Creio que não existe nada de mais belo, de mais profundo, de mais simpático, de mais viril e de mais perfeito do que o Cristo; e eu digo a mim mesmo, com um amor cioso, que não existe e não pode existir. Mais do que isto: se alguém me provar que o Cristo está fora da verdade e que esta não se acha n'Ele, prefiro ficar com o Cristo a ficar com a verdade. (Dostoievski)

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31 de jan de 2009

filosofia calvinista

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COLABORAÇÃO: Olavo de Carvalho

guardei a fé


Olá, leitores! Comecei a escrever sobre a morte, a vida, a espiritualidade, a crença em Deus e tudo o mais que está relacionado a isso no dia 20 de janeiro, quando postei aqui o texto Contar os dias com o pensamento da eternidade. Para entender melhor este, leia aquele primeiro...

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Corri muito hoje, estou cansada... Fiz de tudo um pouco, de serviços de casa a três horas de atividades físicas intensas. Li, escrevi, vi TV. E pensei. Muito. Continuo pensando na finitude da vida. Nasci sob a existência do conflito entre Israel e os palestinos. Será que vou morrer sem que esse problema (problemão) termine? Talvez alguém se pergunte: mas não é muito cedo para pensar na morte? Talvez sim. Talvez não... Acho que uma das dificuldades de nossa cultura é a relação pesada com a morte e seus sinais. Não que devamos cultuá-la, não é isso. Há pessoas que o fazem: filmes de terror, roupas com desenhos de caveiras, cores fúnebres, comunicação com os mortos. Há os que a evitam, evitam até mesmo pensar que vão morrer um dia e querem ter 70 anos com carinha de 30 eternamente. E haja cirurgia plástica, né? Mas eu não me refiro exatamente a isso, não. Penso que o desenvolvimento de uma espiritualidade centrada em Jesus e no que diz a Bíblia nos leva a perceber a morte como fim carnal e passagem espiritual. A velhice nos prepara o corpo: vamos perdendo vitalidade, deixamos de nos reproduzir, nosso corpo inteiro se fragiliza. A morte é o fim do que já dá sinais de caminhar para sua anulação. E então? Creio que a angústia do homem ateu reside no fato de que a morte física é concebida como última fronteira da existência. Alguns ainda pensam, com grande desconfiança, que "pode haver" mundo espiritual ou manutenção de uma "energia vital" para além da desintegração do corpo. Mas aquele que crê em Cristo sabe que a morte é o fim da existência do corpo físico, mas o começo de outro caminho para o espírito. Muitos cristãos talvez se percam em elucubrações sobre a morte e esta vida terrena, e muitos acreditam, mesmo diante das evidências da superação da morte humana pela ressurreição de Jesus, que só temos esta vida. Ah, esta vida... Gosto de algumas coisas dela, sim, mas ela não é tudo. Creio que Deus tem muito mais que nossos míseros 70, 80 ou 90 anos. Acredite: Jesus disse que a casa do Pai tem muitas moradas, e que está preparando lugar para os seus. Eu vou pra lá.

30 de jan de 2009

aquisição da linguagem


Desenvolvimento: Barulho pode prejudicar fala do bebê

Estudo americano comprova que ambiente caótico pode dificultar o aprendizado da criança

Se o seu bebê costuma ficar quietinho enquanto você conversa ao telefone, os irmãos brincam na sala ao lado, seu marido assiste televisão e o cachorro não para de latir, fique atenta. Estudos comprovam que crianças expostas a ambientes muito barulhentos podem apresentar dificuldades no desenvolvimento da fala. 

De acordo com pesquisadores da Universidade de Purdue, nos Estados Unidos, casas onde a variedade de sons emitidos ao mesmo tempo é grande costumam funcionar como armadilhas auditivas para crianças que estão prestes a aprender a falar. Para George Hollich, psicólogo e diretor do Laboratório Infantil de Fala da Universidade de Purdue, ainda mais alarmante é o fato do “som de fundo” não precisar nem ser muito alto. Os resultados do estudo comprovam que mesmo que todos os sons estejam no mesmo volume, a criança ainda encontra dificuldades de compreensão. 

Para falar é preciso ouvir e quando a audição está prejudicada por uma série de ruídos, se comunicar fica mais difícil. Hollich comenta que uma criança que está começando a falar ainda não sabe distinguir uma palavra da outra, onde ela começa ou termina e, por isso, quando é bombardeada por várias palavras ao mesmo tempo ela não consegue entender objetivamente o que estão dizendo. 

A fonoaudióloga Rosana Valentim acrescenta que o barulho também compromete a concentração da criança, que durante os primeiros anos de vida é naturalmente escassa. “Além de ser mais difícil de um bebê entender o que as pessoas falam quando há barulho intenso, a capacidade dela se ater à informação que realmente quer absorver fica reduzida. É preciso lembrar sempre que a criança não está aprendendo a falar somente quando um adulto se direciona a ela. Ela está absorvendo informações o tempo todo”, explica. 

Contato Visual 

Uma das soluções para essa mistura sonora é o contato visual. Durante a pesquisa os cientistas americanos comprovaram que a interpretação do que está sendo dito fica mais fácil se o contato visual entre ambas as partes for mantido. Com o estudo os pesquisadores concluíram que as crianças, apesar de barulhos externos, conseguem se concentrar mais quando a pessoa que se dirige a ela está a sua frente, olhando em sua direção – e isso facilita o desenvolvimento da fala.

