Creio que não existe nada de mais belo, de mais profundo, de mais simpático, de mais viril e de mais perfeito do que o Cristo; e eu digo a mim mesmo, com um amor cioso, que não existe e não pode existir. Mais do que isto: se alguém me provar que o Cristo está fora da verdade e que esta não se acha n'Ele, prefiro ficar com o Cristo a ficar com a verdade. (Dostoievski)

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30 de nov de 2009

nojo, muuuuito nojo disso.



João Bosco Rabelo

escândalo que decretou a morte política do governador José Roberto Arruda tem aspectos que o diferenciam de tantos outros de mesma gênese. O striptease, dessa vez, começou de cima para baixo. Geralmente, as escutas, vídeos e provas do gênero são produzidas nos escalões inferiores e historicamente não chegam à autoridade máxima. As punições, em conseqüência, ficam na chamada raia miúda.

No episódio Arruda, o primeiro vídeo já alcançou o governador e a quantidade de provas em mãos da Polícia Federal projeta um cenário de corrupção de extensão estarrecedora. O acervo de vídeos e escutas do ex-policial Durval Barbosa é suficiente para comprometer quase uma centena de atores desse processo. Vai muito além das imagens já divulgadas, em que parlamentares, incluindo o presidente da Câmara Distrital, Leonardo Prudente, aparecem enchendo os bolsos de dinheiro.

Um desses vídeos (acima), é especialmente chocante: parlamentares agradecem a Deus pela propina, numa cena inacreditável.

Deputado Rubens César Brunelli (PSC-DF), de camisa roxa, o presidente da Câmara Legislativa, Leonardo Prudente (DEM), de camisa branca, e Durval Barbosa.

Ainda vão surgir os grandes operadores do esquema, do qual Barbosa faz parte e que envolve personagens públicos e privados , da Câmara Distrital a imobiliárias, de publicitários a ex-policiais, do Executivo ao Judiciário. Chegará a políticos de fora de Brasília.

Há riqueza ostensiva em Brasília que não poderia ser construída honestamente. Casas suntuosas de servidores e ex-servidores que acumularam patrimônio incompatível com a realidade salarial. A PF trabalha com a convicção de que os preços milionários do mercado imobiliário da Capital, têm origem em lavagem de dinheiro da corrupção.

Há mais secretários envolvidos do que os mencionados até agora, cuja exposição será gradual, na medida em que as investigações com base na delação de Durval Barbosa avançarem. Próximos de Arruda, salvam-se poucos. Os focos de corrupção maiores, segundo fontes bem informadas sobre as investigações, estão na Educação e Saúde, mas não se limitam a essas duas.

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Fonte: Estadão - veja a noticia completa

Este é o vídeo apenas do final da conversa e da oração. Os demais vídeos com as transações estão nos sites de diversos jornais. São parlamentares (distritais) do Distrito Federal.

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FONTE: Genizah

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NOTA: Essas pessoas sujam o nome da Igreja, jogam na lama a credibilidade dos cristãos, envergonham a Deus, cospem na cruz e enojam qualquer um que tenha um pingo de ética em seu caráter. Eu acho isso tudo absurdo, inacreditável, sinceramente. Esse Leonardo Prudente, que se elegeu com os votos da igreja Sara Nossa Terra, ícone da repugnante Teologia da Prosperidade, é um canalha. E o outro, seu coleguinha, deve ser igual. Na "oração", eles não só agradecem a Deus pelo dinheiro vindo da corrupção como amaldiçoam seus inimigos, ao contrário do que Jesus ordenou. E agora eles devem estar orando para se livrar da Lei, da Justiça e da Verdade. E eu estou orando para vê-los na cadeia, que é lugar de criminoso.

28 de nov de 2009

2009... o ano em que vimos lula, sarney, collor e renan juntos, pela corrupção e contra o povo

Vídeo produzido por Thiago Dnardo, que fez a gentileza de me enviar (obrigada, Dnardo!).


Como o ano está acabando, não poderia deixar de postá-lo aqui: é uma retrospectiva do que Lula, Sarney e seus aliados fizeram com o povo e o país.

Para você, que acha que ficar calado e não fazer nada é obedecer a Deus, deixo o verso 4 do Salmo 40:

"Bem aventurado o homem que põe no Senhor a sua confiança, e que NÃO RESPEITA OS SOBERBOS NEM OS QUE SE DESVIAM PARA A MENTIRA."

eu só gosto de quem gosta de mim, de luciano maia




Quando passei por uma grande dificuldade financeira anos atrás eu pude dividir os meus “amigos” em dois grupos: os que me apoiaram, ajudaram e participaram daquele meu sofrimento e os que ignoraram minhas circunstâncias. Em minha forma muito humana de analisar o fato passado, sigo a tendência social de rotular estes dois grupos: grupo dos bons e grupo dos maus. Ou grupo dos amigos verdadeiros e dos falsos amigos.

Diante de um ser humano que pensa majoritariamente em si mesmo e em seus interesses, encontrar pessoas que se preocupam com amigos e familiares é coisa rara, grata e até emocionante. Os que ajudam os irmãos, que estão sempre prontos para dar uma “força” aos amigos e preocupam-se com o bem estar dos familiares são celebrados como justos, bons, verdadeiros cristãos... Exemplos a serem seguidos: Filhos de Deus.

Quando me deparo com o discurso de Jesus, me assusto, pois Ele compara estas pessoas, tão melhores que a maioria de nós, a pessoas más. Jesus, no arcabouço de seu raciocínio, nos explica que não existe qualquer vantagem em ajudar as pessoas que amamos. Não existe qualquer mérito em “dar uma mãozinha” ao meu amigo de quem tanto gosto. Ele diz que isto é apenas um pré-requisito para estar vivo, nada mais. Jesus justifica seu comentário dizendo o seguinte: “Os maus também ajudam as pessoas que gostam. Os pecadores também cuidam de sua família. As pessoas de má fama também emprestam dinheiro para quem sabem que receberão a grana de volta.”

Os maus fazem todas estas coisas, assim como nós fazemos, e muitas vezes achamos que nós somos sensacionais... Ao ajudarmos um amigo ou um parente dormimos com a consciência um pouco mais leve, dando uma piscada para Deus e dizendo pra Ele: “Tá vendo? Não sou tão mal assim...”, com uma pontinha de orgulho. Um tipo de vaidade invertida, até massageando o ego. Jesus diz que ajudar quem nos ajuda, ajudou ou que possa nos ajudar, ou ajudar as pessoas que amamos não nos faz melhor que qualquer pessoa má, pois estas, mesmo que movidas por interesses, também fazem igual.

Jesus quebra a lógica das relações humanas. Jesus funda uma nova forma de enxergar a vida. Jesus, sem a pretensão de sê-lo, torna-se um filósofo original ao afirmar: “Faça o bem a quem te faz o mal. Ame quem te odeia. Ajude quem não te ajuda. Não pague o mal que te fazem com o mal, mas pague o mal com o bem”. Jesus emenda: “Caso façam isto, aí sim, poderão ser chamados de Filhos do Deus Altíssimo, pois estarão agindo como Deus, que manda chuva sobre a lavoura dos bons e dos maus e manda o sol para aquecer os bons e os maus, não fazendo distinção de pessoas”.

Se aqueles que se dizem seguidores de Jesus agissem como Ele ensinou, o mundo seria outro.

