabesmar,

Obrigada por sua contribuição. Faço minha a sua resposta.

Um abraço,

Maya

Unidos em Cristo disse...

Bem, o erro está cada vez mais escancarado, o triste é que encontra muitos adeptos, e o pior agora é aplaudido como o máximo do ecumenismo.
Sigamos o Evangelho e Deus nos guiará.

* Lhe visitando através de meu amigo labaredas de fogo.

Um abraço

alonso junior disse...

Maya,

Penso que o tema religião é controverso mesmo. E não acredito que o Cristianismo seja uma religião. Tornou-se com a praga da institucionalização. Isto foi idéia na cabeça de um Imperador que acabou estragando a beleza da festa. O Cristianismo diz que: A religião pura e sem mácula, para com o nosso Deus e Pai, é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações e a si mesmo guardar-se incontaminado do mundo. (Tiago 1.27). Talvez Jesus entrasse para ver as crianças.

Serginho disse...

Prezado pastor, senhores.
Enquanto lia o texto e comentários "postados" aqui, pensei que teria vários argumentos (textos) que poderiam ser utilizados muito bem como pretexto, de forma a argumentar "minha hipótese", de modo que seria conveniente a mim, para provar aquilo que "eu"penso, conforme utilizado ao longo da explanação. Essa defesa do "cristianismo histórico" me parece uma tremenda perda de tempo, considerando que esse chamado "cristianismo histórico'mais afasta as pessoas do que as aproxima. Obviamente, os senhores dirão: "estamos separando o joio do trigo, dura é a palavra, quem a pode suportar..."e por aí vai. Conveniência, claro, para defender os pensamentos de quem se julga "verdadeiro cristão". Muito bem. Enquanto isso, pessoas sofrem, são injustiçadas, mal-tratadas, escarnecidas, enganadas, e os senhores estão preocupados em questionar por que um pastor evangélico foi logo se associar com os "mesa branca"? Uma pergunta: As empresas que os senhores trabalham servem a que deus? uhumm, imagino que os tais verdadeiros cristãos devam ser monjes que vivem nas montanhas, para não se relacionar com o "mundo" e estão esperando a volta de Jesus, para levá-los ao céu e queimar todos aqueles incrédulos que não quiseram se relacionar com o cristianismo pregado (pelos cirstão verdadeiros, defensores do cristianimos histórico). Enquanto isso, mais pessoas continuam sem conhecer o verdadeiro amor, que vem do Alto, esse sim, derramado por Deus.
E por fim: algum dos senhores sabe do contexto da água branca? Já ouviu a menos uma pregação do Pr Ed Rene? Seria capaz de aprofundar uma conversa sobre o tema? Ou acham mais fácil ficar "vomitando" versículos bíblicos para justificar uma tese furada e cheia de egoísmo em nome do "verdadeiro cristianismo"? Como se Cristo precisasse de advogados!

Anônimo disse...

Serginho,
A verdade precisa ser defendida sim. É por isso que sempre existiram os apologistas os quais, por motivos óbvios, são personas non gratas daqueles que gostam de trocar os princípios bíblicos por princípios filosóficos.
O Ed e o Gondinho pensam exatamente iguais. Tanto que começaram um Blog em conjunto. Acontece que o Gondinho é tem caráter suficiente pra expor abertamente o que pensa e o Ed fica só na camufla.
Veja abaixo o que a Bíblia diz sobre a defesa da Verdade:
“Amados, enquanto eu empregava toda a diligência para escrever-vos acerca da salvação que nos é comum, senti a necessidade de vos escrever, exortando-vos a pelejar pela fé que de uma vez para sempre foi entregue aos santos” (Judas 3).

Maya Felix disse...

Caros Unidos em Cristo, Alonso Júnior, Serginho e "Anônimo",

Obrigada por seus comentários. Sem dúvida é chegada a hora de decidirmos de que lado do rio estamos. Penso que não há meio termo. Não há como conciliar as filosofias do mundo, por melhor aparência que tenham, com a vida cristã. Cristianismo não é um acordo de paz com o mundo.

Um abraço,

Maya

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