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FONTE: Portal Globo

Letras no Paraná

EDITAL Nº. 21/2009-PRHAE – CONCURSO PÚBLICO
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Por delegação de competência do Magnífico Reitor da Universidade Federal do Paraná, conforme Portaria n.º 2590 de 26/09/97, e considerando o disposto na Portaria MPOG nº 286, de 02/09/08 publicada no Diário Oficial da União de 03/09/2008, e Portaria MEC nº 1226, de 06/10/2008, publicada no Diário Oficial da União de 07/10/2008, torno público que estarão abertas as inscrições por 30 (trinta) dias, contados a partir da publicação no Diário Oficial da União do presente Edital, para provimento de cargos de professor da Carreira do Magistério Superior, para o Quadro Permanente desta Universidade, sob o Regime Jurídico Único dos Servidores Públicos Civis da União, Autarquias e das Fundações Públicas e Federais em conformidade com a Lei nº 8.112 de 11 de dezembro de 1990, para os Setores e Departamentos de Ensino abaixo especificados:
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1 – DO CONCURSO
1.4 – Setor: Ciências Humanas, Letras e Artes/HL
1.4.1 – Departamento: Letras Estrangeiras Modernas. Área de Conhecimento: Língua Espanhola. Processo: 23075.057775/2008-44. Número de vagas: 01 (uma). Classe: Assistente 1. Regime de Trabalho: Dedicação Exclusiva. Titulação Mínima Exigida: Mestrado em Letras, obtido na forma da lei. Tipos de Provas: Análise de Currículo, Escrita, Didática e Defesa da Produção Intelectual. Vencimento Total: R$ 3.997,08. Auxílio-Alimentação: R$ 126,00. Taxa de Inscrição: R$ 100,00.
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2 – DAS INSCRIÇÕES
2.1 - A inscrição acompanhada da documentação relacionada a seguir será efetuada no Protocolo Geral da Universidade, situado à Rua XV de Novembro, 1299, térreo, das 9h às 12h e das 14h às 17h. As inscrições via correio, deverão ser encaminhadas via SEDEX e postadas até, no máximo, 05 (cinco) dias antes do término das inscrições.
2.2 - São requisitos para a inscrição: a) requerimento de inscrição no qual o candidato declare estar ciente do contido neste Edital e nas Resoluções n.º 38/07-CEPE, e 10/05-CEPE (Tabela de Pontuação para avaliação de currículo) da Universidade Federal do Paraná. O requerimento pode ser obtido na internet no endereço eletrônico: http://www.progepe.ufpr.br/ ou será fornecido pelo Protocolo Geral da Universidade Federal do Paraná, onde serão realizadas as inscrições; b) cópia de documento oficial de identidade; c) cópia da titulação universitária exigida. Os títulos obtidos no exterior deverão estar revalidados no país, sendo aceito ainda para inscrição, títulos obtidos em instituições estrangeiras que se encontram em processo de revalidação, à vista de informação emitida pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós Graduação da Universidade Federal do Paraná, nos termos da Resolução que disciplina a matéria; d) Certidão de quitação das obrigações eleitorais, que pode ser obtida no site do TSE, no endereço eletrônico: http://www.tse.gov.br;/ e) cópia do certificado de cumprimento das obrigações militares; f) comprovante de recolhimento da taxa de inscrição no valor especificado para cada classe. A guia de recolhimento da taxa de inscrição deverá ser obtida na internet no endereço www.progepe.ufpr.br . As taxas só poderão ser pagas nas agências do Banco do Brasil. O valor pago não será devolvido em caso algum; g) 06 (seis) cópias do "curriculum vitae", com comprovantes em uma única via; apresentado de acordo com a seqüência da Tabela de Pontuação, conforme a Resolução nº 10/05-CEPE ou Currículo Lates/CNPq; h) os candidatos estrangeiros estão dispensados da apresentação da documentação relativa às letras "d" e "e", ficando, entretanto obrigado à apresentação de visto permanente ou visto temporário item V. Deverão apresentar também, declaração de proficiência em língua portuguesa que poderá ser pessoal ou emitida por um órgão institucional. Documentos, salvo artigos científicos e trabalhos apresentados em eventos, deverão ter tradução juramentada em português;
2.3 - É vedada a inscrição condicional.
2.4 - Os candidatos que estiverem no exercício efetivo de cargo de pessoal docente na Universidade, ficam dispensados da apresentação do documento oficial de identidade.
2.5 – Conforme Decreto 6.593 de 02/10/08, publicado no DOU 03/10/08, poderá ser concedida isenção de taxa de inscrição ao candidato que: 2.5.1 – estiver inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal – CadÚnico, de que trata o Decreto nº 6.135/2007; e
2.5.2 – for membro de família de baixa renda, nos termos do Decreto nº 6.135/2007 .
2.5.3 – O pedido de isenção deverá ser solicitado mediante requerimento do candidato à Pró-Reitoria de Recursos Humanos e Assuntos Estudantis, à Rua Dr. Faivre, nº 590 – Centro, na Unidade de Recrutamento de Pessoas – 4º andar, acompanhado de: a) indicação do Número de Identificação Social – NIS, atribuído pelo CadÚnico; e b) declaração de que atende à condição estabelecida no sub-ítem 2.5.2.
2.5.4 – O prazo para solicitação de isenção de inscrição será de 10 (dez) dias corridos, contados do início do período de inscrição .
2.5.5 – A resposta acerca do deferimento ou não do pedido de isenção, será disponibilizada no site www.progepe.ufpr.br, após decorridos 05 (cinco) dias do término do prazo para solicitação de isenção.
2.6 – Aqueles que não obtiverem isenção deverão consolidar sua inscrição efetuando o pagamento do boleto bancário até o prazo final> das inscrições para o concurso público.
2.7 – O interessado que não tiver seu pedido de isenção deferido e que não efetuar o pagamento da taxa de inscrição na forma e no prazo estabelecido no item anterior estará automaticamente excluído do concurso público.
2.8 – Não serão estornados valores de taxas de inscrição daqueles candidatos contemplados com isenção e que já tenham efetivado o pagamento da taxa de inscrição no concurso público a que se refere este edital.
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(...)
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4 - DA REALIZAÇÃO DO CONCURSO
4.1 - O prazo máximo de início do concurso, contado da data de encerramento da homologação das inscrições pelo Conselho Setorial, será de 45 (quarenta e cinco) dias para todas as classes da carreira do magistério superior.
4.2 - Fica estabelecido através da Lei 10.741, Artigo 27, Parágrafo Único, de 01/10/2003, que o primeiro critério de desempate em concurso público será a idade, dando-se preferência ao de idade mais elevada. Tal direito é assegurado às pessoas que se enquadrarem na condição de idoso, ou seja, com idade igual ou superior a 60 (sessenta) anos, nos termos do Artigo 1º da mencionada Lei.
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5 - DAS PROVAS
5.1 - As provas serão realizadas em língua portuguesa, com exceção daquelas nas áreas de línguas estrangeiras que poderão ser realizadas na língua relativa à respectiva área;
5.2 - A primeira hora da prova escrita será reservada para consulta de material bibliográfico e anotações providas pelo próprio candidato.
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6 - DA DIVULGAÇÃO DO RESULTADO O resultado do concurso, uma vez homologado, será publicado no Diário Oficial da União, cabendo ao Departamento ou unidade solicitar ao Pró-Reitor de Recursos Humanos e Assuntos Estudantis o provimento da(s) vaga(s).
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(...)
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8 - DO REGIME DE TRABALHO
8.1 - O provimento dar-se-á no regime de Dedicação Exclusiva e o candidato além de atender as demais exigências para concessão deste regime, deverá apresentar, no prazo máximo de 60 (sessenta) dias após sua posse, projeto de pesquisa e/ou extensão que será apreciado e aprovado na forma da legislação vigente.
8.2 - No prazo de até 36 (trinta e seis) meses da nomeação, o professor será submetido a um processo avaliativo pela comissão permanente do pessoal docente.
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9 - DO PRAZO DE VALIDADE DO CONCURSO
O concurso terá validade de 12 (doze) meses, a partir da publicação do Edital de Homologação do concurso no Diário Oficial da União, podendo ser prorrogado por igual período, conforme estabelecido no Art. 1º, parágrafo 1º, do Decreto nº 4175, de 27/03/02, publicado em DOU de 28/03/02 e no Art. 12 da Portaria MPOG nº 450 de 06/11/02, publicada no Diário Oficial da União de 07/11/02.
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10 - DISPOSIÇÕES FINAIS
10.1 - Os casos omissos serão julgados pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Federal do Paraná.
10.2 - O presente Edital com o respectivo programa, bem como as Resoluções n.º 38/07-CEPE, e nº 10/05-CEPE e demais informações, encontram-se a disposição dos interessados na secretaria dos departamentos e nos setores respectivos.
10.3 - As informações acima, bem como outros concursos para a carreira docente e técnico-administrativa, também estão disponíveis na Internet no seguinte endereço: http://www.progepe.ufpr.br/.
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Curitiba, 14 de janeiro de 2009.
Laryssa Martins Born
Pró-Reitora de Recursos Humanos e Assuntos Estudantis
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Período de inscrições: 19/01/2009 A 17/02/2009
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* O pagamento da taxa de inscrição deverá ser efetuado até o último dia de inscrição, diretamente nos caixas do Banco do Brasil, através de guia de recolhimento específica para esse fim.

nunca antes na história destepaíz...


O pacote de medidas em preparação pela Itália contra o Brasil terá uma que chegará à Corte Internacional de Justiça de Haia.

Rui Barbosa, o águia de Haia dos nossos livros de história, já deve estar, além túmulo, indignado com a imprevidência de Lula em endossar uma estultice do ministro Tarso Genro, em nome de uma falaciosa decisão soberana que, na verdade, afronta aos direitos da pessoa humana e assegura a impunidade a terroristas.

O acionamento da Corte Internacional de Justiça de Haia será uma das próximas cartas a ser lançada, com o aval do presidente Giorgio Napolitano, comunista histórico e que é chefe de Estado.

Na Corte de Haia, o tema a ser encaminhado será a impunidade que o Brasil confere ao ex-terrorista Battisti. Um assassino que, durante um regime democrático, violou direitos invioláveis das pessoas humanas.

Como conseguiu apurar esse blog “Sem Fronteiras” de Terra Magazine, será consignado, na peça à Corte de Haia, a conclusão de que a postura brasileira ofende direitos fundamentais e naturais do homem, das famílias das vítimas e de uma Itália fundadora da União européia, que é uma comunidade alicerçada no respeito à pessoa humana.

Lula entrará numa saia-justa, pois, o nosso país figurará no elenco daqueles que dão proteção a violadores de direitos fundamentais do homem e asseguram impunidade a criminoso. Tudo com violação a uma decisão soberana da Justiça de um estado democrático, com legitimidade para executar pena imposta a um nacional que, no seu território, é responsável, como co-autor e mandante, de quatro homicídios.