Temos a escolha de sermos como os maus, ajudando quem nos ajuda, ou sermos como o Pai, que ajuda a todos nesta vida, retribuindo a indiferença e a ingratidão humana com chuvas, calor, saúde e coisas boas, mesmo para aqueles que Dele zombam nesta vida.

Tenho descoberto que não possuo qualquer autoridade para separar as pessoas em grupos de bons e maus, posto, eu mesmo estar mais atuante no grupo dos que são como os maus, que ajudam apenas os amigos, do que no grupo dos bons, que como Deus, ajuda inclusive os inimigos.

(Saiba mais sobre este discurso de Jesus lendo o capítulo sexto do Evangelho segundo São Lucas)



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NOTA: Muito bom, esse texto do Luciano Maia, pastor da Igreja Metodista em Brasília. A reflexão dele é muito oportuna, sobretudo porque uma das tendências mais imediatas do ser humano, inclusive do cristão, é reagir de imediato à injustiça com... outra injustiça, é claro - e eu me incluo nessa. Boa reflexão para os dias individualistas que vivemos todos.

26 de nov de 2009

tempo de espera, de antonio carlos costa




O que nos resta fazer enquanto vivemos a experiência do sonho não realizado? Essa é a pergunta que devemos responder. Pode ser perfeitamente que o tempo de espera que você está vivendo não seja o tempo da expectativa por algo irrealizável. Bom, esperar por algo irrealizável é uma possibilidade. Podemos estar indevidamente aferrados a algo que já deveríamos ter abandonado. As vezes é o caso, por exemplo, de uma mulher que viu o marido sair de casa, construir um outro lar, e isto já há muito tempo, e a despeito de todos os sinais de que o marido não vai voltar, continuar nutrindo uma esperança que adoece a alma e estreita a vida, condicionando todas as possíveis opções da sua existência a uma coisa bem improvável. Pode ser que Deus fale para abandonarmos certas metas e abrirmos mão de certas expectativas. Na vida de alguns o desejo deve mesmo ser abandonado por se tratar de algo pecaminoso. Mas, o que fazer quando o sonho é legítimo, compatível com as aspirações de um coração santo e sem evidenciar sinal claro algum por parte da providência divina de que deve ser abandonado?

É possível que em algumas áreas de sua vida você esteja vivendo uma experiência idêntica a de Ana. Há sonhos dos quais você não deve abrir mão. Desejos legítimos, gerados por Deus em seu coração e que não se realizaram ainda não por não representarem a vontade de Deus em definitivo para a sua vida. Pode ser que esses desejos não tenham representado a vontade de Deus para o seu passado, e, quem sabe, para o seu presente. É igualmente possível que o Espírito Santo esteja imprimindo no seu coração uma certeza de que o “não” temporário de Deus não representa um “nunca”. Quem sabe ele não está dizendo “espera” ou até mesmo “é chegada a hora”?


O fato é que se Deus nos desse tudo o que desejamos, no tempo exato em que queremos as coisas, a sua e a minha vida estariam destruídas por completo. Não é fato que podemos almejar aquilo para o que não estamos preparados para receber? Não é possível que o tempo da espera seja o tempo da maturação? O que fazer, portanto, enquanto o sonho não nasce?


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Extraído do livro: Enquanto o Sonho Não Nasce: Por que Deus Adia a Realização dos Nossos Sonhos?

Antônio Carlos Costa é pastor da Igreja Presbiteriana da Barra, Presidente do Rio de Paz

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FONTE: blog Genizah

25 de nov de 2009

antes que as pedras clamem! - texto de jonas santos


Os tempos são difíceis. Urge que o povo se mobilize. Não dá para virar o rosto como os religiosos da Parábola do Samaritano. Contudo, faltam profetas!

Precisa-se de profetas mostrando a impotência dos rituais religiosos para mudar realidades. Mas eles devem ter a coragem de Isaías para proclamar: “Parem de trazer ofertas inúteis!... Não consigo suportar suas assembléias cheias de iniqüidade... Quando vocês estenderem as mãos em oração, esconderei de vocês os meus olhos; mesmo que multipliquem as suas orações, não as escutarei !” (Is 1.13) Requerem-se profetas com o dedo em riste , avisando que o jejum que Deus quer não é abstinência de comida, mas o esforço para se restabelecer a justiça :“Será esse jejum que escolhi, que apenas um dia o homem se humilhe, incline a cabeça como o junco e se deite sobre pano de saco e cinza ? É isso que vocês chamam de jejum, um dia aceitável ao Senhor ? o jejum que desejo não é este: soltar as correntes da injustiça , desatar as cordas do jugo, pôr em liberdade os oprimidos e romper todo jugo ? Não é partilhar sua comida com o faminto, abrigar o pobre desamparado , vestir o nu que você encontrou , e não recusar ajuda ao próximo?" (Is. 58.5-7).

Precisa-se de profetas que fujam da picada da mosca azul. O Brasil carece de homens que não tenham preço. É necessário surgirem profetas que, a exemplo de Micaías, não permitam que seus nomes constem na folha de pagamento dos poderosos. Josafá, rei de Judá, desejou firmar uma aliança com o rei de Israel, mas antes procurou consultar a Deus. Acabe tinha cerca de 400 profetas assalariados. Josafá se intrigou com a unanimidade e pediu para se aconselhar com alguém independente. Havia Micaías, que estava preso. Ao buscá-lo, o mensageiro advertiu: “Veja, todos os outros profetas estão predizendo que o rei terá sucesso. Sua palavra também deve ser favorável”. Micaías, porém, respondeu: “Juro pelo nome do Senhor que direi o que o SENHOR me mandar.” (1 Rs 22).

Precisa-se de profetas que não alicercem seus ministérios em manifestações sobrenaturais de sinais, mas que estejam contentes de poderem transmitir a verdade de Jesus. Que sejam como João Batista, pois nenhum milagre se fez por intermédio dele, mas tudo que ensinou a respeito de Jesus era verdade (Jo 10.14) . Quem dera se mais homens falasse como Paulo : “Os judeus pedem sinais miraculosos, e os gregos procuram sabedoria, nós, porém , pregamos a Cristo crucificado, o qual , de fato , é escândalo para os judeus e loucura para os gentios , mas para os que foram chamados, tanto judeus como gregos, Cristo é poder de Deus e a sabedoria de Deus" (1 Co 1.22).

Precisa-se de profetas que saibam lamentar como Jeremias e chorem porque o processo de evangelização brasileiro priorizou salvar almas e não pessoas; prometeu o céu, mas descuidou em gerar ações transformadoras da história, gastou recursos financeiros em proveito da própria instituição e desperdiçou oportunidades de ser referência ética. O Brasil precisa de mais profetas chorões. Só eles saberiam fazer a espiritualidade ser mais solidária com os miseráveis da terra.

Os dias são difíceis. Oremos para que se levantem pregoeiros da justiça antes que as pedras comecem a clamar.



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Texto do Pr. Jonas Santos


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FONTE: Blog do Pr. Julio Soder (originalmente em Hermes Fernandes

família!





Esta é a família da minha irmã, Paula. Fizeram essas fotos lindas e eu não resisti e resolvi postar aqui! :) Nas fotos, Paula e Marcelo, os pais, e Davi e Joana, os filhotes, meus sobrinhos lindos de morrer. Atenção, cuidado com o seu teclado! Se você babar muito, pode danificá-lo...

21 de nov de 2009

de modo tão maravilhoso



Senhor, tu me sondaste, e me conheces. Tu sabes o meu assentar e o meu levantar; de longe entendes o meu pensamento. Cercas o meu andar, e o meu deitar; e conheces todos os meus caminhos. Não havendo ainda palavra alguma na minha língua, eis que logo, ó Senhor, tudo conheces. 


Tu me cercaste por detrás e por diante, e puseste sobre mim a tua mão. Tal ciência é para mim maravilhosíssima; tão alta que não a posso atingir. Para onde me irei do teu espírito, ou para onde fugirei da tua face? Se subir ao céu, lá tu estás; se fizer no inferno a minha cama, eis que tu ali estás também. Se tomar as asas da alva, se habitar nas extremidades do mar, até ali a tua mão me guiará e a tua destra me susterá. Se disser: decerto que as trevas me encobrirão; então a noite será luz à roda de mim. Nem ainda as trevas me encobrem de ti; mas a noite resplandece como o dia; as trevas e a luz são para ti a mesma coisa; 


Pois possuíste os meus rins; cobriste-me no ventre de minha mãe. Eu te louvarei, porque de um modo assombroso, e tão maravilhoso fui feito; maravilhosas são as tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem. Os meus ossos não te foram encobertos, quando no oculto fui feito, e entretecido nas profundezas da terra. Os teus olhos viram o meu corpo ainda informe; e no teu livro todas estas coisas foram escritas; as quais em continuação foram formadas, quando nem ainda uma delas havia. 


E quão preciosos me são, ó Deus, os teus pensamentos! Quão grandes são as somas deles! Se as contasse, seriam em maior número do que a areia; quando acordo ainda estou contigo. 


Salmo 139, versos de 1 a 18

feliz aniversário...

Eu sempre gostei muito dessa banda! E há quanto tempo eu não a ouvia! O meu lado punk is alive, e acústico! A música cabe bem na data de hoje... :)



20 de nov de 2009

são luis artcidade

Blog novo no pedaço! Este blog nasceu hoje, quase no dia do meu aniversário! E tem futuro! O nome é São Luis Artcidade, e a blogueira é nada mais, nada menos que Edite Moreira, minha mãe! Visitem e entendam melhor:




O blog São Luis Artcidade nasceu com uma proposta: divulgar o trabalho do talentoso artista maranhense Alfredo Araújo, colega de trabalho de minha mãe. Nesse sentido, eu também quero mostrar uma de suas telas aqui e recomendar a todos que visitem e sigam o blog São Luis Artcidade! :)


Telhados da Praia Grande, de Alfredo Araújo
Óleo sobre tela

no calor


Hoje, debaixo de um calor arrasador, esperando na portaria do prédio onde moro para sair com a família e passear pelo Rio!

infinito particular

Eu amo essa música! Bom, eu gosto muito, muito do trabalho da Marisa Monte. Acompanho a carreira dela desde o começo, tipo 89... Faz tempo! :) Curtam essa música, é uma das minhas preferidas! O vídeo abaixo foi extraído do DVD "Infinito ao meu redor".


aeroporto!



Eu e minha avó hoje à noite, no aeroporto! Fiz mais fotos, mas essas ficaram melhores! Depois publico mais! :) Ah, sim: essa carinha meio triste da minha vó é por conta do cansaço! Nossa, ela viajou mais de seis horas! E de avião, imaginem só! 

19 de nov de 2009

chegará




A primavera chegará, mesmo que ninguém mais saiba seu nome, nem acredite no calendário, nem possua jardim para recebê-la.
Cecília Meireles

18 de nov de 2009

vote hoje

VOTE HOJE!


A ENQUETE DA AGÊNCIA SENADO, APÓS DOIS "BLACKOUTS" (ESTÃO FICANDO CRAQUES NISSO, HEIN?), RESOLVEU REINSTITUIR A ENQUETE SOBRE A APROVAÇÃO DO PL 122, A LEI DA MORDAÇA GAY.


SE VOCÊ AINDA NÃO VOTOU, VOTE NÃO À LEI QUE CENSURA TODA OPINIÃO CONTRÁRIA AO COMPORTAMENTO HOMOSSEXUAL:
http://www.senado.gov.br/agencia/default.aspx?mob=0

blog novo no pedaço! notícias pró-família


NOVO BLOG NO PEDAÇO! 


Trata-se do Blog "Notícias Pró-Família", da LifeSiteNews.com 


por que são apoiados os gays? por olavo de carvalho

Como não cabe ao analista político dizer às pessoas o que devem ou não devem fazer nas suas vidas privadas, nunca escrevi uma linha a favor ou contra as práticas homossexuais ou qualquer outra conduta erótica existente ou por inventar. Escrevi, sim, contra o movimento gay como fórmula ideológica e projeto de poder. Isso bastou para que eu fosse rotulado de “homofóbico” vezes sem conta. Conclusão: se estivesse em vigor a lei maldita que o nosso Parlamento quer aprovar, eu iria para a cadeia por conta de opiniões políticas. 

Na verdade a lista de atitudes humanas puníveis como “homofóbicas” é bem variada. Ela abrange: 

1. Citações da Bíblia ou de livros sagrados de qualquer religião que façam objeções morais ao homossexualismo. 

2. Opiniões médicas, psiquiátricas e psicoterapêuticas que ponham em dúvida, de maneira mais ou menos explícita, a sanidade da conduta homossexual. Isso inclui obras clássicas de Freud, Adler, Szondi, Frankl e Jung, entre outros. 

3. Manifestações pessoais de repulsa física ante o homossexualismo, emoção tão espontânea e irreprimível quanto o próprio desejo homossexual. (Inversa e complementarmente, a repulsa do homossexual pela sexualidade hetero, ou até por variantes homossexuais que não coincidam com a sua, como por exemplo a repulsa dos gays machões pelos travestis e transexuais, não apenas será considerada lícita mas estará sob a proteção da lei, condenando-se como “homofóbica” toda objeção que se lhe apresente ou, mais ainda, toda tentativa de reprimi-la. Ou seja: o direito à repulsa sexual será monopólio exclusivo da comunidade gay.) 

4. Expressões verbais populares, de uso espontâneo e irreprimível, consideradas depreciativas e anti-homossexuais. 

5. Piadas e gracejos que mostrem a conduta homossexual sob um ângulo risível. 

6. Opiniões políticas contrárias aos interesses do movimento gay, que já são e serão cada vez mais necessariamente interpretadas como adversas aos direitos da comunidade homossexual. 

7. Análises sociológicas, históricas ou estatísticas que ponham em evidência qualquer conduta negativa da comunidade gay. Essas análises já estão praticamente excluídas do universo cultural decente. A lei vai proibi-las por completo. 

8. Qualquer resistência que um pai ou mãe de família oponha à doutrinação homossexual de seus filhos nas escolas ou à participação deles em grupos e entidades homossexuais. 

9. Qualquer tentativa de impedir ou reprimir, por atos ou palavras, as expressões públicas de erotismo gay, discretas ou ostensivas, moderadas ou extremas, mesmo diante de crianças ou em lugares consagrados ao culto religioso. 