Com efeito. Na reunião mantida entre o ministério das relações Exteriores da Itália e o embaixador peninsular no Brasil, iniciada ontem e que prosseguiu hoje na parte da manhã de hoje e já foi interrompida para o almoço, foram, com cautela, fixadas algumas metas.
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29 de jan de 2009

Fitna

Para ver e ouvir os vídeos, vá primeiro à caixa Maya_musique e clique em "pause". Depois venha aqui e clique em "play". A primeira passagem nunca é boa, experimente ver a segunda.



Este vídeo traz trechos do Corão que norteiam a ação de grupos como o Hamas e o Fatah e de governos como o do Irã. Abaixo segue o site da Missão Portas Abertas, que denuncia a perseguição contra cristãos em todo o mundo. Previno: Há cenas fortes.

Reflita: nos países ditos opressores, da cultura ocidental-cristã -- como a França, "dominados" pelas instituições e leis malvadas, os muçulmanos têm direito a culto, podem estabelecer moradia e manter seus costumes religiosos. Se um dia eles chegarem ao poder nesses países, provavelmente estabelecerão suas leis religiosas neles. Mas você sabe como um cristão é tratado num país muçulmano? Sabe se ele tem direito à liberdade religiosa? Sabe se pode construir um templo? Acesse: http://www.portasabertas.org.br/noticias/noticia.asp?ID=3369.
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Aqui, veja a lista de países que mais matam, proíbem, perseguem e agridem cristãos simplesmente porque são cristãos: http://www.portasabertas.org.br/classificacao/
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Em Brasília, no Brasil, há uma mesquita e embaixadas dos países árabes-islâmicos, assim como em todo o Brasil -- em São Paulo, no Mato Grosso e no Paraná há grandes comunidades de muçulmanos. No Líbano, por exemplo, os cristãos ortodoxos sofrem atentados e, de modo progressivo, perdem espaço político e social para a religião islâmica. Se cristãos chegam ao governo, no Líbano, e não atendem a agenda dos muçulmanos, são assassinados brutalmente, como têm mostrado TVs e jornais de todo o mundo. Reflita sobre isso. Reflita sobre as sentenças de morte proferidas contra os que questionam a religião islâmica. O cristianismo pressupõe liberdade. Jesus disse: "Ame seus inimigos". Mas o Corão diz: "Mate, com requintes de crueldade, os seus inimigos". O que podemos esperar disso? Veja o vídeo e tire suas dúvidas.
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Assista a continuação deste vídeo:
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28 de jan de 2009

resultado da enquete anterior

A tragédia ocorrida no templo da Igreja Renascer em Cristo...

Resposta 1: Foi fruto da irresponsabilidade dos líderes da Igreja. (16 votos, 55%)

Resposta 2: Foi uma fatalidade, ninguém deve ser responsabilizado. (2 votos, 6%)

Resposta 3: Foi a vontade de Deus, que escreve certo por linhas tortas. (2 votos, 6%)

Resposta 4: Não posso julgar. (2 votos, 6%)

Resposta 5: Não sei. (1 voto, 3%)

Resposta 6: A resposta não é tão simples, existem vários fatores. (6 votos, 20%)

Data e hora do fechamento da enquete: 27/01/09, às 18h12
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A maioria dos que votou acredita, portanto, que a tragédia ocorrida com o desabamento do telhado da sede da Igreja Renascer no bairro do Cambuci, em São Paulo, foi fruto da irresponsabilidade dos líderes da Igreja e porderia, portanto, ter sido evitada -- caso os mesmos tivessem sido responsáveis no trato das instalações do templo. Vamos aguardar para ver o que dirá a Justiça paulista acerca do caso. Eu, particularmente, desejo que tudo seja pormenorizadamente apurado em perícias e investigações e que, caso haja responsáveis, esses sejam punidos de acordo com a Lei.

my love


Ontem, no finalzinho da tarde, estava dentro de um ônibus passando por ruas de Botafogo e Laranjeiras, ouvindo no MP3 "Nothing's Gonna Change My Love For You", do George Benson. Quando ouço esta música sempre penso que o amor de Deus é um pouco como o que a voz linda de George Benson canta: "Nothing's gonna change my love for you, you ought to know by now how much I love you... One thing you can be sure of: I'll never ask for more than your love..." E Deus está sempre me dizendo isso, o tempo todo: "Nada vai mudar meu amor por você, você precisa saber o quanto eu te amo... De uma coisa você pode estar certa: eu nunca vou pedir mais que o seu amor..." Mais que o amor romântico que a música exalta, sempre que a ouço penso no amor de Deus, que é fiel e perene, e nunca me deixará. É como diz a letra da música: "I'll be there for you if you should need me, you dont have to change a thing, I love you just the way you are. So come with me and share this view, I'll help you see forever too..." Deus está sempre disposto a nos ajudar, não importa quão difícil seja nossa situação. Ele não muda e nos ama como realmente somos. O pecado, o mal, as tristezas e as dores da vida nos fazem ser diferentes do que deveríamos ser. Muitas vezes somos moldados e nos tornamos amargos, descrentes, cínicos em relação à vida e à sua beleza. Mas fomos criados para ser como Ele, a partir do que pudemos vislumbrar em Jesus. Nossa trajetória, muitas vezes, é desviada de seu amor em virtude das desventuras deste mundo ruim, mas o Pai está sempre nos chamando: "Venha comigo", diz Ele, "Eu o ajudarei para sempre..." Entregar a vida a Deus não deveria ser um ato de desespero, mas algo natural, fruto do desenvolvimento de nossa espiritualidade. É maravilhoso contemplar a beleza das coisas com o olhar de Deus, confiante não no que fragilmente somos, mas na firmeza e na perenidade do que Ele é. Muitos só têm um encontro com o amor do Pai quando o desespero toma conta da vida. Quando não há mais nada a fazer diante de um problema é comum ver pessoas em busca do sobrenatural de Deus. Mas não há nada melhor que viver com Deus durante a juventude e aproveitar os melhores anos da vida ao lado do seu amor. Apesar dos males da vida e de nossos próprios erros, é tão bom saber que Ele nos ampara, nos acolhe, nos presta socorro em qualquer situação e nos protege, e que será assim por toda a eternidade.

26 de jan de 2009

mirar

FOTOGRAFIA: Maya Felix

Pare de olhar para trás. Você já sabe onde esteve. Você precisará saber para onde vai. Acostume seus olhos a mirar o futuro!

Claude M. Bristol (1891-1951), escritor norte-americano

semiótica tensiva



Este (curto) vídeo traz o Prof. Luiz Tatit (professor e compositor de mão cheia), da USP, falando sobre a Semiótica Tensiva e a relação Semiótica-Linguística. Ele faz uma crítica leve aos greimasianos empedernidos e aponta a Semiótica Tensiva de Eric Landowski e Claude Zilberberg (entre muitos outros) como um caminho que volta a Saussure. E toca num ponto deveras dolorido para linguistas e semioticistas: muitos semioticistas não são linguistas, o que talvez faça Saussure se revirar no túmulo.

Para ver e ouvir os vídeos, vá primeiro à caixa Maya_musique e clique em "pause". Depois venha aqui e clique em "play". A primeira passagem nunca é boa, experimente ver a segunda.




Este segundo vídeo traz uma entrevista com o Prof. Claude Zilberberg. A entrevista continua em mais seis vídeos postados no Youtube, cujos links seguem abaixo. Neste primeiro vídeo o Prof. Zilberberg, que esteve no Brasil no ano passado, para conferências em São Paulo e no Rio de Janeiro, fala de uma de suas grandes paixões, a obra do escritor francês Paul Valéry. O entrevistado fala da lógica explicativa de Valéry, entremeando-a com termos da teoria semiótica, da escrita perfeita de Valéry e coteja prosa e poesia, afirmando que na língua francesa a primeira lhe parece superior. Claude Zilberberg também fala da proximidade do pensamento de Paul Valéry com a Semiótica, especialmente com as categorias da Semiótica Tensiva. Vale a pena assistir.

Continuação:

parte 2: http://br.youtube.com/watch?v=k09xie3j9Lw&feature=related

parte 3: http://br.youtube.com/watch?v=rURdJ263IvQ&feature=related

parte 4: http://br.youtube.com/watch?v=LRot2RXvoYo&feature=related

parte 5: http://br.youtube.com/watch?v=DZg5rAF5EyY&feature=related

parte 6: http://br.youtube.com/watch?v=Idmr5aLDSCk&feature=related

O professor Zilberberg também tem um site dedicado à Semiótica Tensiva: http://www.claudezilberberg.net/

Informe-se!