10. Qualquer observação casual, feita no escritório, na rua ou mesmo em casa (se houver testemunhas) que possa ser considerada desairosa aos homossexuais ou ao movimento gay. Isso inclui a simples expressão de satisfação que um cidadão possa ter por ser heterossexual.

A lei, enfim, criminaliza e pune com pena de prisão inumeráveis condutas consideradas normais, legítimas, aceitáveis e até meritórias pela quase totalidade da população brasileira. E não pensem que ficará no papel. Neste momento já estão sendo organizados grupos de olheiros – espalhados primeiro nas escolas, depois em toda parte – para vigiar, delatar e punir os dez tipos de conduta acima assinalados. 

As conseqüências mais que previsíveis da aprovação dessa lei são tão portentosas e ilimitadas que a maioria dos cidadãos tem dificuldade de concebê-las, limitando-se a apreender por alto suas aparências mais superficiais e patentes, se não a tratar o assunto com leviana indiferença. Mas essas conseqüências podem ser resumidas da seguinte maneira: Com um só golpe de caneta, um grupo militante organizadíssimo, fartamente subsidiado do Exterior, associado aos partidos de esquerda e agindo em consonância com a estratégia geral que os orienta, terá conquistado uma quantidade de poder policial discricionário tão vasta e ameaçadora quanto se poderia obter mediante um golpe de Estado ou uma revolução. Dotado do aparato jurídico necessário para aterrorizar toda oposição, reduzi-la a um silêncio humilhante, marginalizá-la e torná-la socialmente inoperante, esse grupo terá se tornado, nas mãos da aliança esquerdista que nos governa, mais um poderoso instrumento de controle social e político somando-se à polícia fiscal, à ocupação do território pelos “movimentos sociais”, ao domínio hegemônico sobre as instituições de cultura e ensino, às campanhas policiais soi disant moralizantes que só atingem sempre os desafetos da esquerda ou bandos criminosos menores, politicamente inócuos, jamais os agentes das Farc, os verdadeiros grão-senhores do crime no continente, cada vez mais ostensivamente protegidos pelo establishment petista. 

Na verdade, o movimento gay não precisou esperar pela aprovação da lei para fazer sentir o peso das suas ambições policialescas sobre os que ousaram contestar sua pretensa autoridade. O assédio judicial a D. Eugênio de Araújo Sales (v.http://www.olavodecarvalho.org/semana/040724globo.htm), os esforços de gayzistas e simpatizantes para destruir a carreira, a família e até a alma do escritor Júlio Severo, a repetição do mesmo procedimento contra o pastor catarinense Ademir Kreuzfeld (v.http://www.juliosevero.blogspot.com/ ), mostram que não faltam armas à elite gay para perseguir, amedrontar e marginalizar seus adversários, quanto mais para defender-se dos perigos imaginários que a ameaçam. A nova lei é material bélico excedente, só utilizável em eventuais demonstrações de força perfeitamente supérfluas. 

Que tão avassaladora ascensão do autoritarismo seja necessária para proteger os pobrezinhos homossexuais contra piadas, gracejos e citações da Bíblia é um argumento tão risível que somente um idiota completo ou um mentiroso desavergonhado poderia fazer uso dele num debate sério. 

Pior ainda é a alegação de violência contra os homossexuais. Já expliquei o que o simples uso do termo “homofóbico” contra os adversários do movimento gay tem de maquiavélico, de perverso, de criminoso (http://www.olavodecarvalho.org/semana/070523dce.html). Mas ao delito semântico acrescenta-se ainda a perversão aritmética. Entre os cinqüenta mil brasileiros assassinados anualmente, o movimento gay não tem conseguido apontar mais de dez ou doze indivíduos que o teriam sido – se é que o foram – por motivos “homofóbicos”. Pretender que a fúria anti-homossexual seja um fato social alarmante e epidêmico, necessitado de legislação especial e drástica, é nada mais que uma farsa cínica, um estelionato parlamentar que, houvesse na política brasileira um pingo de racionalidade e decência, custaria a seus autores a perda do mandato por falta de decoro, por uso indevido do Congresso como instrumento para servir a ambições grupais injustificáveis. 

Muito maior que o número de vítimas fatais da “homofobia” é o de homossexuais assassinos, um fato óbvio que a mídia esconde sistematicamente, reforçando o engodo legislativo com a fraude jornalística. E digo que é óbvio por um motivo ainda mais óbvio. Não sendo racionalmente aceitável que a porcentagem de homossexuais seja muito diferente entre os criminosos e a população honesta, a alegação usual do movimento gay de que esta última quota é de cinco a dez por cento nos levaria necessariamente a alguns milhares de homossexuais assassinos, sem contar os homossexuais ladrões, os homossexuais traficantes e, evidentemente, os homossexuais chantagistas parlamentares. 

Mas nem esse cálculo seria preciso para desmascarar a fachada protetiva com que a lei se apresenta. Um dos traços mais salientes do movimento gay é seu esforço de combater a discriminação onde ela não existe e de ignorá-la por completo onde existe. No Irã o homossexualismo é punido com a pena de morte. Vocês já viram a liderança gay organizar um protesto internacional contra isso? Ao contrário, ela se alia às demais forças de esquerda para defender a ditadura dos aiatolás contra o “imperialismo ianque”. Em Cuba os homossexuais e travestis são considerados casos de polícia, e quando pegam Aids são isolados para sempre da sociedade. A elite gayzista não apenas se abstém de protestar contra esse tratamento desumano, mas também não quer que ninguém proteste. Recentemente, um documentário sobre a condição humilhante dos homossexuais em Cuba foi excluído de um festival em Nova York – por exigência da militância gay . 

Em compensação, nos EUA e na Europa ocidental, onde os gays têm um lugar privilegiado na sociedade e a prática do homossexualismo é uma tradição elegante entre o beautiful people pelo menos desde a década de 20 do século passado, o clamor por legislações que criminalizem toda crítica à conduta homossexual vem num tom de quem advogasse medidas de emergência para salvar a comunidade gay de um genocídio iminente. 

No Brasil -- uma das sociedades mais permissivas do planeta, onde homossexuais declarados ocupam cadeiras no Parlamento sob aplausos gerais, onde as vovós assistem a shows de travestis na TV junto com seus netinhos e onde um espetáculo público de carícias lésbicas entre a esposa de um governador e a de um ministro não suscita o menor escândalo na mídia --, a gritaria “anti-homofóbica” dá a impressão de que os homossexuais estão sendo abatidos a tiros, nas ruas, por um exército de talibãs cristãos. 

Ao longo das últimas décadas, à medida que toda resistência moralista à conduta homossexual cedia lugar à compreensão generosa e à aceitação incondicional, as reivindicações do movimento gay no Ocidente vieram num crescendo, exigindo primeiro a equiparação moral de suas práticas com o casamento heterossexual, depois o ensino do homossexualismo nas escolas infantis, por fim as penas da lei para padres, pastores e rabinos que citem os versículos da Bíblia contrários ao homossexualismo. 

O contraste entre discurso e realidade é patente: o movimento gay cresce em arrogância, virulência e pretensões ditatoriais à medida que a sociedade se torna mais tolerante, simpática e subserviente às exigências da comunidade homossexual. Quem diria que a inversão sexual, com tanta freqüência, viesse junto com a inversão mental? 

Basta observar esse fenômeno para perceber imediatamente que a alegação característica do discurso gay , de proteger uma comunidade oprimida, é apenas uma camuflagem, um véu ideológico estendido por cima de objetivos bem diferentes, incomparavelmente mais ambiciosos. 

Uma pista para a compreensão efetiva do fenômeno são os grupos de intelectuais, políticos e artistas homossexuais, tremendamente poderosos e influentes, que marcaram a história política e cultural do século XX com o culto da supremacia gay . Três deles são particularmente importantes: o círculo de Stefan George na Alemanha, o de André Gide na França e, na Inglaterra, a confraria dos “Apóstolos” de Cambridge. Em cada um dos três casos, a militância pública – sempre do lado errado, nazista ou comunista – encobria uma dimensão mais profunda e mais sinistra, de seita gnóstica empenhada em subjugar a humanidade comum a uma elite homossexual imbuída de um senso de superioridade quase divina. 

Voltarei ao assunto quando possível. Por enquanto, basta dizer o seguinte: o atual movimento gay é a materialização possante e assustadora de um projeto de revolução civilizacional que, a pretexto de proteger oprimidos, não hesita em entregá-los às feras quando isso convém à sua grande estratégia. Que esse projeto seja apenas um desenvolvimento específico dentro do quadro maior do movimento revolucionário mundial é algo tão óbvio que não necessita ser enfatizado. Mas, por absoluta incompreensão desse ponto, os adversários do movimento gay, quase sem exceção, têm cometido dois erros monstruosos. 

Primeiro: Combatem, junto com o movimento, a homossexualidade em si. Politicamente , isso é loucura. O movimento gay existe há algumas décadas e só em alguns lugares do planeta; o homossexualismo existe por toda parte desde que o mundo é mundo. O primeiro pode ser derrotado; o segundo não pode ser eliminado. Condicionar a vitória sobre o movimento gay à erradicação do homossexualismo é adiar essa vitória para o Juízo Final. 

Segundo: Procurando atenuar a má impressão de autoritarismo dogmático que essa atitude inevitavelmente suscita, apressam-se a declarar que respeitam os direitos dos gays e que desejam apenas preservar, lado a lado com eles, os direitos da consciência religiosa. Com isso, igualam o inigualável, negociam o inegociável, nivelam a liberdade de consciência a uma “opção sexual”, à preferência por determinado tipo de prazer erótico. Será preciso lembrar a esses cavalheiros que, privado de satisfação erótica, o ser humano sofre alguma incomodidade, mas, desprovido da liberdade de consciência, perde o último resquício de dignidade, o sentido da vida e a razão de existir? 

Em suma: são intransigentes onde deveriam ceder, cedem onde deveriam ser intransigentes, inflexíveis e até intolerantes. Não há nada de mais em aceitar o homossexualismo como uma realidade social que não pode ser erradicada e que, se deve ser combatida, é com todos os cuidados necessários para não ferir e humilhar pessoas. Em contrapartida, tratar como igualmente nobres e respeitáveis o mais elevado princípio da moralidade e o simples direito legal de fazer determinadas coisas na cama é uma inversão hedionda da hierarquia lógica e moral, é uma desobediência acintosa ao Primeiro Mandamento, cuja implicação mais óbvia é o dever incondicional de colocar as primeiras coisas primeiro. Se os adversários do movimento gay querem a proteção de Deus na sua luta, deveriam começar por não ofendê-Lo dessa maneira. 

Da minha parte, afirmo que defenderia por todos os meios ao meu alcance o direito que os homossexuais têm de que sua preferência sexual não lhes custe humilhações ou constrangimentos. Mas, tão logo uma dessas criaturas pretendesse igualar ou sobrepor esse direito à liberdade de consciência, da qual ele próprio não é senão uma decorrência lógica aliás bem remota e secundária, eu lhe responderia, na mais polida das hipóteses, com as seguintes palavras: 

-- Cale a boca, burro. Não me peça para respeitar um direito que você mesmo, embora talvez sem se dar conta, está pisoteando com quatro patas. 

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Publicado originalmente no jornal Diário do Comércio, em 04/06/2007.
FONTE: http://www.somosportugueses.com/

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17 de nov de 2009

portas abertas em niteroi







DIA 20/12/2009, DOMINGO, 9h, A MISSÃO PORTAS ABERTAS ESTARÁ NA IGREJA METODISTA DE ICARAÍ APRESENTANDO SEU TRABALHO E A LUTA DOS CRISTÃOS PERSEGUIDOS.
SE VOCÊ VIVE EM NITERÓI OU NO RIO, VENHA TAMBÉM OUVIR E COMPARTILHAR DOS SOFRIMENTOS DE NOSSOS IRMÃOS QUE VIVEM EM PAÍSES SEM LIBERDADE. PREDICAÇÃO E APRESENTAÇÃO DE VÍDEOS. TRAGA SEUS AMIGOS, NÃO PERCA.
MISSÃO PORTAS ABERTAS
SERVINDO CRISTÃOS PERSEGUIDOS
http://www.portasabertas.org.br/


IGREJA METODISTA DE ICARAÍ
RUA MARIZ E BARROS, 163
ICARAÍ

christopher cross :)

Gente, eu amo essa música (Arthur's Theme)! Corri atrás do CD até achar! Esses dias eu ando assim, ouvindo essas "coisas" dos anos 80... Acho que o fim do ano se aproxima e eu fico nostálgica, melancólica... Sensação de dever cumprido em algumas áreas e de fracasso, em outras coisas. 


De qualquer modo, eu ouço essa música do primeiro vídeo e tenho um desejo enorme de conhecer New York! Desde o meio deste ano eu penso nisso, penso em Woody Allen tocando em sua banda de jazz, penso em neve, café preto de madrugada e coisas assim. :) Não me perguntem o porquê, eu também não sei! O segundo vídeo é também do Christopher Cross (tocava muito quando eu era adolescente, e eu sou do tempo da "música lenta", das festinhas inocentes, com refrigerante e brigadeiro... Enfim, o mundo hoje está mais perigoso!), eu também amo essa música, até choro quando ouço! Eu sou mesmo uma manteiga derretida! Eu já havia postado mas aí me deu vontade de procurar uma boa tradução da letra. Aí fui atrás da tradução da música, e vejam vocês que é uma letra muito cristã, sim! Fala de fidelidade, amor, renovação, compromisso... Às vezes essas músicas não necessariamente cristãs falam de coisas tão profundamente cristãs, hein?!

Mudando de assunto: nos próximos dias quero falar sobre meu segundo livro, de contos em francês, que deve ser lançado no dia 17 de dezembro! Pois é, eu e mais seis colegas, todos professores de francês, lançamos o primeiro e agora chegamos ao segundo. Acho que vai ficar muito bom! Aguardem! :)

Arthur's Theme
Once in your life you find her
Someone that turns your heart around

And next thing you know you're closing down the town
Wake up and it's still with you
Even though you left her way across town
Wondering to yourself, "Hey, what've I found?"