:)

25 de jan de 2009

frase


A igreja não é a senhora ou serva do Estado, mas, antes, a sua consciência. Ela deve ser a orientadora e a crítica do Estado e nunca sua ferramenta!


Martin Luther King Jr.

Letras na Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, Minas Gerais

EDITAL N. 009 DE 20 DE JANEIRO DE 2009.
CONCURSO PÚBLICO PARA PROFESSOR ADJUNTO OU ASSISTENTE

GRUPO: Magistério Superior
CATEGORIA FUNCIONAL: Professor Ensino Superior
CLASSE: Adjunto ou Assistente
O VICE-REITOR, NO EXERCÍCIO DO CARGO DE REITOR DA UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES DO JEQUITINHONHA E MUCURI, no uso de suas atribuições regimentais, e considerando o que dispõe a Portaria/MP nº 286, de 02/09/2008, e Portaria/MEC nº 1226, de 06/10/2008, torna público que estarão abertas, as inscrições para o Concurso Público de Provas e Títulos para Professor de Ensino Superior, destinado ao provimento de 10 (dez) vagas na Classe de Professor Adjunto ou Assistente, em Regime de Trabalho de Dedicação Exclusiva, para a Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri – UFVJM, Campus de Diamantina.

Há vagas para os cursos de Informática, Ciências Sociais, Ciências Políticas, Psicologia, Letras, História, Sociologia etc. Confira o edital na íntegra.

REMUNERAÇÃO: R$ 6.497,04 (seis mil, quatrocentos e noventa e sete reais e quatro centavos) – Professor Adjunto e R$ 4.000,82 (quatro mil reais, oitenta e dois centavos) – Professor Assistente

1. DAS INSCRIÇÕES:
1.1. 30 (vinte) dias a partir da publicação do edital do concurso no DOU.
1.2. Horário: segunda a sexta-feira, de 08:00 às 11:00 e de 14:00 às 17:00 horas.
1.3. Local: Superintendência de Recursos Humanos – SRH do Campus de Diamantina. Rua da Glória, 187 Centro, Diamantina-MG, 39100.000 - Fone: (38) 3531-3818.
1.4. No ato da inscrição o candidato deverá apresentar os seguintes documentos:
a) Cópia da carteira de identidade, se estrangeiro deverá ser portador do visto permanente ou protocolo de solicitação do visto;
b) declaração de estar em dia com as obrigações eleitorais e se do sexo masculino, com o Serviço Militar, exceto estrangeiro;
c) diploma de doutorado ou mestrado, ou documento que comprove a conclusão do curso ou documento provisório de possibilidade de cumprimento da titulação exigida no edital.
I. o candidato cuja graduação e/ou pós-graduação tenha sido realizada no exterior deverá comprovar que é portador de diploma reconhecido por instituição brasileira.
d) curriculum vitae ou currículo em formato Lattes/CNPq em 04 (quatro) vias, acompanhado dos correspondentes documentos comprobatórios, em via única;
e) comprovante do recolhimento da taxa de inscrição:
- Só deverão proceder o recolhimento da taxa de inscrição, os candidatos a Professor Adjunto, portadores do Título de Doutor.

cumprindo o juramento de Hipócrates

Portugal: Médicos alegam objeção de consciência contra o aborto
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Mario de Queiroz, Lisboa, 17/07/2007, (IPS) - Sob a alegação de “objeção de consciência”, boa parte dos médicos de Portugal impedem as mulheres de usufruírem da lei que autoriza o aborto induzido até 10 semanas de gestação e que entrou em vigor no último domingo [a lei foi aprovada em julho de 2007]. Depois da décima semana de gravidez, a interrupção voluntária é legal até a décima-sexta semana em casos de violação e quando for constatada má-formação congênita ou doença incurável do feto, até a vigésima-quarta semana.
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Ao completar um dia da vigência semana, a lei aprovada no referendo de 11 de fevereiro não consegue que muitas mulheres façam uso do seu direito de interromper a gravidez, apesar de o Sim à despenalização ["despenalização' é o eufemismo barato para "legalização"] ter conseguido 59,3% dos votos, contra 40,8% para o Não. A razão não é técnica nem política. Muitos hospitais públicos não conseguem atender os pedidos porque a maioria de seus médicos se negam a praticar o aborto. O Ministério da Saúde reconheceu ontem que a objeção de consciência alegada por esses profissionais deixa o Estado de mãos atadas, e não terá outra alternativa a não ser cumprir a lei contratando médicos fora das unidades hospitalares.
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Vasco Freire, dirigente do Médicos pela Opção, um dos movimentos cívicos que mais se empenharam pelo Sim, reconheceu à IPS que há colegas alegando preceitos morais para não realizar abortos, “mas, em muitos casos, a objeção de consciência é aplicada apenas em hospitais do Estado e não na medicina privada”. Essa opinião é compartilhada pelo ginecologista Miguel de Oliveira e Silva, autor de vários livros sobre o aborto, para quem o problema central reside na mentalidade dos médicos portugueses.
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Está “no código muito conservador dos médicos portugueses”, mas, também existem muitos casos em que “pela manhã, no Serviço Nacional de Saúde, alegam questão de consciência, mas, à tarde, quando praticam a medicina privada, já não o são”, afirmou Oliveira e Silva. “Nem o referendo e nem a legislação mudaram a cabeça dos médicos, e é por isso que recentemente o Ministério da Saúde realizou negociações para a privatização do aborto”, disse o ginecologista.
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Os casos mais evidentes são os dos hospitais de Santo Antonio do Porto, Viana do Castelo e Matosinhos, São Francisco Xavier de Lisboa, Torres Vedras e Caldas da Rainha, na região central do país; o de Évora, no sul, e de todos os dos arquipélagos de Madeira e Açores, menos o da ilha de faial. Mas, além disso, nos hospitais de todo o país os médicos que alegam problema de consciência que atrasarão as intervenções, pois há listas de mulheres que aguardam uma consulta prévia, especialmente nos serviços de ecografias, imprescindíveis por lei para provar o período de gestação e formalizar a intervenção, que pode durar cerca de 15 dias. Em Madeira, a região mais religiosa e conservadora do país, a polêmica adquiriu um contorno dramático.
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O secretário regional de Assuntos Sociais da Madeira, Francisco Jardim Ramos, disse no domingo que Lisboa “não pode impor colonialmente a esta região autônoma uma lei que 64% da população do arquipélago rejeitou no referendo”. Em sua imediata resposta, o ministro da Saúde, Antonio Correia de Campos, admitiu a possibilidade de as mulheres da Madeira viajarem ao continente para praticar o aborto, sempre que a comunidade autônoma financiar a viagem, ao que Ramos replicou dizendo que o governo central deveria assumir essas despesas.
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No domingo, vários movimentos cívicos contrários ao aborto fizeram manifestações diante de hospitais em todo o país, “ações que simbolizam o que defendemos: apresentar alternativas a uma lei que é obviamente má”, disse Catarina Almeida, ativista contra o aborto. Para aplicar a lei, o Serviço Nacional de Saúde calcula que deverão ser gastos US$ 8 milhões por ano, para uma estimativa de 17 mil a 18 mil abortos anuais, com custo unitário entre US$ 467 e US$ 608, de acordo com o método, farmacêutico ou cirúrgico. Em casos de hospitalização, os custos podem chegar a até US$ 1.470.
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Com esta lei, Portugal deixa o grupo dos países mais conservadores da União Européia nessa área, formado por Irlanda, Malta e Polônia, que contam com as leis mais rígidas dos 27 membros do bloco, pois só autorizam a intervenção em caso de risco de vida da mãe. Até fevereiro, Portugal era o único da UE onde as mulheres que decidiam abortar eram condenadas a penas de até três anos de prisão, com a conseqüente humilhação pública quando a sentença era lida nos tribunais, com câmeras de televisão colocadas nas portas dessas cortes.
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Os países europeus mais liberais são Alemanha, Áustria, Bélgica, Bulgária, Chipre, Dinamarca, Eslováquia, Eslovênia, Estônia, França, Grã-Bretanha, Grécia, Holanda, Hungria, Itália, Letônia, Lituânia, República Checa, Romênia e Suécia, que permitem o aborto a pedido da interessada no caso de “gravidez precoce", que varia segundo a legislação entre 12 e 24 semanas de gestação. Na Finlândia e em Luxemburgo é necessário invocar razões de violação ou obstáculos sócio-econômicos ou sócios-médicos. A Espanha é um caso único, pois a lei permite uma “fuga” à qual recorrem muitas mulheres: a interrupção da gravidez em caso de “um grave risco mental ou físico para a saúde, até a vigésima-segunda semana” de gestação. (IPS/Envolverde) (FIN/2007)
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24 de jan de 2009

confessionário


Mal-estar

Estou passando por um tempo de repulsa e mal-estar só de ver tanta porcaria na blogosfera.