When you get caught between the Moon and New York City
I know it's crazy, but it's true
If you get caught between the Moon and New York City
The best that you can do...
The best that you can do is fall in love

Arthur he does as he pleases
All of his life, he's mastered choice
Deep in his heart, he's just, he's just a boy
Living his life one day at a time
And showing himself a really good time
Laughing about the way they want him to be

When you get caught between the Moon and New York City
I know it's crazy, but it's true
If you get caught between the Moon and New York City
The best that you can do...
The best that you can do is fall in love

When you get caught between the Moon and New York City
I know it's crazy, but it's true
If you get caught between the Moon and New York City
The best that you can do...
The best that you can do is fall in love 
















I Will (Take You Forever)


I was a man who always played around in love
 So quick to take
But so afraid to give enough.
But now
I've found the one
And heaven will only know
What only my eyes can say and time can't take away.

I was a girl who trusted no one with my heart
And the dreams that young girls dream were just vanishing in the
dark.
But now
I've found the one
And heaven will only know
What only my eyes can say
They say -

That I will take you forever

And there will never be anyone else in my heart but you.
And I will take you forever

And there will never be anyone else but you
Anyone else but you.

Now my touch belongs to you and I will always be your best friend

Now my secrets are safe with you and the magic will never end.
Now you are the one
And heaven will only know
What only our eyes can say
They say -

That I will take you forever

And there will never be anyone else in my heart but you.
And I will take you forever

And there will never be anyone else but you
Anyone else but you

Anyone else but you.

That I will take you forever
...
That I will take you forever
...
That I will take you forever
... 

Tradução: 
Eu terei você (para sempre) 



Eu era um homem que sempre brincou com o amor
Tão rápido para receber
Porém tão medroso na hora de dar
Mas agora
Eu encontrei alguém
E somente o céu saberá
O que somente meus olhos podem dizer
E o tempo não poderá levar embora

Eu era uma garota que não confiava em ninguém para dar o meu amor
E os sonhos que jovens assim sonham
Foram simplesmente desaparecendo na escuridão
Mas agora
Eu encontrei alguém
E somente o céu saberá
O que somente meus olhos podem dizer
E eles dizem
Que eu o terei para sempre

E nunca haverá mais ninguém no meu coração além de você
E eu o terei para sempre
E nunca haverá mais ninguém além de você
Mais ninguém além de você
Agora meu carinho pertence a você
E eu sempre serei o seu melhor amigo

Agora os meus segredos estão seguros com você
A magia nunca terá fim
Agora você é o único(a)
E o somente o céu saberá
O que somente meus olhos podem dizer
E eles dizem

Que eu o terei para sempre
E nunca haverá mais ninguém no meu coração além de você
E eu o terei para sempre

E nunca haverá mais ninguém além de você
Ninguém além de você
Ninguém além de você

Que eu o terei para sempre
Que eu o terei para sempre
Que eu o terei para sempre

turma da mônica lança personagem gay




Caio. Esse é o nome do primeiro personagem aparentemente gay das histórias em quadrinhos da Turma da Mônica, criado por Maurício de Souza. Ele é apresentado na edição número 6 da revista "Tina", da editora Panini, como o melhor amigo da jovem e assume estar comprometido com outro rapaz, causando uma certa estranheza nos demais personagens.
 
Segundo a Folha Online, a assessoria de imprensa da Maurício de Souza Produções ressaltou que essa é primeira vez que o assunto é abordado nas histórias, cumprindo promessa do autor de discutir questões ligadas ao universo adolescente, "de forma tranquila e sem levantar bandeiras". Tanto que na edição há também um discurso de Tina contra preconceito em geral. 

Questionado por internautas através do Twitter, o cartunista respondeu "leia a revista Tina e interprete. Depende de sua leitura, da sua forma de se situar na nossa realidade social". A assessoria também não descartou a hipótese de Caio ser bissexual, o que só poderá ser confirmado no futuro, na continuidade das histórias em quadrinhos.


MAIS:

A 6ª edição da revista "Tina", da editora Panini, apresenta o primeiro personagem aparentemente gay das histórias de Mauricio de Sousa, criador da Turma da Mônica.
Caio, que é apresentado como melhor amigo de Tina na história de capa, assume ser "comprometido", indicando outro rapaz, o que causa estranhamento para os outros personagens.

A personagem Tina, originalmente hippie, nos anos de 1960, agora tem um amigo gay, em história da edição número seis de sua revista.

A assessoria de Maurício de Sousa considera que é a primeira vez que o assunto é abordado nas histórias, cumprindo promessa do autor de discutir questões ligadas ao universo adolescente, "de forma tranquila e sem levantar bandeiras".

No entanto, para brindar a inclusão dele na história, há nela também um discurso de Tina contra preconceito em geral.

O assessor afirma que a história não pretendeu ser categórica no lançamento de um personagem gay. Ele levanta até a possibilidade de que ele seja bissexual, no entanto. Ele também assegura que a história e o personagem terá a devida continuidade e encaminhamento.

Tina, agora estudante de jornalismo, é uma personagem que foi criada nos anos de 1960, inicialmente com um visual hippie, e traços bem diferentes dos atuais.

E MAIS:


A revista “Tina”, número 6 (editora Panini), trás uma surpresa para os fãs de Mauricio de Sousa. O primeiro personagem gay da grande leva de criações dos estúdios do artista.

Na história de capa, “O Triângulo da Confusão”, somos apresentados a Caio, um rapaz sem trejeitos ou clichês de um homossexual, mas que assume no final da história ter um “compromisso” com outro rapaz, que por sinal é amigo de Zecão (namorado de Pipa, melhor amiga da Tina).


A história ainda conta com um discurso da Tina contra preconceito (não exatamente com a sexualidade das pessoas, mas de modo geral) e a apresentação de que Caio é o melhor amigo da moça, “como se fosse um irmão”, indicando um possível retorno do personagem.


MAIS AINDA:

A diversidade sexual chegou aos quadrinhos da Turma da Mônica. A 6ª edição da revista "Tina", já nas bancas, mostra ao público o primeiro personagem gay criado pela equipe de Maurício de Souza. Na história, Caio é o melhor amigo de Tina e deixa outros personagens surpresos quando se diz comprometido, apontando um outro rapaz. Tina, criada nos anos 60 e que hoje estuda jornalismo, aproveita e faz um dircurso contra o preconceito. Caio, aos poucos, vai ganhar mais espaço nas histórias. 

Em outras publicações Maurício de Souza já deu outros passos para acabar com o preconceito. Já foram criados personagens deficientes visuais e cadeirantes.


***


Quer dar a sua opinião? Mande mensagem para o Maurício de Sousa, criador da Turma da Mônica, no Twitter: @mauriciodesousa


***
FONTES:
http://cefascarvalhojornalista.blogspot.com/

16 de nov de 2009

Deus me renova

Hoje ouvi uma pregação muito, muito boa. Deus é muito bom comigo, sempre que eu acho que estou no limite das minhas forças, sem paciência, angustiada, só, Deus manda algo que me renova. Ouvir falar sobre a volta de Cristo e suas consequências hoje me deu forças. Em muitas igrejas não ouvimos mais nada sobre esse assunto. Porque falar da volta de Cristo é falar que a qualquer momento, quando menos se espera, ele pode voltar. E isso requer uma entrega diária ao arrependimento, à oração, à compaixão, à misericórdia, ao anseio de ver pessoas salvas não para que deem seu dinheiro à igreja, mas para que tenham vida eterna. Esse tipo de pregação me alimenta profundamente e reduz muito de minhas angústias, porque no final das contas o que é realmente necessário é muito pouco, muito pouco, e eu vejo que o que me angustia está muito longe do meu alvo. 

Se Jesus voltasse amanhã, ou se amanhã você morresse, o que seria realmente importante para você? Seu emprego, um diploma, aplicação financeira, carro, cargo, status? Ou a comunhão com Deus? Ou estar alerta? Ou estar consciente do que faz?

Hoje ouvi uma palavra que me renovou. Obrigada, Almir e Rogerinho! Há quanto tempo ansiava por ouvir algo assim! Há quanto tempo queria deixar de ouvir as promessas de vitória financeira, vitória sobre as doenças ou sobre o que quer que seja que estivesse relacionado à repugnante teologia da prosperidade. Não que eu não fique doente, ou não tenha problemas financeiros. Mas acho que há muitas coisas que estão à frente disso no Reino de Deus, e não as buscamos mais em primeiro lugar. A misericórdia está à frente disso, e ninguém mais prega sobre a misericórdia! A compaixão pelo próximo está à frente disso, e ninguém mais prega sobre a compaixão! O amor pelas almas que não estão salvas está muito à frente disso, mas ninguém mais prega sobre isso! Ninguém mais fala de nossa vida eterna com o Pai, pois as bênçãos desejadas são todas materiais, finitas, corruptíveis, terrenas, mundanas. Ninguém mais pensa em viver a eternidade no reino espiritual, se este reino material oferece carro com ar condicionado, casa de praia, salário vantajoso e plano de saúde cinco estrelas. Ninguém mais pensa em acolher o pobre, o abandonado, o doente, o faminto, se o mais importante é pensar somente em si mesmo. Ninguém mais se comove com os miseráveis ou chora pelos órfãos e necessitados, se a medida da fé de cada um se dá pela obrigação de ser feliz e sorridente o tempo todo! Néscios e tardos de coração! Abandonaram o Jesus que sofreu e foi humilhado pelo que obedece aos pedidos e ordens de qualquer um; abandonaram o Jesus que nos mandou tomar a própria cruz por um arremedo de Cristo materialista e estúpido; abandonaram o Cristo que disse ser o caminho estreito por um deus permissivo e corrupto; abandonaram o Cristo que redime dos pecados e dá a vida eterna por um outro, que se ocupa em dar casa própria, saúde física e carro zero.

Mas Deus veio em meu socorro, e eu fui renovada. 

15 de nov de 2009

o mito de prosérpina







O rapto de Prosérpina, de Luca Giordano
Veja mais aqui.