Ainda bem que não estou engolindo, senão já teria morrido de intoxicação espiritual.

Algumas são permeadas de coerência. Outras enfeitadas de bondade e justiça divinas, mas as intenções e motivações purulentas dos autores são visíveis.

O poder de uma verdade depende também da motivação daquele que a proclama.

Vivo um misto de sentimentos. Não sei se choro ou se vomito.

Estou esperando me acostumar com o cheiro para voltar a escrever algo edificante e coerente.

Meu medo é de me acostumar tanto que me torne cínico. Não sou melhor do que eles.

Enquanto isso, como um animal ferido, fico na minha toca em silêncio, lambendo as próprias feridas.

Preciso manter, pelo menos, a sanidade mental.

Sei que preciso orar e aguardar...até que a noite da alma encontre os raios da manhã.

Pr Julio Soder

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Também estou enojada com muito do que tenho lido. É a política da incoerência. Alguns cristãos escreveram textos e textos, indignadíssimos com as mortes dos palestinos no recente conflito em Gaza, enojados com as mortes de crianças e a frieza de Israel. Criticaram Israel como os donos da verdade e saudaram, como futuro messias, Oba-Obama. Usaram seus blogs e sites, de onde exercem influência sobre parcela dos evangélicos, para destilar todo seu humanismo manco. Agora, diante da notícia estarrecedora de que os cofres públicos dos EUA se abrem para financiar instituições que viabilizam abortos, eles se calam. Tenho vontade de vomitar diante desse silêncio conivente. Tenho vontade de perguntar onde está o aguçadíssimo senso de justiça humanitário deles. Calam-se porque não podem assumir sua incoerência, sua estupidez, sua revolta de botequim. Calam-se porque não têm o que dizer diante da constatação de que essa atitude de Obama é assassina e anti-cristã. Calam-se porque são covardes, cheios de um ego frágil que os vitimiza em situações de equívoco.
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Só nos EUA do presidente pró-aborto são praticados cerca de 900 mil abortos por ano, atualmente. A legalização aumentou o número. Nos EUA, o número de abortos provocados subiu 700% durante os 20 primeiros anos da vigência da lei que legalizava o ato no estado de Nova Iorque. Em 1970, quando o aborto foi legalizado nesse estado até o quinto mês, e já metade dos estados americanos permitia o aborto até o terceiro mês, praticaram-se 200.000 abortos no país. Em 1989 o número chegou a um milhão e 400 mil abortos (Dados pescados no site da Comunidade Católica Canção Nova. Clique no link acima e confira o texto todo).

carta de um palestino



Amigos,

Meu nome é Achmed Assef, sou palestino e vivo no Brasil atualmente.

Desde que iniciou novamente os conflitos no Oriente Médio, não se fala em outra coisa a não ser nesta guerra infeliz que tanto vem fazendo vítimas dos dois lados.

Nasci na Palestina, um país que ainda não existe oficialmente e quando a situação ficou insustentável para minha família, tivemos o feliz e sagrado convite de um amigo de meus pais a virmos ao Brasil, e desde meus 5 anos de idade, moro neste lindo país acolhedor.

Quando digo que a situação na Palestina ficou insustentável, não estou me referindo aos inúmeros conflitos com o exercito de Israel ou os religiosos judeus que mantinham suas casas lindas em território palestino, e que hoje essas mesmas casas foram tomadas à força pelos terroristas, mas sim de uma insustentabilidade provocada pelos próprios "governantes" palestinos em todos esses anos.

Para quem está no Brasil ou qualquer outro lugar do mundo, na segurança de seu lar e de sua vizinhança não vai conseguir imaginar nunca o que é viver em Gaza. Somente de lembrar minha breve infância nas cidades em que vivi, me dá aperto no coração e vontade de chorar, porém, ninguém que está no conforto de seus lares também recebendo milhares de informações, fotos e notícias do atual conflito pode imaginar também o que é sentir-se traído por aqueles que se intitulam líderes palestinos.

Os lideres palestinos nunca quiseram um Estado. E eu posso falar isso em alto e bom tom, porque é uma verdade. Se quisesse teriam criado antes de 1948, quando ainda não existia o Estado de Israel, se quisessem o teriam feito em 48 também quando a ONU decidiu pela criação de dois Estados, mas nossos grandes líderes preferiram incitar o povo à violência de lutar contra os judeus do local a fazer lobby por um Estado palestino viável.

Não quiseram também os lideres palestinos quando os territórios, chamados "ocupados por Israel" e que hoje estão em sua grande maioria em nosso domínio, criar um Estado palestino. O que dizer então da mais recente escalada de violência, quando ocorreu a segunda intifada causada pelo grande líder Arafat que em 2000 rejeitou o melhor acordo de paz de todos os tempos propostos pelo premiê israelense Ehud Barak e mais uma vez incitou o povo palestino à violência e à brutalidade através de homens-bomba, enquanto a família do Sr. Arafat vivia com regalias, mordomias e riquezas em Paris, tudo fruto de doações dignas estrangeiras mas que nunca chegaram ao povo sofrido da Palestina.

Ao invés de comprar comida, água, remédios e oferecer uma vida digna e boa ao povo palestino, nossos lideres preferiram o caminho da violência, da brutalidade e da estupidez de promover o ódio e a discriminação contra o povo judeu, que se não são anjos, também não são demônios como pregam nossos líderes.

As mesmas crianças que hoje morrem inocentemente no colo de suas mães, são as mesmas que recebem a criação e educação militar desde cedo para odiar Israel e o povo judeu, sabendo atirar com armas pesadas com menos de 5 anos de idade e ainda recebem a lavagem cerebral de se tornarem mártires explodindo-se para causar ainda mais vítimas do outro lado.

Os líderes palestinos não possuem nenhum sentimento humanitário como se espera para uma população cansada e calejada de sofrimento. Pois se tivessem, não mandariam para o suicídio seus parentes e suas crianças, enquanto esses covardes assassinos escondem-se em outros países ou até mesmo utilizando escudos humanos dentro da população civil, como vemos hoje na faixa de Gaza.

O Hamas, que há muito tempo vem promovendo barbáries dentro e fora de Gaza, desde que em seu único ato inteligente na história transformou-se em partido político somente para dar legitimidade ao seu terrorismo praticado diariamente nas ruas de Gaza, matou, perseguiu, torturou e aniquilou todos os "inimigos" do Fatah, o partido moderado que hoje é representado pelo incapaz Mahmoud Abbas.

Senhores, como pode um grupo terrorista, dizendo-se líder do povo palestino matar nossos irmãos? Como entender que eles não estão defendendo nosso povo, mas sim seus próprios ideais que não refletem a opinião da maioria desse meu povo palestino? Matar palestinos somente porque não concordam com seus atos e idéias é arcaico e acima de tudo terrorista. Sobrou a Cisjordânia para o Fatah e que se não tomarem cuidado, servirá de base para mais atos de violência dos terroristas do Hamas.

Vocês podem argumentar que os terroristas do Hamas praticam atos sociais e de solidariedade, mas não acreditem em tudo que vêem na mídia e muito menos em tudo que ouvem. Para que vocês consigam compreender, faço uma analogia com os traficantes no Rio de Janeiro, pois é legítimo o que eles fazem? Aliciar crianças inocentes para o tráfico de drogas, colocando armas pesadas em suas mãos? Acredito que não, mesmo que os traficantes promovam atos sociais e atos solidários com os moradores dos morros onde estão alojados. Continuam desrespeitando o direito de crianças crescerem com educação saudável e não para a guerra, como os terroristas do Hamas fazem hoje.