Depois de Júpiter e seus irmãos terem derrotado os titãs e os expulsado para o Tártaro, um novo inimigo ergueu-se contra os deuses. Eram os gigantes Tífon, Briareu, En­celado e outros. Alguns deles tinham cem braços, outros respiravam fogo. Afinal, foram vencidos e enterrados vi­vos no Monte Etna, onde alguns continuam a lutar para se libertar, sacudindo toda a ilha com os terremotos. Sua respiração sai através da montanha e é o que os homens chamam de erupção vulcânica.
A queda desses monstros abalou a terra, o que alarmou Plutão, receoso de que seu reino pudesse ser aberto à luz do sol. Presa dessa apreensão, ele entrou em seu carro, puxado por cavalos negros, e viajou pela terra para verificar a extensão dos danos. Enquanto se achava empenhado nesse mister, Vênus, que estava sentada no Monte Erix, brincando com seu filho Cupido, olhou-o e disse:
- Meu filho, toma tuas setas, com que vences todos, mesmo Jove, e crava uma delas no peito daquele sombrio monarca, que governa o reino do Tártaro. Por que deverá ele sozinho escapar? Aproveita a oportunidade de ampliar 0 teu e 0 meu domínio. Não vês que mesmo no céu alguns desprezam nosso poder? Minerva, a sábia, e Diana, a caçadora, desafiam-nos; e ali esta a filha de Ceres, que ameaça seguir seu exemplo. Agora, se tens qualquer consideração por teus próprios interesses e pelos meus, junta aquelas duas pessoas em uma só.
O menino abriu a aljava e escolheu a mais aguda e fiel seta; depois, firmando 0 arco no joelho, distendeu a corda e desfechou a seta de ponta aguda bem no coração de Plutão.
Há, no Vale de Ena, um lago escondido no bosque, que o protege contra os ardentes raios do sol; o ter­reno úmido é coberto de flores, e a Primavera reina ali perpetuamente. Prosérpina lá se encontrava, brincan­do com suas companheiras, colhendo lírios e violetas, e enchendo com as flores seu cesto e seu avental, quando Plutão a viu, apaixonou-se por ela e raptou-a. Ela gritou, pedindo ajuda à mãe e às companheiras; e quando, apa­vorada, largou os cantos do avental e deixou cair as flores, sentiu, infantilmente, sua perda como um acréscimo ao seu sofrimento. O raptor excitou os cavalos, chamando-os cada um por seu nome e soltando sobre suas cabeças e pescoços as rédeas cor de ferro. Quando chegou ao Rio Cíano, e este se opôs à sua passagem, Plutão feriu a mar­gem do rio com seu tridente, a terra abriu-se e deu-lhe passagem para o Tártaro.
Ceres procurou a filha por todo o mundo. Aurora, dos louros cabelos, ao sair pela manhã, e Hespéria, ao trazer as estrelas ao anoitecer, ainda a encontraram ocupada na procura. Tudo foi em vão, porém. Afinal, cansada e triste, ela se sentou numa pedra e ali continuou sentada, duran­te nove dias e nove noites, ao ar livre, à luz do sol e ao luar, e sob a chuva. Era onde ora se ergue a cidade de Elêusis, então morada de um velho chamado Celeus. Ele estava no campo, colhendo bolotas e amoras silvestres e grave­tos para alimentar o fogo. Sua filhinha conduzia para casa duas cabras e, ao aproximar-se da deusa, que aparecia sob o disfarce de uma velha, disse-lhe:
- Mãe (e o nome foi suave aos ouvidos de Ceres), por que estás sentada aí nessa rocha?
O velho tambem parou, embora sua carga fosse pesa­da, e convidou Ceres a entrar em sua cabana. Ela recusou e ele insistiu.
- Vai em paz - respondeu a deusa - e sê feliz em companhia de tua filha. Eu perdi a minha.
Ao falar, lágrimas - ou algo como lágrimas, pois os deuses não choram - escorreram-lhe pelo peito. O compassivo velho e a criança choraram com ela. Afinal, disse Celeus:
- Vem conosco e não desprezes nosso teto humilde. Talvez tua filha te seja devolvida sã e salva.
- Vamos - disse Ceres -, não posso resistir a tal apelo! Levantou-se da pedra e seguiu com os dois. Enquanto caminhavam, Celeus contou que seu único filho, um menino, estava doente, febril e sem sono. Ceres parou e colheu algumas papoulas. Ao entrarem na cabana, encontraram todos muito tristes, pois o estado do menino parecia desesperador. Metanira, sua mãe, recebeu aten­ciosamente a visitante, e a deusa, debruçando-se, beijou os lábios da criança enferma. Instantaneamente, a pali­dez abandonou-lhe o rosto e o vigor da saúde voltou-lhe ao corpo. Toda a família ficou deleitada - isto é, o pai, a mãe e a menina, pois não tinham criados. Puseram a mesa, e serviram coalhada e creme, maçãs e mel. Enquanto comiam, Ceres misturou caldo de papoula no leite que o menino estava tomando. Quando veio a noite e tudo estava quieto, ela se levantou e, pegando o menino adormecido, passou-lhe as mãos pelos lábios e murmurou três vezes palavras de encantamento, depois foi colocá-lo nas cinzas. A mãe do menino, que estava observando o que a hóspede fazia, levantou-se, com um grito, e tirou a criança do fogo. Então Ceres assumiu sua própria forma e um divino esplendor espalhou-se em tomo. Diante do assombro de todos, disse:
- Mãe, foste cruel no amor ao teu filho. Eu ia torná-lo imortal, mas frustraste meus esforços. Não obstante, ele será grande e útil. Ensinará aos homens o uso do ara­do e as recompensas que o trabalho pode obter do solo cultivado.
Assim dizendo, envolveu-se numa nuvem e, tomando seu carro, afastou-se.
Ceres continuou a procurar a filha, passando de ter­ra em terra, e atravessando mares e rios, ate voltar à Sici­lia, de onde partira, e ficou de pé à margem do Rio Cíano, onde Plutão abrira uma passagem para os seus domínios. A ninfa do rio teria contado à deusa tudo que testemunha­ra, se não fosse o medo de Plutão; assim, apenas se aven­turou a pegar a guirlanda que Prosérpina deixara cair em sua fuga e fazê-la descer pela correnteza do rio, até junto da deusa. Vendo-a, Ceres não teve mais dúvida sobre a perda da filha, mas ainda não conhecia a causa e lançou a culpa sobre a terra inocente.
- Ingrato solo, que tornei fértil e cobri de ervas e grãos nutritivos, não mais gozarás de meus favores! ­- exclamou.
Então, o gado morreu, o arado quebrou-se no sulco, as sementes não germinaram. Houve sol e chuva em de­masia. As aves roubaram as sementes. Somente medravam os cardos e sarças. Ao ver isto, a fonte Aretusa inter­cedeu pela terra:
- Não culpes a terra, deusa! - exclamou. - Ela se abriu de má vontade para dar passagem à tua filha. Posso contar-te qual foi o seu destino, pois a vi. Esta não é mi­nha terra natal; venho de Elis. Era uma ninfa dos bosques e comprazia-me na caça. Exaltavam minha beleza, mas eu não cuidava disso, e antes me vangloriava de minhas proezas venatórias. Certo dia, estava voltando do bosque, aquecida pelo exercício, quando vi um regato que corria sem ruído, tão claro que podiam contar-se as pedrinhas do fundo. Os salgueiros o sombreavam e as margens, co­bertas de relva, desciam ate a água, numa rampa suave. Aproximei-me, toquei a água com o pé. Entrei até ficar com água pelo joelho e, não contente com isto, deixei mi­nhas vestes nos salgueiros e entrei no rio. Enquanto lá est­ava, ouvi um murmúrio indistinto, vindo do fundo do rio, e apressei-me em fugir para a margem mais próxima.
- Por que foges, Aretusa? - disse a voz. - Sou Al­feu, o deus deste rio.
Fugi e ele me perseguiu. Não era mais rápido do que eu, mas era mais forte, e alcançou-me, quando minhas forças fraquejaram. Afinal, exausta, gritei pedindo a ajuda de Diana:
- Ajuda-me, deusa! Ajuda tua devota!
A deusa ouviu-me e envolveu-me logo em espessa nuvem. 0 rio-deus procurou-me, ora aqui, ora ali, e duas vezes aproximou-se de mim, mas não conseguiu encontrar-me.
- Aretusa! Aretusa! - gritava.
Oh, como eu tremia! Como o cordeirinho, que ouve o lobo uivando fora do redil. Um suor frio cobriu-me, meus cabelos caíram como correntes de água e onde estavam meus pés formou-se uma lagoa. Em resumo: em menos tempo do que leva para contar, tornei-me uma fonte. Mas ainda sob essa forma, Alfeu reconheceu-me e tentou misturar sua corrente com a minha. Diana abriu a solo e eu, tentando escapar à perseguição, mergulhei na caverna e, através das entranhas da terra, cheguei aqui à Sicília. Ao passar pelas camadas inferiores da terra, vi sua Prosérpina. Ela estava triste, mas não refletia susto na fisionomia. Seu aspecto era o de uma rainha: a rainha do Érebo; a po­derosa esposa do monarca do reino dos mortos.
Ao ouvir isto, Ceres ficou perplexa durante um mo­mento, depois virou o seu carro para o céu e correu a apresentar-se diante do trono de Jove. Contou a histó­ria de sua aflição e implorou a Júpiter que intercedesse, para conseguir a restituição de sua filha. Júpiter consen­tiu, com uma condição: a de que Prosérpina não tivesse tomado qualquer alimento durante sua permanência no mundo inferior; de outro modo, as Parcas proibiam a sua libertação. E, assim, Mercúrio foi mandado, acompanha­do de Primavera, para pedir Prosérpina a Plutão. O ardilo­so monarca consentiu, mas, infelizmente, a donzela acei­tara uma romã que Plutão lhe oferecera e sugara o doce suco de algumas sementes. Isso foi suficiente para impe­dir sua libertação completa. Fez-se um acordo, contudo, pelo qual Prosérpina passaria metade do tempo com sua mãe e o resto com seu marido Plutão.
Ceres deu-se por satisfeita com esse arranjo e resti­tuiu à terra seus favores. Lembrou-se, então, de Celeus e de sua família, e da promessa feita ao menino Triptólemo. Quando o menino cresceu, ensinou-lhe o uso do arado e como semear. Levou-o em seu carro, puxado por dragões alados, a todos os países da terra, aquinhoando a humanidade com cereais valiosos e com o conhecimento da agricultura. Depois de seu regresso, Celeus construiu em Elêusis um magnífico templo dedicado a Ceres e es­tabeleceu o culto da deusa, sob o nome de mistérios de Elêusis, que, no esplendor e solenidade de sua observância, ultrapassavam todas as demais celebrações religiosas entre os gregos.
Não pode haver dúvida de que esta história de Ceres e Prosérpina é uma alegoria. Prosérpina representa a semente do trigo, que, quando enterrada no chão, ali fica escondida, isto é, levada pelo deus do mundo subterrâneo. Depois reaparece, isto é, Prosérpina é restituída à sua mãe. A primavera a faz voltar à luz do dia. 



***







FONTE: O livro de ouro da mitologia, de Thomas Bulfinch.


***


NOTA: Eu gosto muito desse mito grego! É um dos meus preferidos, sobretudo pela resolução e pela ilustração. A metáfora da semente que cai na terra e precisa morrer para gerar vida foi usada por Jesus, como parábola, muito tempo depois dos registros da mitologia grega, para ilustrar a morte do homem natural e o nascimento do homem espiritual. Muitos mitos gregos encontram paralelo na Bíblia, outro exemplo de que gosto é o de Hércules e seu paralelo com Sansão. Bom, já é outra história. Voltando a Prosérpina: sempre que estou triste tento pensar nisso: a morte momentânea e as angústias presentes redundarão em coisa melhor no futuro; as lágrimas semeadas trarão boa colheita; ao inverno segue-se a primavera; a semente que cai na terra e morre, gera vida.

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