Amigos brasileiros que tanto respeito e tanto quero bem, faço um apelo como palestino, como muçulmano, mas acima de tudo como um ser humano que não aguenta mais ver a ignorância e a falta de conhecimento por parte de muitas pessoas neste lindo Brasil: Parem de atacar Israel, parem de atacar os judeus e também parem de achar que o povo palestino é somente de terroristas. Há muita gente boa, inocente e que não quer mais conflitos com os israelenses e não os odeiam, assim como não odeiam os americanos.

Muita gente lá, incluindo minha família está cansada de tanta dor e sofrimento e sabemos que devemos ter uma convivência pacifica com Israel, afinal, é de Israel que vem nossa água, nossa comida, nosso trabalho e nosso dinheiro.

Israel inclusive nos oferece ajuda militar, sabiam? Quando houve acordo com a Autoridade Palestina no governo de Arafat, a policia de Israel treinou muitos de nossos homens que não queriam envolvimento com o conflito para que pudessem trabalhar na ordem de nossas cidades. Israel ofereceu treinamento para seus supostos inimigos, inclusive com armamento para que tivéssemos nossa própria segurança.

Terroristas que tentaram e não conseguiram se explodir nas cidades de Israel, receberam atendimento médico nos hospitais israelenses!!! E muitas das escolas em Israel promovem a educação igualitária com alunos palestinos e judeus, convivendo em perfeita harmonia e recebendo educação sadia e de respeito ao próximo. Diferentemente do que acontece em Gaza, por exemplo.

Se nossos lideres não fossem tão burros e estúpidos, nosso povo sofrido não teria mais do que reclamar, pois em Israel estão as maiores oportunidades para um palestino que vive em Gaza ou na Cisjordânia e quem tem um mínimo de inteligência lá sabe que não vai conseguir nunca varrer Israel do mapa ou exterminar todos os judeus, como apregoam certos líderes maníacos do nosso lado.

Quanto ganharíamos se estivéssemos do lado de Israel e dos judeus? Por que aqui no Brasil a convivência entre os dois povos sempre foi motivo de orgulho e quando estamos em sociedade ganhamos em tudo?

Meu tio recebeu visto de trabalho em Israel. Todos os dias levantava cedo e ia trabalhar em Israel e voltava de noite para sua casa em Gaza. Quando o Hamas tomou o poder à força e iniciou seus diários ataques as cidades israelenses, meu tio perdeu o emprego e a fronteira foi fechada. A culpa é de Israel? Do meu tio que nunca odiou os judeus? Não, a culpa é dos terroristas do Hamas. Meu tio hoje continua não odiando os israelenses nem os judeus. Vive na Síria, onde a situação não é das melhores, mas la não há grupos terroristas como o Hamas ou o Hezbollah que somente acabam com a vida dos cidadãos de bem.

O povo palestino foi expulso de diversos países chamados "amigos dos palestinos", incluindo Jordânia, Líbano, Síria e Líbia. O Egito fecha sua fronteira com Gaza porque não nos querem por lá, inclusive no tratado de paz com Israel, na devolução do Sinai ao Egito, foi oferecido por Israel devolver Gaza também e os egípcios não quiseram porque chamaram de terra sem lei e o pior lugar do mundo para se viver.

Por que paises fortes e com um território gigantesco como Arábia Saudita, Jordânia, Irã e outros não tão grandes, mas muito ricos, como Kweit, Emirados Árabes ou Catar não nos recebem de braços abertos? Preferem somente financiar atentados terroristas e mandar todo seu dinheiro para líderes palestinos terroristas e que não pensam no bem estar da população, mas somente em enriquecimento próprio e incentivo ao ódio e à intolerância?

Por isso, meus amigos, escrevo esta mensagem. Sei que esta carta não vai fazer nenhum dos dois lados pararem com o atual conflito e muito menos mudar o pensamento dos líderes que hoje determinam o rumo do meu povo palestino, mas se servir para fazer o povo brasileiro pensar nisso e entender que não precisamos importar um conflito que não serve pra nada aqui e também para que todos vocês realmente entendam quem são os principais responsáveis pela matança generalizada que ocorre atualmente em Gaza, fico feliz.

Israel não é culpado, está se defendendo dos irresponsáveis lideres terroristas palestinos que diariamente atacam nosso vizinho com seus nada caseiros foguetes para depois se esconderem atrás de mulheres e crianças, colocando toda a culpa nos israelenses, enquanto esses terroristas que infelizmente também são palestinos covardemente se escondem em áreas altamente populosas para causar ainda mais mortes e ganharem fotos sensacionalistas nos jornais do mundo todo.

O povo palestino também não é culpado, o povo palestino, tirando esses terroristas que são minoria, quer a paz, quer o convívio pacífico com Israel e com os judeus. Quer uma vida digna e viver em seu território chamando-o de lar, sem precisar fugir para qualquer outro país maravilhoso como o Brasil como eu fiz, pois a Palestina é o melhor lugar para viver um palestino.

Pensem nisso antes de escolher algum lado no conflito, mas acima de tudo, escolham o lado da paz, da tolerância e do respeito com quem quer que seja.

Grato,

Achmed Assef

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o aborto de Obama




Tradução do texto do vídeo: O futuro desse bebê é um lar desfeito. Ele será abandonado pelo seu pai. Sua mãe solteira lutará com dificuldade para criá-lo. Apesar de tudo ele perseverá. Este bebê será o primeiro presidente afro-americano [dos EUA]. Vida. Imagine seu potencial.

E se a mãe de Barack Obama, ajudada por instituições pró-aborto financiadas pelo Governo dos EUA, tivesse sido convencida a matar seu filho?

Para ver e ouvir este vídeo, vá primeiro à janela Maya_musique e clique em "pause". Depois, venha aqui e clique em "play". Na primeira vez a passagem do vídeo nunca é muito boa, experimente ver na segunda.

FONTE: Youtube via Blog do Julio Severo

23 de jan de 2009

Obama suspende restrições a verbas públicas para o aborto...


Acabei de ouvir que Obama suspendeu restrições a verbas públicas para o aborto. Confesso que foi como um soco no estômago. Não que eu esperasse uma conduta digna dele, após ter tomado conhecimento de algumas de suas opiniões. Mas não deixo de me sentir tristíssima com isso. Dinheiro público para ajudar a matar crianças.

Logo que ele foi eleito li, aqui e ali, textos que o saudavam como o messias do século XXI. Textos de evangélicos*! Obama é deus nas alturas! Para falar a verdade, dos autores dos textos que li não podia esperar mais que isso, mesmo: foram cegos pela Obamamania.
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O que me surpreende é ver o circo midiático tão armado para endeusar um homem que nem bem chegou ao poder já tem seu desempenho antecipado pela opinião pública. E por que? Pela cor de sua pele. Obama é deus nas alturas!

Antes que alguém me acuse de racismo, esclareço que a cor é algo de menor importância numa eleição. Não é a etnia da pessoa que a faz melhor ou pior. É seu caráter, são seus fundamentos morais, seus posicionamentos políticos e sua história. Crer que Obama é uma esperança para os EUA e o mundo por ser ele negro é concordar que a discriminação racial é válida. Uns o aprovam porque ele é negro, outros o reprovam porque ele é negro, quando a questão fundamental não é essa. Muitos ditadores corruptos e sanguinários da África são negros, e isso não os torna melhores. Muitos homens de boa fé e de caráter irreprovável são negros, e sua cor não os torna piores.

Li, em um dos textos laudatórios sobre Obama, que a visão do Rev. Jesse Jackson chorando, na TV, após a vitória, foi algo muito emocionante, sublime, sei lá o quê -- para o autor do texto, deslumbrado com essa construção discursiva da mídia. Bom, vamos lá, não quero ser malvada e estragar o encantamento de alguns: Em vista da história de conflitos raciais nos EUA, é verdade que o ápice da afirmação negra pode emocionar. Ainda assim, não é o mais importante.

Ver alguém emocionado e confiante de que Obama será um bom presidente porque é negro é ver a imagem da ingenuidade -- ou a imagem da esperteza. Da esperteza porque em vez de apoiar claramente o aborto alguns preferem evocar o "passado histórico" das sofridas relações raciais nos EUA e apoiar Obama, que é a favor da legalização do aborto. Percebem? O aborto, aliás, é só um dos pontos anti-cristãos defendidos por Obama. Há outros.

Alguns podem argumentar que a comemoração pela vitória do primeiro presidente negro é uma discriminação positiva. Que isso é importante, para afirmar que a opressão racial deve acabar de uma vez por todas etc. Pode ser, mas eu não acho que Obama foi eleito por ser negro. Não acho que ele foi lançado candidato pelo Partido Democrata para dar cabo de toda e qualquer opressão racial.
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Creio, sim, que o fato de ele ser negro fez nascer em torno de sua candidatura uma estrutura midiática sem igual, responsável pela construção de um mito. Se fosse Hilary a candidata, o argumento seria o fato de que ela seria a primeira mulher... Se McCain fosse do Partido Democrata, bom, então seria o primeiro veterano de guerra... Mas isso não é o mais importante. Se o candidato do Partido Republicano fosse negro, certamente o entusiasmo por conta da cor de sua pele seria suplantado pelas críticas ao conservadorismo de seu partido. Entenderam?

Não é a cor da pele de Obama o mais importante, mas esse aspecto foi realçado para ofuscar todos os outros -- inclusive alguns cuja discussão é tão importante para a maioria do povo estadunidense, como a aprovação do aborto e do financiamento, com verbas públicas, de grupos que o defendem.
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* Retirei algumas expressões e acrescentei outras, que trouxeram ao texto sentidos melhores. Acreditem, fiquei indignada com isso tudo. Meu impulso foi escrever este texto logo que li a reportagem. Lembrei-me dos evangélicos, alguns inclusive com certo renome, que apoiaram e apóiam Obama, e ruidosamente. Apoiaram para ver isso acontecer? Líderes que apoiaram e apóiam Obama, como tenho visto, são cegos que guiam outros cegos.
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Obama libera financiamento a organizações pró-aborto

O presidente dos EUA, Barack Obama, reverteu ontem com uma ordem executiva a proibição imposta pelo seu antecessor, George W. Bush, ao envio de fundos por agências federais a grupos internacionais de planejamento familiar com atuação ligada ao aborto.

A regra impedia que a Agência dos EUA para o Desenvolvimento Internacional (Usaid) fornecesse financiamento não só a clínicas no exterior que interrompam a gravidez, mas também às que aconselham e encaminham pacientes a tais serviços -- mesmo que as atividades fossem feitas sem usar fundos americanos. Também não podia haver lobby, campanhas ou qualquer discussão favorável ao direito ao aborto.

"Está claro que as provisões da medida eram muito amplas e desnecessárias", disse Obama. Muitas ONGs, temendo problemas com os fundos internacionais, encerraram com a medida também a entrega de pílulas do dia seguinte e o tratamento de possíveis consequências de abortos problemáticos.

A proibição flutua de acordo com o partido no poder. Foi estabelecida inicialmente em 1984 pelo republicano Ronald Reagan (1981-1989) e anulada pelo democrata Bill Clinton (1993-2001). Bush a restaurou pouco após sua posse.

A reversão não permitirá uso de fundos federais para a prática direta do aborto, impedida por outras leis do Congresso, mas clínicas e ONGs de serviços familiares que praticam aconselhamento voltarão a receber a verba. Apenas a ONG Federação Internacional de Planejamento Familiar estima ter perdido US$ 100 milhões em fundos dos EUA nos últimos oito anos, o que, diz, teria evitado 36 milhões de gestações e 15 milhões de abortos.

Obama também afirmou que está "ansioso para trabalhar com o Congresso para restaurar o apoio financeiro dos EUA ao Fundo das Populações da ONU (UNFPA)", dedicado ao planejamento familiar e a cuidados com a saúde reprodutiva. Bush interrompeu doações ao fundo em 2002.

"Não estamos surpresos, mas muito desapontados", disse à Folha Susan Yoshihara, vice-presidente do Instituto Família Católica e Direitos Humanos. "Obama vai continuar pressionando por mais medidas pró-aborto, mas de certa forma isso apenas fortalece a luta dos que realmente se preocupam com as mulheres."

Nesse sentido, milhares de manifestantes antiaborto ocuparam o National Mall em Washington anteontem para protestar contra a "Roe versus Wade", decisão da Suprema Corte que defendeu o direito ao aborto, que completou 36 anos.

Enquanto o protesto seguia até a Suprema Corte, Obama emitiu uma nota reiterando que "continua comprometido com a proteção do direito da mulher de escolher".

Já os grupos favoráveis ao direito ao aborto comemoraram ontem, mas ainda querem mais. "Os oito anos do governo Bush foram uma violação aos direitos fundamentais das mulheres" disse à Folha Luisa Cabal, diretora do programa legal internacional do Centro para os Direitos Reprodutivos. Ela disse esperar que Obama reverta a regulamentação que permite que qualquer funcionário de saúde se negue a oferecer serviços a mulheres com base em crenças pessoais.
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FONTE: UOL

a questão gay, o governo do PT e um cantor italiano

FOTO: Site da Ultimato

Vale a pena “qualquer maneira de amar”? — O presidente, os gays, os cristãos e a Bíblia

O governo

O presidente da República, Sr. Luiz Inácio Lula da Silva, informou a imprensa nacional o teor de sua carta enviada aos organizadores da Parada Gay de Brasília, citando trecho de uma música de Milton Nascimento, que diz: “Qualquer maneira de amar vale a pena”. É óbvio que a expressão “qualquer” é uma figura de retórica — ou um exagero — pois o vocábulo é de absoluta inclusividade. Algumas “maneiras de amar” estão, até, tipificadas em nosso Código Penal e na legislação penal dos países civilizados. A ausência de ilícitos ou de limites da frase poética denota o hedonismo ou o pansexualismo da cultura ocidental contemporânea, que, tragicamente, já adentrou a igreja.

Para a teologia, a ética e o direito, nem todas as maneiras de amar valem a pena — em alguns casos, valem uma pena(lidade) e, em outros, denotam desvios de condutas, patologias, pecados. O “amar” da frase pode ser entendido apenas como atração físico-afetiva, estrito senso, sem outras considerações maiores. Diante da “celebração” da Parada do Orgulho Gay da cidade de São Paulo — a “maior do mundo”, com estimados 1,5 milhão de participantes —, em que as “autoridades menores” já subiram nos trios elétricos com a mensagem da “autoridade maior”, percebe-se que há algo de podre não só no Reino da Dinamarca, mas também na República Federativa do Brasil.

Nos últimos anos, por orientação do Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty), a delegação brasileira junto à Organização das Nações Unidas (ONU) vem insistindo na proposta de inclusão da expressão “orientação sexual” entre os direitos inalienáveis. O Vaticano, os países islâmicos e a maioria dos países do hemisfério sul se manifestaram contrários à proposta, que recebeu o apoio dos países pós-cristãos do hemisfério norte. Os desdobramentos na legislação civil e penal dos diversos países, caso tal proposta fosse aprovada, poderiam incluir o casamento de homossexuais, o direito à adoção por homossexuais e a criminalização de qualquer opinião contrária, inclusive na esfera religiosa. Por sua vez, a Secretaria Nacional pelos Direitos Humanos acaba de anunciar uma campanha institucional “Por um Brasil Não-Homofóbico”. Como se pode constatar, aqui também o fenômeno mundial chamado lobby gay se afigura com crescente poder e influência.

Pão e circo

Como fui cobrado publicamente por uma respeitável ONG evangélica, incluído em uma lista de pastores que votaram no atual presidente da República nas últimas eleições (no meu caso, em todas as eleições presidenciais em que ele concorreu), venho, também de forma pública, desassociar-me desses posicionamentos do governo federal, expressando a minha discordância e veemente condenação a tais procedimentos.

Como os leitores de Ultimato sabem, não estou mais filiado ao Partido dos Trabalhadores desde 1997, em razão da minha eleição para o episcopado anglicano. Tenho memórias positivas de um passado de lutas pelo Estado democrático de direito, pela soberania nacional e pela justiça social. Tenho também percepções cada vez mais negativas da ruptura ideológico-programática desse partido, o seu pacto com as elites, os seus acordos com as oligarquias regionais e o seu aprisionamento pelo sistema nacional e pelo sistema internacional. A miséria, a fome, a falta de saúde, de educação, de saneamento, de oportunidade de trabalho, a opressão e a exclusão continuam inalteradas em um país socialmente pecaminoso, para o que também concorre a omissão ou cooptação das igrejas, por parte de suas lideranças. Ao que parece, o realismo governamental tem incorporado a máxima romana: “Pão e circo”. Na falta de pão, mais circo...

Os inúmeros acordos, nem sempre éticos, mas clientelísticos, entre lideranças eclesiásticas e políticos evangélicos com a atual (e qualquer outra) administração têm resultado em um silêncio culposo nada profético diante do continuísmo da esgotada política econômica (macro e micro), da tibieza das políticas sociais e do neo-empreguismo no aparelho do Estado. Essa promiscuidade política tem, de certo, concorrido para a inexplicável omissão dessas lideranças, tanto diante da proposta do Itamaraty, como da defesa das “formas de amar”.

Ideologias

O vazio das utopias políticas, os resquícios da revolução cultural dos anos 60 e do movimento pelos direitos humanos, o deslocamento filosófico da “razão” para a “experiência”, com a pós-modernidade, resultaram, entre outros fatores, na nova utopia do pansexualismo e na ideologia pró-homossexual, como a mais poderosa ideologia mundial, depois do nazi-fascismo e do marxismo-leninismo. Pobre mundo... Triste geração... O Executivo, o Legislativo, o Judiciário, a academia, a mídia e as igrejas são palcos desse novo embate ideológico, do qual ninguém consegue escapar.

Uma coisa é o Estado laico (sem igreja oficial) e o pleno direito civil de todos os cidadãos, em igualdade perante a lei, e cuja defesa, diante das discriminações da Constituição Imperial de 1824, foi uma bandeira histórica de lutas do protestantismo brasileiro. Uma coisa, também, é a defesa da dignidade de toda pessoa humana, criada à imagem e semelhança de Deus, e que não pode ser vítima de preconceitos, fobias nem violências. Uma coisa, ainda, é a atitude de compreensão pastoral e de amor cristão dirigida a todos os penitentes, de todas as fraquezas e pecados, com a igreja realizando sua missão de ser uma comunidade terapêutica. Outra coisa, contudo, é o revisionismo teológico e o relativismo ético, a erosão de princípios, o abandono do ensino bíblico e da tradição apostólica, que são permanentes e inegociáveis em qualquer lugar e cultura. As religiões semíticas de revelação, ou religiões abraâmicas (judaísmo, cristianismo e islamismo), têm afirmado a normatividade erótico-afetiva heterossexual desde sempre.

A separação entre igreja e Estado não significa omissão sociocultural das religiões, uma fé intimista privatizada nem o silêncio ético no espaço público, nem o declinar na afirmação doutrinária e disciplinar para os seus fiéis, nem, o mais importante, qualquer abandono da busca do bem comum de toda a sociedade. Por um lado, distorções teológicas, adesismo, medo ou troca de interesses têm levado as igrejas a abdicarem do seu dever profético diante de estruturas sociais e poderes iníquos. Por outro, o tabu da sexualidade — com um permanente silêncio e desinformação — torna as igrejas despreparadas e fragilizadas para enfrentarem a presente e grave crise da civilização.

Condicionamentos

Um problema adicional, por parte dos cristãos, tem sido — em todas as épocas e culturas — as leituras seletivas dos textos bíblicos (“esquecidos” uns, “deslocados” outros) para fazê-los de suporte das respectivas interpretações, morais, usos, costumes e instituições, sejam elas inovadoras ou conservadoras. O que a cultura secular está fazendo é uma repetição pelo lado esquerdo (com a agenda homossexual) do que a cultura tradicionalista (aristocrática católica romana ou burguesa protestante) já fizera e continua a fazer pelo lado direito (com a agenda heterossexual).

Na tarefa exegética e hermenêutica, devemos, como cristãos, considerar o valor das contribuições das ciências naturais e das ciências humanas, notadamente da biologia, psicologia, história e antropologia, “examinando de tudo e retendo o bem”, conforme o ensino paulino. Precisamos também ser mais humildes e mais honestos em reconhecer os nossos condicionamentos culturais e de classe, a nossa confusão entre ética e moral, ou entre Revelação e costumes. Apesar de todos os estudos disponíveis, a maioria das igrejas foi omissa ou sempre adiou para o futuro (“empurrando com a barriga” ou “varrendo para debaixo do tapete”) uma questão existencial tão básica quanto a sexualidade humana, que, agora, vem nos afetar tão violentamente.

Ao longo dos anos, respondendo a demandas (tantas vezes desesperadas) dos fiéis, tenho me dedicado a essa temática e feito um apelo para que se estude a história do povo de Deus e a história da vida privada de todos os povos. Mas, principalmente, e acima de tudo, tenho feito um apelo para que se estude sinceramente a Bíblia, com um valor singular para a ótica dos reformadores. É preciso deixar a Bíblia falar por ela mesma, sob a iluminação do Espírito Santo. É preciso ouvir os textos bíblicos, seus autores e personagens, relacionando os seus contextos com os nossos contextos (segundo o princípio da equivalência dinâmica, preconizada pelo antropólogo cristão Charles Kraft). Eles falam a verdade. Mas essas verdades tantas vezes nos atingem, nos incomodam, nos ameaçam em nossos medos, mitos, tabus e inseguranças.

Vivemos, diante das Sagradas Escrituras — nessa e em outras questões — o eterno dilema: instrumentalização ou submissão? Como protestante, como anglicano evangélico, creio firmemente que não há outra saída, tanto para o enfrentamento da ideologia GLST (gays, lésbicas, simpatizantes e transgêneros), como para a devolução da sanidade da nossa gente, e de todas as gentes, senão o retorno da aplicação atualizada do velho e básico princípio da Reforma:

Sola Scriptura!
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Dom Robinson Cavalcanti é bispo da Diocese Anglicana do Recife e autor de, entre outros, Cristianismo e Política – teoria bíblica e prática histórica e A Igreja, o País e o Mundo – desafios a uma fé engajada.www.dar.org.br

FONTE: Revista Ultimato set./out. 2004

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Cantor italiano causa polêmica por afirmar que é ex-gay e que as pessoas não nascem, mas tornam-se gays... E não, não tem nada a ver com religião!

O cantor italiano Povia (foto) diz ser homossexual ‘reconvertido’. Grupos homossexuais afirmam que cantor é militante de ‘cura’ para gays. A próxima edição do festival de música italiano de Sanremo, que será realizado em fevereiro, já ganha a atenção popular devido à música “Luca era gay”, que afirma que o homossexualismo tem cura e que é cantado por um homossexual que afirma ter se “reconvertido”.

Vários coletivos homossexuais já expressaram repúdio ao cantor Povia, responsável pela controversa música e que, em entrevista que será publicada na quinta-feira no suplemento do jornal “Il Giornale” - antecipada hoje por alguns veículos de comunicação -, assegura que uma pessoa não nasce, mas se torna gay.

Sem pai

“Meus pais se separaram quando eu era pequeno e meu pai saiu de casa. Fiquei sozinho em um ambiente feminino, brincava de boneca. Engana-se quem pensa que uma pessoa nasce gay. Você se apaixona por um homem porque é isso que você gostaria de ser”, explica sua teoria o cantor.

“Os homossexuais vivem um frenético nomadismo sentimental. É compreensível: como qualquer outro, buscam algo diferente de si mesmos. Se encontram no outro apenas algo parecido, a relação não pode ser mais que efêmera e compulsiva. Não pode existir estabilidade e fidelidade no mundo gay”, afirma.

Como a própria história que narra na música, que concorrerá entre os dias 17 e 21 de fevereiro em Sanremo junto a artistas como Albano ou Iva Zanicchi, o próprio Povia confessa na revista que, após anos se considerando homossexual, se casou com uma mulher, Teresa.

Milagre

“Para mim, foi um milagre. Durante uma peregrinação, conheci Teresa e, após um ano de namoro, nos casamos”, explica Povia, que justifica o fato de ter abandonado o homossexualismo pela propagação do vírus da Aids entre os gays nas sociedades ocidentais.

No entanto, os coletivos homossexuais afirmam que a história da canção, e, talvez, do próprio músico, são fruto das afirmações do grupo de tratamentos fundado pelo psicólogo americano Joseph Nicolosi.

“Povia é um militante dos grupos de tratamentos reparadores fundado pelo americano Joseph Nicolosi, convencido de que o homossexualismo deve ser curado e de que a relação amorosa entre dois homens é passageira”, diz em comunicado de imprensa Aurelio Mancuso, presidente do coletivo Arcigay.
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